{"id":12520,"date":"2010-11-11T00:00:00","date_gmt":"2010-11-11T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/bioetica\/"},"modified":"2010-11-11T00:00:00","modified_gmt":"2010-11-11T02:00:00","slug":"bioetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/bioetica\/","title":{"rendered":"Bio\u00e9tica"},"content":{"rendered":"<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>MOSER, A. <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Biotecnologia   e bio\u00e9tica: para onde vamos?<\/span><\/em><\/strong> S\u00e3o Paulo SP: Vozes, 4\u00aa. Ed. 2008.   418p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> :<\/strong><\/p>\n<p>Mestre e   Doutor em Teologia, com especializa\u00e7\u00e3o em Moral. Diretor Presidente da   Editora Vozes. Franciscano, autor de 25 livros, in\u00fameros artigos. Aborda   sobretudo a \u00e1rea de Bio\u00e9tica, mas tamb\u00e9m pastoral familiar, sexualidade e   pecado. D\u00e1 muitos cursos para v\u00e1rios segmentos da sociedade. Mant\u00e9m programa   televisivo semanal de 1 hora na TV Can\u00e7\u00e3o Nova, sobre quest\u00f5es da atualidade.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>No contexto de uma realidade nova e que ocupa um   largo espa\u00e7o na m\u00edda e provoca debates acalorados em certos setores da   sociedade, esse \u00e9 sem d\u00favida um livro relevante, pelo fato de organizar a   problem\u00e1tica, fazendo perceber onde se encontram os problemas, iluminando as   quest\u00f5es teologicamente e ofercendo pistas para um s\u00f3lido posicionamento   \u00e9tico. Sua primeira preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 a de esclarecer as palavras chave:   biotecnologia, biogen\u00e9tica, mostrando a complexidade das novas e empolgantes   realidades. Outra preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 a de ressaltar desde o in\u00edcio que estamos   vivendo numa era sem precedentes na hist\u00f3ria da humanidade, com inequ\u00edvocas   conquistas, seja na linha dos conhecimentos, seja na linha das tecnologias.<\/p>\n<p>Claro que tudo isso exige ao mesmo tempo   conhecimentos, mas sobretudo lucidez para saber colocar-se diante dessas   quest\u00f5es carregadas de expectativas e ao mesmo tempo de grandes ilus\u00f5es. Da\u00ed   a preocupa\u00e7\u00e3o do autor em oferecer chaves de leitura apropriadas. A primeira   delas se concentra na palavra\u00a0   \u201emanipula\u00e7\u00e3o\u201c. Justamente porque fascinante e portadora de esperan\u00e7as   de cunho terap\u00eautico, a manipula\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica pode se transformar numa fonte   de ilus\u00f5es, nem sempre desviculadas de interesses de ordem ideol\u00f3gica e at\u00e9   mesmo financeira.<\/p>\n<p>Por outro lado, o A. se preocupa em mostrar que   a partir de uma adequada leitura teol\u00f3gica da Cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o devemos assumir   simplesmente uma atitude de desconfian\u00e7a. Afinal, Deus confiou aos seres   humanos a administra\u00e7\u00e3o de todas as coisas, inclusive sobre seu pr\u00f3prio   corpo. O que Deus exige \u00e9 apenas que essa administra\u00e7\u00e3o seja s\u00e1bia. Isso   significa que sempre nos perguntemos pelo sentido de tudo o que existe e   nunca nos esque\u00e7amos de que n\u00e3o somos os primeiros seres humanos   inteligentes. Ou seja: ao mesmo tempo que somos convidados a sermos ousados,   na busca de um aprimoramento dos seres vivos, n\u00e3o podemos esquecer que somos   portadores de um patrim\u00f4nio que n\u00e3o pode ser relegado a um segundo plano, sob   pena de perdermos a identidade profunda das coisas, mormente do seres   humanos.