Nota de pesar da CNBB pela morte de Dom Redovino Rizzardo

Bispo Emérito de Dourados faleceu no domingo, 6 de novembro

O secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Leonardo Steiner, divulgou na tarde desta segunda-feira, 7 de novembro, Nota de pesar pelo falecimento de Dom Redovino Rizzardo, bispo Emérito de Dourados (MS).

Dom Redovino Rizzardo, CS, faleceu na tarde do dia 06 de novembro de 2016, ele tinha 77 anos, nasceu no dia 12 d abril de 1939 em Bento Gonçalves, no interior do Rio Grande do Sul. Foi ordenado sacerdote no dia 09 de julho de 1967. E sua ordenação Episcopal aconteceu no dia 23 de março de 2001, na cidade de Guaporé -RS, e foi para a Diocese de Dourados-MS, como bispo Coadjutor. No dia 05 de dezembro de 2001, tomou posse como bispo titular da Diocese de Dourados até o dia 21 de outubro de 2015. A partir do dia 21 de outubro de 2015 com a eleição do novo bispo, Dom Henrique A. de Lima, CSsR, assumiu como administrador Apostólico até o dia 30 de janeiro de 2016, tornando-se oficialmente bispo Emérito da Diocese de Dourados.

Leia a Nota da CNBB:

 

NOTA DE PESAR DA CNBB

PELO FALECIMENTO DE DOM REDOVINO RIZZARDO

 

 

Brasília, 7 de novembro de 2016

 

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de dom Redovino Rizzardo, bispo emérito de Dourados (MS), ocorrido na manhã deste domingo, 6 de novembro de 2016. Fazemos nossa oração e prestamos nossas condolências aos familiares, às comunidades da Diocese de Dourados e ao seu sucessor, dom Henrique Aparecido de Lima.

Depois que soube do diagnóstico do câncer que o venceu, dom Redovino escreveu um artigo iluminado no qual dizia: “preciso reconhecer que a vida me foi sempre generosa. Não nego: desde a infância, passei por momentos amargos e dolorosos, que geraram carências e traumas. Mas foram mitigados pelo amor com que Deus me acompanhou, concretizado na amizade e no apoio que uma multidão de irmãos e irmãs me proporcionou. Penso que posso repetir o que o Papa Francisco disse de si mesmo, após o término da Jornada Mundial da Juventude: ‘Como padre, fui feliz; como bispo, fui feliz; e agora, como papa, continuo feliz!’”.

Neste mesmo artigo, nosso Irmão, também tratou da morte: “Quanto à morte, retomo as palavras do Papa numa entrevista que deu no Rio de Janeiro: ‘Não tenho medo. Sei que ninguém morre na véspera. Quando chegar a minha vez, o que Deus permitir, assim será!’. Com isso, não nego o meu medo diante da dor e da morte. Esta continua sendo o maior desafio da vida, semelhante ao de uma criança que deixa o aconchego do seio materno para entrar num mundo desconhecido”. Recordamos este testemunho de grandeza de alma para nos ajudar a vivenciar este momento de esperança firme na ressurreição.

Em Cristo,

 

 

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM

Bispo auxiliar de Brasília

Secretário Geral da CNBB