{"id":20743,"date":"2014-07-11T00:00:00","date_gmt":"2014-07-11T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/divulgada-mensagem-para-o-dia-mundial-do-turismo\/"},"modified":"2014-07-11T00:00:00","modified_gmt":"2014-07-11T03:00:00","slug":"divulgada-mensagem-para-o-dia-mundial-do-turismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/divulgada-mensagem-para-o-dia-mundial-do-turismo\/","title":{"rendered":"Divulgada mensagem para o Dia Mundial do Turismo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O Pontif\u00edcio Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes publicou hoje, 11, a Mensagem para o Dia Mundial do Turismo, promovido pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Turismo (OMT) e que ser\u00e1 celebrado em 27 de setembro. A mensagem, datada de 1\u00ba de julho, aborda o tema \u201cTurismo e desenvolvimento comunit\u00e1rio\u201d e \u00e9 assinada pelo cardeal Ant\u00f4nio Maria Vegli\u00f2 e pelo bispo Joseph Kalathiparambil, respectivamente presidente e secret\u00e1rio do Pontifico Conselho. Leia, na \u00edntegra, o texto:<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Mensagem para o Dia Mundial do Turismo de 2014<\/strong><br \/>\n(27 de setembro)<br \/>\n\u201cTurismo e desenvolvimento comunit\u00e1rio\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n1. A 27 de setembro, sobre o tema \u201cTurismo e desenvolvimento comunit\u00e1rio\u201d, celebrar-se-\u00e1 o Dia Mundial do Turismo promovido, como acontece todos os anos, pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Turismo (OMT). Consciente da import\u00e2ncia social e econ\u00f4mica do turismo no momento atual, a Santa S\u00e9 quer acompanhar este fen\u00f4meno a partir do \u00e2mbito que lhe \u00e9 pr\u00f3prio, de maneira particular no contexto da evangeliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No seu C\u00f3digo \u00c9tico Mundial, a OMT afirma que o turismo deve ser uma atividade ben\u00e9fica para as comunidades de destino: \u201cAs popula\u00e7\u00f5es locais ser\u00e3o part\u00edcipes das atividades tur\u00edsticas e compartilhar\u00e3o de modo equitativo os seus benef\u00edcios econ\u00f4micos, sociais e culturais, em particular no que diz respeito \u00e0 cria\u00e7\u00e3o direta e indireta de emprego\u201d. Isto quer dizer que \u00e9 necess\u00e1rio instaurar entre estas duas realidades uma rela\u00e7\u00e3o de reciprocidade, que leve a um enriquecimento m\u00fatuo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A no\u00e7\u00e3o de \u201cdesenvolvimento comunit\u00e1rio\u201d est\u00e1 profundamente vinculada a um conceito mais amplo, que faz parte da doutrina social da Igreja, ou seja, o de \u201cdesenvolvimento humano integral\u201d, a partir do qual queremos ler e interpretar o primeiro. A este prop\u00f3sito, s\u00e3o iluminadoras as palavras do Papa Paulo VI que, na enc\u00edclica Populorum progressio, afirmava: \u201cO desenvolvimento n\u00e3o se reduz a um simples crescimento econ\u00f4mico. Para ser desenvolvimento aut\u00eantico, deve ser integral, quer dizer, promover todos os homens e o homem todo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como pode o turismo contribuir para este desenvolvimento? Para tal finalidade, o desenvolvimento humano integral e, por conseguinte, o desenvolvimento comunit\u00e1rio no campo do turismo devem ter em vista alcan\u00e7ar um progresso equilibrado, que seja sustent\u00e1vel e respeitoso em tr\u00eas \u00e2mbitos: econ\u00f4mico, social e ambiental, entendendo com isto tanto o \u00e2mbito ecol\u00f3gico como o contexto cultural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2. O turismo \u00e9 um motor fundamental de desenvolvimento econ\u00f4mico, em virtude da sua importante contribui\u00e7\u00e3o para o PIB (de 3% a 5% a n\u00edvel mundial), para o emprego (de 7% a 8% dos lugares de trabalho) e para as exporta\u00e7\u00f5es (30% das exporta\u00e7\u00f5es mundiais de servi\u00e7os). No momento presente, em que se observa uma diversifica\u00e7\u00e3o dos destinos, cada lugar do planeta torna-se uma meta potencial. Por isso, o setor tur\u00edstico manifesta-se como uma das op\u00e7\u00f5es mais vi\u00e1veis e sustent\u00e1veis para reduzir o n\u00edvel de pobreza das \u00e1reas mais subdesenvolvidas. Se for promovido de maneira adequada, ele pode ser um inestim\u00e1vel instrumento de progresso, de cria\u00e7\u00e3o de lugares de trabalho, de desenvolvimento de infraestruturas e de crescimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Estamos conscientes de que, como afirmou o Papa Francisco, \u201ca dignidade do homem est\u00e1 relacionada