<\/p>\n<p>Ainda que ao longo de cada um dos dez cap\u00edtulos   o A. nunca deixe de pontualizar o prisma \u00e9tico, \u00e9 sobretudo nos \u00faltimos\u00a0 tr\u00eas cap\u00edtulos que ele se concentra na   reflex\u00e3o \u00e9tica. Deixa claro que a palavra Bio\u00e9tica tamb\u00e9m \u00e9 carregada de   ambiguidade, uma vez que vem conjuga de muitas maneiras diferentes e por concep\u00e7\u00f5es   antropol\u00f3gicas diferentes. Deixa claro igualmente que justamente atrav\u00e9s da   Bio\u00e9tica devemos buscar todos juntos aquele bom senso indispens\u00e1vel para n\u00e3o   perdermos nossa identidade e sermos capazes de respetar a identidade profunda   de todas as criaturas. Insiste fortemente sobre a necessidade do cultivo de   uma consci\u00eancia cr\u00edtica, que deve conjugar-se ao mesmo tempo com o cultivo da   virtude da admira\u00e7\u00e3o diante de tantas maravilhas e uma vis\u00e3o de conjugo. Ou   seja: ao mesmo tempo em que prega o di\u00e1logo com as v\u00e1rias correntes \u00e9ticas,   mostra que a f\u00e9 tem um aporte indispens\u00e1vel para que se possa evitar todo   tipo de reducionismo e materialismo. O bom senso pede aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o somente \u00e0   dimens\u00e3o gen\u00e9tica, mas a todas as dimens\u00f5es que caracterizam o humano, sem   esquecer as dimens\u00f5es afetiva e espiritual.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>1. Biotecnologia:   a grande virada hist\u00f3rica<\/p>\n<p>2. Biogen\u00e9tica:   uma hist\u00f3ria de conquistas<\/p>\n<p>3. Uma pequena   radiografia das conquistas<\/p>\n<p>4. Transmiss\u00e3o   da vida em laborat\u00f3rio<\/p>\n<p>5. Manipula\u00e7\u00e3o   como chave de leitura<\/p>\n<p>6. Diagnosticando   doen\u00e7as e buscando cura definitiva<\/p>\n<p>7. Buscando   luzes na Teologia da Cria\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>8. Bio\u00e9tica:   uma miss\u00e3o e muitas tend\u00eancias<\/p>\n<p>9. Na busca de   matrizes operacionais<\/p>\n<p>10. Aprendendo   a conviver com o diferente<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>Nesse campo   existe muita confus\u00e3o. A maioria das pessoas n\u00e3o tem no\u00e7\u00e3o adequada da   profundidade das quest\u00f5es e h\u00e1 um verdadeiro bombardeamento de informa\u00e7\u00f5es e   posi\u00e7\u00f5es contradit\u00f3rias. Essa obra consegue colocar ordem nesse caos de informa\u00e7\u00f5es   e posi\u00e7\u00f5es, oferecendo, de maneira l\u00f3gica e progressiva os elementos mais   fundamentais tanto para a compreens\u00e3o da realidade nova, quando do   posicionamento verdadeiramente \u00e9tico. A obra se caracteriza pela   profundidade, pela serenidade e pelo equil\u00edbrio. Al\u00e9m disso, ainda que se   trate de assuntos complexos por sua pr\u00f3pria natureza, consegue conduzir as   quest\u00f5es de maneira que tanto o especialista, quanto a pessoa que pouco   conhece, sentem-se bem..<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es :<\/strong><\/p>\n<p><strong>Frei Ant\u00f4nio Moser, OFM<\/strong>, Instituto   Teol\u00f3gico Franciscano \u2013 Petr\u00f3polis \u2013 RJ.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p><em>DE BARCHIFONTAINE, Christian de Paul; ZOBOLI, Elma Lourdes Campos   Pavone (org).