{"id":243397,"date":"2020-07-31T15:21:12","date_gmt":"2020-07-31T18:21:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/?p=243397"},"modified":"2020-10-23T14:53:40","modified_gmt":"2020-10-23T17:53:40","slug":"ecologa-chama-a-atencao-para-o-alto-nivel-de-desmatamento-na-amazonia-legal-em-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/ecologa-chama-a-atencao-para-o-alto-nivel-de-desmatamento-na-amazonia-legal-em-2020\/","title":{"rendered":"Ec\u00f3loga chama a aten\u00e7\u00e3o para o alto n\u00edvel de desmatamento na Amaz\u00f4nia Legal em 2020"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_243403\" aria-describedby=\"caption-attachment-243403\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Irma-Vieira.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-243403 size-medium\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Irma-Vieira-300x180-1.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Irma-Vieira-300x180-1.jpg 300w, https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Irma-Vieira-1024x615-1.jpg 1024w, https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Irma-Vieira-768x461-1.jpg 768w, https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Irma-Vieira-500x300-1.jpg 500w, https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Irma-Vieira.jpg 1076w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-243403\" class=\"wp-caption-text\">Ima Vieira em coletiva de imprensa no S\u00ednodo para a Pan-Amaz\u00f4nia, convocado pelo Santo Padre, no Vaticano, em outubro de 2019.<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;A Amaz\u00f4nia tem sofrido muitos revezes nos desmatamento de suas florestas nos \u00faltimos anos&#8221;. A afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 da ec\u00f3loga Ima Vieira, pesquisadora do Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi e assessora da Rede Eclesial Pan-Amaz\u00f4nica (Repam-Brasil).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ela participou do lan\u00e7amento, na \u00faltima segunda-feira, 27 de julho, da campanha <strong>&#8220;<a href=\"https:\/\/www.amazonizate.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Amazoniza-te&#8221;<\/a><\/strong> e tamb\u00e9m foi perita convidada do S\u00ednodo de 2019, convocado pelo Papa Francisco, que tratou especialmente da atua\u00e7\u00e3o da Igreja no bioma. Sobre o tema, o Papa Francisco lan\u00e7ou a exorta\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/apost_exhortations\/documents\/papa-francesco_esortazione-ap_20200202_querida-amazonia.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8220;Querida Amaz\u00f4nia&#8221;<\/a> na qual apresentou os seus quatro sonhos (social, cultural, ecol\u00f3gico e eclesial) para a regi\u00e3o.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">A pesquisadora falou com o portal da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) sobre os outros <strong>dois eixos<\/strong> em torno dos quais v\u00e3o se articular as a\u00e7\u00f5es da campanha:\u00a0<em>a <strong>acelera\u00e7\u00e3o da destrui\u00e7\u00e3o do Bioma<\/strong> pelo aumento descontrolado do desmatamento, das queimadas, a invas\u00e3o de territ\u00f3rios ind\u00edgenas e das Comunidades Tradicionais e a <strong>viola\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica da legisla\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o ambiental<\/strong> e desmonte dos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, com atua\u00e7\u00e3o intencional do governo para desregulamentar e ampliar \u2013 de forma ilegal \u2013 a atua\u00e7\u00e3o das mineradoras, agroneg\u00f3cio, madeireiras e pecuaristas na regi\u00e3o.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo ela, esse desmatamento \u00e9 feito em extensos trechos de floresta por meio do corte raso, seguido da queima. &#8220;O objetivo \u00e9 transformar a floresta em pasto para a cria\u00e7\u00e3o de gado ou em monoculturas de alto valor de mercado. N\u00f3s j\u00e1 temos na Amaz\u00f4nia cerca de 20% de \u00e1rea desmatada, o que corresponde a 803 mil quil\u00f4metros quadrados&#8221;, alertou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Amaz\u00f4nia teve mais um m\u00eas com aumento de queimadas em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. Em julho, o bioma apresentou crescimento de 28% no n\u00famero de focos de calor em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2019. O crescimento ocorre mesmo com a presen\u00e7a do Ex\u00e9rcito na regi\u00e3o (atrav\u00e9s da GLO [Garantia da Lei e da Ordem]) e com o decreto de proibi\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios