{"id":12529,"date":"2010-11-11T00:00:00","date_gmt":"2010-11-11T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/moral-social\/"},"modified":"2010-11-11T00:00:00","modified_gmt":"2010-11-11T02:00:00","slug":"moral-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/moral-social\/","title":{"rendered":"Moral Social"},"content":{"rendered":"<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>CNBB, <strong><span style=\"text-decoration: underline\">Por uma Reforma do Estado com Participa\u00e7\u00e3o Democr\u00e1tica<\/span><\/strong>, Documentos   da CNBB, n\u00famero 91, Brasilia-DF: Edi\u00e7\u00f5es CNBB 2010, 53p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> :<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>A Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do   Brasil (CNBB) \u00e9 a institui\u00e7\u00e3o permanente que congrega os Bispos da Igreja   cat\u00f3lica no Pa\u00eds, na qual, a exemplo dos Ap\u00f3stolos, conjuntamente e nos   limites do direito, eles exercem algumas fun\u00e7\u00f5es pastorais em favor de seus   fi\u00e9is e procuram dinamizar a pr\u00f3pria miss\u00e3o evangelizadora&#8230; Cabe \u00e0 CNBB   estudar assuntos de interesse comum, estimulando a a\u00e7\u00e3o concorde e a   solidariedade entre os Pastores e entre suas Igrejas.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>O governo \u00e9 para os governados, n\u00e3o o   contr\u00e1rio. N\u00e3o se pode entender o Estado como se ele fosse uma entidade acima   e fora dos cidad\u00e3os, e s\u00f3 pode limitar um cidad\u00e3o em prol do bem comum. Uma   aut\u00eantica democracia s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel num Estado de direito, baseado em uma   constitui\u00e7\u00e3o e numa ordem jur\u00eddica leg\u00edtima. Os cidad\u00e3os escolhem e exercem o   controle sobre as a\u00e7\u00f5es dos governantes mediante a cria\u00e7\u00e3o de estruturas de   participa\u00e7\u00e3o e co-responsabilidade (Jo\u00e3o Paulo II, Centesimus Annus, n.46).<\/p>\n<p>Por ocasi\u00e3o dos 50 anos da inaugura\u00e7\u00e3o   de Bras\u00edlia, a CNBB publicou o documento \u201ePor uma reforma do Estado com   participa\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica\u201c com objetivo de colocar em debate a necessidade de   criar uma sociedade efetivamente democr\u00e1tica e participativa. O documento nos   convida a construir um novo modelo de Estado, uma nova forma de viver a   Democracia com uma urgente Reforma Pol\u00edtica com participa\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n<p>No <span style=\"text-decoration: underline\">1\u00b0 cap\u00edtulo<\/span> se fala da crise   pol\u00edtica e democratiza\u00e7\u00e3o do estado. Se observa desconfian\u00e7a nos   Parlamentares, no Judiciario e no Executivo. O conceito do Estado Nacional \u00e9   diluido no contexto da globaliza\u00e7\u00e3o e do neoliberalismo. Nesse contexto da   fragiliza\u00e7\u00e3o do Estado-Na\u00e7\u00e3o se prop\u00f5e a reconstru\u00e7\u00e3o do Estado. No <span style=\"text-decoration: underline\">2\u00ba   cap\u00edtulo<\/span> se reflete sobre o Estado como constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Se faz um   retrospectiva a respeito da hist\u00f3ria do Estado em geral  e sobre o Estado Brasileiro. No <span style=\"text-decoration: underline\">3\u00ba   cap\u00edtulo<\/span> o documento da CNBB se aborda a sociedade em mudan\u00e7as que exige   novas estruturas. No\u00e3o se trata de por o fim do Estado, mas radicalizar a   democracia. No <span style=\"text-decoration: underline\">4\u00ba cap\u00edtulo<\/span> se sublinha a necessidade de encontrar   novas saidas. A busca de uma sociedade mais justa e fraterna exige mudan\u00e7as e   implica a participa\u00e7\u00e3o de todos. Precisa mudar o agente e as estruturas   pol\u00edticas. Exige-se a conduta \u00e9tica nas a\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. O conceito da   Democracia precisa ser ampliado pelo a de Democracia Participativa e do   Or\u00e7amento Participativo. No <span style=\"text-decoration: underline\">cap\u00edtulo 5\u00ba<\/span> se faz pistas para tomar os   passos pr\u00e1ticos na constru\u00e7\u00e3o de um Estado verdadeiramente democr\u00e1tico e   participativo. Para isso precisa rever o modelo econ\u00f4mico e o processo de   mercantiliza\u00e7\u00e3o da vida. Precisa ampliar as oportunidades de trabalho.   Torna-se necess\u00e1rio fortalecer as exig\u00eancias \u00e9ticas em defesa da vida e do   meio ambiente com a democratiza\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 terra e ao solo ubrano. O   Estado verdadeiramente democr\u00e1tico precisa democratizar a comunica\u00e7\u00e3o, a   informa\u00e7\u00e3o e realizar uma Reforma Pol\u00edtica com participa\u00e7\u00e3o popular. Segundo   o documento \u201ePor uma reforma do Estado com participa\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica\u201c a   verdadeira Reforma do Estado visa a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade efetivamente   democr\u00e1tica e participativa.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes   principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>APRESENTA<\/strong><strong>\u00c7\u00c3O<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>INTRODU<\/strong><strong>\u00c7\u00c3O<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>I. CRISE POL<\/strong><strong>\u00cdTICA E   DEMOCRATIZA\u00c7\u00c3O DO ESTADO<\/strong><\/p>\n<p>1. As fraquezas do Estado Nacional<\/p>\n<p>2. A   reconstru\u00e7\u00e3o do Estado<\/p>\n<p><strong>II. <\/strong><strong>O ESTADO COMO CONSTRU<\/strong><strong>\u00c7\u00c3O HIST\u00d3RICA<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>III. <\/strong><strong>A SOCIEDADE EM MUDAN<\/strong><strong>\u00c7A EXIGE   NOVAS ESTRUTURAS<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p>1. Novo modelo de Estado<\/p>\n<p>2. Radicalizar a democracia<\/p>\n<p><strong>IV. <\/strong><strong>ENCONTRAR SA<\/strong><strong>\u00cdDAS<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p>1. Mudar o agente e as estruturas   pol\u00edticas<\/p>\n<p>2. Democratizar o Estado e ampliar   a participa\u00e7\u00e3o popular<\/p>\n<p>3. Instrumentos da democracia   participativa<\/p>\n<p>4. O Or\u00e7amento Participativo<\/p>\n<p>5. Acompanhar os poderes<\/p>\n<p>5. Obst\u00e1culos<\/p>\n<p>6. Por fim<\/p>\n<p><strong>V. <\/strong><strong>PASSOS PR<\/strong><strong>\u00c1TICOS<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p>1. Sinais de esperan\u00e7a: experi\u00eancias de uma nova vis\u00e3o de mundo<\/p>\n<p>2. Rever o modelo econ\u00f3mico e o   processo de mercantiliza\u00e7\u00e3o da vida<\/p>\n<p>3. Ampliar as oportunidades de   trabalho<\/p>\n<p>4. Fortalecer   exig\u00eancias \u00e9ticas   em defesa da vida e do meio ambiente<\/p>\n<p>5. Democratizar o acesso \u00e0 terra e ao   solo urbano<\/p>\n<p>6. O planeta como responsabilidade   humana<\/p>\n<p>7. Uma   nova economia, um outro consumo<\/p>\n<p>8. Democratizar a comunica\u00e7\u00e3o e a   informa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>9. Por uma Reforma Pol\u00edtica com participa\u00e7\u00e3o popular<strong> <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa   obra \u00e9 referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>O documento   da CNBB, \u201cPor uma reforma do   Estado com participa\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica\u201c, surgiu num momento oportuno para a   caminhada democr\u00e1tica do Brasil. Os novos sujeitos exigem novas estruturas: a   Democracia Representativa e Participativa. O documento da CNBB afirma a   import\u00e2ncia do assunto: \u201eA constru\u00e7\u00e3o da democracia \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es   necess\u00e1rias para que os homens, como cidad\u00e3os, rompam o isolamento e sua   desagrega\u00e7\u00e3o social e ocupem o espa\u00e7o p\u00fablico, atrav\u00e9s da discuss\u00e3o, da   negocia\u00e7\u00e3o, do di\u00e1logo e da decis\u00e3o\u201c. Por isso a publica\u00e7\u00e3o \u00e9 significativa para   quem pesquisa e trabalha no campo da teologia moral social. A linguagem   bastante popular torna a leitura agrad\u00e1vel e de f\u00e1cil acesso para o   p\u00fablico.