Cáritas e Pastorais Sociais participam de missa antes da Marcha

Pastorais Sociais e CaritasAs Pastorais Sociais e a Cáritas Brasileira participaram, nesta terça-feira, 27, antes de se juntarem à Marcha do FSM, de uma missa presidida

pelo arcebispo de Belém, dom Orani João Tempesta, na Basílica Nossa Senhora Nazaré. A celebração marcou o encerramento do Seminário Desenvolvimento Sustentável Solidário realizado pela Cáritas, nos dias 25 e 26 de janeiro, no Seminário Bom Pastor, em Ananindeua, região metropolitana de Belém (PA). Participaram do evento agentes da Cáritas do Brasil, Argentina, Peru, Chile, Venezuela, Costa Rica, Colômbia, Cuba, Honduras, El Salvador, Guatemala, México, Nicarágua e Panamá.

Em sua homilia, o arcebispo de Belém, lembrando o evangelho proclamado, acentuou a unidade dos povos que sonham com um mundo melhor. “O que nos une, assim como as diversas presenças neste Fórum, é o desafio de construirmos um mundo melhor”, disse dom Orani.

Terminada a missa, os cerca de 200 participantes da celebração se uniram às dezenas de milhares de pessoas que passavam pela Av. Nazaré, na Marcha de abertura do Fórum. Amanhã, às 14h, as Pastorais Sociais abrem a “Tenda Ir. Dorothy”. Durante todo o Fórum, a Tenda vai oferecer várias atividades como palestras, seminários, testemunhos, exposições. A Tenda funcionará na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).

Fim do trabalho escravoPelo fim do trabalho escravo

Carregando uma enorme bandeira e empunhando cartazes, um grupo liderado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), identificado com camisetas pretas, aproveitava a Marcha para denunciar o trabalho escravo no Brasil e colher assinaturas pedindo a aprovação imediata, pelo Congresso Nacional, da PEC 438 que trata da matéria.

“Esse é o bloco dos que vão pôr fim no trabalho escravo no Brasil e pressionar os parlamentares para que aprovem a PEC 438 que erradica esta chaga social”, afirma Ana de Souza Pinto, da CPT, da Campanha Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. “O Pará tem sido, historicamente, o campeão desta chaga social no país”, lembra Ana. Segundo disse, a Campanha pretende arrecadar mais de um milhão de assinaturas. Até agora, já coletaram 200 mil.

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