{"id":11731,"date":"2010-05-04T00:00:00","date_gmt":"2010-05-04T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/em-missao-permanente\/"},"modified":"2010-05-04T00:00:00","modified_gmt":"2010-05-04T03:00:00","slug":"em-missao-permanente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/em-missao-permanente\/","title":{"rendered":"Em  miss\u00e3o  permanente"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Depois da Confer\u00eancia de Aparecida \/ 2007, a Igreja est\u00e1 ensaiando uma mudan\u00e7a radical na sua maneira de ser. O nosso costume secular foi sempre acionar o sino, para chamar os fi\u00e9is \u00e0s celebra\u00e7\u00f5es. Depois modernizamos um pouco essa \u201cvoz de Deus\u201d, colocando alto-falantes.\u00a0 A preocupa\u00e7\u00e3o era uma pol\u00edtica de conserva\u00e7\u00e3o daqueles que faziam parte da comunidade. As considera\u00e7\u00f5es sobre os fi\u00e9is afastados, e a multid\u00e3o das pessoas confusas na sua f\u00e9, era bastante reduzida. As nossas ocupa\u00e7\u00f5es quase se resumiam em novenas, celebra\u00e7\u00f5es eucar\u00edsticas, festa do Padroeiro, catequese das crian\u00e7as, prociss\u00f5es e hor\u00e1rios de confiss\u00e3o.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Assim eram atingidos 10 a 12% da popula\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica. Durante s\u00e9culos fomos uma Igreja voltada, precipuamente, para dentro.\u00a0 Em Aparecida descobrimos que a evangeliza\u00e7\u00e3o precisa come\u00e7ar de novo. Da\u00ed a \u201cMiss\u00e3o Continental\u201d que o Brasil traduziu para \u201cProjeto Nacional de Evangeliza\u00e7\u00e3o\u201d. Agora a ordem \u00e9 sair. N\u00e3o mais podemos aguardar as pessoas na igreja, mas sim, ir ao seu encontro, onde quer que elas estejam. E essa miss\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mais apenas uma arrancada, para depois entrar em novo repouso. Trata-se de um estado permanente de miss\u00e3o, que pode levar muitos anos. Tamb\u00e9m os protagonistas dessa nova hora s\u00e3o outros. N\u00e3o s\u00e3o apenas os Padres, mas especialmente os leigos e leigas que, corajosamente se embrenham neste vasto mundo moderno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nas minhas Visitas Pastorais nas Par\u00f3quias, deparei com centenas e centenas desses novos mission\u00e1rios. S\u00e3o homens e mulheres, e at\u00e9 jovens, que se sentem desafiados para uma nova miss\u00e3o. Todos, para se prepararem, seguiram a \u201ccartilha mission\u00e1ria\u201d da arquidiocese. Atrav\u00e9s dela receberam treinamento, e foram propostos roteiros de trabalho. Sentiram-se enviados por Jesus, \u201cdois a dois\u201d para os novos are\u00f3pagos de hoje. E vi tamb\u00e9m esses bons disc\u00edpulos do Senhor, voltarem alegres e realizados de seu apostolado. Sentiram na carne a grande promessa de salva\u00e7\u00e3o do Senhor: \u201cAlegrai-vos pois os vossos nomes est\u00e3o inscritos no c\u00e9u\u201d.\u00a0\u00a0 Realmente. Flui um sangue novo nas veias da Santa Igreja. Est\u00e3o provocando na popula\u00e7\u00e3o um encontro pessoal com Cristo. E as pessoas, atingidas por essa iniciativa, se sentem acolhidas como nunca na Igreja.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: right\">Dom Alo\u00edsio Roque Oppermann<\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois da Confer\u00eancia de Aparecida \/ 2007, a Igreja est\u00e1 ensaiando uma mudan\u00e7a radical na sua maneira de ser. O nosso costume secular foi sempre acionar o sino, para chamar os fi\u00e9is \u00e0s celebra\u00e7\u00f5es. 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