{"id":20758,"date":"2015-07-02T00:00:00","date_gmt":"2015-07-02T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/publicada-mensagem-para-a-jornada-mundial-do-turismo-2015\/"},"modified":"2015-07-02T00:00:00","modified_gmt":"2015-07-02T03:00:00","slug":"publicada-mensagem-para-a-jornada-mundial-do-turismo-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/publicada-mensagem-para-a-jornada-mundial-do-turismo-2015\/","title":{"rendered":"Publicada mensagem para o Dia Mundial do Turismo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O Pontif\u00edcio Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes divulgou nesta quinta-feira, 2,a mensagem \u201c<strong><em>Mil milh\u00f5es de turistas, mil milh\u00f5es de oportunidades<\/em><\/strong>\u201d, por ocasi\u00e3o do Dia Mundial do Turismo 2015, a ser celebrado em 27 de setembro. A mensagem fala das oportunidades e desafios que o crescimento do turismo representa para a sociedade contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c0 luz da recente enc\u00edclica do papa Francisco, <em>Laudato si\u2019<\/em>, o texto indica que o setor tur\u00edstico, ao aproveitar as riquezas naturais e culturais, pode promover paradoxalmente sua conserva\u00e7\u00e3o ou destrui\u00e7\u00e3o. A mensagem tamb\u00e9m convida a uma \u201cviagem existencial\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Confira o texto na \u00edntegra:<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u201c<strong><em>Mil milh\u00f5es de turistas, mil milh\u00f5es de oportunidades<\/em><\/strong>\u201d<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-align: justify;font-size: 12.1599998474121px;line-height: 1.3em\">1. Era 2012 quando a barreira simb\u00f3lica de mil milh\u00f5es de chegadas tur\u00edsticas internacionais foi superada. E os n\u00fameros, agora, continuam a aumentar de tal modo que as previs\u00f5es estimam que em 2030 se alcan\u00e7ar\u00e1 a nova meta de dois mil milh\u00f5es. A estes dados devem acrescentar-se cifras ainda mais altas ligadas ao turismo local.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para o Dia Mundial do Turismo queremos concentrar-nos sobre as oportunidades e os desafios lan\u00e7ados por estas estat\u00edsticas e por isto faremos nosso o tema que a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Turismo prop\u00f5e: \u201c<em>Mil milh\u00f5es de turistas, mil milh\u00f5es de oportunidades<\/em>\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Este crescimento lan\u00e7a um desafio a todos os setores envolvidos neste fen\u00f4meno global: turistas, empresas, governos e comunidades locais. E, certamente, tamb\u00e9m \u00e0 Igreja. O\u00a0<em>mil milh\u00f5es de turistas\u00a0<\/em>deve necessariamente ser considerado sobretudo no seu\u00a0<em>mil milh\u00f5es de oportunidades<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A presente mensagem torna-se p\u00fablica h\u00e1 poucos dias da apresenta\u00e7\u00e3o da enc\u00edclica\u00a0<em>Laudato si\u2019\u00a0<\/em>do Papa<em>\u00a0<\/em>Francisco, sobre o cuidado da casa comum.<sup>1<\/sup>\u00a0\u00c9 um texto que devemos ter em forte considera\u00e7\u00e3o porque oferece importantes linhas diretrizes a seguir na nossa aten\u00e7\u00e3o ao mundo do turismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2. Estamos numa fase de mudan\u00e7a, na qual muda o modo de deslocar-se e, consequentemente, tamb\u00e9m a experi\u00eanca da viagem. Quem se desloca para um pa\u00eds diferente do seu, f\u00e1-lo com o desejo, mais ou menos consciente, de despertar a parte mais rec\u00f4ndita de si atrav\u00e9s do encontro, da compartilha e do confronto. O turista est\u00e1 sempre mais \u00e0 procura de um contato direto com o diverso na sua extraordinariedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">J\u00e1 se atenuou o conceito cl\u00e1ssico de \u201cturista\u201d, ao passo que se refor\u00e7ou o de \u201cviageiro\u201d, ou seja, daquele que n\u00e3o se limita a