<\/em><strong> <em><span style=\"text-decoration: underline\">Bio\u00e9tica, vulnerabilidade e sa\u00fade<\/span>.<\/em> <\/strong>Petr\u00f3polis, RJ; Vozes, 2009. 387p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve   apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> :<\/strong><\/p>\n<p>Ele \u00e9 Mestre em Administra\u00e7\u00e3o Hospitalar e da Sa\u00fade. Professor no   Programa de Mestrado em Bio\u00e9tica e Reitor do Centro Universit\u00e1rio S\u00e3o Camilo,   SP. Ela \u00e9 Enfermeira, mestre em Bio\u00e9tica pela Universidade do Chile, e   Doutora em Sa\u00fade P\u00fablica pela Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da Universidade de   S\u00e3o Paulo.\u00c9 membro da Diretoria da Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Bio\u00e9tica.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>Esse livro \u00e9 constitu\u00eddo pelas apresenta\u00e7\u00f5es,   reflex\u00f5es e debates do IV Encontro Luso-Brasileiro de Bio\u00e9tica, II Forum   Brasileiro de Bio\u00e9tica e II Encontro Luso-brfasileiro de Enfermagem,   realizados entre 19 e 21 de setgembro de 2006 em S\u00e3o Paulo. Essa \u00e9 portanto   uma obra coletiva. E por isso mesmo apresenta uma ao menos apaarente   desvantagem: nem todas as colabora\u00e7\u00f5es t\u00eam a mesma qualidade. Por outro lado,   o fato de ser obra coletiva retrata melhor duas caracter\u00edsticas b\u00e1sicas da   Bio\u00e9tica, que s\u00e3o o di\u00e1logo e a pluralidade. Desta forma, que estuda esse   volume poder\u00e1 vislubrar um panorama mais real do que se pensa hoje em termos   de Bio\u00e9tica.<\/p>\n<p>Um segundo aspecto que deve ser destacado na   obra \u00e9 o fato de ela haver centrado todas as reflex\u00f5es em torno da   vulnerabilidade. E a partir da vulnerabilidade faz emergir uma s\u00e9rie de   outras preocupa\u00e7\u00f5es de cunho \u00e9tico referentes \u00e0 sa\u00fade: dignidade humana,   cuidado, direitos humanos, pol\u00edticas p\u00fablicas e assim por diante. Ademais, \u00e9   claro que a vulnerabilidade vai carregar consigo um forte apelo no sentido da   responsabilidade dos agentes de sa\u00fade, n\u00e3o s\u00f3 no que se refere \u00e0 compet\u00eancia,   mas tamb\u00e9m a necess\u00e1ria ternura.<\/p>\n<p>Por fim, cumpre destacar que, apesar do grande   n\u00famero de colaboradores, se percebe uma not\u00e1vel coer\u00eancia de fundo. Ou seja:   ainda que cada autor mantenha as caracter\u00edsticas pr\u00f3prias de sua compreens\u00e3o   da problem\u00e1tica, todos deixam transparecer uma mesma preocupa\u00e7\u00e3o de fundo:   revelar a voca\u00e7\u00e3o mais fundamental da Bio\u00e9tica, que \u00e9 a de \u201ecuidar\u201c dos que   mais necessitam do amparo n\u00e3o apenas das pessoas mais pr\u00f3ximas e   profissionais da \u00e1rea da sa\u00fade, mas tamb\u00e9rm toda a sociedade. Ou seja: o   verdadeiro cuidado demanda pol\u00edticas sociais que amparem os que se sentem em   maior necessidade. Concretamente isso significa imprimir novas coordenadas em   termos de administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e at\u00e9 da economia no seu todo.