Ao lamentar rompimento de barragem, Repam chama atenção para projetos de mineração na Amazônia

O arcebispo emérito de São Paulo (SP) e presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam), cardeal Cláudio Hummes, assinou nota, na última sexta-feira, 25, lamentando o rompimento da barragem da mina de Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). No texto, chama atenção para as consequências da atividade de mineração, recorda o desastre de Mariana (MG), há três anos, e chama atenção para os interesses de projetos de mineração na Amazônia, “nova fronteira mineral cobiçada por grupos internacionais e ofertada pelo governo brasileiro à custa das populações tradicionais, com riscos a terras indígenas já demarcadas”.

“As perspectivas de expansão dos projetos de mineração na Amazônia serão à custa da segurança da população e do meio ambiente, mais uma vez por conta do contexto político brasileiro, no qual a análise dos riscos tende a ser minimizada e os órgãos de fiscalização e monitoramento enfraquecidos, preferindo-se o automonitoramento das próprias empresas”, afirma o cardeal.

Confira a nota na íntegra.

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