Artigos dos bispos
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
“Meu Pai trabalha até agora e eu também trabalho”, assim disse Jesus, ensinando sobre a condição sagrada do trabalho, que não pode ser reduzido a uma fria variável de planilhas. Especialmente no contexto em que se celebra o Dia do Trabalhador, há de se reafirmar a honradez que advém do trabalho, direito de cada pessoa, caminho para que todos possam ser uns pelos outros, agentes da construção de um mundo mais fraterno, onde o dinheiro não exerça o domínio, mas esteja a serviço da dignidade humana. Especialmente neste tempo, quando surgem muitas formas de inteligência artificial na mesma proporção em que há aumento do número daqueles que são descartados pelo mercado, a humanidade é convocada a meditar e agir para que seja respeitada a honradez do trabalho. Vale acolher a advertência do Papa Leão XIV quando sublinhou que o ser humano é chamado a ser colaborador na obra da criação, não um simples consumidor passivo de conteúdos produzidos por uma tecnologia artificial.
O Papa Leão XIV sublinha que o desenvolvimento da inteligência artificial e, pode-se acrescentar, de tantas outras tecnologias, não constituem um caminho inevitável, como se fosse livre de qualquer influência de questões humanas. A evolução técnica e tecnológica alinha-se com o que sonha e ambiciona a humanidade. Por isso mesmo, quando a evolução das muitas formas de inteligência artificial é orientada por um desejo ilimitado pelo acúmulo de poder e riquezas, cria-se contexto favorável às exclusões, especialmente no campo do trabalho. Cada trabalhador e trabalhadora passa a ser percebido como um fardo a ser eliminado do processo produtivo, em nome do lucro. Essa exclusão é grave, contrária ao projeto de Deus, que deseja uma humanidade em que todos cooperem uns com os outros e com a própria obra da Criação.
A Doutrina Social da Igreja ensina sobre o papel do trabalho na edificação de uma humanidade mais próxima do Reino de Deus, destacando que Jesus orienta os seus discípulos a apreciarem o exercício de tarefas. Jesus condena o servo preguiçoso e indolente. Em contrapartida, elogia o servidor fiel que cumpre suas obrigações e tarefas. Importante refletir sobre as lições que emanam dos Evangelhos ao testemunhar que o próprio Jesus, em grande parte da sua vida terrena, esteve ao lado de São José, seu pai adotivo, exercendo o ofício de carpinteiro. Deve-se, pois, renovar sempre esta convicção apresentada na Doutrina Social da Igreja: exercer um ofício refere-se à participação do homem na obra de Deus, não só da Criação, mas também da redenção e resgate de toda a humanidade.
Oportuno lembrar que a Igreja Católica, mãe e mestra, celebra, no dia primeiro de maio, São José Operário, que transmite com a sua fé, a sua simplicidade, o valor do trabalho para cada família. A partir do ofício de carpinteiro, São José garantiu o sustento de seu lar, o amparo do Menino Jesus e de Maria Santíssima.
O trabalho insere-se no cotidiano da Sagrada Família. Um trabalho que, no mundo contemporâneo, é frequentemente desvalorizado, quando comparado àqueles que exigem formação acadêmica, ou se desenvolvem em sofisticados escritórios. Ao abraçar o projeto de Deus, São José consolida a compreensão de que todo trabalho é digno e nobre, essencial ao ser humano e às famílias, devendo ser vivido com responsabilidade, dedicação e a consciência de sua importância para a vida social. Não pode, pois, ser simplesmente mensurado por cifras, reduzido a cálculos, mas interpretado a partir do seu valor antropológico, transcendente, essencial para que cada pessoa encontre o sentido de sua própria existência.