no bioma. Foram registrados 6.803 focos de calor na Amaz\u00f4nia em julho, segundo dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Com a atual crise socioambiental pela qual passa a regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, que articula um conjunto de pr\u00e1ticas predat\u00f3rias baseadas na ideia de que os recursos s\u00e3o inesgot\u00e1veis e de que o mato n\u00e3o tem valor, a pesquisadora do museu paraense disse que os cientistas est\u00e3o apontando para o que chamam de uma situa\u00e7\u00e3o de \u201cn\u00e3o retorno\u201d com um desmatamento que avan\u00e7a para quase 25% da floresta. A partir da\u00ed, segundo os pesquisadores, pode haver um processo de savaniza\u00e7\u00e3o e empobrecimento da biodiversidade que jamais poder\u00e1 ser recuperado.<\/p>\n<h4>Arco do desmatamento<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Arco-do-deflorestamento.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-243402 alignleft\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Arco-do-deflorestamento.jpg\" alt=\"\" width=\"273\" height=\"184\" \/><\/a>O desmatamento na Amaz\u00f4nia \u00e9 concentrado numa faixa j\u00e1 conhecida como &#8220;Arco do Desmatamento&#8221; que vai do leste do Par\u00e1 at\u00e9 o Acre passando por Mato Grosso e por Rond\u00f4nia, conforme imagem do mapa ao lado, informou. &#8220;O desmatamento da Amaz\u00f4nia vem sendo feito de forma gradual. At\u00e9 a d\u00e9cada de 1970, o desmatamento da floresta era inferior a 1% do total de \u00e1rea verde. Com a pol\u00edtica de ocupa\u00e7\u00e3o do bioma a partir dos anos 70 e 80 esse quadro se agravou. At\u00e9 meados dos anos 2000, por exemplo, o desmatamento j\u00e1 estava elevado. O ano de 2004 registra uma alta taxa de desmatamento de 27 mil quil\u00f4metros quadros&#8221;, informou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A pesquisadora disse que com uma pol\u00edtica de comando e controle esse \u00edndice diminuiu e alcan\u00e7ou, em 2012, 4.571 mil quil\u00f4metros quadrados. A partir de 2013, segundo a pesquisadora, registra-se uma tend\u00eancia de alta desmatamento. O ano de 2019, com 10.129 mil quil\u00f4metros quadrados, concentra a maior taxa de desmatamento da d\u00e9cada na Amaz\u00f4nia, e atinge 20% do bioma. &#8220;Este ano, segundo o sistema de monitoramento do <a href=\"http:\/\/www.inpe.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">INPE,<\/a>\u00a0j\u00e1 contabilizou 8.508 quil\u00f4metros quadrados, associados aos alertas de desmatamentos feitos entre janeiro e junho passado&#8221;, esclareceu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo ela, isto j\u00e1 est\u00e1 preocupando e j\u00e1 h\u00e1 a previs\u00e3o de que a intensifica\u00e7\u00e3o do desmatamento, observado este ano, deve resultar diretamente em mais eventos de queimadas na Amaz\u00f4nia 2020. &#8220;A geografia do desmatamento \u00e9 muito diversificada e diversa, abrangendo v\u00e1rias regi\u00f5es do bioma, especialmente o Arco do Desmatamento. Podemos falar em 59 munic\u00edpios que integram este arco onde ocorrem as maiores taxas e tamb\u00e9m a maior concentra\u00e7\u00e3o de conflitos de campo. A\u00a0 Comiss\u00e3o Pastoral da Terra, conforme seus <a href=\"https:\/\/www.cptnacional.org.br\/index.php\/publicacoes-2\/conflitos-no-campo-brasil\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">levantamentos dos conflitos no campo em torno da terra e da \u00e1gua sistematizados e\u00a0 publicados anualmente<\/a>, demonstra que metade dos conflitos na regi\u00e3o ocorreram nestes munic\u00edpios&#8221;, disse.<\/p>\n<h4>Desmonte de pol\u00edticas ambientais e de prote\u00e7\u00e3o de povos tradicionais<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 2019, o maior n\u00famero de conflitos e viol\u00eancia contra os trabalhadores do campo, conforme dados da CPT, concentra-se na Amaz\u00f4nia Legal. 84% dos assassinatos ocorreram nestes 59 munic\u00edpios. Os conflitos impactam grupos ind\u00edgenas, quilombolas, assentados, ribeirinhos, sem terra, agricultores familiares. A CPT vem atribuindo o avan\u00e7o da viol\u00eancia no campo em parte por conta do discurso do Governo Federal contra os quilombolas, os ind\u00edgenas e comunidades tradicionais, assim como a\u00e7\u00f5es governamentais que levam \u00e0 fragiliza\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os que s\u00e3o respons\u00e1veis pela garantia e prote\u00e7\u00e3o dos direitos destes povos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A ec\u00f3loga aponta que verifica-se uma