Viver a Semana Santa com Jesus

“A partir desse dia, decidiram matar Jesus. Por isso, Jesus não andava mais em público… Ele foi para uma região perto do deserto, para uma cidade chamada Efraim. Lá permaneceu com os seus discípulos” (Jo 11, 53-54).

Ao longo desta Semana, queremos estar bem próximos do Coração de Cristo, fazendo-lhe companhia, sentir o que Ele sentia, permanecer com Ele, conversar com Ele, penetrar o íntimo do seu ser para melhor compreendermos a “Sua Hora” e, entender até onde chegou o Seu amor extremado.

Queremos ser solidários a Jesus que tanto amou os seres humanos. Nossa amorosa solidariedade pode ser transformada na seguinte oração:

“Senhor Jesus, que por nossa salvação morreis na cruz, unidos  à Mãe dolorosa e aos santos e santas, contemplamos vosso sofrimento, com olhar compassivo.

Vossa Paixão revela o Deus rico em misericórdia que não hesitou em dar a vida por nós.

Ó Homem das dores, Irmão por todos abandonado, e Irmão de todos os abandonados e abandonadas, tomastes sobre vós as iniquidades do mundo e vos fizestes, para cada um e cada uma, Advogado de perdão, reparando o nosso pecado com o vosso amor.

Fazei-nos participantes da vossa oblação e do vosso amor misericordioso, capazes  de sentir e manifestar compaixão  pelo povo ferido e humilhado.

Acolhei em vosso coração transpassado a humanidade dilacerada e renovai-a com a vida do vosso Santo Espírito.

Assim, cantaremos com alegria incontida, a vossa ressurreição e a vitória sobre o pecado e a morte.

À vossa oblação pascal, queremos unir a nossa oferta  para viver a vida nova que nos conquistastes.

Ensinai-nos a crer no mistério fecundo da Semente que morre para dar a Vida plena”.

Unidos a Maria, Mãe de Jesus e nossa, queremos estar intimamente associados à obra da salvação.

Deixemo-nos compenetrar dos mistérios que celebramos esta Semana. A celebração do Mistério Pascal ajudar-nos-á a jogar fora o velho fermento, para que sejamos uma massa nova, já que somos ázimos, sem fermento. De fato, nosso Cordeiro Pascal, Cristo, foi imolado (cf. 1 Cor 5, 7).

Fiquemos unidos em oração e na contemplação dos mistérios que celebramos. Um abraço amigo e uma especial bênção.

Dom Nelson Westrupp

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