Comissão realiza consulta sobre projeto Igrejas-irmãs

Com o objetivo de fortalecer o projeto Igrejas-irmãs, a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza uma consulta entre os bispos sobre como se encontra cada diocese nos regionais em relação à concretização da iniciativa de colaboração mútua entre igrejas particulares. No levantamento, também serão colhidas sugestões e solicitações.

O bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da Comissão para a Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Esmeraldo Barreto de Farias, recorda que na última Assembleia Geral foi apresentado um vídeo abordando as necessidades das Igrejas que precisam de pessoas, recursos, agentes de pastoral, agentes missionários e também um pouco da história do projeto iniciado em 1972, com adesão de várias dioceses.

“Nós temos Igrejas do Nordeste, de regiões do Sudeste e do Sul que estão enviando missionários e pessoas para várias regiões, seja na região do Mato Grosso ou Goiás e também na região da Amazônia. Então, a partir daí, nós precisamos fazer os contatos com os bispos das regiões que estão necessitando de ajuda”, revela.

Para o bispo, é necessário também definir critérios para a escolha de participantes do projeto. “A pessoa tem que ter uma saúde bastante razoável, tempo disponível. Tem aquelas experiências que seminaristas e leigos fazem de 30 dias ou menos, mas nós precisamos de pessoas que se disponham para o mínimo de três anos”, conta estimulando os interessados a colocarem-se a serviço da missão de “coração aberto para aprender com o povo”.

Desde o ano passado, a comissão da CNBB promove encontros com vistas à troca de experiências e fortalecimento do projeto. “Sabemos que há dioceses que desejam continuar e fortalecer esse modo de cooperação missionária. Outras dioceses estão dispostas a enviar missionários e formalizar o convênio com uma Igreja irmã. E várias dioceses, não só da Amazônia, pedem com insistência, clamam para que a sua necessidade de missionários seja considerada”, explica dom Esmeraldo.

O pedido é que as respostas ao questionário encaminhado sejam remetidas para a Comissão Missionária, na sede da CNBB, aos cuidados do assessor da comissão, padre Sidnei Marco Dornelas. As dioceses podem solicitar a carta com as questões pelo e-mail: missionaria@cnbb.org.br

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