Para além de movimentações financeiras, o trabalho é elemento constituinte de identidades, da própria condição humana. O reconhecimento dessa dimensão subjetiva se expressa na consideração da importância singular de cada trabalhador e trabalhadora. Pelo trabalho, pode-se contribuir com o bem do semelhante, de uma comunidade. Na tradição da fé cristã, trabalhar significa participar do governo de Deus no mundo em que vivemos. Isto significa que a motivação para exercer uma profissão não pode se limitar à conquista do próprio sustento, mas contemplar uma dimensão solidária, altruísta, que considera a vida do semelhante. Da mesma forma, líderes, empreendedores, particularmente aqueles que patrocinam o desenvolvimento das novas tecnologias, das inteligências artificiais, precisam exercer a sua vocação de modo solidário, para que investimentos não busquem apenas acúmulos egoístas, com consequentes exclusões. Ao invés disso, aqueles que têm mais responsabilidade são convocados a construir caminhos de inclusão, especialmente no mundo do trabalho.
“O trabalho justo coloca a pessoa acima do lucro”, sublinha o Papa Leão XIV, acrescentando que toda atividade trabalhista deve ter como centro a dignidade da pessoa humana e da família, e não o lucro ou as leis do mercado. As celebrações de São José Operário e do Dia do Trabalhador permitam à humanidade avançar na consideração da honradez inerente ao trabalho, vencendo perspectivas restritas a interesses egoístas, com a força de uma luminosidade que vem da fé.
Dom Leomar Antônio Brustolin
Arcebispo Metropolitano de Santa Maria (RS)
Presidente da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB
Há momentos na vida da Igreja em que é preciso parar e perguntar: afinal, para que existimos? Não para manter estruturas, nem apenas para organizar atividades, mas para algo muito mais profundo e decisivo: anunciar Jesus Cristo.
As novas Diretrizes recordam isso logo no início: a missão recebida de Jesus é clara — “Proclamai o Evangelho” (Mc 16,15). Não é uma opção entre tantas. É a identidade da Igreja. Tudo o que somos e fazemos precisa nascer dessa fonte. Quando isso se perde, a pastoral se torna pesada, repetitiva e sem força transformadora.
Mas há um detalhe importante que o texto nos ajuda a perceber: evangelizar não é apenas falar de Deus. É testemunhar a misericórdia que recebemos. Antes de anunciar, a Igreja experimenta. Antes de ensinar, ela acolhe. Isso muda tudo. O anúncio deixa de ser teoria e passa a ser vida compartilhada.
Outro ponto decisivo é este: Jesus Cristo não é apenas o conteúdo da evangelização — Ele é o próprio Evangelho. Isso significa que evangelizar não é transmitir uma mensagem distante, mas tornar presente uma pessoa viva. Jesus continua a caminhar, a falar, a curar, a acolher — agora através da Igreja.
E como Ele evangeliza? As Diretrizes são muito concretas: com palavras e gestos. Ele anuncia o Reino, mas também se aproxima, serve, toca as feridas, busca quem está perdido. Não exclui ninguém. Vai ao encontro de todos. Esse estilo não é secundário — é o próprio caminho da Igreja hoje.
Por isso, as Diretrizes insistem: não basta repetir métodos antigos. Estamos diante de uma mudança de época. O mundo mudou, as perguntas mudaram, e a forma de anunciar também precisa ser renovada. Mas sem perder o essencial: o centro continua sendo Jesus.
Há ainda um chamado forte à conversão. Não apenas pessoal, mas também das relações, dos processos e dos vínculos. Em outras palavras: não basta querer evangelizar, é preciso mudar o modo de ser Igreja. Torná-la mais aberta, mais acolhedora, mais próxima, mais sinodal.
A imagem da “tenda” ajuda a entender isso. Uma Igreja que não é fechada, mas que se alarga. Que escuta mais. Que acolhe melhor. Que permanece firme na fé, mas com as portas abertas para todos.
No fundo, a Introdução das Diretrizes nos coloca diante de uma pergunta simples e exigente: estamos realmente anunciando Jesus ou apenas mantendo a Igreja funcionando?
