{"id":12279,"date":"2010-08-25T00:00:00","date_gmt":"2010-08-25T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/por-que-muitos-jovens-nao-se-casam\/"},"modified":"2010-08-25T00:00:00","modified_gmt":"2010-08-25T03:00:00","slug":"por-que-muitos-jovens-nao-se-casam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/por-que-muitos-jovens-nao-se-casam\/","title":{"rendered":"Por que muitos jovens n\u00e3o se casam?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">As estat\u00edsticas n\u00e3o deixam margem a d\u00favidas. Se unir-se em santo matrim\u00f4nio, ou \u201ccasar na Igreja\u201d, sempre foi uma luta secular (milenar) da Igreja, nos \u00faltimos dec\u00eanios se acentuou perigosamente essa tend\u00eancia. Os mission\u00e1rios leigos de uma Par\u00f3quia, certa feita, percorreram os domic\u00edlios de um bairro, onde a grande maioria se professava cat\u00f3lica. Verificaram que mais de 80% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o era legalmente casada (no civil), e mais de 90% dos cat\u00f3licos n\u00e3o tinham um casamento aben\u00e7oado pela Igreja. Os jovens tinham o costume de \u201cajuntar os trapos\u201d, e irem morar juntos. Isso de \u201ccasar com papel passado\u201d sempre ficava para depois. Isso \u00e9, para nunca. Tais casais ficam tolhidos em sua plena participa\u00e7\u00e3o na vida da Igreja. \u00c9 uma defici\u00eancia de raiz, para formar uma boa fam\u00edlia. O que intriga s\u00e3o as raz\u00f5es de tal procedimento.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sem explorar todos os motivos que podem originar essa vida, sem a certeza da gra\u00e7a de Deus na fam\u00edlia, vou me deter sobretudo num deles. \u00c9 a caracter\u00edstica, descrita por Jesus, da perpetuidade do casamento. Isso \u00e9, o matrim\u00f4nio n\u00e3o deve ser dissolvido pela separa\u00e7\u00e3o. Tal exig\u00eancia vem para o bem do casal, e para o bem dos filhos. A Igreja, acolhendo o ensinamento do Mestre, mostra que a fidelidade perp\u00e9tua faz parte integrante de uma fam\u00edlia. Os namorados, contudo, v\u00e3o mais longe que os ap\u00f3stolos de Jesus. Estes, ao ouvirem as exig\u00eancias de Jesus sobre o casamento, exclamaram: \u201cMas ent\u00e3o \u00e9 melhor n\u00e3o casar\u201d.\u00a0 Os jovens e os adultos de hoje falam: \u201dEnt\u00e3o \u00e9 melhor se ajuntar\u201d.\u00a0 Os casadouros raciocinam: \u201cSe o casamento n\u00e3o der certo, ent\u00e3o \u00e9 preciso desfaze-lo, e partir para outra solu\u00e7\u00e3o\u201d. O que falta aos noivos de hoje, \u00e9 um s\u00e9rio namoro, bem conduzido, com o objetivo de conhecer a personalidade do parceiro. A maioria das uni\u00f5es nasce de uma paix\u00e3o moment\u00e2nea, de um lampejo de ardor sexual, de uma intui\u00e7\u00e3o de feliz conviv\u00eancia. N\u00e3o existe a paci\u00eancia de um conhecimento mais profundo, ou a verifica\u00e7\u00e3o do modo como o parceiro sabe administrar as contrariedades. Mas o que falta mais, \u00e9 arrojo de crer no parceiro e saber que a gra\u00e7a divina estar\u00e1 com todos aqueles que recebem a gra\u00e7a do sacramento do matrim\u00f4nio.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: right\">Dom Alo\u00edsio Roque Oppermann<\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As estat\u00edsticas n\u00e3o deixam margem a d\u00favidas. Se unir-se em santo matrim\u00f4nio, ou \u201ccasar na Igreja\u201d, sempre foi uma luta secular (milenar) da Igreja, nos \u00faltimos dec\u00eanios se acentuou perigosamente essa tend\u00eancia. Os mission\u00e1rios leigos de uma Par\u00f3quia, certa feita, percorreram os domic\u00edlios de um bairro, onde a grande maioria se professava cat\u00f3lica. 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