{"id":11651,"date":"2010-04-15T00:00:00","date_gmt":"2010-04-15T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/domingo-da-misericordia\/"},"modified":"2010-04-15T00:00:00","modified_gmt":"2010-04-15T03:00:00","slug":"domingo-da-misericordia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/domingo-da-misericordia\/","title":{"rendered":"Domingo da Miseric\u00f3rdia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O Servo de Deus Jo\u00e3o Paulo II instituiu o domingo da Divina Miseric\u00f3rdia, celebrado ano a ano, no domingo seguinte \u00e0 Solenidade da P\u00e1scoa do Senhor Ressuscitado. Na tradi\u00e7\u00e3o mais antiga era o domingo da semana \u201cin albis\u201d que encerrava o tempo da inicia\u00e7\u00e3o \u201caos mist\u00e9rios\u201d dos neobatizados na P\u00e1scoa. Hoje essa tradi\u00e7\u00e3o assumiu como uma forma de viver a vida crist\u00e3. Nesse sentido, o \u201cter\u00e7o da miseric\u00f3rdia\u201d \u00e9 um dos mais divulgados e assumidos dentro das devo\u00e7\u00f5es particulares.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O decreto da Penitenci\u00e1ria Apost\u00f3lica sobre as indulg\u00eancias para esse domingo recorda que \u201ccom providencial sensibilidade pastoral, o Sumo Pont\u00edfice Jo\u00e3o Paulo II, a fim de infundir profundamente na alma dos fi\u00e9is estes preceitos e ensinamentos da f\u00e9 crist\u00e3, movido pela suave considera\u00e7\u00e3o do Pai das Miseric\u00f3rdias, quis que o segundo Domingo de P\u00e1scoa fosse dedicado a recordar com especial devo\u00e7\u00e3o estes dons da gra\u00e7a, atribuindo a esse Domingo a denomina\u00e7\u00e3o de &#8220;Domingo da Miseric\u00f3rdia Divina&#8221; (Congrega\u00e7\u00e3o para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Decreto Misericors et miserator, 5 de maio de 2000).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Neste domingo, o da caridade e da miseric\u00f3rdia, contemplamos o que nos diz o livro do Apocalipse: &#8220;N\u00e3o temas! Eu sou o Primeiro e o \u00daltimo. O que vive; conheci a morte, mas eis-Me aqui vivo pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos&#8221; (Ap 1, 17-18). A certeza dessas palavras confortadoras nos leva a um encontro permanente com o Senhor Vivo e Ressuscitado que caminha conosco na vida cotidiana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Foi no Domingo da Miseric\u00f3rdia do ano passado que comecei minha miss\u00e3o nesta cidade de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Rio de Janeiro. Recordo com muita emo\u00e7\u00e3o a bela e entusi\u00e1stica acolhida desse querido povo em nossa Catedral de S\u00e3o Sebasti\u00e3o. Essa ocasi\u00e3o, que n\u00e3o foi escolhida, mas sim foi a poss\u00edvel para marcarmos essa solenidade, \u00e9 tamb\u00e9m um sinal de Deus para mim: trabalhar, levando a miseric\u00f3rdia a todos, lembrando da vida nova que nos vem pelo batismo e pela confiss\u00e3o, al\u00e9m de ter certeza de que o Senhor nos faz novos com a sua miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nesse sentido, est\u00e1 muito longe do verdadeiro sentido da miseric\u00f3rdia a ideia falsa de que isso tornaria as pessoas ainda mais fracas e que continuariam no erro. Ali\u00e1s, essa foi uma ideia que fizeram muitas vezes do cristianismo. \u00c9 muito mais dif\u00edcil, digo, \u00e9 imposs\u00edvel perdoar \u2013 \u00e9 muito mais f\u00e1cil deixar correr o \u00f3dio e a vingan\u00e7a que saem quase espontaneamente dos cora\u00e7\u00f5es machucados. O Crist\u00e3o \u00e9 chamado a ser sinal da miseric\u00f3rdia e perd\u00e3o, sem ser conivente com o pecado e o erro. Acredito que esse \u00e9 um tema que teremos que voltar muitas vezes para