{"id":12490,"date":"2010-11-11T00:00:00","date_gmt":"2010-11-11T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/biblia-novo-testamento\/"},"modified":"2010-11-11T00:00:00","modified_gmt":"2010-11-11T02:00:00","slug":"biblia-novo-testamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/biblia-novo-testamento\/","title":{"rendered":"B\u00edblia Novo Testamento"},"content":{"rendered":"<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"158\">\n<p><strong>Obra indicada: <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"456\">\n<p><strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Teologia do Novo Testamento; <\/span><\/em><\/strong>SCHNELLE, Udo; Academia Crist\u00e3 \u2013 Paulus (co-edi\u00e7\u00e3o), Santo Andr\u00e9 &#8211; SP,   2010, 1111 p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Autor<\/strong> (breve apresenta\u00e7\u00e3o): <strong>Udo Schnelle<\/strong> \u00e9 professor de Novo Testamento na Martin-Luther-Universit\u00e4t,   Halle-Wittenberg; autor de v\u00e1rias e importantes obras, bem como de muitos   artigos. J\u00e1 temos outras obras deste autor traduzidas para o portugu\u00eas: <em>A<\/em> <em>Evolu\u00e7\u00e3o   do Pensamento Paulino<\/em>, Loyola, cole\u00e7\u00e3o B\u00edblica, n. 27 (1999) e <em>Paulo, vida e pensamento<\/em>; Academia   Crist\u00e3 e Paulus, co-edi\u00e7\u00e3o (2010).\u00a0 O autor \u00e9 de tradi\u00e7\u00e3o luterana e se destaca   pela sua seriedade nas abordagens b\u00edblico-teol\u00f3gicas.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Sinopse<\/strong>:<\/p>\n<p>O autor tem   toda uma primeira parte da tem\u00e1tica sobre a \u201ccria\u00e7\u00e3o do sentido\u201d, sobre Jesus   Hist\u00f3rico e sobre Paulo. S\u00e3o seis cap\u00edtulos onde Schnelle trabalha todas   estas tem\u00e1ticas a partir de um rico hist\u00f3rico da pesquisa feita por ele e por   outros estudiosos no assunto. Do s\u00e9timo cap\u00edtulo para frente, o autor come\u00e7a   por tratar a tem\u00e1tica da reda\u00e7\u00e3o dos Evangelhos e sobre a forma\u00e7\u00e3o da literatura   crist\u00e3 primitiva, segundo os temas da Teologia B\u00edblica: Evangelhos, Cartas   Deuteropaulinas e Eclesi\u00e1sticas e Apocalipse. A riqueza de sua contribui\u00e7\u00e3o   se encontra na abordagem e na abund\u00e2ncia de dados e reflex\u00f5es que o mesmo traz.   Ao longo de todo seu texto, o autor trata temas como Jesus, Paulo, a Fonte Q,   os Evangelhos Sin\u00f3ticos, os Atos dos Ap\u00f3stolos, as Cartas Deuteropaulinas, a   Literatura Paulina etc. e em cada um de seus itens o autor tamb\u00e9m busca   tratar os temas: teologia, cristologia, pneumatologia, soteriologia,   antropologia, \u00e9tica, eclesiologia e escatologia. Tudo isso de forma bastante   sistem\u00e1tica e s\u00e9ria, num linguajar tamb\u00e9m bastante compreens\u00edvel para todos os   interessados em aprofundar os conhecimentos b\u00edblicos na \u00e1rea da Teologia do   NT, al\u00e9m de que pode ser lido por todos os que buscam maiores informa\u00e7\u00f5es   sobre o dado ou o momento hist\u00f3rico e sobre a tem\u00e1tica proposta.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Partes principais da obra <\/strong>(cf. \u00cdndice):<\/p>\n<p>1 \u2013 A   Aproxima\u00e7\u00e3o: A Teologia do Novo Testamento como Cria\u00e7\u00e3o de sentido<\/p>\n<p>2 \u2013 A Estrutura:   hist\u00f3ria e sentido<\/p>\n<p>3 \u2013 Jesus   de Nazar\u00e9: o Deus que est\u00e1 pr\u00f3ximo<\/p>\n<p>4 \u2013 A primeira transforma\u00e7\u00e3o: a forma\u00e7\u00e3o da Cristologia<\/p>\n<p>5 \u2013 A   segunda transforma\u00e7\u00e3o: os in\u00edcios da miss\u00e3o livre da circuncis\u00e3o<\/p>\n<p>6 \u2013 Paulo:   Mission\u00e1rio e pensador<\/p>\n<p>7 \u2013 A   terceira transforma\u00e7\u00e3o: reda\u00e7\u00e3o de Evangelhos como resolu\u00e7\u00e3o inovadora de uma   crise<\/p>\n<p>8 \u2013 A   fonte dos ditos, os Evangelhos Sin\u00f3ticos e os Atos dos Ap\u00f3stolos: sentido por   meio de narra\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>9 \u2013 A   quarta transforma\u00e7\u00e3o: o Evangelho no Mundo<\/p>\n<p>10 \u2013 As   Cartas Deuteropaulinas: reler e repensar Paulo<\/p>\n<p>11 \u2013 As   Cartas Eclesi\u00e1sticas: vozes num tempo amea\u00e7ado<\/p>\n<p>12 \u2013 A   Teologia Joanina: introdu\u00e7\u00e3o ao Cristianismo<\/p>\n<p>13 \u2013 O   Apocalipse de S\u00e3o Jo\u00e3o: ver e entender<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Por que esta obra \u00e9 referencial ou   relevante <\/strong>(justificar): Esta obra \u00e9, poder\u00edamos dizer, obrigat\u00f3ria pelo   fato de que trata os v\u00e1rios temas da Teologia do Novo Testamento de forma   bastante cient\u00edfica, seguindo um padr\u00e3o de pesquisa internacional, com   clareza e com um forte cunho interdisciplinar. Realmente este texto vem   preencher uma certa lacuna na quest\u00e3o de um texto mais recente sobre a   Teologia do Novo Testamento. Na \u00faltima d\u00e9cada, n\u00f3s tivemos outros bons textos,   que tamb\u00e9m foram traduzidos para o portugu\u00eas, como os de L. Goppelt, <em>Teologia do Novo Testamento<\/em> (2003);<em> <\/em>G.E. Ladd<em>,Teologia do Novo Testamento<\/em> (2003); J. Jeremias,<em>Teologia do Novo Testamento<\/em> (2004) ; R.   Bultmann, <em>Teologia do Novo Testamento<\/em> (2004) ou o texto de R.E. Brown, <em>Introdu\u00e7\u00e3o   ao<\/em> <em>Novo Testamento<\/em> (2004) e que   vale a pena serem conferidos tamb\u00e9m. Mas, este livro de Schnelle se torna   realmente um valioso instrumento para quem quer estudar e conhecer mais   profundamente a Teologia do NT. Tamb\u00e9m tem uma boa bibliografia e que deve   ser procurada no in\u00edcio de cada cap\u00edtulo, mas que infelizmente \u00e9 muita   germ\u00e2nica e dificulta o acesso \u00e0 mesma. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m tem bons \u00edndices:   de autores citados e de cita\u00e7\u00f5es b\u00edblicas, sobretudo do NT.