{"id":18250,"date":"2016-11-19T00:00:00","date_gmt":"2016-11-19T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/presidente-da-cnbb-e-um-dos-novos-cardeais-da-igreja\/"},"modified":"2016-11-19T00:00:00","modified_gmt":"2016-11-19T02:00:00","slug":"presidente-da-cnbb-e-um-dos-novos-cardeais-da-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/presidente-da-cnbb-e-um-dos-novos-cardeais-da-igreja\/","title":{"rendered":"Presidente da CNBB \u00e9 um dos novos cardeais da Igreja"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Dom Sergio da Rocha foi criado cardeal durante\u00a0Consist\u00f3rio na manh\u00e3 deste s\u00e1bado<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O papa Francisco presidiu, na manh\u00e3 deste s\u00e1bado, 19 de novembro, na Bas\u00edlica Vaticana, o Consist\u00f3rio Ordin\u00e1rio P\u00fablico para a Cria\u00e7\u00e3o de 17 novos Cardeais, provenientes de diversos pa\u00edses, entre os quais o Brasil, na pessoa de dom Sergio da Rocha, arcebispo de Bras\u00edlia (DF) e presidente da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em sua homilia, o Santo Padre partiu da passagem evang\u00e9lica, chamada \u201cdiscurso da plan\u00edcie\u201d: depois que Jesus escolheu os Doze ap\u00f3stolos, p\u00f4s-se a caminho e desceu com eles para uma regi\u00e3o plana, onde era aguardado por uma grande multid\u00e3o, queria ouvir suas palavras e ser curada por Ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A voca\u00e7\u00e3o dos Ap\u00f3stolos \u00e9 associada a este \u201cp\u00f4r-se a caminho\u201d rumo \u00e0 plan\u00edcie, para encontrar uma multid\u00e3o \u201catormentada\u201d. E o Papa explicou:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00abA escolha, ao inv\u00e9s de mant\u00ea-los no alto da montanha, levou-os para o meio da multid\u00e3o, em meio \u00e0s suas tribula\u00e7\u00f5es, ao n\u00edvel da sua vida. Assim, o Senhor revela, a eles e a n\u00f3s, que o verdadeiro cume se alcan\u00e7a a partir da plan\u00edcie, que nos lembra que o cume se situa em um horizonte, que se torna um convite especial: \u2018Sejam misericordiosos como o Pai \u00e9 misericordioso\u2019\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Trata-se de um convite, acrescentou Francisco, que \u00e9 acompanhado de quatro imperativos ou quatro exorta\u00e7\u00f5es \u2013 que o Senhor lhes dirige, para moldar a sua voca\u00e7\u00e3o no dia-a-dia. S\u00e3o quatro a\u00e7\u00f5es que dar\u00e3o forma, encarnar\u00e3o e tornar\u00e3o palp\u00e1vel o caminho do disc\u00edpulo, como afirmou o Papa:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cPoder\u00edamos dizer que s\u00e3o quatro etapas da mistagogia da miseric\u00f3rdia &#8211; inicia\u00e7\u00e3o nos mist\u00e9rios de uma religi\u00e3o -: amar, fazer o bem, aben\u00e7oar e rezar. Penso que, sobre estes aspetos, que parecem razo\u00e1veis, estamos todos de acordo. S\u00e3o quatro a\u00e7\u00f5es que facilmente realizamos com os nossos amigos, com as pessoas mais ou menos pr\u00f3ximas na estima, nos gostos, nos costumes\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O problema, diz o Pont\u00edfice, surge quando Jesus nos apresenta os destinat\u00e1rios destas a\u00e7\u00f5es: \u201cAmem seus inimigos, fa\u00e7am o bem aos que lhes odeiam, aben\u00e7oem os que lhes amaldi\u00e7oam, rezem pelos que lhes caluniam:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cEncontramo-nos diante de uma das carater\u00edsticas mais espec\u00edficas da mensagem de Jesus, onde se oculta a sua for\u00e7a e o seu segredo e da qual brota a fonte da nossa alegria, a for\u00e7a da nossa miss\u00e3o e o an\u00fancio da Boa Nova. O inimigo \u00e9 algu\u00e9m que devo amar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O cora\u00e7\u00e3o de Deus n\u00e3o tem inimigos; Deus tem apenas filhos. N\u00f3s erguemos muros, constru\u00edmos barreiras e classificamos as pessoas. O amor de Deus \u00e9 fiel, materno e paterno, incondicional, que exige convers\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o, que tende a