{"id":12442,"date":"2010-10-15T00:00:00","date_gmt":"2010-10-15T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/80-anos-do-monumento-ao-cristo-redentor\/"},"modified":"2010-10-15T00:00:00","modified_gmt":"2010-10-15T03:00:00","slug":"80-anos-do-monumento-ao-cristo-redentor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/80-anos-do-monumento-ao-cristo-redentor\/","title":{"rendered":"80 anos do monumento ao Cristo Redentor"},"content":{"rendered":"<h4 style=\"text-align: right\">Dom Orani Jo\u00e3o Tempesta<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">No \u00faltimo dia 12 de Outubro lan\u00e7amos diante do Monumento ao Cristo Redentor e no final da Missa festiva na Quinta da Boa Vista o projeto de comemora\u00e7\u00f5es dos 80 anos da inaugura\u00e7\u00e3o do monumento ao Cristo Redentor. Este s\u00edmbolo que divulgado pelo Brasil e o mundo tem sido um s\u00edmbolo do Rio de Janeiro e do Brasil. As comemora\u00e7\u00f5es se estender\u00e3o durante um ano para comemorarmos a exist\u00eancia do Santu\u00e1rio do Cristo Redentor, dedicado \u00e0 Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o Aparecida.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Imperador Pedro I, no ano de 1824, foi a primeira pessoa que empreendeu uma excurs\u00e3o at\u00e9 o topo do Morro do Corcovado. D. Pedro sentiu-se atra\u00eddo pelo local ap\u00f3s conversas com o c\u00e9lebre pintor Debret e com o arquiteto Grandjean de Montigny, respons\u00e1vel por grandes obras realizadas na capital do Imp\u00e9rio, como o pr\u00e9dio da alf\u00e2ndega (atual Casa Fran\u00e7a-Brasil). Seu filho, D. Pedro II, dando continua\u00e7\u00e3o ao interesse manifestado pelo pai, reformou e ampliou o belvedere, alcunhado pela popula\u00e7\u00e3o de \u201cChap\u00e9u do Sol\u201d. Foi durante o seu reinado que primeiro se aventou a possibilidade de construir um monumento religioso no alto do Corcovado, id\u00e9ia essa concebida pelo padre franc\u00eas Pierre Marie Bos e repassada \u00e0 Princesa Isabel, filha de D. Pedro II. Contudo, nada foi constru\u00eddo na \u00e9poca e o padre morreu sem que fosse concretizada a sua id\u00e9ia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Coube ao Imperador D. Pedro II, no ano de 1882, outorgar aos engenheiros Pereira Passos (que, posteriormente, se tornou prefeito da cidade do Rio de Janeiro) e Jo\u00e3o Teixeira Soares o direito de explora\u00e7\u00e3o de uma linha f\u00e9rrea at\u00e9 o cume do Corcovado, bem como de um hotel de turismo, que ficou conhecido como \u201cHotel das Paineiras\u201d, na forma de uma concess\u00e3o de uso pelo prazo de 50 (cinq\u00fcenta) anos. A primeira metade da obra (Cosme Velho- Paineiras) foi conclu\u00edda em outubro de 1884, sendo a ferrovia definitivamente conclu\u00edda apenas em 1885. Em 1903, a estrada de ferro foi transferida para Rodrigo Ot\u00e1vio Langard e, posteriormente, comprada pela Light and Power (companhia que at\u00e9 hoje fornece energia el\u00e9trica \u00e0 cidade do Rio de Janeiro), que substituiu as antigas locomotivas a vapor por trens el\u00e9tricos, transformando a Estrada de Ferro Corcovado na primeira linha f\u00e9rrea eletrificada da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">S\u00e3o muitas, controversas e disputadas as vers\u00f5es atuais e recentes da hist\u00f3ria e das pessoas envolvidas na constru\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o desse \u00edcone. Segundo uma das tradi\u00e7\u00f5es da hist\u00f3ria, que abaixo resumo, vamos encontrar que somente em 1918 \u00e9 retomada a id\u00e9ia de constru\u00e7\u00e3o de um monumento religioso no cume do Corcovado, desta vez pelo C\u00edrculo Cat\u00f3lico do Rio de Janeiro, como parte das comemora\u00e7\u00f5es do centen\u00e1rio da independ\u00eancia do Brasil (que ocorreriam no ano de 1922). Entretanto, as tratativas para a sua constru\u00e7\u00e3o somente se iniciariam em 20 de mar\u00e7o de 1921, quando foi realizada no C\u00edrculo Cat\u00f3lico a primeira assembl\u00e9ia destinada a