{"id":11316,"date":"2009-02-03T00:00:00","date_gmt":"2009-02-03T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/o-universo-consciente\/"},"modified":"2009-02-03T00:00:00","modified_gmt":"2009-02-03T02:00:00","slug":"o-universo-consciente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/o-universo-consciente\/","title":{"rendered":"O Universo Consciente"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Antes de tudo precisamos dizer que o cosmos e a pessoa divina, em quem cremos com convic\u00e7\u00e3o,\u00a0 s\u00e3o seres distintos. N\u00e3o h\u00e1 a m\u00ednima chance de os seres contingentes (criaturas) fazerem parte do Criador. Os astros, as leis da natureza, os el\u00e9trons, s\u00e3o seres que existem fora de Deus. Afirmar o contr\u00e1rio seria pante\u00edsmo, linha filos\u00f3fica bastante comum na hist\u00f3ria da humanidade. Por isso, estudar as leis da F\u00edsica, de per si, n\u00e3o \u00e9 um ato religioso. N\u00e3o existe matem\u00e1tica crist\u00e3. O homem se aproxima de dados objetivos da natureza, e os procura dissecar e compor. A curiosidade faz a intelig\u00eancia humana devassar os segredos que fazem os seres existir e funcionar. O homem quer conhecer a natureza de todas as coisas. Quer saber\u00a0 o como,\u00a0 e o por qu\u00ea. \u00c9 como fez Einstein, ao querer saber por que a seiva das plantas sobe pelos vasos de uma \u00e1rvore, sem haver m\u00e1quina para impulsionar para cima. Isso n\u00e3o foi um ato de religi\u00e3o, e muito menos uma express\u00e3o de ate\u00edsmo. Assim agindo, ele descobriu o funcionamento dos vasos capilares. N\u00f3s humanos devemos considerar todos os seres percept\u00edveis como distintos do Ser Divino. Embora sejam contingentes, eles tem exist\u00eancia pr\u00f3pria. E como tais devem ser avaliados.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por estar no centro do cosmos, os humanos devem considerar todos os seres como de exist\u00eancia objetiva,\u00a0 observando leis adequadas para a sua disseca\u00e7\u00e3o e aproveitamento. Diante do quadro\u00a0 espetacular da natureza deve descobrir que tudo \u00e9 para ele, em \u00faltima inst\u00e2ncia. Por isso deve se desprender dos seus sentidos e de seus instrumentos, para al\u00e7ar a intelig\u00eancia e\u00a0 suas emo\u00e7\u00f5es para um n\u00edvel que ultrapassa todo o mundo percept\u00edvel. Sendo\u00a0 leal consigo mesmo, saber\u00e1 reconhecer que ele n\u00e3o \u00e9 o criador de leis da natureza, mas apenas seu modesto descobridor. Algu\u00e9m, maior do que ele, o precedeu e tudo disp\u00f4s com infinita sabedoria. Para se elevar a esse patamar, precisa acolher as regras intelectuais da metaf\u00edsica (aceitar a exist\u00eancia de fen\u00f4menos al\u00e9m da observa\u00e7\u00e3o positiva). Mas precisa sobretudo abrir-se \u00e0 f\u00e9, quando o homo sapiens\u00a0 se dirige ao Ser Supremo, reconhecendo nele a pessoa amorosa que engendrou todas as maravilhas do universo. \u201cPai, santificado seja o vosso nome\u201d\u00a0 (Mt 6, 9).<\/p>\n<h4 style=\"text-align: right\">Dom Alo\u00edsio Roque Oppermann<\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antes de tudo precisamos dizer que o cosmos e a pessoa divina, em quem cremos com convic\u00e7\u00e3o,\u00a0 s\u00e3o seres distintos. N\u00e3o h\u00e1 a m\u00ednima chance de os seres contingentes (criaturas) fazerem parte do Criador. Os astros, as leis da natureza, os el\u00e9trons, s\u00e3o seres que existem fora de Deus. 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