com o trabalho\u201d e que, por conseguinte, se nos pede que enfrentemos o problema do desemprego com \u201cos instrumentos da criatividade e da solidariedade\u201d. Nesta linha, o turismo manifesta-se como um dos setores com maiores capacidades de gerar um tipo de emprego \u201ccriativo\u201d e diversificado, do qual podem beneficiar com maior facilidade os grupos mais desfavorecidos, dos quais fazem parte as mulheres, os jovens e algumas minorias \u00e9tnicas. \u00c9 essencial que os benef\u00edcios econ\u00f4micos do turismo cheguem a todos os setores da sociedade local com um impacto direto sobre as fam\u00edlias e, ao mesmo tempo, \u00e9 necess\u00e1rio valer-se ao m\u00e1ximo n\u00edvel dos recursos humanos locais. \u00c9, outrossim, fundamental que para alcan\u00e7ar estes benef\u00edcios se sigam crit\u00e9rios \u00e9ticos respeitadores sobretudo das pessoas, tanto no plano comunit\u00e1rio como a n\u00edvel de cada indiv\u00edduo, evitando \u201cum conceito economicista da sociedade, que procura o lucro ego\u00edsta, fora dos par\u00e2metros da justi\u00e7a social\u201d. Com efeito, ningu\u00e9m pode construir a pr\u00f3pria prosperidade em detrimento do pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os benef\u00edcios de um turismo a favor do \u201cdesenvolvimento comunit\u00e1rio\u201d n\u00e3o podem ser reduzidos exclusivamente ao aspeto econ\u00f4mico, mas t\u00eam tamb\u00e9m outras dimens\u00f5es de igual ou at\u00e9 maior import\u00e2ncia. Entre elas contam-se o enriquecimento cultural, a oportunidade de encontros humanos, a constru\u00e7\u00e3o de \u201cbens relacionais\u201d, a promo\u00e7\u00e3o do respeito rec\u00edproco e da toler\u00e2ncia, a colabora\u00e7\u00e3o entre entidades p\u00fablicas e particulares, o fortalecimento do tecido social e associativo, a melhoria das condi\u00e7\u00f5es sociais da comunidade, o est\u00edmulo para um desenvolvimento econ\u00f4mico e social sustent\u00e1vel e a promo\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o de trabalho dos jovens, para citar apenas algumas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3. O desenvolvimento tur\u00edstico exige que o protagonista principal seja a comunidade local, que o deve fazer seu, com a participa\u00e7\u00e3o concreta de parceiros sociais, institucionais e civis. \u00c9 importante criar oportunas estruturas de participa\u00e7\u00e3o e coordena\u00e7\u00e3o, favorecendo o di\u00e1logo, assumindo compromissos, integrando esfor\u00e7os e determinando finalidades comuns e solu\u00e7\u00f5es consensuais. N\u00e3o se trata de fazer algo \u201cpela\u201d comunidade, mas sim \u201ccom\u201d a comunidade. Al\u00e9m disso, um destino tur\u00edstico n\u00e3o \u00e9 somente uma paisagem bonita ou uma infraestrutura confort\u00e1vel, mas antes de tudo uma comunidade local, com o seu contexto f\u00edsico e a sua cultura. \u00c9 necess\u00e1rio promover um turismo que se desenvolva em harmonia com a comunidade receptora, com o meio ambiente, com as suas formas tradicionais e culturais, com o seu patrim\u00f3nio e com os seus estilos de vida. E, neste encontro respeitoso, a popula\u00e7\u00e3o local e os visitantes podem instaurar um di\u00e1logo produtivo que encoraje a toler\u00e2ncia, o respeito e a compreens\u00e3o rec\u00edproca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De resto, a comunidade local deve sentir-se chamada a salvaguardar o seu pr\u00f3prio patrim\u00f4nio natural e cultural, conhecendo-o, sentindo-se orgulhosa do mesmo, respeitando-o e voltando a valoriz\u00e1-lo, de modo a poder compartilh\u00e1-lo com os turistas e transmiti-lo \u00e0s gera\u00e7\u00f5es vindouras. Enfim, tamb\u00e9m os crist\u00e3os do lugar devem ser capazes de manifestar a sua arte, as suas tradi\u00e7\u00f5es, a sua hist\u00f3ria, os seus valores morais e espirituais, mas principalmente a sua f\u00e9, que se encontra na origem de tudo isto e que lhe confere sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">4. Ao longo deste caminho rumo a um desenvolvimento integral e comunit\u00e1rio a Igreja, perita em humanidade, deseja contribuir oferecendo a sua vis\u00e3o crist\u00e3 de desenvolvimento, propondo \u201co que ela possui como pr\u00f3prio: uma vis\u00e3o global do homem e da humanidade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A partir da nossa f\u00e9, podemos oferecer o sentido de pessoa, o sentido de comunidade e de fraternidade, de solidariedade, de busca da justi\u00e7a, de saber que somos guardi\u00f5es (e n\u00e3o propriet\u00e1rios) da cria\u00e7\u00e3o e, sob a a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, prosseguir