Artigos dos bispos
Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ
Celebramos, na próxima quinta-feira, dia 18 de dezembro, a memória litúrgica de Nossa Senhora da Expectação, ou simplesmente Nossa Senhora do Ó. Aqui no Rio de Janeiro temos a Igreja de Nossa Senhora do Parto. É o clima que vivemos nestes últimos dias do Advento. Esse é mais um título dedicado à Mãe de Jesus, como tantos outros que existem. Esse título, em específico, é dedicado a Nossa Senhora devido à proximidade do Natal, e somos convidados a sentir a mesma expectativa que Nossa Senhora sentiu ao se aproximar o nascimento de Jesus.
A partir da festa da Expectação de Nossa Senhora, faltarão seis dias para o Natal do Senhor, um período em que devemos rezar, vigiar e pedir a luz do Espírito Santo sobre nós e nossa família. Estaremos no período propriamente chamado de Novena de Natal, onde as leituras da missa nos transmitirão justamente a expectativa do nascimento de Jesus. Podemos, ao longo dessa semana, concluir a Novena de Natal até o dia vinte e quatro, montar o presépio, se ainda não montou, e entrar no clima do Natal.
Por essa época, a expectativa de Nossa Senhora era muito grande, e a alegria tomava conta dela e de São José. Além da alegria, a aflição e o medo do que viria pela frente envolviam Nossa Senhora e São José. Jesus nasceu no estábulo, pois não havia lugar para eles na hospedaria, e depois tiveram que fugir para o Egito por causa de Herodes. Nossa Senhora sabia da grande missão que havia assumido e que Jesus seria causa de reerguimento e queda para muitos em Israel. Muitos teriam inveja de Jesus, do mesmo modo que Herodes, e fariam de tudo para tirá-lo do caminho; por isso, eles tiveram que fugir para o Egito.
Nesses últimos dias do Advento, a liturgia nos aproxima desse momento que mudou a história da humanidade e podemos repetir, em toda missa, com mais veemência: “Vem, Senhor Jesus”. Por isso, ao longo desse tempo do Advento, façamos a nossa oração, busquemos a confissão sacramental e fiquemos em constante vigilância.
Essa expectativa para o nascimento do Messias passou por muitos anos. O povo de Israel esperava ansioso a vinda do Messias, só que, para a frustração de alguns que esperavam um Messias político, guerreiro ou que vivesse em palácio, Deus, ao contrário, envia o seu Filho, gerado no seio de uma serva humilde. E Jesus não era um guerreiro ou político, mas anunciava o Reino de Deus e que todos se convertessem de suas más atitudes de todo coração.
Hoje os judeus ainda vivem essa “expectativa” para a chegada do Messias, e nós, cristãos, vivemos uma “expectativa” diferente: aguardamos a segunda vinda de Cristo; Ele já nasceu uma vez em Belém. Em cada Natal, nos unimos a Nossa Senhora e vivemos a “expectativa” para que Ele nasça em nosso lar.
A expectativa que envolvia Nossa Senhora não era simplesmente a ansiedade de uma moça jovem grávida, mas a de ser a Mãe do Filho de Deus; e, ao mesmo tempo, Ela sentia um certo medo daquilo que viria pela frente. Mas, é claro, Ela estava realizada em fazer a vontade de Deus. A expectativa que envolvia Maria era a de ser a “bendita entre todas as mulheres da terra”. Ao gerar o Filho de Deus, Nossa Senhora coopera com a obra salvadora de Deus.
Meus irmãos, junto com Nossa Senhora proclamamos, na semana de preparação próxima para o Nata, 16 a 24 de dezembro, aquilo que denominamos como antífonas do Ó; por isso, Nossa Senhora da Expectação é conhecida como Nossa Senhora do Ó. As antífonas expressam, de certo modo, a expectativa de toda a Igreja na vinda do Messias. O Messias é aquele que vai selar a paz e ensinará a todos o caminho do amor. A cada antífona do Ó que proclamamos, e conforme vamos avançando até chegar na sétima antífona, sentimos o Messias mais perto de nós, do mesmo modo que, ao longo do tempo do Advento, vamos acendendo as velas da coroa do Advento. Por isso, ao proclamarmos as antífonas, nos aproximamos mais daquilo que Nossa Senhora sentia e daquilo que Ela viveu antes do nascimento de Jesus.