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes   principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>PARTE I: VULNERABILIDADE E BIO\u00c9TICA<\/p>\n<p>1. Ensaio sobre vulnerabilidade humana<\/p>\n<p>2. Sentidos da vulnerabilidade: caracter\u00edstica,   condi\u00e7\u00e3o e princ\u00edpio<\/p>\n<p>3. Bio\u00e9tica, Direitos Humanos e vulnerabilidade<\/p>\n<p>4. Vulnerabilidade e decis\u00e3o: tens\u00e3o no pacto m\u00e9dico<\/p>\n<p>5. Vulnerabilidade e cuidados<\/p>\n<p>6. Humaniza\u00e7\u00e3o: aspectos conceituais e hist\u00f3ricos da   enfermagem brasileira<\/p>\n<p>7. Vulnerabilidade e sa\u00fade: limnites e   potencialidades das pol\u00edticas p\u00fablicas<\/p>\n<p>PARTE II:   VULNERABILIDADE E SA\u00daDE<\/p>\n<p>8. Vuonerabilidade, Bio\u00e9tica e a\u00e7\u00e3o de Enfermagem em   sa\u00fade coletiva<\/p>\n<p>9. A mortalidade infantil em decorr\u00eancia da   vulnerabilidade<\/p>\n<p>10. A biopol\u00edtica da popula\u00e7\u00e3o e a experimenta\u00e7\u00e3o com   seres humanos: a prop\u00f3stio dos estudos de medicina tropical<\/p>\n<p>11. A promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e a bio\u00e9tica da prote\u00e7\u00e3o:? Os   desafios \u00e0 garantia do direito \u00e0 sa\u00fade<\/p>\n<p>12. An\u00e1lise comparativa da vulnerabilidade dos   usu\u00e1rios e dos consumidores de servi\u00e7oes p\u00fablicos e privados de assist\u00eancia   m\u00e9dica<\/p>\n<p>13. An\u00e1lise dos requisitos jur\u00eddicos que fundamentam   a posi\u00e7\u00e3o do Brasil para a quebra de patentes de medicamentos para a Aids<\/p>\n<p>14. A humaniza\u00e7\u00e3o na sa\u00fade: estrat\u00e9gia de marketing?   A vis\u00e3o do bioeticista<\/p>\n<p>15. A humaniza\u00e7\u00e3o na sa\u00fade: estrat\u00e9gia de marketing?   A vis\u00e3o do enfermeiro<\/p>\n<p>16. A inser\u00e7\u00e3o da Equjip\u00e7e do PSF na comunidade   atendida: o paradigma da d\u00e1diva de Marcel Mauss como refer\u00eancia de   compreens\u00e3o<\/p>\n<p>17. A percep\u00e7\u00e3o do usuj\u00e1rio do programa de sa\u00fade da   fam\u00edlia sobrfe a privacidade e a confidencialidade das informa\u00e7\u00f5es reveladas   ao agente comunit\u00e1rio de sa\u00fade<\/p>\n<p>18. A vulnerabilidade na pr\u00e1tica cl\u00ednica da sa\u00fade da   crin\u00e7a<\/p>\n<p>19. O cuidado e a \u00c9tica na rlea\u00e7\u00e3o com a crian\u00e7a em   institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade<\/p>\n<p>20. aVulnerabilidade dos profissionais de sa\u00fade no   processo de doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os para transplantes<\/p>\n<p>21. Amp\u00e7aro bio\u00e9tico da vulnerabilidade do doador<\/p>\n<p>22. Bio\u00e9tica e vulnerabilidade do   transplantado<\/p>\n<p>23. Sobre os autores<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>Ao longo dos quase quarenta anos que a Bio\u00e9tica   vem tematizada, \u00e9 normal que aos poucos se tenha encontrado uma trilha,   sempre de novo retomada. Ou seja: ainda que cada autor tenha sua\u00a0 maneira pr\u00f3pria de abordar os problemas, \u00e9   comum a sensa\u00e7\u00e3o do \u201cj\u00e1 visto\u201d. Ora, quem l\u00ea essa obra, embora sinta estar   mergulhando no campo da Bio\u00e9tica, com o que sempre a caracterizou, a   preocupa\u00e7\u00e3o com a vida no sentido mais amplo e profundo da palavra, tem uma   sensa\u00e7\u00e3o de algo novo. Emerge problemas e aspectos apenas tocados de leve em   outras obras, ou por vezes at\u00e9 ignorados. Quem antes havia escrito   especificamente algo de mais sistem\u00e1tico sobre vulnerabilidade? \u00c9 por isso   mesmo que nos encontramos diante de uma obra relevante, pela originalidade e   pela amplitude dos temas abordados.