experimentarmos a cura que vem de nossa vida de convers\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Recebi uma cita\u00e7\u00e3o de Thomas Merton que repasso, pois creio que est\u00e1 dentro desse momento de nossa vida: \u201cMiseric\u00f3rdia e justi\u00e7a parecem-nos diferentes, nos atos de Deus constituem a express\u00e3o do seu amor. Sua justi\u00e7a \u00e9 o amor que distribui a cada criatura o bem que j\u00e1 foi determinado pela miseric\u00f3rdia. E a sua miseric\u00f3rdia \u00e9 o amor cedendo, fazendo justi\u00e7a \u00e0s suas pr\u00f3prias exig\u00eancias, e renovando os dons que hav\u00edamos recusado.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para marcar este dia irei, no Domingo \u00e0 tarde, oficializar, como Santu\u00e1rio Arquidiocesano da Divina Miseric\u00f3rdia, a Igreja que j\u00e1 tem essa miss\u00e3o e fun\u00e7\u00e3o em nossa Arquidiocese, pedindo a Deus que as romarias e os trabalhos que l\u00e1 se executar\u00e3o ajudem na paz e fraternidade em nossa cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nesse domingo, em meio \u00e0 cat\u00e1strofe que se instalou na cidade do Rio de Janeiro e, praticamente em todo o nosso Estado, com as chuvas intermitentes desde o \u00faltimo domingo, com um saldo irrepar\u00e1vel de mais de cem mortes, muitas pessoas desabrigadas, falta de energia el\u00e9trica e grande sofrimento para o povo querido de nossa Arquidiocese e dentro do \u00e2mbito de todo o Estado do Rio de Janeiro, com in\u00fameras pessoas perdendo todos os seus pertences, numa situa\u00e7\u00e3o muito dram\u00e1tica, somos convidados a dirigir o olhar para Cristo para experimentarmos a sua presen\u00e7a tranquilizadora nestes momentos de dificuldades e de sofrimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para concretizar a nossa solidariedade, pedi \u00e0s Par\u00f3quias, comunidades religiosas e todas as institui\u00e7\u00f5es da Arquidiocese, em especial a Caritas Arquidiocesana, para atuar e ir em socorro de urg\u00eancia em todas as nossas comunidades, al\u00e9m da ajuda em bens, alimentos e dinheiro que est\u00e3o sendo arrecadados e entregues. \u00c9 a Igreja Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro fazendo sua parte. Muitas vezes ajudamos outros locais com as arrecada\u00e7\u00f5es que fazemos nas cat\u00e1strofes, agora, pois, \u00e9 o momento de nos unirmos \u00e0s demais entidades e aos governos para minimizar o ocorrido e encontrar caminhos para o futuro como, ali\u00e1s, recorda a nota que emiti na segunda-feira passada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por\u00e9m, mesmo procurando fazer nossa parte no trabalho social, tamb\u00e9m lembramos a palavra deste domingo, quando, a cada um, seja qual for a condi\u00e7\u00e3o em que se encontre, at\u00e9 a mais complexa e dram\u00e1tica, o Ressuscitado responde:\u00a0 &#8220;N\u00e3o temas!&#8221;; morri na cruz, mas agora &#8220;vivo pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos&#8221;; &#8220;Eu sou o Primeiro e o \u00daltimo. O que vive&#8221;. &#8220;O Primeiro&#8221;, isto \u00e9, a fonte de cada ser e a prim\u00edcia da nova cria\u00e7\u00e3o:\u00a0 &#8220;O \u00daltimo&#8221;, o fim definitivo da hist\u00f3ria; &#8220;O que vive&#8221;, a fonte inexaur\u00edvel da Vida que derrotou a morte para sempre. No Messias crucificado e ressuscitado reconhecemos os tra\u00e7os Daquele que foi imolado no G\u00f3lgota, que implora o perd\u00e3o para os seus algozes e abre para os pecadores penitentes as portas do c\u00e9u; entrevemos o rosto do Rei imortal que j\u00e1 tem &#8220;as chaves da Morte e do Inferno&#8221; (Ap 1, 18).