As antífonas sempre vêm acompanhadas pela interjeição “Ó”, como, por exemplo: “Ó Sabedoria, vinde ensinar-nos o caminho da salvação”; “Ó Rebento da raiz de Jessé, vinde libertar-nos, não tardeis mais”; “Ó Emanuel, vinde salvar-nos, Senhor nosso Deus”. Com isso, junto com Nossa Senhora, a Igreja entra num período de expectação pela chegada do nosso Salvador. O verdadeiro sentido do Natal é esse; não devemos viver a expectativa da chegada do Papai Noel ou de receber presentes, mas o nosso maior presente, que chega no Natal, é Jesus. Por isso, a Igreja celebra, ao longo do tempo do Advento, a Novena de Natal e a festa de Nossa Senhora do Ó, nos ensinando, a exemplo da Virgem Maria, a esperar Jesus no Natal e não outra coisa.
A festa de Nossa Senhora do Ó ou da Expectação foi instituída no século VI pelo décimo Concílio de Toledo, ilustre na história da Igreja pela dolorosa, humilde, edificante e pública confissão de Potâmio, Bispo Bracarense, e pela leitura do testamento de São Martinho de Dume. Além da presença simultânea de três santos de origem espanhola: Santo Eugênio III de Toledo, São Frutuoso de Braga e o então abade agaliense Santo Ildefonso.
Nessa data, antigamente comemorava-se a festa da “Anunciação de Nossa Senhora e Encarnação do Verbo”. Santo Ildefonso estabeleceu que, nessa data, fosse celebrada a festa com o título: “Expectação do Parto”. Assim ficou sendo na Hispânia e em muitas Igrejas da França. Ainda é celebrada com esse título na Arquidiocese de Braga. Por isso, essa festa de hoje tem diversos títulos, mas o mesmo significado.
Segue abaixo a oração que podemos fazer a Nossa Senhora da Expectação ou do Ó ao longo desse tempo do Advento e, sobretudo, entre os dias 16 e 24, ou ainda rezar sempre em favor de alguma gestante e daquelas que desejam ser mães:
“Maria, padroeira das gestantes e daquelas que desejam engravidar, pedimos que realize os milagres mais impossíveis a favor da vida e do crescimento cristão. Às gestantes em risco, dai conforto e fortaleza, saúde e esperança, para que o nome de Jesus seja amado e adorado em todo o mundo. Amém.”
Nossa Senhora do Ó, rogai por nós!
Dom Anuar Battisti
Arcebispo Emérito de Maringá (PR)
Continuamos, nesta terceira etapa do “caminho do advento”, a preparar a vinda do Senhor. Chamado “domingo Gaudete”, este terceiro domingo do advento convida-nos à alegria: a vinda do Senhor aproxima-se; a nossa libertação está cada vez mais perto.
Na primeira leitura um profeta anónimo anuncia aos habitantes de Judá, exilados na Babilônia, que estão a acabar os anos de tristeza e que vão finalmente chegar os tempos novos da alegria e da esperança. Porquê? Porque Deus “aí está para fazer justiça”. Ele vai intervir na história, vai salvar Judá do cativeiro, vai abrir uma estrada no deserto para que o seu Povo, em procissão triunfal, possa regressar a Sião. Deus nunca desiste dos seus queridos filhos.
No Evangelho, o próprio Jesus define a missão que o Pai lhe confiou quando o enviou ao encontro dos homens: dar vista aos cegos e tirá-los da escuridão onde se afundam, libertar os coxos de tudo aquilo que os impede de caminhar, curar os leprosos e reintegrá-los na família de Deus, abrir os ouvidos dos surdos que vivem fechados no seu mundo autossuficiente, devolver a vida àqueles que se sentem às portas da morte, anunciar aos pobres a “Boa Notícia” do amor de Deus. Com Jesus, o Reino de Deus chegou à vida e à história dos homens.
