{"id":250130,"date":"2020-10-05T15:31:57","date_gmt":"2020-10-05T18:31:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/?p=250130"},"modified":"2020-10-05T15:32:42","modified_gmt":"2020-10-05T18:32:42","slug":"algumas-consideracoes-sobre-a-penitencia-em-tertuliano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/algumas-consideracoes-sobre-a-penitencia-em-tertuliano\/","title":{"rendered":"Algumas considera\u00e7\u00f5es sobre a Penit\u00eancia em Tertuliano"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Dom Vital Corbellini<\/strong><br \/>\n<strong>Bispo de Marab\u00e1 (PA)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tertuliano, padre da Igreja dos s\u00e9culos II e III, dedicou uma obra sobre a Penit\u00eancia, (<em>De Paenitentia<\/em>) no qual exortou aos crist\u00e3os, sobretudo os de sua comunidade, a de Cartago, para que a vivessem como mudan\u00e7a de vida, de volta para Deus, ao pr\u00f3ximo como a si mesmo. Ele a definiu como uma afli\u00e7\u00e3o da alma, derivada por um desgosto de uma decis\u00e3o precedente<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Ele percebeu que alguns pag\u00e3os at\u00e9 puderam fazer a penit\u00eancia, sem saber o que se passava, mas eles fizeram em vista do bem e da miseric\u00f3rdia. Desse modo os crist\u00e3os deveriam faz\u00ea-la em vista de uma vida nova.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Escrita l\u00e1 pelos anos 203, a obra \u00e9 de uma alt\u00edssima import\u00e2ncia na hist\u00f3ria da penitencia eclesi\u00e1stica<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> pois coloca a realidade do catecumenato, pastoral da igreja antiga, na qual os adultos se aproximavam da comunidade, pediam ao sacerdote o batismo e a pessoa era preparada para receber o banho batismal, a crisma e a eucaristia. Tertuliano deu nesta obra a import\u00e2ncia da penit\u00eancia em vista do perd\u00e3o dos pecados e da convers\u00e3o de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A verdadeira penit\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tertuliano colocou a consist\u00eancia da verdadeira penit\u00eancia, que \u00e9 aquela de estar unida a Deus, de se aproximar dele, de afastar-se do pecado e buscar a convers\u00e3o. Por isso \u00e9 importante temer a Deus de modo que isto acarretasse a convers\u00e3o de vida. A penit\u00eancia n\u00e3o pode se tornar v\u00e3, mas deve levar ao fruto na qual Deus a recomendou aos seres humanos, a sua salva\u00e7\u00e3o. Deus ap\u00f3s a expuls\u00e3o de o primeiro ser humano do para\u00edso, ap\u00f3s muito tempo, manifestou a sua miseric\u00f3rdia e consagrou a penit\u00eancia na sua pessoa, possibilitando ao ser humano o perd\u00e3o de seus pecados, \u00e0 sua obra e \u00e0 sua imagem. Ele tinha o povo de Israel no qual o favoreceu com m\u00faltiplos benef\u00edcios da sua bondade, e mesmo encontrando-o extremamente ingrato, o exortou \u00e0 penit\u00eancia tendo como pregadores a boca de todos os profetas<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a presen\u00e7a do Precursor, ordenou que fosse prescrito um batismo de convers\u00e3o, sob o sinal da penit\u00eancia para que as pessoas pudessem viver na gra\u00e7a do Senhor. N\u00e3o calou de fato Jo\u00e3o em afirmar a import\u00e2ncia da penit\u00eancia porque se apressava aos povos da salva\u00e7\u00e3o, porque o Senhor a fez segundo a promessa de Deus. Todos os bens s\u00e3o resumidos numa \u00fanica palavra: a salva\u00e7\u00e3o do ser humano com o pr\u00e9vio cancelamento dos pecados precedentes. Aquilo que proporciona alegre algumas a\u00e7\u00f5es ao ser humano torna um servi\u00e7o a Deus. As pessoas s\u00e3o convidadas a fazer boas a\u00e7\u00f5es e bons pensamentos<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deus, em Jesus Cristo, admite as a\u00e7\u00f5es boas porque lhes pertencem, n\u00e3o as condenando. E sendo o seu autor, \u00e9 tamb\u00e9m o seu defensor e o seu remunerador. Toda a a\u00e7\u00e3o boa tem como devedor o pr\u00f3prio Deus, porque Ele as inspira \u00e0s pessoas. Deste modo \u00e9 fundamental a realiza\u00e7\u00e3o da penitencia em todas as a\u00e7\u00f5es, em vista de ter diante de Deus, o perd\u00e3o dos pecados em Jesus Cristo e com a sua igreja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que \u00e9 o pecado?