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel   pelas informa\u00e7\u00f5es<\/strong><strong> <\/strong><em>(nome\/ diocese ou institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p>Pe. Marian Marek (Marcos) Piatek,   CSSR \u2013 Universidade Cat\u00f3lica do Salvador (UCSAL) e Faculdade S\u00e3o Bento \u2013   Salvador-BA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage-->   <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><em> <\/em><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>CNBB, <strong><span style=\"text-decoration: underline\">Igreja e Quest\u00e3o Agr\u00e1ria   no in\u00edcio do s\u00e9culo XXI<\/span><\/strong>, Estudos da CNBB, n\u00famero 99, S\u00e3o Paulo:   Paulus 2010, 96p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> :<\/strong><\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o \u00e9 firmada pela CNBB, por\u00e9m a equipe   diretamente respons\u00e1vel \u00e9 composta pelos 04 bispos (<em>D. Ladislau Biernaski, CM, D. Guilherrme Ant\u00f4nio Werlang, MSF, D.   Roque Paloschi e D. Andr\u00e9 de Witte<\/em>), os 05 assessores (<em>Guilherme Costa Delgado, Pl\u00ednio de Arruda   Sampaio, Ariovaldo Umbelino de Oliveira, Antonio Canuto, Pe. Ari Ant\u00f4nio dos   Reis<\/em>)  e os 04 colaboradores (<em>Sandro Gallazzi, Roberto Malvezzi, Pe. Manfredo   Ara\u00fajo de Oliveira, Ir. Delci Maria Franzen, ICSC<\/em>).<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>A Igreja do Brasil, desde os anos 50 do   s\u00e9c. XX, demostrava a sua preocupa\u00e7\u00e3o com a justi\u00e7a social no campo. A CNBB,   sobretudo atrav\u00e9s da CPT, contribuia sistematicamente para com a \u201eQuest\u00e3o   Agr\u00e1ria Brasileira\u201c. Foram publicados v\u00e1rios documentos referentes \u00e0 quest\u00e3o   da pastoral da terra, da propriedade e uso do solo urbano, da quest\u00e3o da   \u00e1gua, das terras ind\u00edgenas, etc. Algumas Campanhas da Fraternidade tamb\u00e9m   visavam a \u201eQuest\u00e3o Agr\u00e1ria\u201c.<\/p>\n<p>Em 23 de novembro de 1997, Solenidade de   Jesus Cristo, Rei do Universo, o Pontif\u00edcio Conselho da Justi\u00e7a e da Paz, do   Vaticano, lan\u00e7ou o ducumento \u201ePor uma melhor distribui\u00e7\u00e3o da terra: o desafia   da reforma agr\u00e1ria\u201c. O documento prop\u00f5e a raealizar uma reforma agr\u00e1ria   efetiva, justa e eficiente (n\u00ba 35-36). A reforma agr\u00e1ria \u00e9 um instrumento   necess\u00e1rio e inadi\u00e1vel de desenvolvimento economico e social (n\u00ba 42-44).<\/p>\n<p>H\u00e1 uma decada o Conselho Episcopal   Pastoral (CEP), da CNBB, solicitou a elabora\u00e7\u00e3o de um novo documento sobre a   \u201eQuest\u00e3o Agr\u00e1ria Brasileira\u201c. Com a publica\u00e7\u00e3o do estudo \u201eIgreja e Quest\u00e3o   Agr\u00e1ria no In\u00edcio do s\u00e9culo XXI\u201c a quest\u00e3o agr\u00e1ria ganha novos rumos. No <span style=\"text-decoration: underline\">01   cap\u00edtulo &#8211; se\u00e7\u00e3o<\/span> se faz uma <span style=\"text-decoration: underline\">intrudu\u00e7\u00e3o<\/span> sint\u00e9tica ao presente   estudo. O <span style=\"text-decoration: underline\">02 cap\u00edtulo &#8211; se\u00e7\u00e3o<\/span> aborda a quest\u00e3o da <span style=\"text-decoration: underline\">igreja diante dos   problemas do campo<\/span>. Se faz uma retrospectiva hist\u00f3rica onde se destaca os   ultimos 60 anaos da Igreja do Brasil diante da quest\u00e3o agr\u00e1ria. No <span style=\"text-decoration: underline\">03   cap\u00edtulo &#8211; se\u00e7\u00e3o<\/span> o estdo se debru\u00e7a    sobre a <span style=\"text-decoration: underline\">necessidade de coragem em uma era de incertezas<\/span>: se   reflete sobre a situa\u00e7\u00e3o do mundo de hoje com as conquistas e lacunas   mostrando os desafios do momente presente e a preocupa\u00e7\u00e3o com o futuro da   Terra. A parte mais extensa do estudo se encontra no <span style=\"text-decoration: underline\">04 cap\u00edtulo &#8211; se\u00e7\u00e3o<\/span> intitulada de <span style=\"text-decoration: underline\">quest\u00e3o agr\u00e1ria brasileira: nova face de velho problema<\/span>.   S\u00e3o 85 pragrafos (60-145). Apresenta-se os problemas agr\u00e1rios e conflitos   sociais desde o Brasil Colonia at\u00e9 os dias atuais. \u00c9 uma analise da quest\u00e3o   agr\u00e1ria do ponto de vista hist\u00f3rico, social, pol\u00edtico, econ\u00f4mico, jur\u00eddico, cultural&#8230;   Esta parte mostra claramente o carater complexo e multifacetado dos graves   problemas de injusti\u00e7a social na rela\u00e7\u00e3o dos senhores da terra com os homens   que nela vivem e trabalham. O <span style=\"text-decoration: underline\">05 cap\u00edtulo &#8211; se\u00e7\u00e3o<\/span> reflete a <span style=\"text-decoration: underline\">terra   no dialogo entre Deus e a humanidade<\/span> (paragrafos 146-234). \u00c9 uma se\u00e7\u00e3o   destinada a reflex\u00e3o hermeneutico-teol\u00f3gica da questa agr\u00e1ria. Se faz a   teologia da terra recorrendo \u00e0 media\u00e7\u00e3o biblica (cria\u00e7\u00e3o, Deus, Esp\u00edrito   Santo, Jesus). Em seguida a reflex\u00e3o teol\u00f3gica se debru\u00e7a sobre a   eclesiologia da terra: terra na tradi\u00e7\u00e3o da Igreja. O <span style=\"text-decoration: underline\">06 cap\u00edtulo \u2013 se\u00e7\u00e3o<\/span> \u00e9 dedicado \u00e0 pr\u00e1xis pastoral: <span style=\"text-decoration: underline\">novo paradigma do desenvolvimento<\/span>. Aqui   se coloca uma s\u00e9rie de crit\u00e9rios \u00e9ticos para um modelo de   desenvolvimento.  Se prop\u00f5e o projeto,   bastante detalhado, de novo paradigma de desenvolvimento em constru\u00e7\u00e3o no   espa\u00e7o rural brasileiro. Nas <span style=\"text-decoration: underline\">Conclus\u00f5es Finais<\/span> o estudo esclarece que   \u201eA Igreja, sempre inspirada pela Palavra de Deus, pela tradi\u00e7\u00e3o e pelos   pronunciamentos pontificios (Magist\u00e9rio), volta a se manifestar sobre os   problemas da terra, fiel a uma tradi\u00e7\u00e3o pastoral que j\u00e1 dura mais de meio   s\u00e9culo. O tempo presente \u00e9 oportuno para uma palavra de esclarecimento e   advert\u00eancia sobre rumos a seguir, porque novamente se colocam graves amea\u00e7as   \u00e0 vida social&#8230;\u201c (pragrafo 256).<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes   principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>APRESENTA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>1. INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>2. A IGREJA DIANTE DOS   PROBLEMAS DO CAMPO<\/strong><\/p>\n<p><strong>3. NECESSIDADE DE CORAGEM EM   UMA ERA DE INCERTEZAS<\/strong><\/p>\n<p>3.1.   Olhar sobre o mundo de hoje<\/p>\n<p>3.2.   Os desafios do momento presente<\/p>\n<p>3.3.   O futuro da Terra<\/p>\n<p><strong>4. QUEST\u00c3O AGR\u00c1RIA BRASILEIRA &#8211;   NOVA FACE DE VELHO PROBLEMA<\/strong><\/p>\n<p>4.1.   Do conflito \u00e0 Quest\u00e3o Agr\u00e1ria<\/p>\n<p>4.2.   Os Regimes Fundi\u00e1rios em sucess\u00e3o<\/p>\n<p>4.3.   Evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica recente do capital na agricultura e implica\u00e7\u00f5es sobre a   terra<\/p>\n<p>4.4.   A Quest\u00e3o Agr\u00e1ria atual e a expans\u00e3o prim\u00e1rio-exportadora da economia<\/p>\n<p>4.5.   S\u00edntese parcial<\/p>\n<p><strong>5. TERRA NO DIALOGO ENTRE DEUS   E A HUMANIDADE<\/strong><\/p>\n<p>5.1.   Cria\u00e7\u00e3o como &#8220;recria\u00e7\u00e3o&#8221; permanente da vida<\/p>\n<p>5.2.   A terra \u00e9 dom de Deus Pai para todos os seus filhos e filhas, sem exclus\u00e3o<\/p>\n<p>5.3.   Uma hist\u00f3ria de luta e resist\u00eancia<\/p>\n<p>5.4.   A mem\u00f3ria de Jesus<\/p>\n<p>5.5.   Terra na tradi\u00e7\u00e3o da Igreja<\/p>\n<p>5.6.   Em defesa da Terra amea\u00e7ada<\/p>\n<p><strong>6. NOVO PARADIGMA DO   DESENVOLVIMENTO<\/strong><\/p>\n<p>6.1.   Um novo horizonte de sentido para uma a\u00e7\u00e3o nova<\/p>\n<p>6.2.   Crit\u00e9rios \u00e9ticos para um modelo de desenvolvimento<\/p>\n<p>6.3.   Projeto de novo paradigma de desenvolvimento em constru\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o rural   brasileiro<\/p>\n<p><strong>7. CONCLUS\u00d5ES FINAIS<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa   obra \u00e9 referencial ou significativa<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>A obra \u201cIgreja   e Quest\u00e3o Agr\u00e1ria no in\u00edcio do s\u00e9culo XXI\u201d \u00e9 mais do que oportuna. \u00c9 uma obra   significativa, sobretudo para os jovens agentes de pastoral e estudantes de   teologia moral social. Os documentos anteriores da CNBB t\u00eam o seu valor,   por\u00e9m o contexto novo exige novas reflex\u00f5es e atitudes novas da parte da   Igreja e da teologia. Este texto n\u00e3o \u00e9 um Documento da CNBB. Por isso a sua   publica\u00e7\u00e3o tem a finalidade de suscitar o debate e colher sugest\u00f5es e   criticas. Como se trata de um Estudo da CNBB se espera a colabora\u00e7\u00e3o e a   contribui\u00e7\u00e3o de todos, desde os agentes pastorais at\u00e9 o mundo da academia. Os   semin\u00e1rios, congressos e debates s\u00e3o bem vindos. O texto \u00e9 leve, as   informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o bem dosadas e, por isso a leitura se torna, al\u00e9m de   esclarecedora, agrad\u00e1vel.