Se voltarmos ao essencial, tudo se reorganiza. A fé ganha vida. As comunidades se tornam mais missionárias. E a Igreja volta a ser aquilo que sempre foi chamada a ser: sinal vivo do amor de Deus no mundo.
Cardeal Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
O Primeiro de Maio consolida a reflexão universal sobre a realidade estrutural e econômica da sociedade. A Igreja Católica não observa esta data como uma mera espectadora do calendário civil ou das relações de mercado. O Magistério possui uma aliança histórica, profunda e inquebrantável com o mundo do trabalho. A Doutrina Social da Igreja repudia a visão do trabalho como simples mercadoria ou variável de custo de produção. A fé cristã eleva a atividade laborativa à categoria de colaboração direta e ativa com a obra do Criador. O trabalhador sustenta a civilização e, consequentemente, merece a defesa intransigente de sua dignidade. Celebramos nesse dia a festa de São José Operário, trabalhador ou artesão.
A Sagrada Escritura enaltece o trabalhador e o trabalho braçal em toda a sua narrativa, destruindo qualquer preconceito aristocrático contra o suor do corpo. O Livro do Êxodo, ao relatar o momento crucial da construção do Tabernáculo – a morada de Deus entre os homens –, não exalta reis, generais ou sumos sacerdotes. O texto sagrado destaca nominalmente artesãos, operários do mundo antigo: Bezalel e Aoliabe. A Palavra afirma que o próprio Deus encheu esses trabalhadores com o Seu Espírito, concedendo-lhes habilidade, inteligência e destreza em todo tipo de ofício manual (Ex 31, 3-5). A sabedoria divina manifesta-se no corte da madeira, no manuseio da pedra, na ourivesaria e na tecelagem. O Antigo Testamento também consagra a figura de Rute, a estrangeira vulnerável que garante a sobrevivência de sua família através do trabalho árduo, sob o sol escaldante, recolhendo espigas nas lavouras de Booz. A Bíblia demonstra, sem deixar margem a dúvidas, que a bênção de Deus repousa sobre a retidão do suor derramado no campo e na cidade.
O Novo Testamento radicaliza essa predileção divina pelos trabalhadores. Jesus desceu às margens do Mar da Galileia e escolheu homens da classe trabalhadora para estabelecer os alicerces indestrutíveis do cristianismo. Pedro, André, Tiago e João conheciam o peso das redes, as noites de frustração sem pesca e o rigor das tempestades. A Igreja primitiva ergueu-se sobre os ombros de indivíduos forjados no esforço físico.
O Apóstolo Paulo, o maior teólogo e missionário da antiguidade cristã, sustentava as próprias viagens apostólicas exercendo a profissão de fabricante de tendas (At 18, 3). Paulo fazia questão de ostentar as marcas de seu ofício para defender a sua independência e dignidade moral: “Trabalhamos dia e noite para não sermos pesados a nenhum de vós” (1Ts 2, 9). Os primeiros membros da Igreja santificaram o mundo pagão exatamente através de suas oficinas, de suas rotas comerciais e de seu labor honesto. A excelência no trabalho constituía a principal ferramenta de evangelização.
O cenário econômico contemporâneo, no entanto, agride essa visão bíblica e violenta a dignidade humana. O avanço implacável da informalidade impõe uma nova escravidão sob o falso disfarce da autonomia. A precarização sistêmica destrói as bases da segurança familiar. Milhões de homens e mulheres absorvem integralmente os riscos do mercado, desprovidos de garantias básicas, descanso remunerado, saúde ocupacional e perspectiva de aposentadoria. O trabalhador informal acorda diariamente sem a certeza do pão. A ausência de regulamentação justa e a erosão dos direitos sociais esmagam a pessoa humana. A submissão absoluta do cidadão à instabilidade feroz dos algoritmos e das plataformas digitais constitui uma ofensa direta à justiça.