julgar, dividir, contrapor e condenar. E Francisco ponderou:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cA nossa \u00e9poca \u00e9 caraterizada por problem\u00e1ticas e interrogativos fortes em escala mundial. Vivemos em um tempo em que ressurgem, como uma epidemia nas sociedades, a polariza\u00e7\u00e3o e a exclus\u00e3o, como \u00fanica forma \u00a0de se resolver os conflitos, ao inv\u00e9s, se torna uma amea\u00e7a e adquire a condi\u00e7\u00e3o de inimigo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O inimigo, para muitos, explicou o Santo Padre, vem de terras distantes, tem outros costumes e cor da pele, l\u00edngua ou condi\u00e7\u00f5es sociais diferentes; porque pensa de outro modo ou professa outra f\u00e9. Aos poucos, essas diferen\u00e7as se transformam em hostilidade, amea\u00e7a e viol\u00eancia. Quantas feridas por causa desta epidemia de inimizade e viol\u00eancia, desta patologia da indiferen\u00e7a! Quantas situa\u00e7\u00f5es de precariedade, sofrimento e inimizade entre os povos, existem entre n\u00f3s, em nossas comunidades, presbit\u00e9rios e reuni\u00f5es. E o Papa acrescentou:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cO v\u00edrus da polariza\u00e7\u00e3o e da inimizade permeia em nosso modo de pensar, sentir e agir. Devemos estar atentos para que esta conduta n\u00e3o ocupe o nosso cora\u00e7\u00e3o, porque vai contra a riqueza e a universalidade da Igreja, que se reflete no Col\u00e9gio Cardinal\u00edcio. Viemos de terras distantes, temos costumes, cor da pele, l\u00ednguas e condi\u00e7\u00f5es sociais diferentes; pensamos e celebramos a f\u00e9 com v\u00e1rios ritos. Isso n\u00e3o nos torna inimigos, mas \u00e9 uma das nossas maiores riquezas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Santo Padre concluiu sua homilia, recordando que Jesus n\u00e3o cessa de \u201cdescer do monte\u201d para nos inserir na hist\u00f3ria e anunciar o Evangelho da Miseric\u00f3rdia. Ele continua a enviar-nos \u00e0 \u201cplan\u00edcie\u201d dos nossos povos e a dar-lhes a vida e a esperan\u00e7a, sinais de reconcilia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como Igreja, disse por fim Francisco aos Cardeais, somos convidados a abrir os nossos olhos para ver as feridas de tantos irm\u00e3os e irm\u00e3s privados e provados na sua dignidade. Sejam misericordiosos como o Pai!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ao t\u00e9rmino da celebra\u00e7\u00e3o do Consist\u00f3rio Ordin\u00e1rio P\u00fablico, o Santo Padre e os novos Cardeais, a bordo de dois micro-\u00f4nibus, foram visitar o Papa em\u00e9rito, Bento XVI, no mosteiro Mater Ecclesiae, onde reside nos Jardins do Vaticano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\">Com informa\u00e7\u00f5es da R\u00e1dio Vaticano<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\">\u00cdntegra da homilia do Papa:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Consist\u00f3rio Ordin\u00e1rio P\u00fablico para a cria\u00e7\u00e3o de novos Cardeais (Bas\u00edlica Vaticana, 19 de novembro de 2016)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A passagem do Evangelho que acabamos de ouvir (cf. Lc 6, 27-36) faz parte do que muitos chamam \u00abo discurso da plan\u00edcie\u00bb. Despois da institui\u00e7\u00e3o dos Doze, Jesus desceu com os seus disc\u00edpulos para um local plano, onde uma multid\u00e3o estava \u00e0 sua espera para O escutar e ser curada por Ele. A voca\u00e7\u00e3o dos Ap\u00f3stolos aparece associada com este \u00abp\u00f4r-se a caminho\u00bb rumo \u00e0 plan\u00edcie, para encontrar uma multid\u00e3o que se sentia \u2013 como diz o texto do Evangelho \u2013 \u00abatormentada\u00bb (Lc 6, 18). A escolha deles, em vez de os fazer permanecer l\u00e1 no alto, no cimo da montanha, leva-os para o seio da multid\u00e3o, coloca-os no meio das suas tribula\u00e7\u00f5es, ao n\u00edvel da sua vida. Assim o Senhor revela, a eles e a n\u00f3s, que o verdadeiro cume se alcan\u00e7a na plan\u00edcie, e esta lembra-nos que o cume se situa num horizonte e, especialmente, num convite: \u00abSede misericordiosos como o vosso Pai \u00e9 misericordioso\u00bb (Lc 6, 36).