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel   pelas informa\u00e7\u00f5es<\/strong><strong> <\/strong><em>(nome\/ diocese ou institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p>Pe. Marian Marek (Marcos) Piatek,   CSSR \u2013 Universidade Cat\u00f3lica do Salvador (UCSAL) e Faculdade S\u00e3o Bento \u2013   Salvador-BA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage-->   <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>CALLEJA.   Jos\u00e9 Ign\u00e1cio, <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Moral Social   Samaritana II. Fundamentos e no\u00e7\u00f5es de \u00e9tica pol\u00edtica crist\u00e3<\/span><\/em><\/strong>. S\u00e3o   Paulo: Paulinas 2009. 296p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> : <\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Ign\u00e1cio Calleja S\u00e1enz de Navarrete sacerdote   espanhol da diocese de Vit\u00f3ria-Gasteiz desde 1978. Trabalha como professor de   Teologia Moral Social e de Filosofia Social na Faculdade de Teologia de   Vit\u00f3ria-Gasteiz. \u00c9 diretor da revista <em>Lumen<\/em> e colabora nas revistas <em>Raz\u00f3n y Fe<\/em>,   <em>Sal Terrae<\/em> e <em>Vida Nueva<\/em>.<strong> <\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>A partir do   Vaticano II, com a Optatam Totius, n\u00ba 16, a Teologia Moral passou por uma   profunda renova\u00e7\u00e3o. A Teologia Moral foi dividida em tr\u00eas partes: Teologia   Moral Fundamental, Teologia Moral da Pessoa e Teologia Moral Social. O   Autor \u00e9 um especialista em Teologia Moral Social. Algum tempo atr\u00e1s ele   publicou a \u201cMoral Social Samaritana I\u201d onde pesquisou a \u00e9tica ecom\u00f4mica   crist\u00e3. Agora com a \u201cMoral Social Samaritana II\u201d nos oferece uma boa reflex\u00e3o   sobre a \u00e9tica pol\u00edtica crist\u00e3. Na parte introdut\u00f3ria a obra dedica-se   ao esclarecimento do conceito &#8220;pol\u00edtica&#8221; e da sua rela\u00e7\u00e3o com a f\u00e9 crist\u00e3.   A reflex\u00e3o racional \u00e9 iluminada pela vis\u00e3o b\u00edblica e cristol\u00f3gica da \u00e9tica   pol\u00edtica, dando uma boa s\u00edntese entre a f\u00e9 e a raz\u00e3o. O Autor d\u00e1 o valor priorit\u00e1rio   ao estudo dos direitos humanos como categoria ou conceito-base da \u00e9tica   contempor\u00e2nea no Ocidente mostrando suas linhas de for\u00e7a e suas lacunas.   Outro tema bastante pesquisado \u00e9 o conceito da democracia. A democracia \u00e9   vista como uma conquista, sem esquecer as amea\u00e7as de que padece. N\u00e3o faltou o   esfor\u00e7o para enfrentar os conflitos que as leis da democracia colocam diante   da consci\u00eancia moral de alguns cidad\u00e3os. A moral civil, no meio do pluralismo   cultural e da globaliza\u00e7\u00e3o, constitui outras tantas interpela\u00e7\u00f5es para moral   pol\u00edtica crist\u00e3. A quest\u00e3o \u00e9: como n\u00e3o cair do \u201cmonote\u00edsmo \u00e9tico\u201d para o   \u201cpolite\u00edsmo \u00e9tico\u201d do exagerado relativismo? Outro momento   de sua reflex\u00e3o o Autor dedica \u00e0 quest\u00e3o da desobedi\u00eancia civil numa   democracia onde se pretende fazer uma inger\u00eancia humanit\u00e1ria, inclusive   armada, em determinados contextos. Um elemento positivo foi reservado ao   aspecto ecum\u00eanico da moral social. A obra \u00e9 finalizada com a quest\u00e3o dos   direitos individuais e coletivos e a constru\u00e7\u00e3o da paz, na perspectiva de   suas causas e condicionamentos.  A obra, ao lado da seriedade cient\u00edfica,   tem uma linguajem bastante access\u00edvel e pode servir tanto ao p\u00fablico da   faculdade, como tamb\u00e9m \u00e0s lideran\u00e7as nas nossas comunidades.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>1.      Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>2.      Perspectivas   introdut\u00f3rias sobre o conceito \u201cpol\u00edtica\u201d a a seu rela\u00e7\u00e3o com a f\u00e9 crist\u00e3<\/p>\n<p>3.      O car\u00e1ter   pol\u00edtico da f\u00e9 crist\u00e3: bases te\u00f3ricas e aspectos pr\u00e1ticos<\/p>\n<p><strong>4. <\/strong><strong>Os direitos humanos e  a \u00e9tica social crist\u00e3<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p>5.      Perspectivas introdut\u00f3rias na quest\u00e3o geral dos   direitos humanos<\/p>\n<p>6.      Tomada de consci\u00eancia hist\u00f3rica dos direitos   humanos<\/p>\n<p>7.      A Igreja cat\u00f3lica diante das liberdades e dos   direitos humanos<\/p>\n<p>8.      Os diereitos humanos na Igreja, quest\u00e3o urgente   para a moral social crist\u00e3<\/p>\n<p>9.      Significado jur\u00eddico e \u00e9tico dos direitos   humanos:duas perspectivas<\/p>\n<p>10.  Funcionalidade do significado \u00e9tico dos direitos   humanos<\/p>\n<p>11.  Tr\u00eas gera\u00e7\u00f5es de direitos humanos<\/p>\n<p>12.  <strong>A vertente   b\u00edblica:<\/strong> o Novo Testamento e a   pol\u00edtica<\/p>\n<p>13.  Jesus diante da pol\u00edtica<\/p>\n<p>14.  As primeiras comunidades crist\u00e3s diante da   pol\u00edtica<\/p>\n<p>15.  Alguns comportametos pol\u00edticos no ambiente dos   crist\u00e3os<\/p>\n<p><strong>16. <\/strong><strong>Sistem\u00e1tica   de uma \u00e9tica pol\u00edtica crist\u00e3: fundamenta\u00e7\u00e3o e conte\u00fado<\/strong><\/p>\n<p>17.  Fundamenta\u00e7\u00e3o de uma moral pol\u00edtica e conte\u00fado<\/p>\n<p>18.  O conte\u00fado da moral pol\u00edtica em chave crist\u00e3<\/p>\n<p>19.  Uma imagem de integra\u00e7\u00e3o entre \u00e9tica e pol\u00edtica   inspirada na proposta de Paul Ricoeur<\/p>\n<p>20.  <strong>A   democracia<\/strong> como procedimento formal e   a democracia como meta moral: procedimento, fins e atitudes c\u00edvicas<\/p>\n<p>21.  A democracia como sietema pol\u00edtico: dificuldades   para a perticipa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>22.  O conflito da consci\u00eancia moral com as leis   democr\u00e1ticas<\/p>\n<p><strong>23. <\/strong><strong>A moral   social: um espa\u00e7o ecum\u00eanico para as culturas e religi\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>24.  O conflito dos crist\u00e3os com a chamada \u201c\u00e9tica   civil\u201d<\/p>\n<p>25.  Existem formas v\u00e1lidas de desobedi\u00eancia civil   numa democracia?<\/p>\n<p>26.  A interven\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria e a inger\u00eancia   humanit\u00e1ria armada<\/p>\n<p>27.  Pessoas e \u201cpovos\u201d com direitos fundamentais<\/p>\n<p>28.  <strong>Para pensar   a paz<\/strong> como fruto da justi\u00e7a e da   liberdade<\/p>\n<p>29.  Particular aten\u00e7\u00e3o, a partir da \u201cpaz\u201d, a v\u00e1rios   planos da \u201cpol\u00edtica\u201d<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>O mundo da   pol\u00edtica abrange n\u00e3o s\u00f3 os indiv\u00edduos e os partidos pol\u00edticos. A pol\u00edtica tem   a sua dimens\u00e3o mundial. Navegar neste mundo fascinante, mas tamb\u00e9m muito   amb\u00edguo \u00e9 um constante desafio. A comunidade eclesial n\u00e3o pode ficar alheia \u00e0   pol\u00edtica: a reden\u00e7\u00e3o se realiza no mundo. A pr\u00e1xis pol\u00edtica muitas vezes \u00e9   desacreditada pela total falta de \u00e9tica. O mundo da pol\u00edtica, n\u00e3o poucas   vezes, \u00e9 marcado pela \u00e9tica situacional e, at\u00e9 pela \u00e9tica amoral. Baseia-se   nas circunst\u00e2ncias onde tudo \u00e9 relativo e temporal. Para alguns, na \u00e9tica pol\u00edtica   tudo \u00e9 poss\u00edvel, pois em pol\u00edtica tudo vale. Diante dessa realidade t\u00e3o   desafiante o livro \u201cMoral Social Samaritana II. Fundamentos e no\u00e7\u00f5es de \u00e9tica pol\u00edtica   crist\u00e3\u201d \u00e9 uma obra referencial e faz uma boa alternativa para a constru\u00e7\u00e3o da   sociedade mais humana, mais justa e mais fraterna.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese   ou institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Marian Marek (Marcos) Piatek<\/strong>, CSSR \u2013 Universidade   Cat\u00f3lica do Salvador (UCSAL) e Faculdade S\u00e3o Bento \u2013 Salvador-BA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>CALLEJA.   Jos\u00e9 Ign\u00e1cio, <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Moral Social   Samaritana I. Fundamentos e no\u00e7\u00f5es de \u00e9tica econ\u00f4mica crist\u00e3<\/span><\/em><\/strong>. S\u00e3o   Paulo: Paulinas 2006. 376p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o<\/em><strong>:<\/strong><strong> <\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Ign\u00e1cio Calleja S\u00e1enz de Navarrete sacerdote   espanhol da diocese de Vit\u00f3ria-Gasteiz desde 1978. Trabalha como professor de   Teologia Moral Social e de Filosofia Social na Faculdade de Teologia de   Vit\u00f3ria-Gasteiz. \u00c9 diretor da revista <em>Lumen<\/em> e colabora nas revistas <em>Raz\u00f3n y Fe<\/em>,   <em>Sal Terrae<\/em> e <em>Vida Nueva<\/em>.