Artigos dos bispos
Dom Lindomar Rocha Mota
Bispo de São Luís de Montes Belos (GO)
A Ressurreição de Cristo foi a novidade que mudou tudo. Se eu falasse como quem viveu antese dela, e visto cidades, prisões, mercados, pessoas cultas e pessoas feridas, eu ainda diria que viviam num horizonte estreito.
Eu diria que a humanidade vivia sob o peso da perda. Crescia entre promessas breves, amava com frieza, labutava sobre a terra, edificava casas, memórias; e, por fim, via tudo encaminhar-se para a mesma borda escura do mundo. A morte e a escuridão sequestravam a esperança. Até a beleza das manhãs trazia escondida a notícia de seu anoitecer.
Havia grandeza no mundo é bem verdade. Havia amizade, mesa repartida, coragem em meio ao perigo, gente humilde que ainda sabia agradecer. Havia também uma fé pálida, quase teimosa, como se a criação inteira guardasse a lembrança de uma promessa muito antiga. Mas essa esperança caminhava como viajante em noite escura e a morte ainda era o único farol no horizonte.
Então aconteceu o impensável. Alguém desceu até o último degrau da condição humana e não se retirou diante do antigo inimigo. Desceu à região onde os homens sempre pensaram que o silêncio fosse intransponível e pediu contas àquilo que desde o princípio devorava os filhos de Adão. Chamando a morte pelo nome Ele tocou seu cetro e quebrou sua ostentação
A Ressurreição de Jesus foi um abalo no fundamento da história. O mundo, desde então, já não pode ser compreendido do mesmo modo. O horizonte mudou. A vida ergueu-se onde antes se erguia a morte. A luz entrou nas câmaras antigas do medo e o futuro deixou de ser um nome insensato para o inevitável declínio das coisas.
Em Cristo ressuscitado, o amor mostrou sua natureza mais alta como força que venceu a morte sem se corromper. Ele é mais forte que a morte porque procede de Deus.
Quem contempla a Ressurreição com olhos despertos percebe que ela não diz respeito somente ao fim da vida, mas ao sentido de cada dia. Tudo mudou porque a humanidade já não caminha para fim, mas para a eternidade.
A Ressurreição não é só vitória sobre um evento biológico. É a derrota do regime antigo. É a queda de uma soberania cruel. É o começo de uma criação que já não se define a partir do sepulcro, mas a partir da vida gloriosa do Filho. Desde então, toda tristeza humana pode ser suportada por uma esperança maior, pois toda noite guarda uma fissura por onde entra o amanhecer.
Há, finalmente, uma esperança de grande estatura no mundo. Cristo ressuscitado faz ver que a morte não governa mais como antes. O inimigo foi desafiado em seu próprio domínio e o fundo do abismo se iluminou. O Senhor entrou onde outros só entravam para serem vencidos, e de lá saiu trazendo consigo a chave da vida.
Por isso, o cristão vive desperto. Sabe que há cruzes reais, injustiças concretas, feridas que não se curam. Sabe que o mal fere. Mas sabe também que a Ressurreição adoperou uma mudança definitiva.
Antes a humanidade olhava para frente e via a sombra final. Agora, vive em Cristo e caminha para a plenitude da vida, pois o túmulo vazio é o sinal de que existe uma finalidade mais alta do mundo.
É por isso que a Igreja, quando permanece fiel ao Ressuscitado, não está apenas repetindo fórmulas. Ela fala com a convicção de quem conhece a notícia que mais importa ao mundo contemporâneo.
Porque Cristo desceu às profundezas, já não existe profundidade humana que Ele não possa chegar, nem noite que seja intransponível.
Embora o antigo inimigo ainda golpeie, já perdeu muito de sua força e seu reinado está ferido. Cristo levantou-se, e com ele levantou-se a possibilidade de uma humanidade nova, de uma esperança menos tímida, de um amor corajoso.
O Senhor desceu à escuridão e pediu que lhe prestassem contas. O Senhor enfrentou a morte e a despojou. O Senhor saiu do túmulo levando consigo o nosso futuro.
E, desde então, que nós, Católicos, já não vivemos sob o escuro da vida, mas vivemos sob a aurora da Ressurreição.
Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)
Chegamos ao cume radioso da nossa fé! O pranto da Sexta-feira Santa secou, o silêncio angustiante do Sábado Santo foi rompido pelo canto do Exsultet, e agora, banhados pela luz inextinguível da manhã de Páscoa, a Igreja inteira, em todos os cantos da terra, entoa a uma só voz: “Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!” (Sl 117,24). O sepulcro está vazio! A morte, aquele inimigo implacável que parecia ter a última palavra sobre a nossa existência, foi definitivamente esmagada sob os pés gloriosos do Cristo Ressuscitado. A pedra pesada que fechava a entrada do túmulo, e que simbolizava o peso esmagador dos nossos pecados e desesperanças, foi rolada para sempre.
Cristo Ressuscitou verdadeiramente, Aleluia! Verdadeiramente ressuscitou, Aleluia, Aleluia! Repetimos incansavelmente nestes dias pascais.