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel   pelas informa\u00e7\u00f5es: <\/strong><\/p>\n<p><strong>Frei Ant\u00f4nio Moser, ofm<\/strong>,   Instituto Teol\u00f3gico Franciscano, Petr\u00f3polis, Rj<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p><em>BENTO, Luis Ant\u00f4nio. <strong><span style=\"text-decoration: underline\">Bio\u00e9tica. Desafios \u00e9ticos no debate   contempor\u00e2neo.<\/span><\/strong> S\u00e3o Paulo, SP. Paulinas, 2008, 462 <\/em>p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Atual assessor   da CNBB para assuntos de Pastoral Familiar e Bio\u00e9tica, vem participante   intensivamente de in\u00fameros eventos ligados \u00e0 toda essa complexa problem\u00e1tica.   A presente obra \u00e9 sua tese doutoral defendida no Alfonsianum de Roma, em   2005, garantindo-lhe o t\u00edtulo de Dr. Em Teologia Moral.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>1. Bio\u00e9tica como substantivo<\/p>\n<p>2. A necessidade de valorizar a \u00e9tica na   aplica\u00e7\u00e3o das novas t\u00e9cnicas<\/p>\n<p>3. N\u00e3o matar para n\u00e3o morrer<\/p>\n<p>4. O suic\u00eddio<\/p>\n<p>5. A leg\u00edtima defesa e a morte do agressor   injusto<\/p>\n<p>6. A p\u00e9na de morte<\/p>\n<p>7. A tortura f\u00edsica e moral<\/p>\n<p>8. O aborto<\/p>\n<p>9. A eutan\u00e1sia<\/p>\n<p>10. Resp\u00e7eito   \u00e0 vida humana e dignidade da procria\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>11. Sa\u00fade:   direito inalien\u00e1vel que confrere a dignidade do ser humano<\/p>\n<p>12. Bio\u00e9tica   dos transplantes e implantes de \u00f3rg\u00e3os<\/p>\n<p>13. A   homossexualidade<\/p>\n<p>14. Bibliografia e Anexos.<strong> <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>Trata-se de uma tese doutoral, e por isso mesmo   muito bem documentada. Mas a relev\u00e2ncia da obra aponta tamb\u00e9m para a escolha   dos temas, os mais encontrados no dia a dia dos desafios pastorais e na   maneira de abordar. A abordagem al\u00e9m de bem fundamentada, \u00e9 cautelosa. O   Autor sabe deslocar-se entre os meandros de uma realidade reconhecidamente   complexa. Ademais, o Autor teve a feliz id\u00e9ia de, al\u00e9m da bibliografia,   acrescentar como anexos 7 documentos de grande import\u00e2ncia para toda essa   problem\u00e1tica, pois neles se revela a verdadeira voca\u00e7\u00e3o da Bio\u00e9tica: defender   e promover a vida.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es: <\/strong><\/p>\n<p><strong>Frei Ant\u00f4nio Moser, ofm<\/strong> &#8211; Instituto   Teol\u00f3gico Franciscano, Petr\u00f3polis, Rj<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obra indicada: MOSER, A. Biotecnologia e bio\u00e9tica: para onde vamos? S\u00e3o Paulo SP: Vozes, 4\u00aa. Ed. 2008. 418p. Autor (breve apresenta\u00e7\u00e3o) : Mestre e Doutor em Teologia, com especializa\u00e7\u00e3o em Moral. Diretor Presidente da Editora Vozes. Franciscano, autor de 25 livros, in\u00fameros artigos. Aborda sobretudo a \u00e1rea de Bio\u00e9tica, mas tamb\u00e9m pastoral familiar, sexualidade e &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/bioetica\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">Bio\u00e9tica<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[758],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/12520"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=12520"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/12520\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=12520"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=12520"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=12520"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}