<strong> <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>A Teologia Moral Social eleborada a partir do   Conc\u00edlio Vaticano II, sobretudo na Gaudium et Spes, aborda as quest\u00f5es   ligadas com: economia, pol\u00edtica, comunidade internacional, cultura, paz,   justi\u00e7a, meios de comunica\u00e7\u00e3o, etc. Quem procura um manual de teologia moral   social a respeito da \u00e9tica econ\u00f4mica, encontrar\u00e1 na Moral Social Samaritana   I, um auxilho valoroso. A obra sobressai pela sua   originalidade e uma s\u00f3lida fundamenta\u00e7\u00e3o cient\u00edfico-teol\u00f3gica. O livro pode servir tanto para o   mundo da academia, quanto para os leigos. O Autor dividiu o seu trabalho em   tres partes. <strong>A   primeira parte<\/strong> \u00e9 dedicada aos tra\u00e7os fundamentais da moral   social: fundamenta\u00e7\u00e3o b\u00edblica, dimens\u00e3o cristologica da moral social, com a   \u00eanfase sobe a centralidade da pessoa de Jesus, o Reino de Deus, o zelo pelos   mais fracos (samaritanos), o seguimento de Jesus. Tudo isso com as exig\u00eancias   \u00e9ticas bem concretas da parte de Jesus Cristo. <strong>A segunda parte<\/strong> mostra a l\u00f3gica da moral social crist\u00e3 com os   argumentos de um racioc\u00ednio moral significativo, reunindo elementos para   compor um modelo cr\u00edtico de moral econ\u00f4mica crist\u00e3. Esta caminhada se faz \u00e0   luz da f\u00e9 e da raz\u00e3o. Os dois elementos s\u00e3o o ponto de converg\u00eancia e n\u00e3o de   diverg\u00eancia, apesar da justa autonomia de cada um. Tudo desemboca na moral   social do bem comum e da caridade. <strong>A   terceira parte<\/strong> traz as considera\u00e7\u00f5es mais concretas a respeito da moral   econ\u00f4mica (moral casu\u00edstica): valor dos bens mat\u00e9rias, capitalismo, propriedade   privada, desigualdade estrutural, neoliberalismo econ\u00f4mico, globaliza\u00e7\u00e3o   capitalista, depend\u00eancia Norte-Sul, desenvolvimento humano. Para estes fen\u00f4menos   se aborda os crit\u00e9rios de aprecia\u00e7\u00e3o \u00e9tica. Al\u00e9m do mais, onde os processos   econ\u00f4micos se distanciam da moral crist\u00e3, o Autor prop\u00f5e caminhos   alternativos.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>1. Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>2.<strong> Primeira   Parte<\/strong>: A moral social crist\u00e3 tem   uma hist\u00f3ria para recordar, aprender e corrigir<\/p>\n<p>3. A Sagrada Escritura, alma da teologia moral   social<\/p>\n<p>4. Especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 cristologia e ao seu   significado\u201dmoral\u201d e \u201cp\u00fablico\u201d<\/p>\n<p>5. A moral social crist\u00e3 como seguimento de Jesus   Cristo<\/p>\n<p>6. A moral crist\u00e3 como seguimento \u201cpol\u00edtico\u201d de   Jesus Cristo em suas atitudes fundamentais<\/p>\n<p>7.<strong> Segunda   Parte<\/strong>: A moral social crist\u00e3 tem   uma l\u00f3gica muito razo\u00e1vel<\/p>\n<p>8. Um modelo cr\u00edtico de moral social crist\u00e3<\/p>\n<p>9. Presupostos sobre a condi\u00e7\u00e3o \u00faltima do ser e   conhecer humanos<\/p>\n<p>10.  O pressuposto antropol\u00f3gico: primeira media\u00e7\u00e3o   precisa do discernimento moral social<\/p>\n<p>11.  As categorias b\u00e1s\u00edcas ou a coluna vertebral de   uma \u00e9tica social crist\u00e3<\/p>\n<p>12.  <strong>Terceira Parte<\/strong>: Elementos de moral concreta<\/p>\n<p>13.  No\u00e7\u00f5es de moral crist\u00e3 na vida econ\u00f4mica<\/p>\n<p>14.  O Novo T. ante os bens econ\u00f4micos e as riquezas<\/p>\n<p>15.  Breve not\u00edcia sobre a moral econ\u00f4mica dos   crist\u00e3os na hist\u00f3ria<\/p>\n<p>16.  Considera\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de uma \u00e9tica econ\u00f4mica.   Introdu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>17.  \u00c9tica e economia: uma rela\u00e7\u00e3o cada dia mais   evidente e sempre radical. Por que?<\/p>\n<p>18.  Pressupostos de uma presen\u00e7a moral concreta na   economia<\/p>\n<p>19.  Referencias \u00e9ticas do cristianismo ante a   economia<\/p>\n<p>20.  Elementos para uma avalia\u00e7\u00e3o \u00e9tica do capitalismo   real<\/p>\n<p>21.  A crise do capitalismo desenvolvimentista na   d\u00e9cada de 1970-1990<\/p>\n<p>22.  Uma situa\u00e7\u00e3o de capitalismo democr\u00e1tico ou   \u201csistema social para satisfeitos\u201d<\/p>\n<p>23.  A reestrutura\u00e7\u00e3o do capitalismo ap\u00f3s a crise das   d\u00e9cadas de 1970-1990<\/p>\n<p>24.  Neoliberalismo econ\u00f4mico e moral crist\u00e3: meios e   fins na era da globaliza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>25.  Sabedoria \u00e9tica e sabedoria religiosa<\/p>\n<p>26.  Algumas conseq\u00fc\u00eancias socioculturais da   globaliza\u00e7\u00e3o capitalista<\/p>\n<p>27.  Causas da rela\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia Norte-Sul<\/p>\n<p>28.  Perguntas e respostas sobre a quest\u00e3o do   desenvolvimento humano<\/p>\n<p>29.  Outras alternativas para um modelo diferente. A   busca de uma alternativa global<\/p>\n<p>30.  A resposta crist\u00e3 perante a desigualdade   estrutural ou globaliza\u00e7\u00e3o da pobreza. Possibilidades e riscos<\/p>\n<p>31.  A propriedade privada. O peso de uma estrutura   angular no nosso sistema econ\u00f4mico<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>Vivendo numa \u00e9poca   de muita fragmenta\u00e7\u00e3o do saber \u00e9tico-teol\u00f3gico o livro sobre a fundamenta\u00e7\u00e3o   e no\u00e7\u00f5es de \u00e9tica econ\u00f4mica crist\u00e3 \u00e9 uma grata surpresa. Ele d\u00e1 uma avalia\u00e7\u00e3o   \u00e9tico-teol\u00f3gica bastante ampla sobre o vasto mundo da economia. Existem   muitas obras monogr\u00e1ficas que abordam alguns aspectos da \u00e9tica econ\u00f4mica. Os   livros com maior abrang\u00eancia s\u00e3o poucos. Esta lacuna \u00e9 preenchida pela Moral   Social Samaritana I. O mundo da academia, mas tamb\u00e9m os leigos engajados agradecem.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese   ou institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Marian Marek (Marcos) Piatek<\/strong>, CSSR \u2013 Universidade   Cat\u00f3lica do Salvador (UCSAL) e Faculdade S\u00e3o Bento \u2013 Salvador-BA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>VIDAL Marciano, <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Moral   De Atitudes.<\/span><\/em><\/strong> Vol. III. Moral Social, Aparecida, Ed. Santu\u00e1rio,   1995, 816p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> : <\/strong><\/p>\n<p>Marciano Vidal   (1937), mission\u00e1rio redentorista, te\u00f3logo espanhol de proje\u00e7\u00e3o internacional,   \u00e9 professor titular da Universidade Pontif\u00edcia Camillas (Madri) e professor   convidado na Academia Alfonsiana (Roma). Seu nome est\u00e1 indissoluvelmente   unido \u00e0 renova\u00e7\u00e3o da \u00c9tica Teol\u00f3gica depois do Conc\u00edlio Vaticano II. De 1965   a 2004, M. Vidal publicou 56 livros e centenas de artigos. \u00c9 o \u00edcone atual no   campo da Teologia Moral.<strong> <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>Teologia Moral Social   de Marciano Vidal \u00e9 um aut\u00eantico manual de teologia moral p\u00f3s-conciliar,   muito utilizado no mundo e no nosso Brasil em muitos cursos de teologia   atuais. A obra \u00e9 constantemente reelaborada e ampliada pelo A. \u00c9 uma fasanha   elaborar tantos temas da teologia moral social por um s\u00f3 autor; isso exige   muito trabalho e conhecimento. Moral Social o A. dividiu em seis partes. Na <span style=\"text-decoration: underline\">Primeira   Parte<\/span> se aborda a quest\u00e3o da Moral Social Fundamental recorrendo \u00e0   aproxima\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, racional e \u00e9tico-teol\u00f3gica. Na <span style=\"text-decoration: underline\">Segunda Parte<\/span> o   A. reflete a respeito dos Direitos Humanos. Depois de falar sobre a tomada de   consci\u00eancia sobre os direitos fundamentais do homem se explica o significado   \u00e9tico dos direitos humanos e se faz uma resenha sistem\u00e1tica dos direitos   humanos. A <span style=\"text-decoration: underline\">Terceira Parte<\/span> Marciano Vidal dedica \u00e0 Moral Econ\u00f4mica.   Come\u00e7ando pela reflex\u00e3o b\u00edblica sobre os bens materiais, faz o percurso   hist\u00f3rico da moral econ\u00f4mica. Em seguida o A. apresenta o projeto de moral   econ\u00f4mica a partir da perspectiva crist\u00e3. Sistemas econ\u00f4micos, problemas   concretos de \u00e9tica econ\u00f4mica e a busca das   raizes da crise econ\u00f4mica fecham esta parte da obra. Na <span style=\"text-decoration: underline\">Quarta Parte<\/span> a   pesquisa \u00e9 dedicada \u00e0 Moral Pol\u00edtica. Em primeiro lugar o A. recorre \u00e0   media\u00e7\u00e3o da B\u00edblia, da sociologia e da hist\u00f3ria para falar da moral pol\u00edtica.   