visitar um lugar, mas, de alguma forma, torna-se dele parte integrante. Nasceu o \u201ccidad\u00e3o do mundo\u201d. N\u00e3o mais ver, mas pertencer, n\u00e3o curiosar, mas viver, n\u00e3o mais analisar, mas aderir. N\u00e3o sem o repeito do que ou de quem se encontra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na \u00faltima enc\u00edclica, Papa Francisco convida-nos a nos aproximarmos da natureza com \u201c<em>a abertura para a admira\u00e7\u00e3o e o encanto<\/em>\u201d<em>, falando\u00a0<\/em>\u201c<em>a l\u00edngua da fraternidade e da beleza na nossa rela\u00e7\u00e3o com o mundo<\/em>\u201d (<em>Laudato si\u2019<\/em>, n. 11). Eis a justa abordagem a adotar em rela\u00e7\u00e3o aos lugares e aos povos visitados. \u00c9 esta a estrada para aproveitar\u00a0<em>mil milh\u00f5es de oportunidades<\/em>\u00a0e faz\u00ea-las frutificar mais ainda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3. As empresas do setor s\u00e3o as primeiras que se devem engajar na realiza\u00e7\u00e3o do bem comum. A responsabilidade das empresas \u00e9 grande, tamb\u00e9m no campo tur\u00edstico, e para conseguirem desfrutar o\u00a0<em>mil milh\u00f5es de oportunidades<\/em>\u00a0\u00e9 necess\u00e1rio que disto estejam conscientes. Objetivo final n\u00e3o deve ser tanto o lucro, mas a oferta ao viageiro de estradas percorr\u00edveis para alcan\u00e7ar aquela experi\u00eancia vital de que est\u00e1 \u00e0 procura. E isto as empresas devem faz\u00ea-lo no respeito a pessoas e ambiente. \u00c9 importante n\u00e3o perder a consci\u00eancia das fei\u00e7\u00f5es. Os turistas n\u00e3o podem reduzir-se apenas a uma estat\u00edstica ou a uma fonte de recursos. \u00c9 necess\u00e1rio colocar em a\u00e7\u00e3o formas de business tur\u00edstico com e para as pessoas, investindo nas pessoas individualmente concebidas e na sustentabilidade, de modo a oferecer tamb\u00e9m oportunidades de trabalho no respeito \u00e0 casa comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">4. Ao mesmo tempo, os Governos devem garantir o respeito \u00e0s leis e adotar novas, apropriadas \u00e0 tutela da dignidade das pessoas, das comunidades e do territ\u00f3rio. \u00c9 indispens\u00e1vel uma atitude decisiva. Tamb\u00e9m no \u00e2mbito tur\u00edstico, as autoridades civis dos diversos Pa\u00edses devem pensar em estrat\u00e9gias compartilhadas para criar redes socioecon\u00f4micas globalizadas a favor de comunidades locais e viageiros, de modo a desfrutar positivamente o\u00a0<em>mil milh\u00f5es de oportunidades\u00a0<\/em>que a intera\u00e7\u00e3o oferece.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">5. Nesta \u00f3tica, tamb\u00e9m as comunidades locais s\u00e3o chamadas a abrir os seus confins ao acolhimento de quem chega de outros Pa\u00edses, movido pela sede de conhecimento. Ocasi\u00e3o \u00fanica para o enriquecimento rec\u00edproco e o crescimento comum. Dar hospitalidade permite fazer frutificar as potencialidades ambientais, sociais e culturais, criar novos empregos, desenvolver a identidade pr\u00f3pria e valorizar o territ\u00f3rio.\u00a0<em>Mil milh\u00f5es de oportunidades<\/em>\u00a0para o progresso, principalmente para aqueles Pa\u00edses em via de desenvolvimento. Incrementar o turismo e, de modo especial, nas suas formas mais respons\u00e1veis permite encaminhar-se para o futuro fortes da pr\u00f3pria especificidade, hist\u00f3ria e cultura. Gerar renda e promover o patrim\u00f4nio espec\u00edfico permite despertar aquele sentido de orgulho e de auto-estima \u00fateis a fortalecer a dignidade das comunidades hospedeiras, estando, no entanto, sempre atentos a n\u00e3o trair territ\u00f3rio, tradi\u00e7\u00f5es e identidade em favor dos turistas.<sup>2<\/sup>\u00a0\u00c9 nas comunidades locais que \u201c<em>\u00e9 poss\u00edvel gerar uma maior responsabilidade, um forte sentido de comunidade, uma especial capacidade de solicitude e uma criatividade mais generosa, um amor apaixonado pela pr\u00f3pria terra, tal como se pensa naquilo que se deixa aos filhos e netos<\/em>\u201d (<em>Laudato si\u2019<\/em>, n. 179).