{"id":16911,"date":"2011-03-30T00:00:00","date_gmt":"2011-03-30T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-acolhe-1o-encontro-de-educadoras-negras\/"},"modified":"2020-03-11T20:50:17","modified_gmt":"2020-03-11T23:50:17","slug":"cnbb-acolhe-1o-encontro-de-educadoras-negras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-acolhe-1o-encontro-de-educadoras-negras\/","title":{"rendered":"CNBB acolhe 1\u00ba Encontro de Educadoras negras"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Um grupo de mulheres negras e educadoras se reuniu entre os dias 29 e 31, na sede da CNBB, em Bras\u00edlia, para discutir quest\u00f5es relativas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, quilombo, identidade \u00e9tnica, pastoral afro e juventude.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Promovido pela Pastoral Afro-Brasileira, o prop\u00f3sito do encontro, que teve coordena\u00e7\u00e3o do assessor nacional da Pastoral Afro da CNBB, padre Ari Ant\u00f4nio dos Reis, foi constituir e consolidar uma rede de trabalho formada por mulheres que atuam em diferentes \u00e1reas, com o objetivo de dar maior capilaridade \u00e0s a\u00e7\u00f5es voltadas para a transposi\u00e7\u00e3o das assimetrias que atingem a popula\u00e7\u00e3o negra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O grupo tem representa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios estados Maranh\u00e3o, Minas Gerais, Paran\u00e1, Rio Grande do Sul e S\u00e3o Paulo e do Distrito Federal. As nove mulheres participantes v\u00eam contribuindo para a dinamiza\u00e7\u00e3o do trabalho pastoral por meio da inclus\u00e3o do t\u00f3pico etnicorracial na agenda da Igreja e da sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" alignleft size-full wp-image-9053\" style=\"float: left\" alt=\"Pastoral_Afro_14\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Pastoral_Afro_14.jpg\" width=\"295\" height=\"203\" \/>\u201cA partilha de experi\u00eancias est\u00e1 sendo um dos pontos mais expressivos do encontro, oportunidade em que as educadoras exp\u00f5em sua biografia de vida, suas conquistas e dificuldades, conectando esses relatos com as hist\u00f3rias comuns que marcam a trajet\u00f3ria as mulheres negras\u201d, sublinhou umas das participantes, Rosane Borges, professora da Universidade Estadual de Londrina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" alignright size-full wp-image-9054\" style=\"float: right\" alt=\"Pastoral_Afro_12\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Pastoral_Afro_12.jpg\" width=\"215\" height=\"297\" \/>Dos relatos, ser\u00e3o extra\u00eddas indica\u00e7\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o de uma plataforma comum de trabalho voltada para articular o trabalho pastoral com o problema do negro e da mulher negra na atualidade. O encontro prev\u00ea ainda an\u00e1lise de conjuntura, considerando as vari\u00e1veis de ra\u00e7a e g\u00eanero, formula\u00e7\u00e3o de propostas para atua\u00e7\u00e3o nas pastorais, a constru\u00e7\u00e3o de ferramentas para a educa\u00e7\u00e3o quilombola e desenho de projetos voltados para mulheres negras em estado de vulnerabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Rosane Borges completa destacando a justificativa de uma rede composta s\u00f3 por mulheres: \u201cTradicionalmente as mulheres s\u00e3o as protagonistas no desenvolvimento de trabalhos sociais, as mulheres negras s\u00e3o agentes importantes no processo de revigoramento da luta social, com olhar de g\u00eanero e ra\u00e7a, e integram o grupo social mais vulner\u00e1vel da sociedade brasileira\u201d, disse.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um grupo de mulheres negras e educadoras se reuniu entre os dias 29 e 31, na sede da CNBB, em Bras\u00edlia, para discutir quest\u00f5es relativas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, quilombo, identidade \u00e9tnica, pastoral afro e juventude.<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":16912,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[848,841],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/16911"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=16911"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/16911\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/16912"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=16911"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=16911"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=16911"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}