Em seguida apresenta a fundamenta\u00e7\u00e3o e conte\u00fado da moral pol\u00edtica. Para a <span style=\"text-decoration: underline\">Quarta   Parte<\/span> o A. reservou o tema da Moral Cultural. O in\u00edcio desta parte \u00e9   destinado \u00e0 reflex\u00e3o sobre a cultura, seu fen\u00f4meno, a sua rela\u00e7\u00e3o com a f\u00e9 e   a miss\u00e3o da teologia moral no campo da cultura. Em seguida o A. se debru\u00e7a   sobre a dimens\u00e3o \u00e9tica da educa\u00e7\u00e3o avaliando alguns sistemas educacionais e   mostrando as implica\u00e7\u00f5es morais. A moral nos meios de comunica\u00e7\u00e3o social   recebeu o seu destaque. A Quarta Parte termina sobre a reflex\u00e3o   \u00e9tico-teol\u00f3gica a respeito da arte, lazer, qualidade de vida e ecologia. A <span style=\"text-decoration: underline\">Sexta   Parte<\/span> da Moral Social Marciano Vidal dedica \u00e0 Sociedade Convulsa. A   sociedade apresenta v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es de conflitos (social, trabalista,   viol\u00eancia, fanatismo) que a \u00e9tica teol\u00f3gica tenta solucionar. A moralidade da   guerra e \u00e9tica da paz concluem esta parte da publica\u00e7\u00e3o. No final da obra o   A. faz o apela \u00e0 mudan\u00e7a e \u00e0 convers\u00e3o para que haja a justi\u00e7a social e a   constru\u00e7\u00e3o do Reino de Deus.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">INTRODU\u00c7\u00c3O<\/span>: Significado   e conte\u00fado da Moral Social<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">PRIMEIRA   PARTE<\/span>: MORAL SOCIAL FUNDAMENTAL<\/p>\n<p>1. Aproxima\u00e7\u00e3o   hist\u00f3rica. Heran\u00e7a hit\u00f3rica da Moral Social crist\u00e3<\/p>\n<p>2. Aproxima\u00e7\u00e3o   sistem\u00e1tica. Perspectivas \u00e9tico-teol\u00f3gicas para a apresenta\u00e7\u00e3o atual da   Moral<\/p>\n<p>Social crist\u00e3<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">SEGUNDA PARTE<\/span>: DIREITOS   HUMANOS<\/p>\n<p>1. Tomada de   consci\u00eancia dos direitos fundamentais do homem<\/p>\n<p>2. Significado \u00e9tico   dos \u201cdireitos humanos\u201d<\/p>\n<p>3. Panor\u00e2mica dos   direitos fundamentais<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">TERCEIRA   PARTE<\/span>: MORAL ECON\u00d4MICA<\/p>\n<p>1. Atitude do Novo   Testamento diante dos bens econ\u00f4micos<\/p>\n<p>2. Hist\u00f3ria da moral   econ\u00f4mica<\/p>\n<p>3. Projeto de moral   econ\u00f4mica a partir da perspectiva crist\u00e3<\/p>\n<p>4. Sistemas   econ\u00f4micos e \u00e9tica crist\u00e3<\/p>\n<p>5. Problemas   concretos de \u00e9tica econ\u00f4mica<\/p>\n<p>6. Raiz \u00e9tica da crise   econ\u00f4mica<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">QUARTA PARTE<\/span>: MORAL   POL\u00cdTICA<\/p>\n<p>1. Fonte b\u00edblica:   Atitude do Novo Testamento diante da pol\u00edtica<\/p>\n<p>2. Fonte sociol\u00f3gica:   Aproxima\u00e7\u00f5es globais do fen\u00f4meno pol\u00edtico<\/p>\n<p>3. Fonte hist\u00f3rica: A   \u00e9tica pol\u00edtica na hist\u00f3ria moral<\/p>\n<p>4. Fonte sistem\u00e1tica:   Fundamenta\u00e7\u00e3o e conte\u00fado da \u00e9tica pol\u00edtica<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">QUINTA PARTE<\/span>: MORAL   CULTURAL<\/p>\n<p>1. Aspectos morais do   fen\u00f4meno cultural<\/p>\n<p>2. Dimens\u00e3o \u00e9tica da   educa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>3. A moral nos meios   de comunica\u00e7\u00e3o social<\/p>\n<p>4. Ci\u00eancia. Arte.   Lazer. Qualidade de vida. Ecologia<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">SEXTA PARTE<\/span>: A SOCIEDADE   CONVULSIVA<\/p>\n<p>1. \u00c9tica da mudan\u00e7a   social<\/p>\n<p>2. \u00c9tica da   conflitividade social<\/p>\n<p>3. \u00c9tica da viol\u00eancia   e do fanatismo<\/p>\n<p>4. Moralidade da   guerra e \u00e9tica da paz<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">CONCLUS\u00c3O<\/span>: Convers\u00e3o   para a justi\u00e7a social e constru\u00e7\u00e3o do Reino de Deus<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma obra   referencial, junto com os manuais como \u201cLivres e fieis em Cristo\u201d (B. H\u00e4ring)   ou \u201cPr\u00e1xis Crist\u00e3\u201d (R. Rincon Ordu\u00f1a, G. Mora Bartres, E. Lopez Azpitarte).   Surgiu como a resposta aos desejos do Vaticano II. O A. v\u00e1rias vezes revizou   e ampliou esta obra. \u00c9 uma obra cl\u00e1sica quem pretende familiarizar-se com a   Teologia Moral Social. \u00c9 um manual muito    \u00fatil para os estudantes de teol\u00f3gia. \u00c8 uma obra bastante ampla e   completa. Hoje j\u00e1 n\u00e3o se faz as obras assim, feitas por um s\u00f3 autor que   elabora tantos temas&#8230; Hoje \u00e9 o tempo das monografias (fragmenta\u00e7\u00e3o do   saber) e, \u00e0s vezes falta de uma vis\u00e3o mais globalizante da Teologia Moral   Social.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese   ou institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Marian Marek (Marcos) Piatek<\/strong>, CSSR \u2013 Universidade   Cat\u00f3lica do Salvador (UCSAL) e Faculdade S\u00e3o Bento \u2013 Salvador-BA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>A Comiss\u00e3o Episcopal   Pastoral para o Servi\u00e7o da Caridade, da Justi\u00e7a e da Paz da CNBB (org.), <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Temas   da Doutrina Social da Igreja<\/span><\/em><\/strong>. Projeto Nacional de Evangeliza\u00e7\u00e3o   Queremos Ver Jesus, S\u00e3o Paulo, 2004-2006; <span style=\"text-decoration: underline\">Caderno I<\/span>, 142p; <span style=\"text-decoration: underline\">Caderno   II<\/span>, 151p; <span style=\"text-decoration: underline\">Caderno III<\/span>, 231<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> : <\/strong><\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Episcopal para o Servi\u00e7o da Caridade, da Justi\u00e7a e da Paz \u00e9   uma comiss\u00e3o que faz parte da organiza\u00e7\u00e3o da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos   do Brasil (CNBB) que tem como miss\u00e3o fomentar a\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas em   apoio e defesa dos mais necessitados, criando uma pastoral que una f\u00e9 e vida   (keygma e ethos), ora\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00e3o (ora et labora). Para assegurar sua efic\u00e1cia,   utilizada an\u00e1lises s\u00f3cio-econ\u00f4micas, pol\u00edtico culturais e teol\u00f3gicas como   ferramenta para diagnosticar os desafios e buscar solu\u00e7\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o   de uma sociedade mais justa e solid\u00e1ria.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>A s\u00e9rie \u201cTemas da Doutrina Social da Igreja\u201d traz para os seus   destinat\u00e1rios os principios gerais da Doutrina Social da Igreja elaborados   sobretudo pela grande novidade do \u201cComp\u00eandio da Doutrina Social da Igreja\u201d   lan\u00e7ado em 2005 pelo Pontif\u00edcio Conselho \u201cJusti\u00e7a e Paz\u201d. <span style=\"text-decoration: underline\">No I\u00ba Caderno<\/span> se apresenta uma vis\u00e3o sint\u00e9tica do conjunto da Doutrina Social da Igreja e   alguns temas espec\u00edficos (ordem social, bem comum, cultura, Estado,   comunidade internacional). <span style=\"text-decoration: underline\">No II\u00ba <\/span><span style=\"text-decoration: underline\">Caderno<\/span> se aprofunda a   promo\u00e7\u00e3o dos Direitos Humanos, se reflete a respeito da propriedade e sua   fun\u00e7\u00e3o social, se d\u00e1 a vis\u00e3o da Igreja sobre a quest\u00e3o do poder (democracia e   participa\u00e7\u00e3o). N\u00e3o falta o nosso tema da terra e da reforma agr\u00e1ria no Brasil.   O <span style=\"text-decoration: underline\">III\u00ba Caderno<\/span> aborda as quest\u00f5es mais concretas: fam\u00edlia, economia,   justi\u00e7a, seguran\u00e7a p\u00fablica, migra\u00e7\u00e3o, com\u00e9rcio, d\u00edvida p\u00fablica, meios de   comunica\u00e7\u00e3o social e busca de uma cultura da paz. O valor da presente s\u00e9rie, al\u00e9m de divulgar a DSI  da Igreja Universal, \u00e9 trazer os princ\u00edpos   gerais da DSI para o contexto do Brasil. Alguns temas que tocam a vida do   nosso povo mais de perto ganharam maiores destaques. A obra visa a forma\u00e7\u00e3o   das lideran\u00e7as na sociedade atual e pretende incentivar a pr\u00e1tica mission\u00e1ria   conforme o Projeto Nacional de Evangeliza\u00e7\u00e3o \u201cQueremos Ver esus \u2013 Caminho,   Verdade e Vida\u201d. A seriedade scient\u00edfica \u00e9 acompanhada pela linguagem   acess\u00edvel facilitando a pesquisa da parte dos numerosos leigos e comunidades.