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Um convite acompanhado por quatro imperativos \u2013 poder\u00edamos dizer quatro exorta\u00e7\u00f5es \u2013 que o Senhor lhes dirige, para moldar a sua voca\u00e7\u00e3o na exist\u00eancia concreta do dia-a-dia. S\u00e3o quatro a\u00e7\u00f5es que dar\u00e3o forma, encarnar\u00e3o e tornar\u00e3o palp\u00e1vel o caminho do disc\u00edpulo. Poder\u00edamos dizer que s\u00e3o quatro etapas da mistagogia da miseric\u00f3rdia: amai, fazei o bem, aben\u00e7oai e rezai. Penso que, sobre estes aspetos, \u00e9 poss\u00edvel estarmos todos de acordo, parecendo-nos mesmo razo\u00e1veis. S\u00e3o quatro a\u00e7\u00f5es que facilmente realizamos com os nossos amigos, com as pessoas mais ou menos chegadas, pr\u00f3ximas na estima, nos gostos, nos costumes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O problema surge quando Jesus nos apresenta os destinat\u00e1rios destas a\u00e7\u00f5es, e f\u00e1-lo com muita clareza, sem divaga\u00e7\u00f5es nem eufemismos. Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, aben\u00e7oai aqueles que vos amaldi\u00e7oam, rezai pelos que vos caluniam (cf. Lc 6, 27-28).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Estas a\u00e7\u00f5es, n\u00e3o nos vem espontaneamente a vontade de as fazer a pessoas que aparecem a nossos olhos como um advers\u00e1rio, como um inimigo. Ao v\u00ea-las, a nossa atitude prim\u00e1ria e instintiva \u00e9 desqualific\u00e1-las, desacredit\u00e1-las, amaldi\u00e7o\u00e1-las; em muitos casos, procuramos \u00abdemoniz\u00e1-las\u00bb a fim de ter uma justifica\u00e7\u00e3o \u00absanta\u00bb para nos livrarmos delas. Ao contr\u00e1rio Jesus, referindo-Se ao inimigo, a quem te odeia, amaldi\u00e7oa ou difama, diz-nos: ama-o, faz-lhe bem, aben\u00e7oa-o e reza por ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Estamos perante uma das carater\u00edsticas mais espec\u00edficas da mensagem de Jesus, onde se esconde a sua for\u00e7a e o seu segredo; da\u00ed dimana a fonte da nossa alegria, a for\u00e7a da nossa miss\u00e3o e o an\u00fancio da Boa Nova. O inimigo \u00e9 algu\u00e9m que devo amar. No cora\u00e7\u00e3o de Deus, n\u00e3o h\u00e1 inimigos; Deus tem apenas filhos. N\u00f3s erguemos muros, constru\u00edmos barreiras e classificamos as pessoas. Deus tem filhos, e n\u00e3o foi para Se livrar deles que os quis. O amor de Deus tem o sabor da fidelidade \u00e0s pessoas, porque \u00e9 um amor entranhado, um amor materno\/paterno que n\u00e3o as deixa ao abandono, mesmo quando erraram. O nosso Pai n\u00e3o espera pelo momento em que formos bons, para amar o mundo; para nos amar, n\u00e3o espera pelo momento em que formos menos injustos, ou mesmo perfeitos; ama-nos porque escolheu amar-nos, ama-nos porque nos deu o estatuto de filhos. Amou-nos mesmo quando \u00e9ramos seus inimigos (cf. Rm 5, 10). O amor incondicional do Pai para com todos foi, e \u00e9, uma verdadeira exig\u00eancia de convers\u00e3o para o nosso pobre cora\u00e7\u00e3o, que tende a julgar, dividir, contrapor e condenar. Saber que Deus continua a amar mesmo quem O rejeita, \u00e9 uma fonte ilimitada de confian\u00e7a e est\u00edmulo para a miss\u00e3o. Nenhuma m\u00e3o, por mais suja que esteja, pode impedir a Deus de colocar nela a Vida que nos deseja oferecer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A nossa \u00e9poca carateriza-se por problem\u00e1ticas e interrogativos fortes \u00e0 escala mundial. Tocou-nos atravessar um tempo em que ressurgem, \u00e0 maneira duma epidemia nas nossas sociedades, a polariza\u00e7\u00e3o e a exclus\u00e3o como \u00fanica forma poss\u00edvel de resolver os conflitos. Vemos, por exemplo, como rapidamente quem vive ao nosso lado n\u00e3o s\u00f3 possui a condi\u00e7\u00e3o de desconhecido, imigrante ou refugiado, mas torna-se uma amea\u00e7a, adquire a condi\u00e7\u00e3o de inimigo. Inimigo, porque vem duma terra distante, ou porque tem outros costumes. Inimigo pela cor da sua