estudar o projeto, cuja constru\u00e7\u00e3o foi aprovada pelo Cardeal Joaquim Arcoverde, ent\u00e3o Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro. O Corcovado foi o lugar escolhido para a edifica\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s descartados o Morro de Santo Ant\u00f4nio (considerado muito baixo) e o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, sendo que, ainda em 1921, \u00e9 constitu\u00edda pela Igreja Cat\u00f3lica uma Comiss\u00e3o Executiva para gerenciar a constru\u00e7\u00e3o do monumento, a qual passou a ser presidida pelo Cardeal Dom Sebasti\u00e3o Leme, novo Cardeal Arcebispo da cidade. Foi, ent\u00e3o, realizado um concurso p\u00fablico para escolher qual engenheiro\/arquiteto ficaria respons\u00e1vel pela constru\u00e7\u00e3o do monumento, sendo que, ap\u00f3s avaliados os projetos, foi escolhido o projeto de Heitor da Silva Costa, o qual posteriomente assinou contrato de empreitada com a sociedade civil Comiss\u00e3o do Monumento ao \u201cChristo\u201d Redentor para administrar o projeto e constru\u00e7\u00e3o da obra, documento este devidamente arquivado no 2\u00ba Of\u00edcio de Notas do Rio de Janeiro, no Livro n\u00ba 711, fls. 062 v. Neste primeiro projeto de Heitor, o Cristo era retratado com os atributos da reden\u00e7\u00e3o, quais sejam, a cruz e o globo terrestre. Contudo, a primeira maquete do monumento, feita pelo escultor Lorenzo Petrucci, foi rejeitada pelo pr\u00f3prio Heitor e sofreu violenta oposi\u00e7\u00e3o dos membros da Escola Nacional de Belas Artes. Tal oposi\u00e7\u00e3o se explica pelo fato de que um dos principais professoras daquela institui\u00e7\u00e3o era o arquiteto Adolfo Morales de los R\u00edos, que fora derrotado por Heitor da Silva Costa no concurso para a constru\u00e7\u00e3o do Monumento ao Cristo Redentor e passou a atacar o projeto de Heitor pela imprensa, escrevendo cartas sob o pseud\u00f4nimo de Jacintho. \u00c9 neste momento que o pintor \u00edtalo-brasileiro Carlos Oswald \u00e9 convidado pelo Cardeal Leme e por Heitor da Silva Costa para integrar o projeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Assim \u00e9 que Heitor da Silva Costa e Carlos Oswald passariam os anos de 1922 e 1923 buscando a melhor concep\u00e7\u00e3o para o Cristo. Para tanto, Heitor da Silva Costa come\u00e7ou a observar a montanha do Corcovado de diversos pontos da cidade, de modo a verificar como a montanha era avistada desde os bairros mais pr\u00f3ximos at\u00e9 aqueles mais afastados, para que o monumento ao Cristo Redentor fosse constru\u00eddo em uma escala que o tornasse vis\u00edvel em toda a cidade. Paralelamente, Carlos Oswald elaborava pinturas com vistas do monumento nos mais diversos \u00e2ngulos, condi\u00e7\u00f5es de luminosidade e esta\u00e7\u00f5es do ano. Estes estudos preparados por Carlos Oswald tinham por objetivo analisar o impacto da obra e culminaram com o esbo\u00e7o do Cristo Redentor de bra\u00e7os abertos, abandonando a concep\u00e7\u00e3o inicialmente realista do primeiro desenho de Heitor da Silva Costa e adotando uma concep\u00e7\u00e3o simbolista. Enquanto Heitor e Carlos Oswald trabalhavam no projeto, a pedra fundamental do monumento foi lan\u00e7ada em 1922, mas as obras no Corcovado somente come\u00e7ariam, de fato, em 1926. Em 02 de setembro de 1923, a Arquidiocese do Rio de Janeiro iniciou uma intensa campanha para arrecada\u00e7\u00e3o de doa\u00e7\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o da imagem, angariando \u00f3bolos de cat\u00f3licos de todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 1924, Heitor da Silva Costa partiu para a Europa, j\u00e1 com suas convic\u00e7\u00f5es pessoais sobre a escala do monumento, sua posi\u00e7\u00e3o e sua orienta\u00e7\u00e3o no cimo da rocha, bem como o material que seria utilizado na constru\u00e7\u00e3o (concreto armado). Seu objetivo no continente europeu era encontrar um escultor que pudesse, a partir de seus esbo\u00e7os e das pinturas de Carlos Oswald, preparar a maquete final