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">Caderno 1<\/span><\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Doutrina Social da Igreja (DSI)<\/p>\n<p>Linhas mestras da DSI<\/p>\n<p>Car\u00e1ter hist\u00f3rico da DSI<\/p>\n<p>Ordem social: comunidade, sociedade e bem comum<\/p>\n<p>Cultura, religi\u00e3o e sociedade justa<\/p>\n<p>O Estado e suas fun\u00e7\u00f5es: bem p\u00fablico e privado<\/p>\n<p>Transforma\u00e7\u00f5es e reformas<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">Caderno 2<\/span><\/p>\n<p>Ensino Social da Igreja: um tesouro a valorizar<\/p>\n<p>Direitos Humanos<\/p>\n<p>O trabalho: chave da quest\u00e3o social<\/p>\n<p>A propriedade e sua fun\u00e7\u00e3o social<\/p>\n<p>Terra e reforma agr\u00e1ria no Brasil<\/p>\n<p>A empresa na transforma\u00e7\u00e3o da sociedade<\/p>\n<p>Democracia e participa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">Caderno 3<\/span><\/p>\n<p>Meio ambiente e desenvolvimento sustent\u00e1vel<\/p>\n<p>A fam\u00edlia numa vis\u00e3o social crist\u00e3<\/p>\n<p>Economia Popular Solid\u00e1ria<\/p>\n<p>Mobilidade humna nos documentos da DSI<\/p>\n<p>Seguran\u00e7a p\u00fablica, justi\u00e7a e sistema penitenci\u00e1rio<\/p>\n<p>A guerra, a viol\u00eancia e constru\u00e7\u00e3o de uma cultura da paz<\/p>\n<p>O livre-com\u00e9rcio e globaliza\u00e7\u00e3o v\u00e3o acabar com a pobreza?<\/p>\n<p>A d\u00edvida paga com a vda dos pobres<\/p>\n<p>Comunica\u00e7\u00e3o: um bem p\u00fablico com sentido social<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>\u201cTemas da Doutrina Social da Igreja\u201d da CNBB \u00e9 uma obra referencial   porque al\u00e9m de trazer as grandes linhas mestras da Doutrina Social da Igreja   Universal nos coloca diante dos temas mais ligados \u00e0 realidade do Brasil,   como por ex. \u201cTerra e reforma agr\u00e1ria no Brasil\u201d, \u201cSeguran\u00e7a p\u00fablica e   sistema penitenci\u00e1rio\u201d. Os tres cadernos s\u00e3o um tesouro referencial para o   agir moral, sobretudo nos temas da Teologia Moral Social. Essa obra \u00e9   indispens\u00e1vel para uma forma\u00e7\u00e3o moral ampla e organizada sobre as quest\u00f5es   sociais no mundo contemporaneo e no nosso Brasil.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese   ou institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Marian Marek (Marcos) Piatek<\/strong>, CSSR \u2013 Universidade   Cat\u00f3lica do Salvador (UCSAL) e Faculdade S\u00e3o Bento \u2013 Salvador-BA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>Pontif\u00edcio Conselho   \u201cJusti\u00e7a e Paz<strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">\u201d, Comp\u00eandio da Doutrina Social da Igreja<\/span><\/em><\/strong>, S\u00e3o Paulo,   Paulinas, 2005, 528p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> : <\/strong><\/p>\n<p>O Pontif\u00edcio Conselho   Justi\u00e7a e Paz (Pontificium Consilium de Iustitia et Pace) \u00e9 um organismo da   C\u00faria Romana ao servi\u00e7o da Igreja Universal. Foi criado pelo papa Paulo VI em   1967. O Conselho tem em vista uma miss\u00e3o: fazer com que no mundo sejam   promovidas a justi\u00e7a, a paz, os direitos humanos, o progresso da humanidade,   conforme a Boa Nova de Jesus e da Doutrina Social da Igreja. Recolhe not\u00edcias   e resultados de pesquisas sobre as quest\u00f5es sociais, avalia-os e, segundo a   oportunidade, comunica aos organismos episcopais as conclus\u00f5es deduzidas. \u00c9 um valioso instrumento de dialogo e   orienta\u00e7\u00e3o com as associa\u00e7\u00f5es cat\u00f3licas e com outras institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o   cat\u00f3licas, que sinceramente se empenham pela afirma\u00e7\u00e3o dos valores da vida   comunit\u00e1ria no mundo.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>A Teologia Moral   Renovada \u00e9 o fruto da Optatam Totius (OT 16) e do Vaticano II. A Teologia   Moral Social p\u00f3s-conciliar encontra a sua base epistemol\u00f3gica sobretudo na   Gaudium et Spes. A \u201cConstitui\u00e7\u00e3o Pastoral \u2018Guadium et Spes\u2019 sobre a Igreja no   Mundo de Hoje\u201d, na sua Segunda Parte, convidou a Teologia Moral a tratar dos   seguintes temas: A promo\u00e7\u00e3o do progresso cultural; a vida econ\u00f4mico-social; a   vida da comunidade pol\u00edtica; promo\u00e7\u00e3o da paz e da comunidade internacional. O   fruto desse desejo era o nascimento da Teologia Moral Social. Neste contexto   nasceram os novos manuais de teologia moral social de; Bernhard H\u00e4ring, Tullo   Goffi, Marciano Vidal, Anselm G\u00fcnth\u00f6r, R. Rincon Ordu\u00f1a, Luigi Lorenzetti,   Lopez Azpitarte, Giannino Piana, etc.<\/p>\n<p>Passados 40 anos do   Concilio Vaticano II a Igreja se sentiu convidada a iluminar com o seu saber   os novos desafios que aperceram recentementea na caminhada da humanidade. Por   isso em 2005 apareceu o \u201cComp\u00eandio da Doutrina Social da Igreja\u201d publicado   pelo Pontif\u00edcio Conselho \u201cJusti\u00e7a e Paz\u201d. O documento apresenta de modo   sintetico as bases da Doutrina Social da Igreja cat\u00f3lica. No texto emerge a   import\u00e2ncia da antropologia integral e dos valores morais para a constru\u00e7\u00e3o   da sociedade mais justa e mais humana visando o bem comum. No documento se d\u00e1   a vis\u00e3o da Igreja sobre a moral que tem as bases na lei natural; se afronta o   fen\u00f4meno da globaliza\u00e7\u00e3o; se chama a aten\u00e7\u00e3o para a ecologia; se ilumina com   a teologia o mundo moderno do trabalho e da gest\u00e3o dos neg\u00f3cios p\u00fablicos; se   registra as formas in\u00e9ditas de precariedade e de escravid\u00e3o; se denuncia o   hiato entre paises ricos e pobres; se esclarece as linhas de for\u00e7a e as   lacunas do mercado livre; se toca as quest\u00f5es culturais; se lembra o papel   dos leigos nas quest\u00f5es sociais e se confirma a miss\u00e3o da Igreja por uma   civiliza\u00e7\u00e3o do amor. Um   elemento positivo foi reservado ao aspecto ecum\u00eanico da moral social e a   vontade de dialogar com todas as pessoas de boa vontade. O \u201cComp\u00eandio da   Doutrina Social da Igreja\u201d se tornou o m\u00e1rco carater\u00edstico e o b\u00fasola para a   Teologia Moral Social no in\u00edcio do terceiro mil\u00eanio.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>1.<span style=\"text-decoration: underline\"> INTRODU\u00c7\u00c3O<\/span> &#8211; UM HUMANISMO INTEGRAL E SOLID\u00c1RIO<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">PRIMEIRA PARTE<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>O DES\u00cdGNIO DE AMOR DE DEUS A TODA A HUMANIDADE<\/p>\n<p>MISS\u00c3O DA IGREJA E DOUTRINA SOCIAL<\/p>\n<p>A PESSOA E OS SEUS DIREITOS<\/p>\n<p>OS PRINC\u00cdPIOS DA DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">SEGUNDA PARTE<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>A   FAM\u00cdLIA C\u00c9LULA VITAL DA SOCIEDADE<\/p>\n<p>O   TRABALHO HUMANO<\/p>\n<p>A VIDA   ECON\u00d4MICA<\/p>\n<p>A   COMUNIDADE POL\u00cdTICA<\/p>\n<p>A   COMUNIDADE INTERNACIONAL<\/p>\n<p>SALVAGUARDAR   O AMBIENTE<\/p>\n<p>A   PROMO\u00c7\u00c3O DA PAZ<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">TERCEIRA        PARTE <\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>DOUTRINA   SOCIAL E A\u00c7\u00c3O ECLESIAL<\/p>\n<p>A A\u00c7\u00c3O   PASTORAL NO \u00c2MBITO SOCIAL<\/p>\n<p>DOUTRINA   SOCIAL E COMPROMISSO DOS CRIST\u00c3OS LEIGOS<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">CONCLUS\u00c3O<\/span> &#8211; POR   UMA CIVILIZA\u00c7\u00c3O DO AMOR<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>Por se tratar do   documento do Pontif\u00edcio Conselho \u201cJusti\u00e7a e Paz\u201d, o Comp\u00eandio Da Doutrina   Social da Igreja, \u00e9 uma obra referencial. Depois dos 40 anos do fim do   Conc\u00edlio Vaticano II a Igreja nos brindou com o novo documento que traz as   linhas mestras para a Teologia Moral Social nos dias de hoje. \u00c9 uma obra que   vai auxilhar muito os estudantes de teologia moral e tamb\u00e9m os leigos   engajados no campo social.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese   ou institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Marian Marek (Marcos) Piatek<\/strong>, CSSR \u2013   Universidade Cat\u00f3lica do Salvador (UCSAL) e Faculdade S\u00e3o Bento \u2013 Salvador-BA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>VIDAL Marciano, <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Podemos   batizar o capitalismo? Ju\u00edzio \u00e9tico sobre o capitalismo<\/span><\/em><\/strong>, Ed.   