pele, pela sua l\u00edngua ou a sua condi\u00e7\u00e3o social; inimigo, porque pensa de maneira diferente e mesmo porque tem outra f\u00e9. Inimigo, porque&#8230; E, sem nos darmos conta, esta l\u00f3gica instala-se no nosso modo de viver, agir e proceder. Consequentemente, tudo e todos come\u00e7am a ter sabor de inimizade. Pouco a pouco as diferen\u00e7as transformam-se em sintomas de hostilidade, amea\u00e7a e viol\u00eancia. Quantas feridas se alargam devido a esta epidemia de inimizade e viol\u00eancia, que se imprime na carne de muitos que n\u00e3o t\u00eam voz, porque o seu clamor foi esmorecendo at\u00e9 ficar reduzido ao sil\u00eancio por causa desta patologia da indiferen\u00e7a! Quantas situa\u00e7\u00f5es de precariedade e sofrimento s\u00e3o disseminadas atrav\u00e9s deste crescimento da inimizade entre os povos, entre n\u00f3s! Sim, entre n\u00f3s, dentro das nossas comunidades, dos nossos presbit\u00e9rios, das nossas reuni\u00f5es. O v\u00edrus da polariza\u00e7\u00e3o e da inimizade permeia as nossas maneiras de pensar, sentir e agir. N\u00e3o sendo imunes a isto, devemos estar atentos para que tal conduta n\u00e3o ocupe o nosso cora\u00e7\u00e3o, pois iria contra a riqueza e a universalidade da Igreja que podemos constatar palpavelmente neste Col\u00e9gio Cardinal\u00edcio. Vimos de terras distantes, temos costumes, cor da pele, l\u00ednguas e condi\u00e7\u00f5es sociais distintas; pensamos de forma diferente e tamb\u00e9m celebramos a f\u00e9 com v\u00e1rios ritos. E nada de tudo isto nos torna inimigos; pelo contr\u00e1rio, \u00e9 uma das nossas maiores riquezas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Amados irm\u00e3os, Jesus n\u00e3o cessa de \u00abdescer do monte\u00bb, n\u00e3o cessa de querer inserir-nos na encruzilhada da nossa hist\u00f3ria para anunciarmos o Evangelho da Miseric\u00f3rdia. Jesus continua a chamar-nos e a enviar-nos \u00e0 \u00abplan\u00edcie\u00bb dos nossos povos, continua a convidar-nos a gastar a nossa vida apoiando a esperan\u00e7a do nosso povo, como sinais de reconcilia\u00e7\u00e3o. Como Igreja, continuamos a ser convidados a abrir os nossos olhos para vermos as feridas de tantos irm\u00e3os e irm\u00e3s privados da sua dignidade, provados na sua dignidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Amado irm\u00e3o neo-cardeal, o caminho para o c\u00e9u come\u00e7a na plan\u00edcie, no dia-a-dia da vida repartida e compartilhada, duma vida gasta e doada: na doa\u00e7\u00e3o di\u00e1ria e silenciosa do que somos. O nosso cume \u00e9 esta qualidade do amor; a nossa meta e aspira\u00e7\u00e3o \u00e9 procurar na plan\u00edcie da vida, juntamente com o povo de Deus, transformar-nos em pessoas capazes de perd\u00e3o e reconcilia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Amado irm\u00e3o, aquilo que hoje se te pede \u00e9 que guardes no teu cora\u00e7\u00e3o e no cora\u00e7\u00e3o da Igreja este convite a ser misericordioso como o Pai, sabendo que \u00abse alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consci\u00eancia \u00e9 que haja tantos irm\u00e3os nossos que vivem sem a for\u00e7a, a luz e a consola\u00e7\u00e3o da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de f\u00e9 que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida\u00bb (Exort. ap. Evangelii gaudium, 49).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dom Sergio da Rocha foi criado cardeal durante\u00a0Consist\u00f3rio na manh\u00e3 deste s\u00e1bado<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":18251,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[802],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/18250"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=18250"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/18250\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/18251"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=18250"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=18250"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=18250"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}