do projeto. Ademais, Heitor buscava solucionar os problemas impostos pela escolha do concreto armado, pois sua utiliza\u00e7\u00e3o era relativamente recente e nenhum monumento da escala do Cristo Redentor havia sido constru\u00eddo naquele material at\u00e9 aquele momento. Assim, na Fran\u00e7a, Heitor da Silva Costa contratou o engenheiro franc\u00eas Albert Caquot para executar os c\u00e1lculos estruturais e o escultor franco-polon\u00eas Paul Landowski para realizar as maquetes finais do projeto e a parte de escultura da obra, tendo o trabalho por base os desenhos e projetos de Carlos Oswald e Heitor da Silva Costa, sendo que a Heitor coube supervisionar e coordenar os trabalhos de ambos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Landowski principiou seu trabalho fazendo pequenos modelos em gesso e imprimindo ao monumento fei\u00e7\u00f5es art d\u00e9co, estilo em voga na \u00e9poca. Sempre em conjunto com Heitor da Silva Costa, com quem assinou a maquete final do projeto, Landowski passou a trabalhar em um modelo de quatro metros para estudos de amplia\u00e7\u00e3o. Estes estudos de amplia\u00e7\u00e3o foram coordenados por Heitor da Silva Costa e executados por cinco turmas de dois desenhistas e, segundo relato do engenheiro brasileiro, resultaram bastante complexos, na medida em que a escultura deveria ter estabilidade, ao mesmo tempo que a estrutura de estabilidade n\u00e3o poderia ser t\u00e3o r\u00edgida que n\u00e3o pudesse atender a uma conveni\u00eancia de forma. Assim, enquanto Paul Landowski ocupava-se de esculpir a cabe\u00e7a e as m\u00e3os do monumento (que seriam depois trasladadas ao Brasil), Albert Caquot e sua equipe ocupavam-se do estudo definitivo da estrutura, com todos os detalhes necess\u00e1rios. Fl\u00e1vio Castellotti reporta que o escultor italiano Lelio Landucci, colaborador pr\u00f3ximo de Paul Landowski, tamb\u00e9m tomou parte no processo de elabora\u00e7\u00e3o do projeto definitivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A solu\u00e7\u00e3o encontrada por Albert Caquot e sua equipe para fazer com que o monumento suportasse os ventos da Ba\u00eda de Guanabara foi dotar o Cristo de um esqueleto formado por quatro pilares unidos por vigas que, a cada 2,60 metros, sustentam doze lajes retangulares, ligadas por escadas, conforme minuciosamente descrito por Heitor \u00e0 Revista \u201cO Cruzeiro\u201d, sendo poss\u00edvel caminhar por dentro do monumento. A arma\u00e7\u00e3o dos bra\u00e7os foi constitu\u00edda com vigas em treli\u00e7a, concreto armado e a\u00e7o, sendo que todo o c\u00e1lculo estrutural foi feito tendo por base a circular ministerial francesa de 1906.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por escolha feita por Heitor da Silva Costa, a est\u00e1tua do Cristo Redentor foi revestida de pedra-sab\u00e3o, material que j\u00e1 se provara bastante resistente e que j\u00e1 fora empregado nas esculturas dos profetas de Aleijadinho. Assim, foram recortados pequenos tri\u00e2ngulos de pedra-sab\u00e3o, que foram cuidadosamente colados sobre papel como um mosaico pelas senhoras do C\u00edrculo Cat\u00f3lico do Rio de Janeiro. Nesta restaura\u00e7\u00e3o do monumento, talvez a maior realizada ate hoje, um dos trabalhos foi justamente repor esse revestimento feitos do mesmo material.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As obras no cume do Corcovado iniciaram-se em 1926, sendo finalizadas em 1931. Conclu\u00eddo o monumento, foi agendada a inaugura\u00e7\u00e3o para o dia 12\/10\/1931, dia de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil. O topo do Corcovado foi entregue aos cuidados da Arquidiocese de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Rio de Janeiro, respons\u00e1vel pela id\u00e9ia, constru\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o desse monumento assim como os direitos autorais dos v\u00e1rios projetos dessa constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Todo este hist\u00f3rico eu pe\u00e7o licen\u00e7a aos ilustres advogados