Santu\u00e1rio, 1996, 149p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> : <\/strong><\/p>\n<p>Marciano Vidal (1937 &#8211; ), mission\u00e1rio   redentorista, te\u00f3logo espanhol de proje\u00e7\u00e3o internacional, \u00e9 professor titular   da Universidade Pontif\u00edcia Camillas (Madri) e professor convidado na Academia   Alfonsiana (Roma). Seu nome est\u00e1 indissoluvelmente unido \u00e0 renova\u00e7\u00e3o da \u00c9tica   Teol\u00f3gica depois do Conc\u00edlio Vaticano II. De 1965 a 2004, M. Vidal publicou   56 livros e centenas de artigos. \u00c9 o \u00edcone atual no campo da Teologia Moral.<strong> <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>Depois do colapso do sistema socialista e da desintegra\u00e7\u00e3o da URSS a   humanidade se viu dinate do dilema: ser\u00e1 que o capitalismo \u00e9 a unica solu\u00e7\u00e3o   v\u00e1lida para a humanidade? Para alguns a alternativa estava no sitema   socialista. E agora com a queda do Muro de Barlim n\u00e3o existem mais as   alternativas? A estes desafios pretende responder Mariano Vidal no seu livro   \u201cPodemos batizar o capitalismo?\u201d. A finalidade da obra \u00e9 apresentar o ju\u00edzo   \u00e9tico-teol\u00f3gico a respeito do sistema capitalista. O A. in\u00edcia a sua obra   falando sobre a economia e \u00e9tica frizando a necessidade da reflex\u00e3o \u00e9tica no   vasto mundo da economia. A autonomia cient\u00edfico-t\u00e9cnica da economia n\u00e3o pode   ser privada dos valores \u00e9ticos visando o bem comum de todos. O A. traz o   quadro axiol\u00f3gico para o mundo dos bens materias sobre os quais pesa a   hipoteca social. No mundo das coisas precisa colocar a vida humana em   destaque. No terceiro cap\u00edtulo o A. faz o confronto entre o capitalismo e o   coletivismo (socialismo). Este confronto \u00e9 realizado \u00e0 luz da Doutrina Social   da Igreja. A valora\u00e7\u00e3o \u00e9tica do capitalismo \u00e9 realizada recorrendo aos   documento desde Le\u00e3o XIII (Rerum Novarum) at\u00e9 Jo\u00e3o Paulo II (Centesimus   annus). Nenhum dos sistemas econ\u00f4nicos (socialismo e capitalismo) se engloba   nas exig\u00eancias da Boa Nova de Jesus e da Doutrina Social da Igreja e por isso   a Teologia Moral Social convida a buscar as alternativas. O A. prop\u00f5e como   alternaliva a \u201ceconomia planet\u00e1ria\u201d e sensibilidade preferencial aos pobres.   A obra \u00e9 escrita com a linguagem bastante popular e por isso serve tanto para   os estudantes de teologia moral social como para a reflex\u00e3o da parte dos   grupos de leigos.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>1. Economia e \u00e9tica<\/p>\n<p>2. Uma \u00e9tica econ\u00f4mica   fundamental<\/p>\n<p>3. Sistemas econ\u00f4micos e   \u00e9tica: Confronto entre o capitalismo e o coletivismo<\/p>\n<p>4. Valora\u00e7\u00e3o \u00e9tica do   capitalismo at\u00e9 a Centesimus annus (1991)<\/p>\n<p>5. Postura \u00e9tica da   Centesimos annus diante do capitalismo<\/p>\n<p>6. Para um modelo   alternativo<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong>A   obra \u00e9 relevante. As produ\u00e7\u00f5es \u00e9tico-teol\u00f3gicas a respeito do valor moral dos   sistemas como socialismo e capitalismo n\u00e3o s\u00e3o muitas. Por isso o livro de   Marciano Vidal sobre o ju\u00edzo \u00e9tico-teol\u00f3gico sobre o capitalismo \u00e9 bastante   \u00fatil. Baseando-se na Doutrina Social da Igreja pode ajudar aos destinat\u00e1rios   a elaborar uma vis\u00e3o crist\u00e3sobre o capitalismo e as suas lacunas. Al\u00e9m do   mais oferece algumas alternativas para superar os problemas atuais propondo a   distribui\u00e7\u00e3o eq\u00fcitativa e justa dos bens materiais. O livro pode servir como   base para o trabalho em grupos.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese   ou institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Marian Marek (Marcos) Piatek<\/strong>, CSSR \u2013 Universidade   Cat\u00f3lica do Salvador (UCSAL) e Faculdade S\u00e3o Bento \u2013 Salvador-BA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>SELLA Adriano, <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">\u00c9tica   da justi\u00e7a<\/span><\/em><\/strong>, S\u00e3o Paulo, Paulus, 2003, 292p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> : <\/strong><\/p>\n<p>Adriano Sella nasceu em Vicenza, It\u00e1lia. \u00c9 Mission\u00e1rio Xaveriano,   militante da justi\u00e7a e paz, te\u00f3logo e escitor. Publicou v\u00e1rios livros na   It\u00e1lia. No Brasil, publicou o livro \u2018Via-Sacra dos Exclu\u00eddos\u2019 (Ed. Vozes) e   \u2018Globaliza\u00e7\u00e3o neoliberal e exclus\u00e3o social\u2019 (Ed. Paulus).<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>Santo Ireneu dizia que  \u201cA   gl\u00f3ria de Deus \u00e9 o homem vivente\u201d. Isso \u00e9 imposs\u00edvel sem a vev\u00eancia da   justi\u00e7a social. O A. dividiu o seu trabalho em quatro partes. Na <span style=\"text-decoration: underline\">Primeira   Parte<\/span> aborda a quest\u00e3o da justi\u00e7a social na contemporaneidade. A partir   da modernidade a sociedade avan\u00e7ou bastante na conquista da liberdade   individual, por\u00e9m n\u00e3o avan\u00e7ou quanto \u00e0 desigualdade e \u00e0 injusti\u00e7a social. O   secularismo substituiu Deus pela pessoa humana. Foram invertidos os pap\u00e9is da   sociedade antiga. Enquanto a \u00e9poca moderna \u00e9 radicalmente antropoc\u00eantrica, a   era contempor\u00e2nea introduziu o mercado livre como centro do mundo. Agora \u00e9 o   lucro que assume o papel dos ser humano (idolatria do capital). O neoliberalismo   globalizadose mostra como destruidor da justi\u00e7a. O grande desafio de hoje n\u00e3o   \u00e9 frear a liberdade humana, mas orient\u00e1-la segundo a \u00e9tica teol\u00f3gica da   justi\u00e7a social. Na <span style=\"text-decoration: underline\">Segunda Parte<\/span> o A. apresenta a organiza\u00e7\u00e3o social e   a justi\u00e7a no Antigo e no Novo Testamento. L\u00e1 se aprende que a justi\u00e7a social   \u00e9 a partilha e o amor. A Palavra de Deus, sobretudo o Novo Testamento \u00e9 a   fonte prim\u00e1ria para elaborar o discurso a respeito da justi\u00e7a social. Na <span style=\"text-decoration: underline\">Terceira   Parte<\/span> se tra\u00e7a as principais linhas de for\u00e7a da justi\u00e7a social segundo os   Padres da Igreja. A caridade e a partilha evang\u00e9lica s\u00e3o uma pr\u00e1tica que   marca a comunidade primitiva, sem exxluir ningu\u00e9m. A justi\u00e7a social se   realiza por meio do bem comum. Todos os bens da terra s\u00e3o comuns e est\u00e3 ao   servi\u00e7o da dignidade de todas as pessoas e de todos os povos. Em seguida o A.   apresenta o pensamento de S. Tom\u00e1s de Aquino. Ele \u00e9 o primeiro a elaborar um   tratado sobre o dever de justi\u00e7a do ponto de vista teol\u00f3gico (Suma Teol\u00f3gica,   II-II, qq.57-122). Na <span style=\"text-decoration: underline\">Quarta Parte<\/span> a pesquisa gira ao redor da justi\u00e7a   social no segundo mil\u00eanio da Igreja. Um papel de destaque na implanta\u00e7\u00e3o da   justi\u00e7a social o A. d\u00e1  ao surgimento   da Doutrina Social da Igreja (Le\u00e3o XIII, Rerum Novarum). O papel de destaque   cabe \u00e0 Igreja Latino-Americana. As Confer\u00eancias Episcopais Latino-Americanas   deram uma contribui\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica no campo da justi\u00e7a social. O episcopado   brasileiro, o maior e mais influente da Am\u00e9rica Latina, faz sua a intr\u00ednseca   uni\u00e3o entrea a evangeliza\u00e7\u00e3o e o compromisso mission\u00e1rio pela justi\u00e7a social.   O A. termina a sua obra dizendo que \u201cO mundo est\u00e1 doente, mas tamb\u00e9m est\u00e1   gr\u00e1vido do alvorecer do dia em que o outro mundo n\u00e3o ser\u00e1 mais um sonho, mas   sobretudo o caminho da vida cotidiana da humanidade\u201d.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">INTRODU\u00c7\u00c3O<\/span><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">PARTE 1<\/span><\/p>\n<p>A SITUA\u00c7\u00c3O DA JUSTI\u00c7A SOCIAL NA CONTEMPORANEIDADE<\/p>\n<p>Liberdade individual conquistada<\/p>\n<p>O neoliberalismo globalizado como destruidor da justi\u00e7a social<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">PARTE 2 <\/span><\/p>\n<p>A JUSTI\u00c7A NA B\u00cdBLIA<\/p>\n<p>A justi\u00e7a no Antigo Testamento<\/p>\n<p>A justi\u00e7a no Novo Testamento<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">PARTE 3 <\/span><\/p>\n<p>A JUSTI\u00c7A SEGUNDO OS PADRES DA IGREJA<\/p>\n<p>O bem comum como pr\u00e1tica da justi\u00e7a<\/p>\n<p>O dever de justi\u00e7a segundo Santo Tom\u00e1s de Aquino<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">PARTE 4 <\/span><\/p>\n<p>A JUSTI\u00c7A NO SEGUNDO MIL\u00caNIO DA IGREJA<\/p>\n<p>A justi\u00e7a no segundo mil\u00eanio da Igreja<\/p>\n<p>A justi\u00e7a segundo a doutrina social da Igreja<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>O livro \u201c\u00c9tica da justi\u00e7a\u201d \u00e9 uma obra relevante. No campo da teologia   moral social a quest\u00e3o da justi\u00e7a ocupa o lugar de destaque. Quen n\u00e3o \u00e9 muito   especializado no assunto a obra lhe far\u00e1 um bom percurso hist\u00f3rico e   \u00e9tico-teologico sobre a justi\u00e7a social.