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">6.\u00a0<em>Mil milh\u00f5es de turistas<\/em>, quando bem acolhidos, podem transformar-se em fonte importante de bem-estar e de desenvolvimento sustent\u00e1vel para todo o Planeta. A globaliza\u00e7\u00e3o do turismo leva, al\u00e9m disto, ao nascimento de um sentido c\u00edvico individual e coletivo. Cada viajante, ao adotar um crit\u00e9rio mais correto pera percorrer o mundo, torna-se parte ativa na tutela da Terra. O esfor\u00e7o de cada um, multiplicado por\u00a0<em>mil milh\u00f5es,\u00a0<\/em>torna-se uma grande revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na viagem esconde-se tamb\u00e9m um desejo de autenticidade que se concretizza na forma imediata das rela\u00e7\u00f5es, no deixar-se envolver pelas comunidades visitadas. Nasce a necessidade de afastar-se do mundo virtual, t\u00e3o capaz de criar dist\u00e2ncias e conhecimentos impessoais, e de redescobrir a genuinidade do encontro com o outro. E a economia da compartilha tem a capacidade de tecer uma rede mediante a qual se incrementam humanidade e fraternidade capazes de gerar um interc\u00e2mbio equitativo de bens e de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">7. O turismo representa\u00a0<em>mil milh\u00f5es de oportunidades\u00a0<\/em>tamb\u00e9m para a miss\u00e3o evangelizadora da Igreja. \u201c<em>N\u00e3o h\u00e1 realidade alguma verdadeiramente humana que n\u00e3o encontre eco no seu cora\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d (Conc\u00edlio Vaticano II,\u00a0<em>Gaudium et spes<\/em>, n. 1). \u00c9 importante, em primeiro lugar, que acompanhe os cat\u00f3licos com poropostas lit\u00fargicas e formativas. Deve tamb\u00e9m iluminar os que, na experi\u00eancia da viagem, abrem o seu cora\u00e7\u00e3o e se questionam, realizando, assim, um verdadeiro primeiro an\u00fancio do Evangelho. \u00c9 indispens\u00e1vel que a Igreja saia e se fa\u00e7a pr\u00f3xima aos viageiros para oferecer uma resposta apropriada e pessoal a sua busca interior; ao abrir o cora\u00e7\u00e3o ao outro, a Igreja torna poss\u00edvel um encontro mais aut\u00eantico com Deus. Com esta finalidade dever-se-ia aprofundar o acolhimento por parte das comunidades paroquiais e a forma\u00e7\u00e3o religiosa do pessoal tur\u00edstico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tarefa da Igreja \u00e9 tamb\u00e9m a de educar a viver o tempo livre. O Santo Padre lembra-nos que \u201c<em>a espiritualidade crist\u00e3 integra o valor do repouso e da festa. O ser humano tende a reduzir o descanso contemplativo ao \u00e2mbito do est\u00e9ril e do in\u00fatil, esquecendo que deste modo se tira \u00e0 obra realizada o mais importante: o seu significado. Na nossa atividade, somos chamados a incluir uma dimens\u00e3o receptiva e gratuita, o que \u00e9 diferente da simples inatividade<\/em>\u201d (<em>Laudato si\u2019<\/em>, n. 237).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">N\u00e3o dever-se-ia, ainda, esquecer a convoca\u00e7\u00e3o feita pelo Papa Francisco a celebrar o Ano Santo da Miseric\u00f3rdia.<sup>3<\/sup>\u00a0Devemos questionar-nos sobre como a pastoral do turismo e das peregrina\u00e7\u00f5es pode ser um \u00e2mbito para \u201c<em>experimentar o amor de Deus que consola, que perdoa e d\u00e1 esperan\u00e7a<\/em>\u201d (<em>Misericordiae vultus<\/em>, n. 3). Sinal peculiar deste tempo jubilar ser\u00e1, sem d\u00favida, a paregrina\u00e7\u00e3o (cf.\u00a0<em>Misericordiae vultus<\/em>, n. 14).