Encerramento do Congresso de Animação Bíblica será marcado com mensagem final

Termina ao meio dia desta terça-feira, 11, em Goiânia (GO), o I Congresso Brasileiro de Animação Bíblica da Pastoral, que começou no sábado, 8. Os 500 congressistas devem aprovar hoje a mensagem final do encontro, reafirmando a necessidade de passar de uma pastoral bíblica para uma animação bíblica da pastoral.

As atividades de hoje começam com a missa, às 8h30, presidida pelo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB e arcebispo de Pelotas (RS), dom Jacinto Bergmann. Em seguida, os congressistas se reúnem por grupos, de acordo com os 17 regionais da CNBB, para apresentar sugestões de encaminhamentos em vista da animação bíblica da pastoral.

Ontem, o bispo de São José do Rio Preto (SP) e membro da Comissão Bíblico-catequética da CNBB, dom Paulo Peixoto, presidiu a celebração e destacou a importância do Congresso para a Igreja no Brasil. “Este congresso foi uma grande provocação para nós e nos deu muita luz que vai nos ajudar em nossa caminhada”, disse o bispo. “Só seremos discípulos verdadeiros se nos identificarmos com o rosto da Palavra, que é Jesus Cristo”, acrescentou.

As atividades de ontem foram encerradas com uma apresentação cultural preparada pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), uma das apoiadoras do Congresso. Antes, os participantes do Congresso tiveram reunião em grupos para discutir os caminhos a animação bíblica.

Caminhando para seu final, o Congresso tem avaliação positiva de seus participantes como o Frater Rodrigo Ferreira, da Congregação Sacramentinos de Nossa Senhora, de Belo Horizonte (MG). “O congresso trouxe com novidade a necessidade da Igreja assumir a bíblia como alma de toda pastoral. Isso ainda não acontece porque separamos as coisas, usamos a bíblia para refletir e não para rezar. A bíblia tem animar a oração e a prática cristã”, disse o religioso.

Opinião semelhante tem a coordenadora de catequese da prelazia do Xingu, no Pará, Marlúcia de Jesus Alves. “O congresso veio resgatar o ardor pela palavra, que estava esquecido, e deu vontade de trabalhar mais a Palavra. Às vezes, ficamos muito no estudo da bíblia e não a colocamos em conformidade com nossa vida”, comentou.

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