Dr. Gabriel F. Leonardos e Dra. Aline Ferreira de C. da Silva para tomar de conhecimento p\u00fablico de seu magn\u00edfico parecer em que demonstra que o direito de imagem do Cristo Redentor \u00e9 da nossa Arquidiocese, sendo ela a \u00fanica respons\u00e1vel pela sua idealiza\u00e7\u00e3o e de seu uso p\u00fablico (que por sinal nunca s\u00e3o cobrados). Estes esclarecimentos hist\u00f3ricos s\u00e3o fundamentais e devem ser precisos neste quadra de 12 de outubro em que comemoramos os 79 anos da inaugura\u00e7\u00e3o do Monumento ao Cristo Redentor, que se confunde como \u00edcone da imagem brasileira pelo mundo, como uma de suas sete maravilhas modernas, para assinalarmos o in\u00edcio das comemora\u00e7\u00f5es dos 80 anos de inaugura\u00e7\u00e3o do monumento, neste ano amplamente reformado e entregue \u00e0 nossa Arquidiocese e ao Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Papa Jo\u00e3o Paulo II, o saudoso Jo\u00e3o de Deus que encantou os cariocas, no alto do Corcovado, diante da imagem magn\u00edfica do Cristo Redentor de bra\u00e7os abertos para o Rio, nos ensinou: \u201cSim, no cume destes montes n\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o possa contemplar a sua imagem, em atitude de acolher e abra\u00e7ar, e imagin\u00e1-lo como \u00e9, sempre disposto ao encontro com o homem, desejoso de que o homem venha ao seu encontro. Ora, esta \u00e9 a \u00fanica finalidade que a Igreja \u2013 e com ela o Papa neste momento \u2013 tem diante dos olhos e no cora\u00e7\u00e3o: que cada homem possa encontrar Cristo, a fim de que Cristo possa percorrer com cada homem os caminhos da vida (Redemptor Hominis, n. 13). S\u00edmbolo do amor, apelo \u00e0 reconcilia\u00e7\u00e3o e convite \u00e0 fraternidade, Cristo Redentor aqui proclama continuamente a for\u00e7a da verdade sobre o homem e sobre o mundo, da verdade contida no mist\u00e9rio da sua Encarna\u00e7\u00e3o e Reden\u00e7\u00e3o (cf. Ibid, n. 13 Discurso, 2 de julho de 1980).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Jo\u00e3o Paulo II, ao se referir do alto do Corcovado, que o Papa com Cristo, \u201cgostaria de confortar, infundir esperan\u00e7a e animar a todos, sem esquecer ningu\u00e9m: crian\u00e7as, jovens, pais e m\u00e3es de fam\u00edlia, anci\u00e3os, doentes, detentos, desalentados e angustiados. Para todos desejaria ser portador de confian\u00e7a, de amor e de paz. \u00c9 esse o sentido e a inten\u00e7\u00e3o da b\u00ean\u00e7\u00e3o sobre a cidade e sobre todos os seus habitantes, que darei a seguir, em nome de Cristo Redentor, Redentor do homem na plenitude da verdade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Realmente o Cristo Redentor, de bra\u00e7os abertos ao Rio de Janeiro, refor\u00e7a a voca\u00e7\u00e3o desta cidade e de nossa Igreja: sempre de bra\u00e7os abertos acolher a todos, crian\u00e7as, jovens, fam\u00edlias, idosos, e dizer que somente teremos paz e tranquilidade nesta cidade maravilhosa quando o abra\u00e7o de Jesus Cristo, o Cristo Redentor, encantar os cora\u00e7\u00f5es de nosso querido povo carioca, para seguirmos a Jesus Cristo que \u00e9 caminho, verdade e vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Que o Cristo Redentor continue nos convidando sempre \u00e0 solidariedade, \u00e0 fraternidade e \u00e0 reconcilia\u00e7\u00e3o. Este \u00e9 o esp\u00edrito, dentro do esp\u00edrito de disc\u00edpulos-mission\u00e1rios que a Igreja nos convoca, a celebrar os 80 anos do Cristo que abre seus bra\u00e7os ao Brasil e ao mundo, relembrando a nossa identidade crist\u00e3, que nos ilumina no dia a dia a buscar a reden\u00e7\u00e3o de Cristo na vida cotidiana.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dom Orani Jo\u00e3o Tempesta No \u00faltimo dia 12 de Outubro lan\u00e7amos diante do Monumento ao Cristo Redentor e no final da Missa festiva na Quinta da Boa Vista o projeto de comemora\u00e7\u00f5es dos 80 anos da inaugura\u00e7\u00e3o do monumento ao Cristo Redentor. 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