Na segunda leitura um tal Tiago, que se apresenta como “servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo”, avisa os pobres, vítimas das prepotências dos poderosos, que o Senhor, o “juiz” dos homens, está a chegar para fazer justiça. A sua vinda irá libertá-los da opressão a que têm estado sujeitos. Enquanto esperam, os pobres devem colocar a sua confiança em Deus e continuar a percorrer, com fidelidade e sem desânimo, o seu caminho que têm à frente.
Dom Leomar Antônio Brustolin
Arcebispo de Santa Maria (RS)
Quando chegam os primeiros dias do Advento, minha memória sempre retorna àquela cena doméstica que marcou a minha infância: meu pai começando a preparar o material para o presépio. Era quase um ritual. Enquanto minha mãe cuidava da árvore, que nós chamávamos de “pinheirinho” meu pai assumia a missão de transformar um canto da sala da casa numa pequena Belém. E ele fazia isso de modo pedagógico, envolvendo os filhos na construção da gruta, como quem ensina um ofício sagrado.
Lembro-me do cuidado dele ao tingir a serragem que seria a grama do presépio, espalhando os tons de verde para dar mais vida ao cenário. Depois, vinham os papéis pintados à mão, pacientemente amassados e moldados, para parecerem pedras reais. A gruta se erguia devagar, entre risos, poeira colorida, pincéis, cola e aquela expectativa que só as crianças conhecem. Meu pai também cuidava das luzes, porque – como ele dizia – a manjedoura precisava brilhar, mas brilhar com humildade.
Meu pai partiu cedo. Mas, até hoje, nos dias que antecedem o Natal, é como se suas mãos continuassem ali, ensinando, orientando, construindo. Essa memória não é apenas lembrança; é formação. Foi ali, naquele presépio simples, que aprendi que a fé se transmite pelos olhos, pelas mãos, pelo convívio, pelo amor concreto de uma família que prepara o coração para o Natal. Montar o presépio era mais que montar um cenário: era aprender a viver o Nascimento de Jesus Cristo.
O presépio como escola de fé
É nesse espírito que o Papa Francisco escreveu a carta apostólica Admirabile Signum, recordando ao mundo a importância de manter viva essa tradição. Segundo ele, o presépio é um “sinal admirável”, capaz de reacender a memória da fé e tocar o coração. O presépio nos educa porque fala através dos símbolos e desperta aquela ternura que nos aproxima de Deus.
De fato, montar o presépio hoje é um gesto contracultural. Em meio à pressa, ao consumo exacerbado e à superficialidade das imagens, o presépio nos obriga a parar e contemplar. Ele devolve profundidade ao Natal, lembrando que o centro da festa não é a árvore iluminada nem os presentes, mas o Deus que se faz pequeno numa manjedoura. O presépio é uma miniatura da humildade divina — um Evangelho moldado em figuras simples.
Cada peça carrega significados que atravessam gerações. Os pastores representam os pobres e esquecidos que Deus coloca em primeiro lugar. Os Magos lembram a universalidade da fé, que abraça todos os povos. A luz discreta nos conta que a esperança não entra no mundo com estrondo, mas com suavidade. A gruta evoca nossas próprias sombras, que Cristo vem iluminar. E no centro, sempre, o Menino – tão frágil que cabe no colo, tão grande que sustenta o mundo.
Tradição que se torna missão
Por isso, montar o presépio é também criar memória espiritual. É oferecer às crianças — como fez meu pai — a herança de uma fé concreta, vivida, encarnada. O presépio instalado na casa se torna catequese visual: fala de proximidade, simplicidade, humildade e amor.
O Papa Francisco destaca que o presépio toca o coração mesmo de quem não participa da vida da Igreja. Ele revela a ternura de Deus e recorda que a fé cristã nasce da contemplação de um mistério que se entrega. Por isso, o presépio não é apenas tradição; é anúncio. Ele evangeliza porque emociona. Ele ensina porque comove. Ele reúne porque desperta comunhão. E quando as mãos das crianças ajustam a gruta, quando colocam a serragem, quando alinham as figuras, um aprendizado precioso se transmite: o Natal começa no coração.
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