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas informa\u00e7\u00f5es <\/strong>(nome\/diocese\/institui\u00e7\u00e3o):<\/p>\n<p><strong>Pe. Waldecir Gonzaga<\/strong>, Diocese de   Jaboticabal, SP<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage-->   <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"158\">\n<p><strong>Obra indicada: <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"456\">\n<p><strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Paulo, vida e pensamento<\/span><\/em><\/strong><strong><em>. <\/em><\/strong>SCHNELLE, Ugo; Academia Crist\u00e3 e   Paulus (co-edi\u00e7\u00e3o), Santo Andr\u00e9 &#8211; SP, 2010, 871 p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Autor<\/strong> (breve apresenta\u00e7\u00e3o):  <strong>Udo   Schnelle<\/strong> \u00e9 professor de Novo Testamento na Martin-Luther-Universit\u00e4t,   Halle-Wittenberg; autor de v\u00e1rias e importantes obras, bem como de muitos   artigos. J\u00e1 temos uma outra obra sua traduzida para o portugu\u00eas: <em> A<\/em> <em>Evolu\u00e7\u00e3o do Pensamento Paulino<\/em>,   Loyola, cole\u00e7\u00e3o B\u00edblica, n. 27 (1999).  O autor \u00e9 de tradi\u00e7\u00e3o luterana e se destaca   pela sua seriedade nas abordagens b\u00edblico-teol\u00f3gicas.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Sinopse<\/strong>:<\/p>\n<p>U. Schnelle   inicia esta sua obra com maestria e trabalhando temas importantes sobre a   vida e pensamento de Paulo. Dividido em duas partes, este \u00e9 um texto bastante   denso e rico de dados, reflex\u00f5es e notas de rodap\u00e9.  A <strong>primeira   parte<\/strong> trabalha o Paulo pr\u00e9-crist\u00e3o e indo at\u00e9 o Paulo crist\u00e3o, iniciando   pela sua forma\u00e7\u00e3o, passando pelas v\u00e1rias quest\u00f5es referentes \u00e0 sua   proveni\u00eancia, cultura e mundo onde o Ap\u00f3stolo foi sendo formado e se   desenvolvendo, at\u00e9 se chegar ao encontro com o Cristo Ressuscitado, que   transforma definitivamente a vida e miss\u00e3o de Paulo, de perseguidor do   cristianismo em Ap\u00f3stolo e defensor da causa de Cristo, sobretudo no meio   gentio-crist\u00e3o. \u00c9 nesta sua primeira parte que o autor trabalha temas   importantes como a miss\u00e3o paulina, sua independ\u00eancia, o incidente de   Antioquia, as viagens mission\u00e1rias, a funda\u00e7\u00e3o de comunidades e algumas   cartas do <em>Corpus Paulinum, <\/em>sobretudo   as cartas autenticamente paulinas. Entrando na <strong>segunda parte<\/strong>, o autor trabalha v\u00e1rios temas do pensamento   paulino, tendo em vista a presen\u00e7a em suas cartas e a atualidade dos mesmos:   teologia, cristologia, soteriologia, pneumatologia, antropologia, \u00e9tica,   eclesiologia e escatologia. Todos estes s\u00e3o temas realmente muito importantes   para a teologia-b\u00edblica, seja com finalidades mais acad\u00eamicas sejam mais   pastorais.<\/p>\n<p>Fato est\u00e1   que Schnelle consegue prender o leitor em cada t\u00f3pico deste seu livro, que   creio ser\u00e1 muito bem aceito no meio acad\u00eamico. Isso n\u00e3o significa que cada   leitor seja obrigado a concordar com todas as suas abordagens ou pontos de   vista. Mas esta \u00e9 realmente uma obra a ser levada em conta por sua seriedade   e atualidade acad\u00eamica, visto que ser uma obra de peso. Uma das quest\u00f5es que   o autor trabalha e vale a pena conferir neste seu texto, \u00e9 o aspecto da   personalidade e convic\u00e7\u00e3o de Paulo, um homem realmente convencido e convicto,   que vai formando suas comunidades segundo sua personalidade e convic\u00e7\u00e3o de   que realmente Cristo \u00e9 o <em>kyrios<\/em> e   Salvador da humanidade. Paulo \u00e9 aquele que consegue realizar um encontro   entre juda\u00edsmo e helenismo, anunciando Cristo a todos. O Ap\u00f3stolo \u00e9 capaz de   interpretar o Cristo e transmiti-lo aos seus com maestria e convic\u00e7\u00e3o capazes   de atrair, contagiar e convencer seu p\u00fablico. Neste sentido, o autor defende   que Paulo realiza uma \u201ccria\u00e7\u00e3o de sentido\u201d capaz de interpretar e atualizar a   mensagem de Cristo a seus contempor\u00e2neos, fazendo a transforma\u00e7\u00e3o sem perder   a continuidade da mensagem que Cristo entregou aos judeus e que agora passa   tamb\u00e9m aos pag\u00e3os, sem a obrigatoriedade da observ\u00e2ncia da lei judaica.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Partes principais da obra <\/strong>(cf. \u00cdndice):   (segundo seus 23 cap\u00edtulos)<\/p>\n<p>1 \u2013 Pr\u00f3logo:   Paulo como desafio<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>I &#8211; Parte   principal: O caminho de vida e de pensamento<\/strong><\/p>\n<p>2 \u2013 Fontes   e cronologia da atua\u00e7\u00e3o paulina: elementos seguros e elementos presumidos<\/p>\n<p>3 \u2013 Paulo   pr\u00e9-crist\u00e3o: um zeloso aberto para o mundo<\/p>\n<p>4 \u2013 A   voca\u00e7\u00e3o para o ap\u00f3stolo dos gentios: o novo horizonte<\/p>\n<p>5 \u2013 O   Paulo Crist\u00e3o: um vulc\u00e3o come\u00e7a a agitar-se<\/p>\n<p>6 \u2013 A   conven\u00e7\u00e3o dos ap\u00f3stolos e o Incidente Antioqueno: sem solu\u00e7\u00e3o dos problemas<\/p>\n<p>7 \u2013 A   miss\u00e3o independente de Paulo: o vulc\u00e3o entra em erup\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>8 \u2013 Paulo   e os Tessalonicenses: consolo e confian\u00e7a<\/p>\n<p>9 \u2013 A   Primeira Carta aos Cor\u00edntios: sabedoria alta e verdadeira<\/p>\n<p>10 \u2013 A   Segunda Carta aos Cor\u00edntios: paz e guerra<\/p>\n<p>11 \u2013 Paulo   e os G\u00e1latas: aprendizado no conflito<\/p>\n<p>12 \u2013 Paulo   e a comunidade de Roma: encontro de alto n\u00edvel<\/p>\n<p>13 \u2013 Paulo   em Roma: o homem idoso e sua obra<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Parte Dois: O   Pensamento Paulino<\/strong><\/p>\n<p>14 \u2013 A presen\u00e7a   da salva\u00e7\u00e3o como centro da Teologia Paulina<\/p>\n<p>15 \u2013   Teologia: Deus age<\/p>\n<p>16 \u2013   Cristologia: o Senhor est\u00e1 presente<\/p>\n<p>17 \u2013   Soteriologia: a transpar\u00eancia j\u00e1 come\u00e7ou<\/p>\n<p>18 \u2013   Pneumatologia: o Esp\u00edrito sopra e atua<\/p>\n<p>19 \u2013   Antropologia: a luta pelo eu<\/p>\n<p>20 \u2013   \u00c9tica: a nova exist\u00eancia como forma\u00e7\u00e3o de sentido<\/p>\n<p>21 \u2013   Eclesiologia: uma comunidade exigente e atrativa<\/p>\n<p>22 \u2013   Escatologia: expectativa e mem\u00f3ria<\/p>\n<p>23 \u2013   Ep\u00edlogo: o pensamento Paulino como cria\u00e7\u00e3o de sentido