{"id":20032,"date":"2013-08-15T00:00:00","date_gmt":"2013-08-15T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-publica-documento-de-estudos-105-sobre-as-comunidades-quilombolas-2\/"},"modified":"2013-08-15T00:00:00","modified_gmt":"2013-08-15T03:00:00","slug":"cnbb-publica-documento-de-estudos-105-sobre-as-comunidades-quilombolas-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-publica-documento-de-estudos-105-sobre-as-comunidades-quilombolas-2\/","title":{"rendered":"CNBB publica Documento de Estudos sobre as comunidades quilombolas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Aprovado na 51\u00aa Assembleia Geral da CNBB, em abril deste ano, o texto de estudos sobre os povos quilombolas est\u00e1 dispon\u00edvel ao p\u00fablico por meio das Edi\u00e7\u00f5es CNBB. O n\u00famero 105 da s\u00e9rie verde da Confer\u00eancia tem como t\u00edtulo \u201cA Igreja e as comunidades quilombolas\u201d.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O documento foi elaborado por um grupo de trabalho criado pela Comiss\u00e3o Episcopal Pastoral para o Servi\u00e7o da Caridade, da Justi\u00e7a e da Paz. \u201cA finalidade deste texto \u00e9 contribuir para a atua\u00e7\u00e3o da Igreja frente a realidade das comunidades quilombolas. Valorizando e defendendo seus direitos de vida, cultura, tradi\u00e7\u00f5es, cren\u00e7as e tudo aquilo que lhes s\u00e3o pr\u00f3prios\u201d, explicou o presidente da Comiss\u00e3o, dom Guilherme Werlang.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na composi\u00e7\u00e3o do texto, participaram bispos, padres e antrop\u00f3logos, que trabalharam por quase um ano neste projeto. \u201cAnalisamos a situa\u00e7\u00e3o do povo negro em n\u00edvel nacional e pretendemos com o Documento expressar toda a luta pela justi\u00e7a das comunidades Quilombolas\u201d, disse dom Jos\u00e9 Valdeci, bispo da diocese de Brejo (MA).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De acordo com dom Guilherme, o Documento 105 est\u00e1 dividido em tr\u00eas partes, pelo m\u00e9todo VER-JULGAR-AGIR. Na primeira parte (VER) aborda, entre outras coisas, um contexto hist\u00f3rico narrando a maneira como os negros foram trazidos para o Brasil e escravizados, o modo como aconteciam as torturas, a viol\u00eancia e injusti\u00e7as, e tamb\u00e9m a maneira como teve in\u00edcio a forma\u00e7\u00e3o dos quilombos e as resist\u00eancias em busca da liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A segunda parte (JULGAR) traz a inspira\u00e7\u00e3o ilumina\u00e7\u00e3o b\u00edblica e dos Documentos da Igreja em rela\u00e7\u00e3o a toda situa\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o. A terceira e \u00faltima parte (AGIR) composta pelos encaminhamentos, exig\u00eancias e direitos que devem ser efetivamente consagrados para os Quilombolas e seus territ\u00f3rios, al\u00e9m dos novos rumos a serem tomados.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aprovado na 51\u00aa Assembleia Geral da CNBB, em abril deste ano, o texto de estudos sobre os povos quilombolas est\u00e1 dispon\u00edvel ao p\u00fablico por meio das Edi\u00e7\u00f5es CNBB. 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