a\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de desestrutura\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o ambiental, fragilizando a atua\u00e7\u00e3o do Estado na prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente. &#8220;Os efeitos desta fragiliza\u00e7\u00e3o s\u00e3o imediatos e claramente percebidos no aumento do desmatamento, no avan\u00e7o de atividades econ\u00f4micas ilegais sobre as \u00e1reas de floresta na Amaz\u00f4nia, incluindo as terras ind\u00edgenas e unidades de conserva\u00e7\u00e3o, protegidas pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988. Esta desregulamenta\u00e7\u00e3o de medidas proibitivas e o desmonte da fiscaliza\u00e7\u00e3o tem sito permanente&#8221;, disse.<\/p>\n<h4><strong>Futuro da Amaz\u00f4nia: urg\u00eancias e medidas imediatas<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A assessora da Repam-Brasil defende que para um cen\u00e1rio de sustentabilidade \u00e9 preciso um forte<strong> sistema de Governan\u00e7a Territorial e Social<\/strong> com bases institucionais s\u00f3lidas. &#8220;Ent\u00e3o, de imediato \u00e9 urgente cobrar o fortalecimento dos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis pela gest\u00e3o ambiental e pela prote\u00e7\u00e3o e garantia dos direitos dos povos tradicionais que sofrem com muitas amea\u00e7as&#8221;, apontou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ela defende que \u00e9 necess\u00e1rio pensar sobre o futuro do Amaz\u00f4nia, se h\u00e1 um futuro poss\u00edvel, que seja sustent\u00e1vel? &#8220;Se a gente se atentar para os\u00a0 novos projetos, um conjunto de obras de infraestrutura planejados para a Amaz\u00f4nia, como portos, rodovias e hidrel\u00e9tricas, a gente percebe que o padr\u00e3o de desenvolvimento que est\u00e1 sendo adotado \u00e9 t\u00e3o predat\u00f3rio quanto o implementado na d\u00e9cada de 1970&#8221;, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A pesquisadora aponta que as obras de infraestrutura previstas entram em conflito com as unidades de conserva\u00e7\u00e3o em terras ind\u00edgenas. Segundo ela, 61% do total das unidades de conserva\u00e7\u00e3o registram incid\u00eancia de processos miner\u00e1rios, 57% delas t\u00eam trechos rodovi\u00e1rios dentro de seus limites e tamb\u00e9m h\u00e1 usinas hidrel\u00e9tricas sendo planejadas ou em constru\u00e7\u00e3o que entram em conflito com esses povos e as unidades de conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como urg\u00eancias para conter os revezes que a legisla\u00e7\u00e3o ambiental vem sofrendo, a pesquisadora aponta que \u00e9 necess\u00e1rio o fortalecimento dos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis pela gest\u00e3o ambiental e prote\u00e7\u00e3o e garantia dos direitos dos povos ind\u00edgenas e tradicionais. Ela tamb\u00e9m defendeu ser importante um fortalecimento da ci\u00eancia na Amaz\u00f4nia com aumento efetivo de recursos humanos e or\u00e7ament\u00e1rios e de infraestrutura laboratorial. S\u00e3o urgentes tamb\u00e9m, segundo Ima, a demarca\u00e7\u00e3o das terras ind\u00edgenas e territ\u00f3rios quilombolas pendentes de regula\u00e7\u00e3o, a prote\u00e7\u00e3o de todos os povos e comunidades ind\u00edgenas contra a explora\u00e7\u00e3o e apropria\u00e7\u00e3o ilegal de suas terras, o monitoramento e o controle efetivo das expans\u00e3o de cultivos em detrimento da derrubada de floresta e da explora\u00e7\u00e3o ilegal de madeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Saiba mais sobre a campanha<strong> &#8220;Amazoniza-te&#8221;<\/strong> organizada pela CNBB e um conjunto de organiza\u00e7\u00f5es no hot site: <a href=\"https:\/\/www.amazonizate.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.amazonizate.org<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;    \t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialista explica os outros 2 eixos da campanha &#8220;Amazoniza-te&#8221;: desmonte do controle ambiental e acelera\u00e7\u00e3o da destrui\u00e7\u00e3o do bioma<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":245124,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[925],"tags":[1900],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/243397"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=243397"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/243397\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/245124"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=243397"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=243397"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=243397"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}