duradoura<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Por que esta obra \u00e9 referencial ou   relevante <\/strong>(justificar):<\/p>\n<p>Ap\u00f3s os   textos de James D. G. Dunn, <em>A Teologia   do Ap\u00f3stolo Paulo<\/em> (2003), e o de Reinaldo Fabris, <em>Paulo, Ap\u00f3stolo dos Gentios<\/em> (2003), e os recentes textos que   sa\u00edram durante ou imediatamente ap\u00f3s o ano paulino, institu\u00eddo por Bento XVI   (2008-2009), e que s\u00e3o v\u00e1rios, este texto de Udo Schnelle faz um marco na   hist\u00f3ria da Teologia Paulina em nossa l\u00edngua portuguesa, sempre muito   defasada de estudos profundos e de grande porte. Sem sombra de d\u00favidas que   ele dever\u00e1 e muito nos auxiliar nos estudos do <em>Corpus Paulinum<\/em>, avan\u00e7ando ainda mais numa abordagem ecum\u00eanica:   seja em rela\u00e7\u00e3o \u00e1s cartas seja em rela\u00e7\u00e3o a temas paulinos. Embora denso e de   estilo alem\u00e3o, este texto \u00e9 de agrad\u00e1vel leitura e cont\u00e9m muitos dados para   se aprofundar os estudos sobre a vida, miss\u00e3o, temas espec\u00edficos, teologia e   cartas de Paulo. Um texto bastante ricos em notas de rodap\u00e9 e com uma   bibliografia bastante vasta, ainda que, em sua maioria, apenas em l\u00ednguas   alem\u00e3 e em inglesa.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas informa\u00e7\u00f5es <\/strong>(nome\/diocese\/institui\u00e7\u00e3o):<\/p>\n<p><strong>Pe. Waldecir Gonzaga<\/strong>, Diocese de   Jaboticabal, SP<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage-->   <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"158\">\n<p><strong>Obra indicada: <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"456\">\n<p><strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Variantes textuais do Novo Testamento, An\u00e1lise e   Avalia\u00e7\u00e3o do Aparato Cr\u00edtico de \u201cO novo Testamento Grego\u201d<\/span>. <\/em><\/strong>OMANSON, Roger L. (Ed.); Sociedade B\u00edblia do Brasil, Barueri &#8211; SP,   2010, 575 p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Autor<\/strong> (breve apresenta\u00e7\u00e3o):  <strong>Roger   L. Omanson<\/strong> \u00e9 o editor da obra em portugu\u00eas, que na pr\u00e1tica \u00e9 uma   \u201cadapta\u00e7\u00e3o do <em>Coment\u00e1rio Textual<\/em> de   Bruce M. Metzger \u00e0s necessidades de tradutores e estudiosos da cr\u00edtica   textual\u201d.   Roger   L. Omanson \u00e9 professor de Novo Testamento e lecionou no Semin\u00e1rio Teol\u00f3gico Batista   do Sul, em Louisville, Kentucky 1979-86. Desde 1987 que ele tem sido   consultor de tradu\u00e7\u00e3o das Sociedades B\u00edblicas Unidas, trabalhando na Am\u00e9rica   do Sul e na \u00c1frica Ocidental.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Sinopse<\/strong>:<\/p>\n<p><strong>Roger   L. Omanson<\/strong> come\u00e7a este seu texto com uma breve, mas boa <strong>introdu\u00e7\u00e3o<\/strong> voltada inteiramente \u00e0   problem\u00e1tica da <em>Cr\u00edtica Textual do NT<\/em>.   Mesmo tendo feito uma op\u00e7\u00e3o por um texto que fosse mais acess\u00edvel a todos,   onde \u201cassuntos t\u00e9cnicos fossem explicados em linguagem n\u00e3o t\u00e9cnica\u201d, o autor   sabe que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel fugir e \u201cevitar por completo o uso de termos e   express\u00f5es t\u00e9cnicas\u201d. Esta introdu\u00e7\u00e3o responde muito bem \u00e0s exig\u00eancias da <em>Cr\u00edtica Textual do NT<\/em>, tomada em   considera\u00e7\u00e3o pelo texto <em>O Novo   Testamento Grego<\/em> publicado pela <em>Sociedade   B\u00edblica do Brasil<\/em>, que registra mais de 1.400 variantes em todo o NT,   onde podemos dizer que as mesmas t\u00eam implica\u00e7\u00f5es para a tradu\u00e7\u00e3o do texto   b\u00edblico nas l\u00ednguas modernas, como \u00e9 o caso do nosso portugu\u00eas. \u00c9 um texto   que nos apresenta o que \u00e9 a cr\u00edtica textual e sua fun\u00e7\u00e3o, a hist\u00f3ria da   transmiss\u00e3o do NT e os crit\u00e9rios para se escolher entre as <em>variantes conflitantes<\/em> no momento da   reconstru\u00e7\u00e3o do texto grego do NT.<\/p>\n<p>A segunda   parte deste texto \u00e9 uma apresenta\u00e7\u00e3o de todos os livros do NT, com notas que   colocam as principais <em>variantes conflitantes<\/em> presentes nos textos b\u00edblicos, n\u00e3o incluindo \u201cnenhuma argumenta\u00e7\u00e3o exeg\u00e9tica   a favor ou contra as diferentes possibilidades\u201d e tamb\u00e9m n\u00e3o recomendando \u201cumas   em detrimentos das outras\u201d. O que o autor faz com todas essas notas \u00e9   \u201calertar os tradutores para o fato de que existem lugares onde o significado   e a tradu\u00e7\u00e3o do texto podem ser diferentes, dependendo da divis\u00e3o que se faz   entre palavras, locu\u00e7\u00f5es e frases do texto\u201d. Um \u00f3timo texto, mas que n\u00e3o   dispensa, de forma alguma, o j\u00e1 consagrado e mais exaustivo texto de Bruce M.   Metzger:  <em>A Textual Commentary on the Greek New Testament <\/em> (1994), que continua sendo o grande   referencial neste sentido.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Partes principais da obra <\/strong>(cf. \u00cdndice):<\/p>\n<p>1 \u2013   Introdu\u00e7\u00e3o: A pr\u00e1tica da cr\u00edtica textual do Novo Testamento<\/p>\n<p>2 \u2013 O   Evangelho Segundo Mateus<\/p>\n<p>3 \u2013 O Evangelho Segundo Marcos<\/p>\n<p>4 \u2013 O   Evangelho Segundo Lucas<\/p>\n<p>5 \u2013 O   Evangelho Segundo Jo\u00e3o<\/p>\n<p>6 \u2013 Atos   dos Ap\u00f3stolos<\/p>\n<p>7 \u2013 Carta   de Paulo aos Romanos<\/p>\n<p>8 \u2013   Primeira Carta de Paulo aos Cor\u00edntios<\/p>\n<p>9 \u2013   Segunda Carta de Paulo aos Cor\u00edntios<\/p>\n<p>10 \u2013 Carta   de Paulo aos G\u00e1latas<\/p>\n<p>11 \u2013 Carta   de Paulo aos Ef\u00e9sios<\/p>\n<p>12 \u2013 Carta   de Paulo aos Filipenses<\/p>\n<p>13 \u2013 Carta   de Paulo aos Colossenses<\/p>\n<p>14 \u2013 Primeira   Carta de Paulo aos Tessalonicenses<\/p>\n<p>15 \u2013 Segunda   Carta de Paulo aos Tessalonicenses<\/p>\n<p>16 \u2013 Carta   de Paulo a Tim\u00f3teo<\/p>\n<p>17 \u2013 Carta   de Paulo a Tim\u00f3teo<\/p>\n<p>18 \u2013 Carta   de Paulo a Tito<\/p>\n<p>10 \u2013 Carta   de Paulo