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Fiel \u00e0 sua miss\u00e3o e partindo da convic\u00e7\u00e3o de que \u201c<em>evangelizamos tamb\u00e9m quando procuramos enfrentar os diversos desafios que podem apresentar-se<\/em>\u201d,<sup>4<\/sup>\u00a0a Igreja coopera para fazer do turismo um meio para o desenvolvimento dos povos, especialmente dos mais desfavorecidos, encaminhando projetos simples, mas eficazes. A Igreja e as institui\u00e7\u00f5es devem, no entanto, ser sempre vigilantes a fim de evitar que\u00a0<em>mil milh\u00f5es de oportunidades\u00a0<\/em>se tornem\u00a0<em>mil milh\u00f5es<\/em>\u00a0de riscos, cooperando na salvaguarda da dignidade pessoal, dos direitos do trabalho, da identidade cultural, do respeito ao ambiente, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">8.\u00a0<em>Mil milh\u00f5es de oportunidades\u00a0<\/em>tamb\u00e9m para o ambiente. \u201c<em>Todo o universo material \u00e9 uma linguagem do amor de Deus, do seu carinho sem medida por n\u00f3s. O solo, a \u00e1gua, as montanhas: tudo \u00e9 car\u00edcia de Deus<\/em>\u201d (<em>Laudato si\u2019<\/em>, n. 84). Entre turismo e ambiente h\u00e1 uma \u00edntima interdepend\u00eancia. O setor tur\u00edstico, aproveitando as riquezas naturais e culturais, pode promover a sua conserva\u00e7\u00e3o e, paradoxalmente, a sua destrui\u00e7\u00e3o. Nesta rela\u00e7\u00e3o, a enc\u00edclica\u00a0<em>Laudato si\u2019\u00a0<\/em>apresenta-se como boa companheira de viagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Muitas vezes fingimos n\u00e3o ver o problema. \u201c<em>Este comportamento evasivo serve-nos para mantermos os nossos estilos de vida, de produ\u00e7\u00e3o e consumo<\/em>\u201d (<em>Laudato si\u2019<\/em>, n. 59). Agindo n\u00e3o como senhor, mas como \u201c<em>administrador respons\u00e1vel<\/em>\u201d (<em>Laudato si\u2019<\/em>, n. 116), cada um tem as suas obriga\u00e7\u00f5es que se devem concretizar em a\u00e7\u00f5es precisas, que v\u00e3o de uma legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica e coordenada at\u00e9 a simples gestos quotidianos,<sup>5<\/sup>\u00a0passando por programas educativos apropriados e projetos tur\u00edsticos sustent\u00e1veis e respeitosos. Tudo tem a sua import\u00e2ncia.<sup>6<\/sup>\u00a0Mas \u00e9 necess\u00e1rio, e certamente mais importante, tamb\u00e9m uma mudan\u00e7a nos estilos de vida e nas atitudes. \u201c<em>A espiritualidade crist\u00e3 prop\u00f5e um crescimento na sobriedade e uma capacidade de se alegrar com pouco<\/em>\u201d (<em>Laudato si\u2019<\/em>, n. 222).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">9. O setor tur\u00edstico pode ser uma oportunidade, melhor,\u00a0<em>mil milh\u00f5es de oportunidades\u00a0<\/em>tamb\u00e9m para construir estradas de paz. O encontro, o interc\u00e2mbio e a compartilha favorecem a harmonia e a conc\u00f3rdia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Mil milh\u00f5es\u00a0<\/em>de ocasi\u00f5es para transformar a viagem em experi\u00eancia existencial.\u00a0<em>Mil milh\u00f5es<\/em>\u00a0de oportunidades para nos tornarmos art\u00edfices de um mundo melhor, conscientes da riqueza carregada na mala de cada viageiro.\u00a0<em>Mil milh\u00f5es de turistas, mil milh\u00f5es de oportunidades\u00a0<\/em>para nos tornarmos<em>\u00a0<\/em>\u201c<em>os instrumentos de Deus Pai para que o nosso planeta seja o que Ele sonhou ao cri\u00e1-lo e corresponda ao seu projeto de paz, beleza e plenitude<\/em>\u201d (<em>Laudato si\u2019<\/em>, n. 53).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Cidade do Vaticano, 24 de junho de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Antonio Maria Card. Vegli\u00f2<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Presidente<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">+ Joseph Kalathiparambil<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Secret\u00e1rio<\/p>\n<h5 style=\"text-align: left\">Com informa\u00e7\u00f5es da R\u00e1dio Vaticano<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Pontif\u00edcio Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes divulgou nesta quinta-feira, 2,a mensagem \u201cMil milh\u00f5es de turistas, mil milh\u00f5es de oportunidades\u201d, por ocasi\u00e3o do Dia Mundial do Turismo 2015, a ser celebrado em 27 de setembro. 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