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Deus \u00e9 a nossa esperan\u00e7a nestes momentos de dificuldades, de sofrimentos, de cat\u00e1strofes. E \u00e9 por causa da f\u00e9 que n\u00f3s nos unimos e trabalhamos juntos como irm\u00e3os e nos ajudamos sem nenhum interesse, a n\u00e3o ser o de servir Jesus Cristo na pessoa do pr\u00f3ximo. Nesse sentido somos chamados a cantar com o Salmista: &#8220;Louvai o Senhor porque Ele \u00e9 bom, porque \u00e9 eterno o Seu amor&#8221; (Sl 117, 1). Fa\u00e7amos nossa a exclama\u00e7\u00e3o do Salmista, cantando no Salmo responsorial:\u00a0 porque \u00e9 eterno o amor do Senhor! Em Cristo humilhado e sofredor, crentes e n\u00e3o-crentes podem admirar uma solidariedade surpreendente, que o une \u00e0 nossa condi\u00e7\u00e3o humana para al\u00e9m de qualquer medida imagin\u00e1vel. Tamb\u00e9m depois da ressurrei\u00e7\u00e3o do Filho de Deus, a Cruz &#8220;fala e n\u00e3o cessa de falar de Deus Pai, que \u00e9 absolutamente fiel ao seu eterno amor para com o homem&#8230; Crer neste amor significa acreditar na miseric\u00f3rdia&#8221;\u00a0 (Dives\u00a0 in\u00a0 misericordia, 7).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nesse cen\u00e1rio de sofrimento e de priva\u00e7\u00f5es dos nossos irm\u00e3os do Estado do Rio de Janeiro, quero unir-me a todos, queridos irm\u00e3os que sofrem por terem perdido a sua casa, por terem perdido os seus pertences, por estarem desabrigados, com frio, com fome, com dificuldades de toda a sorte. Vejo no olhar de todos o desejo de fraternidade e de encontrar caminhos novos. Muitos olhares tristes e outros com muitas perguntas. Sinto a necessidade de estar muito pr\u00f3ximo de todos, dizendo: coragem, vamos adiante e nos demos as m\u00e3os!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nesses dias de prova\u00e7\u00e3o, lembro a figura singular de Santa Faustina Kowalska, testemunha e mensageira do amor misericordioso do Senhor, pedindo miseric\u00f3rdia pelo estado de calamidade que vive o nosso Estado. Santa Faustina nos ensinou buscar Jesus diante das cat\u00e1strofes e dos sofrimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Neste domingo n\u00e3o podemos nos esquecer de que o Evangelista Jo\u00e3o faz-nos partilhar a emo\u00e7\u00e3o sentida pelos Ap\u00f3stolos no encontro com Cristo depois da sua ressurrei\u00e7\u00e3o. A nossa aten\u00e7\u00e3o det\u00e9m-se no gesto do Mestre, que transmite aos disc\u00edpulos receosos e admirados a miss\u00e3o de serem ministros da Miseric\u00f3rdia divina. Ele mostra as m\u00e3os e o lado com os sinais da paix\u00e3o e comunica-lhes:\u00a0 &#8220;Assim como o Pai Me enviou, tamb\u00e9m Eu vos envio a v\u00f3s&#8221; (Jo 20, 21). Imediatamente a seguir, &#8220;soprou sobre eles e disse-lhes:\u00a0 recebei o Esp\u00edrito Santo; \u00e0queles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-\u00e3o perdoados, \u00e0queles a quem os retiverdes, ser-lhes-\u00e3o retidos&#8221; (Jo 20, 22-23). Jesus confia-lhes o dom de &#8220;perdoar os pecados&#8221;, dom que brota das feridas das suas m\u00e3os, dos seus p\u00e9s e, sobretudo, do seu lado trespassado. Dali sai uma vaga de miseric\u00f3rdia para toda a humanidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Cristo deu tudo aos homens:\u00a0 a reden\u00e7\u00e3o, a salva\u00e7\u00e3o, a santifica\u00e7\u00e3o. Deste Cora\u00e7\u00e3o superabundante de ternura Santa Faustina Kowalska viu sair dois raios de luz que iluminavam o mundo. &#8220;Os dois raios, segundo o pr\u00f3prio Jesus lhe disse, representam o sangue e a \u00e1gua&#8221; (Di\u00e1rio, p\u00e1g. 132). O sangue recorda o sacrif\u00edcio do G\u00f3lgota e o mist\u00e9rio da Eucaristia; a \u00e1gua, segundo o rico simbolismo do evangelista