a Filemon<\/p>\n<p>20 \u2013 Carta   aos Hebreu<\/p>\n<p>21 \u2013 Carta   de Tiago<\/p>\n<p>22 \u2013   Primeira Carta de Pedro<\/p>\n<p>23 \u2013   Segunda Carta de Pedro<\/p>\n<p>24 \u2013   Primeira Carta de Jo\u00e3o<\/p>\n<p>25 \u2013   Segunda Carta de Jo\u00e3o<\/p>\n<p>26 \u2013 Terceira   Carta de Jo\u00e3o<\/p>\n<p>27 \u2013 Carta   de Judas<\/p>\n<p>28 \u2013   Apocalipse de Jo\u00e3o<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Por que esta obra \u00e9 referencial ou   relevante <\/strong>(justificar):<\/p>\n<p>Encontrar   bons textos referenciais sobre a quest\u00e3o da <em>Cr\u00edtica Textual<\/em> do NT em portugu\u00eas \u00e9 realmente um desafio. O   texto <em>A Textual Commentary on the Greek   New Testament,<\/em> de Bruce M. Metzger (1994), constitui, de fato, um   referencial importante para os estudos do texto b\u00edblico grego do NT,   sobretudo no que diz respeito \u00e0s variantes que temos para a reconstru\u00e7\u00e3o do   texto chamado original. Mas infelizmente o texto de Metzger chegou at\u00e9 n\u00f3s em   ingl\u00eas ou espanhol, al\u00e9m de ser bastante t\u00e9cnico. Mas, eis que agora   finalmente temos uma boa ferramenta em portugu\u00eas. Ainda que este texto n\u00e3o   traga todas as variantes de Metzger, ele constitui um \u00f3timo instrumento de   trabalho para a leitura do NT grego. Aquilo que poderia se apresentar como   uma falha, ou seja, a supress\u00e3o de boa parte do <em>Aparato Cr\u00edtico<\/em> do Texto do NT, acaba facilitando tamb\u00e9m a   leitura aos n\u00e3o preparados em cr\u00edtica textual. Por outro lado, o pr\u00f3prio   autor deste texto nos recorda o valor de se ter diante dos olhos o <em>Aparato Cr\u00edtico<\/em> do NT para uma maior   compreens\u00e3o do texto b\u00edblico grego do NT. Neste sentido, este texto realmente   \u00e9 muito mais acess\u00edvel ao p\u00fablico em geral e nos ajuda a \u201csimplificar e   ampliar\u201d as notas contidas no texto de Metzger, que continua sendo muito mais   exaustivo do que este que temos em m\u00e3os. Outro dado interessante tamb\u00e9m, \u00e9   que este texto, voltado para o p\u00fablico brasileiro, contempla as v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es   que foram feitas nas diversas tradu\u00e7\u00f5es que temos no mercado, protestantes e   cat\u00f3licas, entre as quais a tradu\u00e7\u00e3o Almeida, a TEB, a Nova B\u00edblia de   Jerusal\u00e9m e a da CNBB. Al\u00e9m de que muitas quest\u00f5es t\u00e9cnicas referentes \u00e0   Cr\u00edtica Textual podem ser esclarecidas j\u00e1 na <em>introdu\u00e7\u00e3o<\/em>, intitulada \u201cA Pr\u00e1tica da Cr\u00edtica Textual do Novo   Testamento\u201d.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"614\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas informa\u00e7\u00f5es <\/strong>(nome\/diocese\/institui\u00e7\u00e3o):<\/p>\n<p><strong>Pe. Waldecir Gonzaga<\/strong>, Diocese de   Jaboticabal, SP<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>  <!--nextpage-->   <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>MARGUERAT,   Daniel (Org.). <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Novo Testamento: hist\u00f3ria, escritura e teologia<\/span><\/em><\/strong>. S\u00e3o   Paulo: Loyola, 2009. 23x16cm. 654p. ISBN 978-85-15-03627-1<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> :<\/strong><\/p>\n<p>Professor da   faculdade de teologia protestante de Lausanne (Sui\u00e7a), com uma equipe   composta de professores cat\u00f3licos e protestantes,<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>Esta obra apresenta uma vis\u00e3o global, o   meio hist\u00f3rico de produ\u00e7\u00e3o, as fontes e tradi\u00e7\u00f5es, a composi\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, os   principais temas teol\u00f3gicas, eventualmente a hist\u00f3ria dos efeitos e as   perspectivas novas em torno de cada livro do Novo Testamento.<\/p>\n<p>A obra n\u00e3o visa tanto \u00e0 exaustividade   quanto ao m\u00e9todo. Trata-se n\u00e3o de uma enciclop\u00e9dia, mas de um <em>manual<\/em>.<\/p>\n<p>A primeira parte trata dos evangelhos   sin\u00f3pticos e dos Atos dos Ap\u00f3stolos. No primeiro cap\u00edtulo, D. Marguerat exp\u00f5e   a quest\u00e3o sin\u00f3ptica, sugerindo como op\u00e7\u00e3o preferencial a teoria das \u201cduas   fontes\u201d (Mc e Q). Valiosa \u00e9 tamb\u00e9m seu tratamento da narratividade, \u201cind\u00edcio   da encarna\u00e7\u00e3o\u201d (p. 39). Conclui que \u201co evangelho nasce de um programa   teol\u00f3gico sem igual: manifestar a identidade do Crucificado e do   Ressuscitado, a identidade do homem de Nazar\u00e9 e do Senhor vivo\u201d (p. 41). A   narra\u00e7\u00e3o est\u00e1 em fun\u00e7\u00e3o da inten\u00e7\u00e3o querigm\u00e1tica: a vida do galileu cercado   dos seus disc\u00edpulos \u201ccontada como o momento decisivo da hist\u00f3ria do mundo\u201d   (ibid.).<\/p>\n<p>No cap\u00edtulo 2, Corina Combet-Galland,   apresenta Mc. Falando do g\u00eanero liter\u00e1rio, aprofunda o termo \u201cevangelho\u201d,   an\u00fancio que se encarna na vida de Jesus (p. 46). \u201cA vida e a morte de Jesus   contadas [&#8230;] adquirem valor de relato fundador\u201d (p. 47). Inclina-se para   uma data\u00e7\u00e3o antes do ano 70.<\/p>\n<p>Igualmente valiosas s\u00e3o as introdu\u00e7\u00f5es a   Mateus (cap. 3, E. Cuvillier) e a Lucas-Atos (caps. 4 e 5, D. Marguerat), que   completam a primeira parte da obra.<\/p>\n<p>A segunda parte \u00e9 dedicada primeiramente \u00e0   literatura paulina, tratada em quatro subse\u00e7\u00f5es: a literatura paulina   (cronologia, <em>corpus paulinum<\/em>), as   ep\u00edstolas propriamente paulinas (Rm, 1-2Cor, Gl, Fl, 1Ts, Fm), as   deuteropaulinas (Cl, Ef, 2Ts), as pastorais (1-2Tm, Tt), e Hebreus.<\/p>\n<p>Falando do <em>corpus paulinum,<\/em> Fran\u00e7ois Vouga dedica peculiar aten\u00e7\u00e3o \u00e0   constitui\u00e7\u00e3o do c\u00e2non e ao g\u00eanero epistolar das cartas paulinas. A carta aos   Romanos recebe uma aten\u00e7\u00e3o especial, e competente. Tratando a \u201cinten\u00e7\u00e3o   teol\u00f3gica\u201d, F. Vouga explica a quest\u00e3o do conhecimento natural de Deus em a   liga\u00e7\u00e3o com o estoicismo e sua vis\u00e3o do mundo e da sociedade (p. 222-224),   mas o peso est\u00e1 naturalmente na \u201crevela\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a de Deus\u201d (p. 224-230).   