Essa precarização deriva de uma grave distorção moral: o império do dinheiro sobre a produção e sobre a vida. A economia moderna abandonou o fomento da indústria e da geração de empregos reais para abraçar a especulação financeira. A Doutrina Social da Igreja, desde a Encíclica Rerum Novarum do Papa Leão XIII até os documentos do Magistério recente, condena categoricamente essa idolatria. O capital tem o dever inegociável de servir ao trabalho, e nunca o inverso. Quando o sistema financeiro se desvincula da economia real, ele enriquece uma minoria invisível enquanto descarta o operário, o agricultor e o prestador de serviços. A busca desenfreada e amoral pelo lucro máximo produz o que o Magistério classifica como a cultura do descarte, onde pessoas tornam-se ferramentas descartáveis após o esgotamento de suas forças.
A Escritura Sagrada adverte com severidade os que enriquecem através da exploração. O apóstolo Tiago profere uma das sentenças mais duras de toda a Bíblia contra o roubo da dignidade do trabalhador: “Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos, e que vós retivestes com fraude, clama; e os gritos dos ceifeiros chegaram aos ouvidos do Senhor dos Exércitos” (Tg 5, 4). A Igreja mantém a atualidade dessa denúncia profética. Reter direitos, pagar salários indignos ou submeter o empregado a condições degradantes constitui um pecado gravíssimo que clama aos céus por justiça.
A superação dessa crise global exige o resgate da centralidade da pessoa humana e a valorização irrestrita de quem acorda de madrugada para movimentar a economia. Os leigos e leigas católicos exercem o seu sacerdócio batismal exatamente no coração do mundo do trabalho. A faxineira que higieniza os hospitais, o motorista que cruza as rodovias, o pequeno empreendedor que resiste à carga tributária, o operário na linha de montagem, o lavrador que lavra a terra, o homem que maneja o gado nas pastagens e o professor na sala de aula continuam, hoje, a obra dos apóstolos pescadores e de Paulo fabricante de tendas. Eles não apenas sobrevivem; eles sustentam o tecido social. A Igreja reconhece, exalta e abençoa cada um desses profissionais.
O Primeiro de Maio exige respostas objetivas dos governantes, dos legisladores e dos líderes empresariais. A sociedade precisa estruturar políticas macroeconômicas que garantam o pleno emprego, a consolidação de leis que protejam as garantias trabalhistas fundamentais, a erradicação imediata do trabalho análogo à escravidão e o combate implacável à informalidade opressora. O Estado e o mercado existem para servir à família e ao cidadão. A Igreja reafirma seu compromisso histórico com os trabalhadores e prossegue em sua marcha inabalável na defesa de uma civilização onde a economia respeite a vida, a justiça oriente os contratos e o trabalho humano recupere a sua dignidade sagrada.
