Comissão avalia que houve participação mais efetiva na ação social transformadora da Igreja no Brasil

Os membros da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reuniram-se na sede provisória da CNBB em Brasília (DF) neste dia 2 de outubro para fazer um balanço dos últimos três anos e meio e de 2018 bem como planejar os próximos passos do trabalho até 2019.

Segundo o bispo de Lages (SC), dom Guilherme Werlang, bispos de Lages (SC), presidente da Comissão, o trabalho deu passos significativos durante este ano e em toda a gestão. “Vimos, especialmente, em 2018 bons avanços na metodologia e na participação nas reuniões que fizemos com coordenadores das pastorais e organismos que integram o trabalho da comissão”, avaliou.

O presidente da Comissão para a Ação Transformadora destacou também uma renovação nas coordenações e maior participação dos bispos responsáveis pelas pastorais e dos regionais. “Os regionais da CNBB tem tido uma crescente participação efetiva na Ação Social Transformadora da Igreja no Brasil”, enalteceu.

O bispo de Amparo (SP), dom Luiz Gonzaga Fechio, referencial da Pastoral do Menor, presente à reunião, concorda com a avaliação do crescimento da participação. Em sua visão, a Comissão para a Ação Social Transformadora conseguiu oferecer, por meio de assessorias qualificadas, um processo de formação sobre a Doutrina Social da Igreja que tem qualificado a ação dos coordenadores das pastorais sociais.

Dom Guilherme, presidente da Comissão, segura o chimarrão. Foto: Assessoria de Imprensa CNBB

“Com a presidência de dom Guilherme, e assessoria de Frei Dotto, a nossa comissão teve uma unidade e comunhão muito bonita de fortalecimento entre os membros”, disse. Segundo ele, dom Guilherme vai deixar, na condução dos trabalhos da antiga Comissão 8, um legado de comunhão e formação que proporcionaram o crescimento de todos.

Além da avaliação dos encontros e reuniões da Comissão, bem como dos encaminhamentos da realização da Semana Social Brasileira, os participantes também avaliaram a realização do Grito dos Excluídos. Apesar de a CNBB ter avançado assumindo mais participação no processo de organização da atividade, dom Guilherme chama a atenção para a necessidade de avaliar e redimensionar a metodologia do Grito para que ele não seja apenas “para” os excluídos mas “dos” excluídos. Estes será um dos pontos a ser avaliado na Coordenação geral do Grito em São Paulo.

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