O autor explica bem a rela\u00e7\u00e3o Lei\/f\u00e9, com uma interessante ressalva quanta \u00e0   interpreta\u00e7\u00e3o luterana da Lei como \u201cm\u00e9rito\u201d (p. 227). A 1Cor \u00e9 tratada com a   mesma compet\u00eancia. Tratando da teologia, observa que \u201ca loucura da prega\u00e7\u00e3o   da cruz funda o mesmo universalismo que a justifica\u00e7\u00e3o pela f\u00e9\u201d (p. 252).   Vale tamb\u00e9m, sobretudo para nosso ambiente, a interpreta\u00e7\u00e3o \u201ccrist\u00f4noma\u201d da   liberdade (p. 252-253). \u00c9 percebida a rela\u00e7\u00e3o entre a proclama\u00e7\u00e3o   apocal\u00edptica e o tema da cria\u00e7\u00e3o em 1Cor 15, em torno da ressurrei\u00e7\u00e3o (p.   253-255). Nas p\u00e1ginas consagradas a G\u00e1latas destaca-se \u201ca Lei na ep\u00edstola aos   G\u00e1latas\u201d (p. 291-292). Tratando de Filipenses, Vouga parece apoiar a leitura   da carta como unidade (p. 303).<\/p>\n<p>As cartas deuteropaulinas s\u00e3o tratadas por   Andreas Dettwiler. Valoriza o car\u00e1ter muito paulino de Cl, chamando-a \u201ca   segunda presen\u00e7a de Paulo ap\u00f3s a morte do ap\u00f3stolo\u201d (segundo H. D. Betz; p.   339). Dedica aten\u00e7\u00e3o ao problema complexo da \u201cfilosofia\u201d colossense (p. 347),   pano de fundo para compreender a cristologia. Se Cl \u00e9 p\u00f3s-paulino, muito mais   Ef, que se inspirou daquela (p. 357). Diferentemente de Cl, o pano de fundo   parece ser a gnose (p. 368), mas n\u00e3o s\u00f3. O tema teol\u00f3gico central \u00e9 a Igreja   (p. 370).<\/p>\n<p>Yann Redali\u00e9 trata as cartas pastorais <em>sub capite uno<\/em>. A carta aos Hebreus \u00e9   introduzida por F. Vouga, dando indica\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas para temas como   Melquisedec, o sumo sacerd\u00f3cio escatol\u00f3gico e a met\u00e1fora do Templo.<\/p>\n<p>Na parte III, \u201ca tradi\u00e7\u00e3o joanina\u201d, o   evangelho e as cartas ficaram por conta de Jean Zumstein. Na quest\u00e3o do   evangelho joanino e os sin\u00f3pticos, acentua as diferen\u00e7as, apesar do g\u00eanero   liter\u00e1rio comum. Quanto \u00e0 estrutura, prop\u00f5e a divis\u00e3o em o livro dos sinais   (Jo 1\u201412, admitindo a invers\u00e3o dos caps. 4 e 5) e o livro da gl\u00f3ria (Jo   13\u201420), contando o cap. 21 como ap\u00eandice. Aponta tamb\u00e9m os ind\u00edcios do   complexo processo de composi\u00e7\u00e3o e o pano de fundo m\u00faltiplo, excluindo-se por\u00e9m   uma origem gn\u00f3stica. Ressalta a cristologia da encarna\u00e7\u00e3o e do enviado. Na   1Jo, Zumstein reconhece um processo de composi\u00e7\u00e3o a partir de temas diversos   da escola joanina, por\u00e9m unit\u00e1rio (p. 475-476). O contexto hist\u00f3rico n\u00e3o \u00e9 o   mesmo que o do evangelho; enquanto este se defronta com a quest\u00e3o da   sinagoga, o da carta \u2014 posterior ao evangelho \u2014 \u00e9 o da crise interna na   igreja joanina, talvez no contexto de um emergente gnosticismo (p. 482-483).<\/p>\n<p>O Apocalipse \u00e9 tratado por \u00c9lian   Cuvellier. Divide o Ap em tr\u00eas partes: as cartas \u00e0s igrejas (Ap 1\u20143) e duas   s\u00e9ries de vis\u00f5es (4\u201411 e 12\u201422). Com raz\u00e3o ressalta a <em>Wirkungsgeschichte<\/em> (hist\u00f3ria dos efeitos) como campo importante   na pesquisa em torno do Ap (p. 511).<\/p>\n<p>A quarta parte apresenta as ep\u00edstolas   cat\u00f3licas (menos as joaninas). A carta de Tiago \u00e9 tratada por F. Vouga, cujo   amplo coment\u00e1rio de 1984 j\u00e1 foi publicado pela Ed. Loyola (<em>A Carta de Tiago<\/em>, 1996). Como temas   teol\u00f3gicos aborda a quest\u00e3o de f\u00e9 e obras em Tiago e Paulo e o cristianismo   dos pobres. As ep\u00edstolas de Pedro e de Judas s\u00e3o tratadas por Jacques   Schlosser, que tamb\u00e9m compara devidamente a 2Pd com Jd.<\/p>\n<p>A quinta parte, a \u201chist\u00f3ria do c\u00e2non\u201d, \u00e9   elaborada por Jean-Daniel Kaestli. O tratamento \u00e9 muito equilibrada. Valoriza   o peso relativo do documento de Muratori e dos testemunhos de Papias, bem   como a quest\u00e3o de Marci\u00e3o.<\/p>\n<p>A \u00faltima parte \u00e9 da m\u00e3o de Roselyne   Dupont-Roc e trata de maneira clara e competente da cr\u00edtica textual, o que   certamente ser\u00e1 uma boa ajuda para explicar aos alunos esta quest\u00e3o   aparentemente \u201cin\u00fatil para a santidade\u201d, mas fundamental para o estudo!<\/p>\n<p>No fim h\u00e1 um gloss\u00e1rio e um \u00edndice de   nomes e termos. A bibliografia, bastante internacional, atualizada na 3\u00aaa ed.   francesa de 2004 (p. 12), foi retomada tal qual, sem complementa\u00e7\u00e3o   brasileira ou latino-americana.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>Pref\u00e1cio<\/p>\n<p>Parte 1:A tradi\u00e7\u00e3o sin\u00f3tica e os Atos dos   Ap\u00f3stolos<\/p>\n<p>Parte 2: A literatura paulina<\/p>\n<p>2.1: As ep\u00edstolas de Paulo<\/p>\n<p>2.2: As ep\u00edstolas deuteropaulinas<\/p>\n<p>2.3:   As ep\u00edstolas pastorais<\/p>\n<p>2.4:   Hebreus<\/p>\n<p>Parte 3: A tradi\u00e7\u00e3o joanina<\/p>\n<p>Parte   4: As ep\u00edstolas cat\u00f3licas<\/p>\n<p>Parte 5: A hist\u00f3ria do c\u00e2non<\/p>\n<p>Parte 6: A cr\u00edtica textual<\/p>\n<p>Gloss\u00e1rio<\/p>\n<p>Indice de nomes e temas<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>As \u00faltimas obras   cong\u00eaneres s\u00e3o a obra cl\u00e1ssica de W.G. K\u00fcmmel (<em>Introdu\u00e7\u00e3o ao Novo Testamento<\/em>. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 1982) e   a introdu\u00e7\u00e3o mais recente de R.E. Brown (<em><a href=\"http:\/\/www.paulinas.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Introdu\u00e7\u00e3o ao Novo Testamento<\/a><\/em>. S\u00e3o   Paulo: Paulinas, 2004). Uma obra mais recente fazia falta, sobretudo por ser   escrita na \u00f3ptica da narratividade e da ret\u00f3rica, e n\u00e3o tanto na \u00f3ptica   liter\u00e1rio-hist\u00f3rica, embora esta tamb\u00e9m seja devidamente contemplada. Tamb\u00e9m   o car\u00e1ter ecum\u00eanico \u00e9 louv\u00e1vel.