O Evangelho de São João que a liturgia nos propõe para esta esplêndida manhã (Jo 20,1-9) nos convida a correr junto com os primeiros discípulos para testemunhar este fato inaudito que dividiu a história do universo. O evangelista começa narrando: “No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra retirada do túmulo” (Jo 20,1). Notemos, meus caríssimos, a força desta imagem: sendo ainda escuro. Maria Madalena carrega em seu coração a escuridão do luto, a dor da perda daquele que havia lhe devolvido a dignidade. O mundo natural ainda estava submerso nas trevas da noite, mas no calendário de Deus, um novo dia já havia raiado. É o “primeiro dia da semana”, o dia da nova criação. Assim como no princípio Deus disse “Faça-se a luz” (Gn 1,3), agora a Luz do Mundo ressurge das profundezas da terra para nunca mais se apagar.
Desorientada e amedrontada pela possibilidade de terem roubado o corpo do Mestre, Maria Madalena corre ao encontro de Pedro e do discípulo que Jesus amava. “Tiraram o Senhor do túmulo e não sabemos onde o colocaram!” (Jo 20,2). A resposta dos apóstolos é imediata. Eles saem apressados, correndo juntos em direção ao sepulcro. João, sendo mais jovem, chega primeiro, mas por reverência à autoridade que o próprio Cristo conferira a Pedro, espera que ele entre. E o que Pedro vê? “Viu as faixas de linho deitadas no chão e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte” (Jo 20,6-7).
Meus irmãos, este detalhe não é um mero enfeite literário. Ele é a prova silenciosa e majestosa da ressurreição. Se o corpo de Jesus tivesse sido roubado, como espalharam os guardas subornados (cf. Mt 28,13), os ladrões teriam levado o corpo às pressas, de forma caótica, ou teriam levado os lençóis preciosos. Mas tudo ali está em perfeita ordem. O sudário enrolado à parte revela que Aquele que ali repousava despertou, libertou-se das amarras da morte com total soberania, como quem se levanta tranquilamente do seu leito pela manhã e dobra as suas vestes. Diante desta ordem divina, o evangelista nos atesta sobre si mesmo: “Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu e creu” (Jo 20,8).
Ver e crer. Esta é a vocação da Igreja! Este é o nosso chamado nesta manhã de Páscoa! Nós não somos seguidores de uma bela filosofia moral ou de um profeta morto e mumificado pelo tempo. Nós somos discípulos de uma Pessoa Viva! Como nos ensina de forma tão penetrante São Bernardo de Claraval, o mistério da Páscoa não é um simples retorno à vida biológica, como aconteceu com Lázaro, que mais tarde voltou a morrer. A ressurreição de Cristo é o ingresso da nossa própria humanidade na eternidade de Deus. O grão de trigo caiu na terra, morreu, e agora produz um fruto imenso, que somos todos nós, os redimidos.
Na Segunda Leitura, o Apóstolo São Paulo, na sua Carta aos Colossenses – Cl 3,1-4 –, nos extrai as consequências morais e espirituais desta verdade avassaladora: “Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que estão no alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas do alto, e não nas coisas da terra” (Cl 3,1-2). O que significa, afinal, buscar as coisas do alto? Buscar as coisas do alto significa viver a nossa vida na terra, os nossos trabalhos, os nossos relacionamentos e os nossos deveres cotidianos, com a mentalidade do Céu.
Ressuscitar com Cristo significa não permitir que os “túmulos” do nosso tempo nos aprisionem. Quantos de nós, mesmo batizados, caminhamos pela vida como se fôssemos mortos-vivos? Aprisionados nos túmulos do ressentimento, incapazes de perdoar; trancados nos sepulcros da tristeza, do pessimismo e da falta de esperança; amarrados pelas faixas do egoísmo, dos vícios e do pecado. A Páscoa é a passagem! O Cristo vivo hoje te estende a mão e ordena: sai do teu sepulcro! Deixa para trás a roupagem velha do homem pecador. A graça de Deus é infinitamente maior do que qualquer erro do teu passado.
Na Primeira Leitura, extraída dos Atos dos Apóstolos – At 10,34a.37-43 –, vemos a transformação radical que a ressurreição operou no apóstolo Pedro. Aquele mesmo homem que, na noite de quinta-feira, acovardou-se e negou Jesus por três vezes diante de uma simples criada, agora, cheio do Espírito Santo, levanta-se no meio da casa do centurião romano Cornélio e prega com intrepidez inabalável: “Nós somos testemunhas de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz. Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia… e nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos” (At 10,39-40.42).
Esta é a nossa suprema missão hoje! Um cristão que celebra a Páscoa de verdade não pode ter um rosto triste. A nossa alegria não é a euforia passageira do mundo, que dura o tempo de uma festa, mas é a alegria enraizada, a paz serena e inabalável de quem sabe que está nas mãos de um Deus vitorioso. Nós somos as testemunhas atuais do Cristo Ressuscitado! Como testemunharemos? Com a santidade da nossa vida. Com a honestidade no nosso trabalho. Com a fidelidade no nosso matrimônio. Com o amor oblativo aos nossos filhos. E, sobretudo, com a nossa caridade operante, reconhecendo no rosto de cada pessoa que sofre a imagem d’Aquele que deu a vida por nós.
