Pastoral Afro-Brasileira em atuação

O sub-Regional  RP2, que compõe as dioceses de São José do Rio Preto, Catanduvas, Barretos e Jales (SP), realizou o I Encontro de Formação da Pastoral Afro-Brasileira. Cerca de cem pessoas participaram, entre eles, o bispo de Catanduvas, dom Antônio Celso de Queirós e o assessor da Pastoral Afro-Brasileira na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Ari Antônio dos Reis.

Durante o Encontro foi abordada a história dos negros no Brasil e as implicâncias culturais, sociais, eclesiais e os desafios que esse processo traz para os agentes de Pastoral Afro. Além disso, foi estabelecida qual coordenação irá atuar no Sub-Regional, entre os anos de 2009 e 2010.

Segundo padre Ari, o Encontro foi importante para unir os ideias da Pastoral no Sub-Regional RP2. “O número de participantes foi bastante significativo, o que nos proporcionou pensar melhor as temáticas apresentadas. Foi bom participar porque tivemos a oportunidade de refletir a estrutura e o fundamento da Pastoral Afro no Regional”.

No encerramento ficaram definidas algumas prioridades: “Formação e Conscientização; divulgação do trabalho; estruturação da Pastoral Afro-Brasileira no Regional; refletir mais sobre a participação e organização da Romaria Negra ao Santuário de Aparecida no próximo dia 7 de novembro.

Texto Base

O texto-base do VI Congresso Nacional das Entidades Negras Católicas, que irá ocorrer de 8 a 11 de julho, em São Luís (MA) já está preparado. Com 56 páginas, o livreto tem como título, “VI CONENC – Refletindo o rosto negro da Igreja de Medellín à Aparecida”.

A publicação é coordenada pela Pastoral Afro-Brasileira, com organização de padre Ari Antônio dos Reis. O texto está dividido em cinco breves capítulos sobre as Conferências Episcopais da América Latina e Caribe e Formação presbiteral e a vida religiosa, prática litúrgica, diálogo inter-religioso, ação política e social – cidadania, entre outros.

“A constatação da carência de vocações oriundas dos afro-brasileiros e de uma atenção maior aos jovens negros que estavam em processo formativo nas diferentes casas de formação masculinas e femininas levou a se refletir a questão dos vocacionados e vocacionadas negros, diz o texto.

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