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese\/    institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe.<\/strong><strong> Johan   Konings<\/strong> SJ \u2013 FAJE- Arquidiocese de Belo Horizonte MG<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>HAWTHORNE,   Gerald F.; MARTIN, Ralph P.; REID, Daniel G. (Orgs.). <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Dicion\u00e1rio de   Paulo e de suas cartas<\/span><\/em><\/strong>. S\u00e3o Paulo: Loyola\/Paulus\/Vida Nova, 2008.   XXV + 1285 p.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> :<\/strong><\/p>\n<p>A iniciativa desta   obra, publicada pela primeira vez em 1994, foi tomada por Gerald F.   Hawthorne, professor de Novo Testamento do Weaton College (Weaton, Illinois,   USA), e por Ralph P. Martin, professor de estudos b\u00edblicos na Universidade   Sheffield, inglaterra. Al\u00e9m do co-organizador Daniel S. Reid, o elenco de   colaboradores (ecum\u00eanico, mas exclusivamente protestante) menciona grandes   nomes dos estudos paulinos, como G.R. Beasley-Murray, James D. G. Dunn, Earle   E. Ellis, Larry W. Hurtado, Leon Morris, Ben Witherington etc.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>O dicion\u00e1rio quer   sistematizar os temas da teologia paulina a partir das cartas, contemplando   os Atos dos Ap\u00f3stolos s\u00f3 lateralmente.<\/p>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil fazer a   sinopse de um dicion\u00e1rio. S\u00e3o 213 verbetes (de qualidade variada). Os   verbetes se completam mutuamente, o que \u00e9 facilitado pelo fato de que muitos   verbetes trazem no fim uma remissiva para outros verbetes. Alguns verbetes   merecem especial aten\u00e7\u00e3o. \u201cO Antigo Testamento em Paulo\u201d (Mois\u00e9s Silva)   distingue as cita\u00e7\u00f5es que Paulo faz do texto hebraico e do texto grego. Earle   E. Ellis, em \u201cColaboradores, Paulo e seus\u201d, identifca nada menos que 38   pessoas de diversas origens e profiss\u00f5es, o que ajuda para ter uma id\u00e9ia mais   concreta do amigo desses amigos, o pr\u00f3prio Paulo. F.F. Bruce trata da \u201cPaulo   nos Atos e nas Cartas\u201d, um problema que sempre suscitar\u00e1 o interesse de quem   se dedica a estudar Paulo. Importante \u00e9 o verbete \u201cJustifica\u00e7\u00e3o pela f\u00e9\u201d,   tratado por Alistar E. MacGrath, que deve ser completado por um outro   verbete, \u201cJusti\u00e7a, justi\u00e7a de Deus\u201d, da m\u00e3o de J.M.G. Barclay, para se ter   uma id\u00e9ia abrangente desta quest\u00e3o que \u00e9 tradicionalmente central na abordagem   protestante da teologia paulina, embora nestes \u00faltimos anos a centralidade   deste tema est\u00e1 sendo questionada. Outro grupo de verbetes que se completam   mutuamente diz respeito \u00e0 antropologia paulina (que n\u00e3o tem verbete proprio):   \u201cPsicologia\u201d, \u201cCora\u00e7\u00e3o\u201d, \u201cCorpo\u201d, \u201cNatureza nova e natureza velha\u201d,   \u201cPecado\u201d&#8230; mas faltem verbetes dedicados a termos chaves de Paulo como sejam   \u201ccora\u00e7\u00e3o\u201d, \u201calma\u201d, \u201cvida\u201d, \u201cesp\u00edrito\u201d (humano). Outro grupo ainda surge em   torno do verbete \u201cLei\u201d (F. Thielmann), a ser completado com \u201cObras da Lei\u201d   (T.R. Schreiner) e \u201cRomanos, Carta aos\u201d (James D.G. Dunn). H\u00e1 ainda verbetes   sobre \u201cHomem e Mulher\u201d, sobre \u201cCronologia\u201d, sobre as diversas viagens de   Paulo etc. O importante no uso do dicion\u00e1rio \u00e9 consider\u00e1-lo como uma porta de   entrada, n\u00e3o como a palavra dfeinitiva sobre os assuntos apresentados. As   inevit\u00e1veis lacunas do dicion\u00e1rio podem ser supridas com obras mais completas   e sistem\u00e1ticas como a de James D.G. Dunn, <em>A   Teologia do Ap\u00f3stolo Paulo<\/em> (S\u00e3o Paulo: Paulus, 2003).<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>213   verbetes<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o havendo outra   cong\u00eanere, esta obra \u00e9 indispens\u00e1vel para todas as pessoas que lidam com   estudos paulinos, especialmente no ensino de religi\u00e3o ou de teologia, bem como   para os p\u00e1rocos na hora de preparar a homilia. A data j\u00e1 um tanto remota da   primeira publica\u00e7\u00e3o (1994) n\u00e3o impede que sirva de modo ex\u00edmio para atualizar   os conhecimentos nesta mat\u00e9ria<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese\/    institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Johan Konings<\/strong> SJ   &#8211; FAJE, Belo Horizonte, MG.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>Perrot,   Charles; Souletie, Jean-Louis; Th\u00e9venot, Xavier. <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Os milagres<\/span><\/em><\/strong>. S\u00e3o Paulo:   Loyola, 2009. 194p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> :<\/strong><\/p>\n<p>Equipe   pluridisciplinar de tr\u00eas reconhecidos autores cat\u00f3licos no cmapo da exegese,   da moral e da catequese.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>\u201cPara uns, os   milagres significam a express\u00e3o de uma humanidade pr\u00e9-cient\u00edfica, outros n\u00e3o   acreditam mais em ligares e para outros, cada evento que sai do ordin\u00e1rio \u00e9   visto como um milagre. Muitos n\u00e3o falam mais em milagres, mas adoram   experi\u00eancias esot\u00e9ricas pelas quais tentam prevere o futuro ou entrar em   contato com o al\u00e9m. Em nossa cultura coexistem paradoxalmente uma suspeita   dissimulada com rela\u00e7\u00e3o aos fen\u00f4menos extraordin\u00e1rios e o despertar do   interesse pelo parnormal, o esot\u00e9rico e o irracional. Vivemos em um mundo   desencantado dos deuses de outrora, mas um mundo que o ser humano n\u00e3o deixa   de encantar por meio de novas divindades: esoterismo, adivinha\u00e7ao, recurso ao   irracional de todo tipo.<\/p>\n<p>\u201cO que fazer, ent\u00e3o,   com os milagres hoje? Como apreciar o seu conte\u00fado teol\u00f3gico? A qual   discernimento somos chamados? Que implica\u00e7\u00f5es    pastorais h\u00e1 com esta quest\u00e3o dos milagres.