Levai a paz do Cristo Ressuscitado para as famílias. Sentai-vos à mesa em vossas casas, com o coração purificado. Se houver desavenças, que hoje seja o dia do perdão. Se houver distâncias, que hoje seja o dia do abraço. Se houver tristeza, que a certeza da vida eterna renove as vossas forças. Alimentados pelo Pão da Vida, que recebemos neste altar eucarístico — a verdadeira e definitiva refeição pascal —, saiamos das nossas paróquias como apóstolos da esperança, contagiando as ruas da nossa cidade com a Boa Nova da salvação.
Neste dia de indescritível glória, unimos a nossa alegria à alegria da Bem-Aventurada Virgem Maria. A Igreja, a partir de hoje e durante todo o Tempo Pascal, substitui a oração do Angelus pelo cântico do Regina Caeli. Rezemos com ela e como ela: “Rainha do Céu, alegrai-vos, aleluia! Pois o Senhor que merecestes trazer em vosso seio, aleluia! Ressuscitou como disse, aleluia!”. Que a Mãe do Ressuscitado ampare os nossos passos, abençoe as nossas famílias e nos conduza sempre pela estrada luminosa do Evangelho.
Desejo a todos vós, do fundo do meu coração de pastor, uma Feliz, Santa e Abençoada Páscoa!
Dom Leomar Antônio Brustolin
Arcebispo de Santa Maria (RS)
Presidente da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB
A palavra Páscoa tem origem no ambiente semita e significa “passagem”. Nas antigas culturas agrícolas e pastorais, a passagem do inverno para a primavera era celebrada como sinal de renovação da vida. Na claridade da lua cheia, os pastores imolavam cordeiros e partilhavam uma refeição familiar que expressava a comunhão da tribo.
A Páscoa no contexto do Povo de Israel
O povo de Israel assumiu esses elementos culturais e lhes deu um novo significado histórico e teológico. A Páscoa tornou-se a memória da libertação da escravidão do Egito e da travessia do Mar Vermelho. As ervas amargas passaram a recordar a dureza da escravidão; os pães sem fermento evocavam a pressa da partida; a celebração noturna recordava a noite em que Deus conduziu seu povo rumo à liberdade (cf. Dt 16,1). Assim, a Páscoa tornou-se o memorial da ação libertadora de Deus na história.
A Páscoa Cristã: Da Cruz à Ressurreição
Os cristãos reconhecem em Jesus Cristo o cumprimento definitivo desse mistério. Nele, a Páscoa torna-se a passagem da morte para a vida, da cruz para a ressurreição. O mistério pascal revela que o amor de Deus é mais forte que o pecado e a morte. Como ensina Santo Agostinho: “A ressurreição de Cristo é a nossa esperança; aquilo que aconteceu na cabeça acontecerá também no corpo”. Em Cristo ressuscitado, a humanidade recebe o perdão, a reconciliação e a promessa da vida eterna.
A celebração pascal inicia-se na Quinta-feira Santa, quando a Igreja recorda a Última Ceia. Nela, Jesus lava os pés dos discípulos, entrega o mandamento do amor e institui a Eucaristia, antecipando sacramentalmente sua entrega na cruz. Na Sexta-feira Santa, a Igreja contempla o mistério da cruz, de onde “pendeu a salvação do mundo”. O sofrimento e a injustiça são assumidos pelo Filho de Deus, que transforma o instrumento de morte em sinal de redenção.
Na noite do Sábado Santo, a Vigília Pascal celebra a vitória da luz. O fogo novo acende o Círio Pascal, sinal de Cristo ressuscitado que ilumina as trevas do mundo. A comunidade, reunida ao redor dessa luz, escuta as grandes leituras da história da salvação: da criação do mundo à libertação do Egito, das promessas proféticas ao anúncio da ressurreição. A liturgia valoriza também o Batismo, passagem do pecado para a vida nova em Cristo. Renovando as promessas batismais, os cristãos reafirmam seu compromisso de seguir o Ressuscitado no cotidiano da história.
A Páscoa como sinal de Esperança para o Mundo
A Páscoa cristã não separa cruz e ressurreição. O Crucificado da Sexta-feira é o Ressuscitado da manhã de Páscoa. Separar esses dois momentos seria esvaziar o coração da fé. A cruz revela o amor radical de Deus; a ressurreição manifesta que esse amor vence definitivamente o mal e a morte.
Por isso, a Páscoa é também anúncio de um mundo novo possível. Na ressurreição de Cristo, Deus inaugura a nova criação. A esperança cristã não ignora as dores da história, mas afirma que a vida tem a última palavra. Como escreve São Paulo, “se Cristo ressuscitou, nossa fé não é vã” (cf. 1Cor 15,14).
Celebrar a Páscoa é, portanto, viver já os sinais desse mundo novo: promover a vida, defender a dignidade humana e cuidar da criação. Caminhamos na história rumo à plenitude prometida por Deus, quando Ele “enxugará toda lágrima” (cf. Ap 21,4) e fará novas todas as coisas.
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