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese   ou institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Marian Marek (Marcos) Piatek<\/strong>, CSSR \u2013 Universidade   Cat\u00f3lica do Salvador (UCSAL) e Faculdade S\u00e3o Bento \u2013 Salvador-BA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p> <!--nextpage--> <\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"215\">\n<p><strong>Obra indicada:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"361\">\n<p>SELLA Adriano, <strong><em><span style=\"text-decoration: underline\">Globaliza\u00e7\u00e3o   neoliberal e exclus\u00e3o social<\/span><\/em><\/strong>, S\u00e3o Paulo, Paulus, 2003, 148p.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Autor<\/strong><em> (breve apresenta\u00e7\u00e3o)<\/em><strong> : <\/strong><\/p>\n<p>Adriano Sella nasceu em Vicenza, It\u00e1lia. \u00c9 Mission\u00e1rio Xaveriano, militante   da justi\u00e7a e paz, te\u00f3logo e escitor. Publicou v\u00e1rios livros na It\u00e1lia. No   Brasil, publicou o livro \u2018Via \u2013Sacra dos Exclu\u00eddos\u201d (Ed. Vozes) e \u2018\u00c9tica da   justi\u00e7a\u2019 (Ed. Paulus).<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><\/p>\n<p>\u201cGlobaliza\u00e7\u00e3o Neoliberal e Exclus\u00e3o Social\u201d \u00e9 uma obra nascida do esp\u00edrito de   pesquisa e da viv\u00eancia cotidiana das quest\u00f5es sociais pelo povo. \u00c9 uma tentativa   de sistematizar e fundamentar parte das assessorias e palestras administradas   pelo Autor ao longo de v\u00e1rios anos sobre a quest\u00e3o social e as alternativas   poss\u00edveis para construir uma sociedade justa e solid\u00e1ria. Os temas refletidos   pelo Autor nascem da grav\u00edssima situa\u00e7\u00e3o da exclus\u00e3o social que aflige a   sociedade, porque atinge, empobrece e massacra bilh\u00f5es de pessoas, sobretudo   dos pa\u00edses de maioria pobre, como o nosso Brasil. O Autor reflete sobre a   globaliza\u00e7\u00e3o neoliberal e a suas lacunas abordando cinco temas. O <span style=\"text-decoration: underline\">primeiro   tema<\/span> \u00e9 dedicado \u00e0 exclus\u00e3o social globalizada e a d\u00edvida social. A   exclus\u00e3o social \u00e9 um dos frutos amargos da modernidade. A d\u00edvida financeira   ou econ\u00f4mica, por causa de mecanismos diab\u00f3licos, oprime e exclui o povo   pobre. Precisamos promover o pagamento da d\u00edvida social para resgatar a vida   digna do povo oprimido e exclu\u00eddo. No <span style=\"text-decoration: underline\">segundo tema<\/span> o A. aborda as   diversas formas de organiza\u00e7\u00e3o da economia longo a hist\u00f3ria. A sociedade   antiga vivia conforme a economia de subsist\u00eancia preocupando-se de atender \u00e0s   necessidades di\u00e1rias das pessoas. N\u00e3o havia a preocupa\u00e7\u00e3o exagerada de   acumular bens para o futuro. Este tipo de mentalidade vai desaparecer com a   modernidade e o capitalismo. A grande preocupa\u00e7\u00e3o da economia de hoje n\u00e3o \u00e9   sustentar a vida do povo, mas acumular bens aumentando o lucro (economia do   capitalismo e do mercado livre). Antigamente se trabalhava para viver. Hoje   se vive para trabalhar e lucrar. No <span style=\"text-decoration: underline\">terceiro bloco<\/span> o A. enfrenta o   sistema neoliberal e a sua globaliza\u00e7\u00e3o. O neoliberalismo \u00e9 uma ideologia que   se baseia na economia voltada para a vantagem individual e a maximiza\u00e7\u00e3o do   lucro. A privatiza\u00e7\u00e3o prevalece sobre o bem comum. A pessoa humana se torna   mercadoria a servi\u00e7o do lucro e consumidora dos bens produzidos. Precisa   diminuir o papel do Estado para garantir a livre competi\u00e7\u00e3o. Do ponto de   vista da teologia moral a \u00e9tica neoliberal \u00e9 maquiav\u00e9lica porque o fim   justifica os meios. A globaliza\u00e7\u00e3o neoliberal, na sua ideologia, \u00e9 uma   estrutura destruidora e excludente. O <span style=\"text-decoration: underline\">quarto grande tema<\/span> o A. dedica   ao fen\u00f4meno da exclus\u00e3o e \u00e0 aparta\u00e7\u00e3o social. Isso se observa atrav\u00e9s dos   seguintes fatores: o crescente desemprego; diminui\u00e7\u00e3o do trabalho formal   (trabalhador se torna estagi\u00e1rio ou tempor\u00e1rio); o trabalho informal se torna   uma economia de sobreviv\u00eancia; a mis\u00e9ria \u00e9 massiva, globalizada e crescente;   a elimina\u00e7\u00e3o f\u00edsica dos exclu\u00eddos; aparta\u00e7\u00e3o social para os pobres \u2013   apartheid social e aparta\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica (manipula\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica). <span style=\"text-decoration: underline\">No quinto e   \u00faltimo tema<\/span> o A. apresenta as alternativas ao neoliberalismo e \u00e0   globaliza\u00e7\u00e3o. Para reverter os efeitos negativos do neoliberalismo e da   globaliza\u00e7\u00e3o o A. prop\u00f5e a luta pol\u00edtica e a luta social. Para alcan\u00e7ar isso   \u00e9 necess\u00e1ria a articula\u00e7\u00e3o internacional. Como alternativa o A. prop\u00f5e a   economia solid\u00e1ria, o programa de renda m\u00ednima baseada no direito humano \u00e0   vida e n\u00e3o mais ao trabalho. O A. prop\u00f5e o caminho de uma sociedade   neoliberal para uma sociedade neo-solid\u00e1ria. Nesta mudan\u00e7a de rumo n\u00e3o pode   faltar esperan\u00e7a como motor do poss\u00edvel e a contribui\u00e7\u00e3o das Igrejas e das   religi\u00f5es. Outro mundo \u00e9 poss\u00edvel, necess\u00e1rio e urgente!<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Partes principais da obra:<\/strong><\/p>\n<p>Pref\u00e1cio e Apresenta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>1. Exclus\u00e3o social globalizada e a d\u00edvida social<\/p>\n<p>2. Ontem e hoje: formas de organiza\u00e7\u00e3o da economia<\/p>\n<p>3. O sistema neoliberal e sua globaliza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>4. O fen\u00f4meno da exclus\u00e3o e a participa\u00e7\u00e3o social<\/p>\n<p>5. Alternativas ao neoliberalismo e \u00e0 globaliza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Por que essa obra \u00e9   referencial ou relevante<\/strong><em> (justificar)<\/em><strong>: <\/strong><\/p>\n<p>\u201cGlobaliza\u00e7\u00e3o Neoliberal e Exclus\u00e3o Social\u201d \u00e9 uma   obra relevante. Quem estuda a Teologia Moral Social vai se deparar   inevitavelmente com o fen\u00f4meno do neoliberalismo e da globaliza\u00e7\u00e3o. O A. nos   d\u00e1 uma vis\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 socioecon\u00f4mica ou pol\u00edtico cultural da globaliza\u00e7\u00e3o, mas   tamb\u00e9m as pistas teol\u00f3gicas e morais para a sua avalia\u00e7\u00e3o. Obra bastante f\u00e1cil   e esclarecedora para o cidad\u00e3o batizados nos dias de hoje.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"576\">\n<p><strong>Respons\u00e1vel pelas   informa\u00e7\u00f5es <\/strong><em>(nome\/ diocese   ou institui\u00e7\u00e3o em que atua)<\/em><strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe. Marian Marek (Marcos) Piatek<\/strong>, CSSR \u2013 Universidade   Cat\u00f3lica do Salvador (UCSAL) e Faculdade S\u00e3o Bento \u2013 Salvador-BA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obra indicada: CNBB, Por uma Reforma do Estado com Participa\u00e7\u00e3o Democr\u00e1tica, Documentos da CNBB, n\u00famero 91, Brasilia-DF: Edi\u00e7\u00f5es CNBB 2010, 53p. Autor (breve apresenta\u00e7\u00e3o) : A Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) \u00e9 a institui\u00e7\u00e3o permanente que congrega os Bispos da Igreja cat\u00f3lica no Pa\u00eds, na qual, a exemplo dos Ap\u00f3stolos, conjuntamente e nos &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/moral-social\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">Moral Social<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[758],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/12529"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=12529"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/12529\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=12529"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=12529"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=12529"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}