<\/p>\n<p>\u201cEscrita por   especialistas renomados da exegese b\u00edblica e da teologia moral, esta obra   aborda as multiplas quest\u00f5es levantadas pelos milagres: os pressupostos   hist\u00f3ricos e culturais; sua originalidade no Novo testamento, situando-os no   contexto hel\u00eanico e judeu do primeiro s\u00e9culo de nossa era, a fim de melhor   compreender a l\u00edngua, os g\u00eaneros liter\u00e1rios presentes nesses relatos ; a   dimeens\u00e3o terap\u00eautica da a\u00e7\u00e3o crist\u00e3 na f\u00e9 ou a rla\u00e7\u00e3o da f\u00e9 crist\u00e3 com suas   repercuss\u00f5es sobre o coropo e o esp\u00edrrito, com suas curas psicossom\u00e1ticas e o   discernimento dos milagres; por fim, refelx\u00f5es sobre o sentido e a fun\u00e7\u00e3o do   milagre. Respondendo \u00e0 interpela\u00e7\u00f5es mais radicais de hoje, este livro possibilita   descobrir a riqueza da significa\u00e7\u00e3o dos milagres.\u201d (Capa)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>1.    A   f\u00e9 nos milagres<\/p>\n<p>2.    Os   milagres no s\u00e9culo I<\/p>\n<p>3.    A   linguagem dos milagres<\/p>\n<p>4.    As   teologias do milagre<\/p>\n<p>5.    Historicidade   dos milagres evang\u00e9licos<\/p>\n<p>6.    O milagre e as curas<\/p>\n<p>7.    O   milagre hoje<\/p>\n<p>Conclus\u00e3o:   A Igreja que realiza milagres<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>O livro trata com   muito bom senso e delicadeza a quest\u00e3o do milagres, muito atual. \u00c9 muito   did\u00e1tico e graficamente atraente (destaques sombreados, esquemas, cartuns),   os termos cient\u00edficos s\u00e3o bem explicados. H\u00e1 muitas refer\u00eancias \u00e0 atualidade,   \u00e0s ci\u00eancias tais como apresentadas em revistas de divulga\u00e7\u00e3o etc. A abordagem   pluridisciplinar \u00e9 muito esclarecedora para a pastoral.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese\/    institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Johan Konings<\/strong> SJ \u2013 FAJE,   Arquidiocese de Belo Horizonte, MG<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>CASALEGNO, Alberto. <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Para que contemplem a minha   gl\u00f3ria. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 teologia do Evangelho de Jo\u00e3o<\/span><\/em><\/strong>. S\u00e3o Paulo:   Loyola, 2009, 414p.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> :<\/strong><\/p>\n<p>Alberto   Casalegno, padre jesu\u00edta, \u00e9 professor de exegese do NT em N\u00e1poles e professor   visitante no Brasil.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>Mostrando grande erudi\u00e7\u00e3o e prud\u00eancia,   evita as teorias radicais e concentra toda a aten\u00e7\u00e3o nos ind\u00edcios vis\u00edveis no   pr\u00f3prio texto do evangelho. Ajuda muito para ler o quarto evangelho com   simplicidade p\u00f3s-cr\u00edtica.<\/p>\n<p>A obra come\u00e7a com as tradicionais quest\u00f5es   introdut\u00f3rias: conte\u00fado geral, coordenadas fundamentais para a an\u00e1lise, Jo\u00e3o   e os sin\u00f3pticos, organiza\u00e7\u00e3o do texto do evangelho, processo de forma\u00e7\u00e3o,   autoria. Depois, passa para as \u201cperspectivas teol\u00f3gicas\u201d: a releitura da   mem\u00f3ria de Jesus \u00e0 luz da P\u00e1scoa, o Esp\u00edrito, o processo contra a   incredulidade do \u201cmundo\u201d, a din\u00e2mica que leva do testemunho (a come\u00e7ar por   Jo\u00e3o Batista) \u00e0 f\u00e9, as grandes linhas cristol\u00f3gicas, a gl\u00f3ria, enaltecimento   e \u201chora\u201d de Jesus, simbolismo e sinais, apresenta\u00e7\u00e3o pormenorizada dos sinais   do vinho, do p\u00e3o, do cego, de L\u00e1zaro, a comunidade joanina, os temas do crer   e do amar. Tudo isso em dezenove breves li\u00e7\u00f5es, correspondendo ao ritmo de um   cl\u00e1ssico curso para alunos de teologia ou outros interessados num estudo do   evangelho em n\u00edvel universit\u00e1rio.    N\u00edvel universit\u00e1rio europeu, supondo certa pr\u00e1tica da l\u00edngua grega   b\u00edblica, por\u00e9m n\u00e3o ao ponto de se tornar inacess\u00edvel para o p\u00fablico   brasileiro, j\u00e1 que as aulas ministradas no instituto regional de Forma\u00e7\u00e3o   Presbiteral em Bel\u00e9m do Par\u00e1 serviram para a elabora\u00e7\u00e3o da obra. No fim   aparecem os \u00edndices de cita\u00e7\u00f5es e autores, bem como o \u00edndice anal\u00edtico,   tornando a obra ainda mais pr\u00e1tica, de modo que possa ser consultada como   coment\u00e1rio ao evangelho.<\/p>\n<p>Mencionamos ainda que leva bastante em   considera\u00e7\u00e3o as ra\u00edzes judaicas e a exegese patr\u00edstica, o que vem enriquecer   consideravelmente as leituras vigentes, por vezes demasiadamente   condicionadas pela cr\u00edtica dos s\u00e9culos XIX e XX. Mas tamb\u00e9m esta, o autor a   conhece bem, especialmente a obra de R. Bultmann, \u00e0 qual ele remete com   not\u00e1vel bom senso.  J. Konings<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>Pref\u00e1cio<strong> <\/strong><\/p>\n<p>1.    Qaudro sint\u00e9tico<\/p>\n<p>2.    Coordenadas   fundamentais do evangelho<\/p>\n<p>3.    Jo\u00e3o   e os sin\u00f3pticos<\/p>\n<p>4.    A   organiza\u00e7\u00e3o do texto<\/p>\n<p>5.    Processo de forma\u00e7\u00e3o do evangelho<\/p>\n<p>6.    Problema   do autor<\/p>\n<p>7.    leitura   retrospectiva \u00e0 luz da p\u00e1scoa<\/p>\n<p>8.    O   Esp\u00edrito<\/p>\n<p>9.     Processo   contra a incredulidade<\/p>\n<p>10.   Do   testemunho \u00e0 profiss\u00e3o de f\u00e9<\/p>\n<p>11.   As   grandes linhas cristol\u00f3gicas<\/p>\n<p>12.   Gl\u00f3ria,   enaltecimento, hora<\/p>\n<p>13.   S\u00edmbolos   e sinais<\/p>\n<p>14.   O sinal de Can\u00e1<\/p>\n<p>15.   O   sinal dos p\u00e3es<\/p>\n<p>16.   A   cura do cego de nascen\u00e7a<\/p>\n<p>17.   A   ressurrei\u00e7\u00e3o de L\u00e1zaro<\/p>\n<p>18.   A   comunidade joanina<\/p>\n<p>19.   Crer<\/p>\n<p>20.   Amar<\/p>\n<p>21.   Conclus\u00e3o<\/p>\n<p>Bibliografia   e \u00edndices de autores, textos e anal\u00edtico<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9 referencial   ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>Coment\u00e1rio   completo do quarto evangelho com especial aten\u00e7\u00e3o pelos temas teol\u00f3gicos, com   conhecimento atualizado e ju\u00edzo ponderado. Muito did\u00e1tico.