No vídeo, dom Ângelo Mezzari, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados, e padre Arnaldo Rodrigues, assessor de comunicação da CNBB, refletem sobre a presença do presbítero no mundo digital, os riscos e desafios desse ambiente, a autoridade espiritual em tempos de múltiplas vozesRead More
O encontro acontece de 27 a 31 de julho de 2026 e reúne bispos, reitores, formadores e demais responsáveis pela formação presbiteral no país. O evento acontecerá na Casa Mãe Acolhedora, em Belo Horizonte (MG), e terá como tema central: “A formação presbiteral no contexto da cultura digitRead More
Entre os dias 27 de abril e 1º de maio acontece o 20º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), promovido pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP). Realizado no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, o encontro reúne presbíteros de todo o país para dias de espiritualidade, formaRead More
Material apresenta reflexão sobre a relação entre “o ato ritual e a comunidade celebrante, bem como do vínculo essencial entre liturgia e eclesiologia”. No contexto atual, as comunidades se esforçam para consolidar a identidade eclesial da Igreja particular em comunhão com a Igreja no Brasil, Read More
Dom Rodolfo já ocupava interinamente a presidência da comissão desde a transferência do ex-presidente, dom Teodoro Tavares para a Diocese de Santiago de Cabo Verde, na África. Em sua primeira fala, o novo presidente agradeceu pelo trabalho desempenhado por tantos anos por dom Teodoro, que tambRead More
A celebração, vivida em clima de oração e comunhão, coroou uma jornada marcada por reflexões, escuta e fraternidade entre os bispos. Durante a homilia, dom Jaime Spengler destacou que a experiência cristã nasce de uma relação de amor que exige resposta concreta: “há uma exigência para Read More
O grupo revisitou os objetivos do projeto, os indicadores dos impactos previstos e a evolução da execução no último ano. As ações viabilizam a articulação, incidência política e formação das Pastorais Sociais, além do fortalecimento da mobilização social em torno das pautas prioritRead More
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O Setor Espaço Litúrgico da Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB dá início, no dia 26 de março, à série de lives formativas de 2026 do projeto “Edificar igrejas para celebrar os mistérios da nossa fé”. A iniciativa busca aprofundar a reflexão sobre os espaços celebrativos, reuRead More
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O quarto dia da 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, realizada no Santuário Nacional de Aparecida, foi marcado pela continuidade dos trabalhos de estudo e aprofundamento das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Ao longo da jornada, os bispoRead More
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Nas imagens estão os bispos das Províncias Eclesiásticas de Feira de Santana, Vitória da Conquista e AracajuRead More
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“Que o Espírito Santo esteja conosco, nos iluminando, para que nós possamos ser luz para todo o povo que Deus nos confia”, disse dom TourinhoRead More
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Para o Cardeal Dom Sergio da Rocha, a AG é um momento privilegiado de convivência e fortalecimento da comunhão entre os bisposRead More
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A publicação, uma das principais referências nacionais sobre violência no campo, revela que, apesar da redução no número total de conflitos registrados no país, a violência contra trabalhadores rurais, povos originários e comunidades tradicionais segue em alta, com destaque para o aumento Read More
O Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) comunicou o falecimento de Carlos Francisco Signorelli, que dedicou parte significativa de sua vida a serviço do organismo, especialmente em sua missão como presidente no período de 2004 a 2010. Testemunha fiel de amor ao CNLB, Signorelli viveu com Read More
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Realizada nas celebrações de Domingo de Ramos, a coleta é o gesto concreto da Campanha da Fraternidade, nascida com o objetivo de promover a fraternidade e sustentar a ação caritativa da Igreja no Brasil. O convite é transformar a prática da esmola quaresmal em ação concreta para a mudançaRead More
Inspirada pela Campanha da Fraternidade 2026, a iniciativa “Um real, um recomeço” surge como um gesto concreto de solidariedade para enfrentar a realidade da falta de moradia digna. A proposta busca mobilizar fiéis, comunidades de fé e instituições em torno da construção de 105 casas popuRead More
Em algumas realidades do Brasil, já é possível ver experiências inspiradoras de grupos que se empenham em ações para garantir um lar digno para viver e se desenvolver como pessoa e em família. O jornalista Daniel Gomes, do Jornal O São Paulo, da Arquidiocese de São Paulo, apresentou alguns Read More
A série Fraternidade em Ação 2026 apresenta o segundo vídeo e mostra o caminho da solidariedade desenvolvido com a população de Rua, em Belém do Pará, com o apoio de recursos do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), oriundos da Coleta Nacional da Solidariedade 2025 da Campanha da FraternidaRead More
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Um projeto apoiado pelo Fundo Nacional de Solidariedade, iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vem promovendo impacto social e ambiental em Porto Alegre. Trata-se do “Iluminar para recuperar”, desenvolvido pela Pia União das Irmãs da Copiosa Redenção, na ComunidaRead More
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