a colabora\u00e7\u00e3o com a obra de Cristo. Dando continuidade \u00e0quilo que o Papa Bento XVI pedia a quantos trabalham na pastoral do turismo, devemos aumentar os nossos esfor\u00e7os, com a finalidade de \u201ciluminar este fen\u00f4meno com a doutrina social da Igreja, promovendo uma cultura do turismo \u00e9tico e respons\u00e1vel, de tal modo que chegue a ser respeitador da dignidade das pessoas e dos povos, acess\u00edvel a todos, justo, sustent\u00e1vel e ecol\u00f3gico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 com alegria especial que vemos como em v\u00e1rias partes do mundo a Igreja reconheceu as potencialidades do setor tur\u00edstico e p\u00f4s em pr\u00e1tica projetos simples mas eficazes. S\u00e3o cada vez mais numerosas as associa\u00e7\u00f5es crist\u00e3s que organizam viagens de turismo respons\u00e1vel a regi\u00f5es desfavorecidas, assim como aquelas que promovem o chamado \u201cturismo solid\u00e1rio ou de voluntariado\u201d, durante o qual as pessoas aproveitam o tempo das f\u00e9rias para colaborar em determinados projetos de coopera\u00e7\u00e3o em pa\u00edses menos desenvolvidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Al\u00e9m disso, s\u00e3o dignos de ser mencionados os programas de turismo sustent\u00e1vel e solid\u00e1rio, promovidos por confer\u00eancias episcopais, dioceses ou congrega\u00e7\u00f5es religiosas em regi\u00f5es desfavorecidas, que acompanham as comunidades locais, ajudando-as a criar espa\u00e7os de reflex\u00e3o, promovendo a forma\u00e7\u00e3o e a autodetermina\u00e7\u00e3o, aconselhando e colaborando para a reda\u00e7\u00e3o de projetos e promovendo o di\u00e1logo com as autoridades e com outros grupos. Isto levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma oferta tur\u00edstica gerida pelas comunidades locais, atrav\u00e9s de associa\u00e7\u00f5es e microempresas dedicadas ao turismo (alojamento, restaurantes, guias, produ\u00e7\u00e3o artesanal, etc.). E s\u00e3o numerosas as par\u00f3quias das regi\u00f5es tur\u00edsticas que recebem o visitante oferecendo propostas lit\u00fargicas, formativas e culturais, com o desejo de que as f\u00e9rias \u201csejam proveitosas para o seu crescimento humano e espiritual, persuadidos de que nem sequer neste per\u00edodo podemos esquecer-nos de Deus, que jamais se esquece de n\u00f3s\u201d. Por conseguinte, elas procuram desenvolver uma \u201cpastoral da amabilidade\u201d que permite acolher com esp\u00edrito de abertura e de fraternidade, mostrando o rosto de uma comunidade viva e hospitaleira. E a fim de que a hospitalidade seja mais eficaz, torna-se necess\u00e1ria uma colabora\u00e7\u00e3o concreta com os demais setores implicados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Estas propostas pastorais s\u00e3o cada vez mais significativas, particularmente num per\u00edodo em que aumenta um tipo de \u201cturista vivencial\u201d, que procura instaurar v\u00ednculos com a popula\u00e7\u00e3o local e deseja sentir-se membro da comunidade anfitri\u00e3, participando na sua vida quotidiana, valorizando o encontro e o di\u00e1logo. Portanto, a solicitude eclesial no \u00e2mbito do turismo concretizou-se em numerosos projetos, derivados de experi\u00eancias muito diversificadas surgidas a partir do esfor\u00e7o, do entusiasmo e da criatividade de muitos sacerdotes, religiosos e leigos que, deste modo, desejam colaborar para o desenvolvimento socioecon\u00f4mico, cultural e espiritual da comunidade local, ajudando-a a olhar para o seu futuro com esperan\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por isso, consciente de que a sua miss\u00e3o primordial \u00e9 a evangeliza\u00e7\u00e3o, a Igreja quer oferecer a sua colabora\u00e7\u00e3o muitas vezes humilde, para responder \u00e0s situa\u00e7\u00f5es concretas dos povos, de maneira especial dos mais necessitados. E f\u00e1-lo convicta de que \u201cevangelizamos tamb\u00e9m procurando enfrentar os diferentes desafios que se nos podem apresentar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\nCidade do Vaticano, 1 de julho de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\nCardeal Ant\u00f4nio Maria Vegli\u00f2 &#8211; Presidente<br \/>\nDom Joseph Kalathiparambil \u2013 Secret\u00e1rio<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Pontif\u00edcio Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes publicou hoje, 11, a Mensagem para o Dia Mundial do Turismo, promovido pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Turismo (OMT) e que ser\u00e1 celebrado em 27 de setembro. 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