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese\/    institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Johan Konings <\/strong>SJ   &#8211;    FAJE &#8211; Belo Horizonte MG<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>ZEILINGER, Franz. <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Entre   o c\u00e9u e a terra: coment\u00e1rio ao Serm\u00e3o da Montanha<\/span><\/em><\/strong> (Mt 5-7). S\u00e3o   Paulo SP; Paulinas, 2008. 327p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> :<\/strong><\/p>\n<p>Franz Zeilinger \u00e9   desde muitos anos professor de estudo b\u00edblico neotestament\u00e1rios na   Universidade de Graz (\u00c1ustria). Seu livro mais recente \u00e9 sobre a f\u00e9 b\u00edblica   na ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>Esta obra, publicada   em alem\u00e3o em 2002, desdobra de maneira muito clara a tem\u00e1tica relacionada com   o Serm\u00e3o da Montanha segundo Mateus 5-7, n\u00e3o negligenciando um olhar lateral   para o Serm\u00e3o da Plan\u00edcie em Lc 6,17-49. O autor procura tenar o Serm\u00e3o da   Montanha (SM) acess\u00edvel a quem procura Deus e o sentido profundo da vida.<\/p>\n<p>Nas quest\u00f5es pr\u00e9vias   (cap. 1), trata-se da situa\u00e7\u00e3o do evangelho de Mt, dirigido principalmente a   uma comunidade de judeu-crist\u00e3os (os da \u201cSiria\u201d, mencionada em Mt 4,24),   contudo, integrado \u00e0s comunidades de gentio-crist\u00e3os, depois da destrui\u00e7\u00e3o do   Templo em 70 d.C. Os judeu-crist\u00e3os buscam um caminho entre a Tor\u00e1 e o   evangelho. Depois, o A. situa o SM em rela\u00e7\u00e3o aos cinco discursos de Jesus em   Mt e analisa-lhe a estrutura, a ret\u00f3rica, as fontes liter\u00e1rias.<\/p>\n<p>A partir do cap. 2   encontramos o coment\u00e1rio ao SM propriamente, bem organizado e regularmente   retomado em resumos parciais.<\/p>\n<p>A introdu\u00e7\u00e3o (5,1-2),   o pr\u00f3logo (as Bem-Aventuran\u00e7as, 5,3-12) e a abertura (Mt 5,1-20) s\u00e3o tratados   no cap. 2. (os \u201cpobres em esp\u00edrito\u201d s\u00e3o os materialmente pobres, mas com o   esp\u00edrito tocado por Deus).<\/p>\n<p>O cap. 3  comenta os tema da \u201cJusti\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s   pessoas\u201d (Mt 5,21-48). Com raz\u00e3o o A. observa que n\u00e3o se trata de \u201cant\u00edteses\u201d   \u00e0 antiga justi\u00e7a, mas de um \u201cexcedente de justi\u00e7a\u201d (cf. Mt 5,20).<\/p>\n<p>No cap. 4 (\u201cJusti\u00e7a   perante Deus\u201d) s\u00e3o tratadas as boas obras de esmola, ora\u00e7\u00e3o e jejum (Mt   6,1-18), organizados de tal modo que a ora\u00e7\u00e3o ocupa o lugar central e, no   centro deste, aparece o Pai-Nosso, centro do SM.<\/p>\n<p>O cap. 5 comenta a   \u201cJusti\u00e7a no dia-a-dia\u201d (Mt 6,19-7,12). Toda essa sec\u00e7\u00e3o, aparentemente de   pouca unidade, seria um desenvolvimento provocado pelo Pai-Nosso (cf. G.   Bornkamm).<\/p>\n<p>A \u00faltima parte do SM   (Mt 7,13-27) \u00e9 tratada no cap. 6 sob o t\u00edtulo de \u201cdiscurso conclusivo\u201d, uma <em>peroratio<\/em>. De fato, constitui um   conjunto muito bem constru\u00eddo e adequado para encerrar o ensinamento.<\/p>\n<p>O cap. 8 ultrapassa   os limites o SM popriamente e considera algumas \u201cQuest\u00f5es e problemas\u201d   relacionados em primeiro lugar a Mt 7,28-8,1. Ressalta a \u201cautoridade\u201d da fala   de Jesus (para n\u00e3o amansar o SM). A partir da\u00ed esbo\u00e7a umas atualiza\u00e7\u00f5es para   nossa situa\u00e7\u00e3o atual para fora (sociedade, Igreja) e para dentro (vida   interior). As \u00faltimas p\u00e1ginas s\u00e3o dedicadas \u00e0 quest\u00e3o do objetivo do discurso   e ao mandamento do amor.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>1.      Quest\u00f5es pr\u00e9vias<\/p>\n<p>2.      Introdu\u00e7\u00e3o, pr\u00f3logo, abertura (Mt 5,3-20)<\/p>\n<p>3.      Justi\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas (Mt 5,21-48)<\/p>\n<p>4.      Justi\u00e7a perante Deus (Mt 6,1-18)<\/p>\n<p>5.      Justi\u00e7a no dia-a-dia (Mt 6,19-7,12)<\/p>\n<p>6.      O \u201cdiscurso conclusivo\u201d (Mt 7,13-27)<\/p>\n<p>7.      Quest\u00f5es e problemas (Mt 7,28-8,1)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos   anos n\u00e3o foi publicada, no Brasil, uma obra espec\u00edfica sobre o Serm\u00e3o da   Montanha segundo Mateus, mat\u00e9ria obrigat\u00f3ria para qualquer curso de Teologia   B\u00edblica. A obra \u00e9 de boa qualidade, usa um m\u00e9todo cl\u00e1ssico combinando dados   diacr\u00f4nicas com a an\u00e1lise sincr\u00f4nica; e \u00e9 bem atualizada, provida de boa   bibliografia (infelizmente muito germ\u00e2nica) e de um \u00edndice de cita\u00e7\u00f5es b\u00edblicas,   muito \u00fatil numa obra que procura ler o Novo Testamento sobre o pano de fundo   do Antigo.  Assim, o livro torna-se um   instrumento indispens\u00e1vel para quem quer trabalhar o SM com seriedade.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese\/    institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Johan Konings<\/strong> SJ  &#8211; FAJE, Belo Horizonte, MG<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obra indicada: Teologia do Novo Testamento; SCHNELLE, Udo; Academia Crist\u00e3 \u2013 Paulus (co-edi\u00e7\u00e3o), Santo Andr\u00e9 &#8211; SP, 2010, 1111 p. Autor (breve apresenta\u00e7\u00e3o): Udo Schnelle \u00e9 professor de Novo Testamento na Martin-Luther-Universit\u00e4t, Halle-Wittenberg; autor de v\u00e1rias e importantes obras, bem como de muitos artigos. J\u00e1 temos outras obras deste autor traduzidas para o portugu\u00eas: A &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/biblia-novo-testamento\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">B\u00edblia Novo Testamento<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[758],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/12490"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=12490"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/12490\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=12490"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=12490"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=12490"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}