Jo\u00e3o, faz pensar no batismo e no dom do Esp\u00edrito Santo (cf. Jo 3, 5; 4, 14). Atrav\u00e9s do mist\u00e9rio desse cora\u00e7\u00e3o ferido, n\u00e3o cessa de se difundir tamb\u00e9m sobre os homens e as mulheres da nossa \u00e9poca o fluxo reparador do amor misericordioso de Deus. Quem aspira \u00e0 felicidade aut\u00eantica e duradoura, unicamente Nele pode encontrar o seu segredo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As miseric\u00f3rdias de Deus acompanham-nos dia ap\u00f3s dia. Somos demasiado inclinados para sentir apenas a fadiga quotidiana que, como filhos de Ad\u00e3o, nos foi imposta. Mas se abrirmos o nosso cora\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o podemos, mesmo imersos nela, ver tamb\u00e9m continuamente quanto Deus \u00e9 bom conosco; como Ele pensa em n\u00f3s nas pequenas coisas, ajudando-nos assim a alcan\u00e7ar as grandes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sei que h\u00e1 muitos fatos e situa\u00e7\u00f5es que ainda s\u00e3o desconhecidas e alguns deles me chegam atrav\u00e9s das par\u00f3quias e que necessitamos nos dar as m\u00e3os. Mas o maior desafio ser\u00e1 o da reconstru\u00e7\u00e3o e de fazermos juntos os planos para o amanh\u00e3, quando as emo\u00e7\u00f5es cessarem e as not\u00edcias n\u00e3o forem mais sensacionais para estarem na m\u00eddia: a Igreja \u00e9 chamada a continuar a servir com alegria e compromisso todo o nosso povo, levados pela f\u00e9 em Cristo e amor aos irm\u00e3os e irm\u00e3s sem nenhuma distin\u00e7\u00e3o por etnia, religi\u00e3o, ideologia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Com o peso aumentado pela responsabilidade que h\u00e1 um ano assumi aqui nesta nossa cidade, o Senhor trouxe tamb\u00e9m belos sinais para a minha vida. Um deles \u00e9 a solidariedade que vejo nesse querido povo. Repetidamente vejo com alegria reconhecida quanto \u00e9 grande o n\u00famero dos que est\u00e3o solid\u00e1rios em receber ou encontrar acomoda\u00e7\u00f5es para as pessoas desabrigadas e sofridas com a situa\u00e7\u00e3o de nosso Estado; outros pr\u00f3ximos dos que sofreram as perdas de seus entes queridos; muitos ajudando no resgate de pessoas e na limpeza e arruma\u00e7\u00e3o das casas. Tudo isso reconhecendo a luz de Cristo a iluminar os nossos caminhos! A todos os que ajudam e que s\u00e3o ajudados, os que se colocam \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o e aos que necessitam de cuidados, envio uma b\u00ean\u00e7\u00e3o especial.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: right\">Dom Orani Jo\u00e3o Tempesta<\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Servo de Deus Jo\u00e3o Paulo II instituiu o domingo da Divina Miseric\u00f3rdia, celebrado ano a ano, no domingo seguinte \u00e0 Solenidade da P\u00e1scoa do Senhor Ressuscitado. Na tradi\u00e7\u00e3o mais antiga era o domingo da semana \u201cin albis\u201d que encerrava o tempo da inicia\u00e7\u00e3o \u201caos mist\u00e9rios\u201d dos neobatizados na P\u00e1scoa. Hoje essa tradi\u00e7\u00e3o assumiu como &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/domingo-da-misericordia\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">Domingo da Miseric\u00f3rdia<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[758],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/11651"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=11651"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/11651\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=11651"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=11651"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=11651"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}