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tertuliano teve uma importante defini\u00e7\u00e3o do pecado, aquilo que Deus pro\u00edbe<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. Sendo Ele o Sumo Bem, nada pode desagrad\u00e1-lo sen\u00e3o o mal, pelo fato de que n\u00e3o pode haver alguma concord\u00e2ncia entre coisas contr\u00e1rias. Pela ca\u00edda do pecado do ser humano, \u00e9 preciso a realiza\u00e7\u00e3o da penit\u00eancia para obter o perd\u00e3o dos pecados aos seres humanos, por parte de Deus. \u00c9 preciso evitar os pecados para assim viver bem o dia a dia. \u00c9 preciso que a vontade seja forte para n\u00e3o cair no pecado. O fato \u00e9 que o pecado tem origem na vontade, tendo ali a sua origem. \u00c9 o pr\u00f3prio Senhor que fala do pecado do interior da pessoa quando uma pessoa olha para uma mulher e cobi\u00e7ando-a no seu cora\u00e7\u00e3o, j\u00e1 cometeu adult\u00e9rio em si<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>. Por isso \u00e9 importante alimentar a boa vontade com as coisas de Deus, de vida para assim superar o mal na qual a pessoa n\u00e3o quer realiz\u00e1-lo<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>. O que importa \u00e9 o bem e a supera\u00e7\u00e3o do mal atrav\u00e9s da atitude da penit\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os benef\u00edcios da penit\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tertuliano percebeu benef\u00edcios que a penit\u00eancia traz \u00e0 vida crist\u00e3. Ele a viu como gra\u00e7a do Senhor Deus sendo uma atitude de convers\u00e3o na qual pede para os seus disc\u00edpulos e disc\u00edpulas, sendo que a penit\u00eancia levar\u00e1 a salva\u00e7\u00e3o. O Senhor prefere a penitencia que a morte do pecador, de modo que a penit\u00eancia \u00e9 vida e se antep\u00f5e a morte<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>. Ele a aconselha para que seja assumida na vida das pessoas e pela acolhida na exist\u00eancia humana ela levantar\u00e1 a pessoa e conduzir\u00e1 o penitente ao porto da divina clem\u00eancia. \u00c9 preciso ser uma arvore nova, que pela penit\u00eancia trar\u00e1 frutos novos \u00e0 vida da Igreja e no mundo. Pela penitencia a pessoa se volta para Deus e vai amar o que Ele ama, vivendo uma vida diferente, aberta ao designo de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso a penitencia traz benef\u00edcios enormes \u00e0 vida nos seguidores de Cristo. O fato \u00e9 que aquilo que Deus ordena \u00e9 bom e \u00f3timo. A pessoa n\u00e3o s\u00f3 deve obedecer porque o preceito \u00e9 bom, mas porque Deus o ordena para todos. \u00c9 o pr\u00f3prio Deus quem o ordena para fazer penit\u00eancia de modo que a pessoa possa perseverar nos seus frutos e nos seus bons efeitos<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A penit\u00eancia relacionada com o batismo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tertuliano falou da penit\u00eancia que precedia o batismo, aos catec\u00famenos, no sentido de que a pessoa era convidada a n\u00e3o mais cair no pecado<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>. Como n\u00e3o havia ainda a confiss\u00e3o individual a pessoa era convidada a manifestar o pecado de uma forma p\u00fablica, sobretudo para os pecados de apostasia, homic\u00eddio e adult\u00e9rio. Tertuliano aprofundou esta penit\u00eancia no sentido de que o pecador ou a pecadora antes do batismo, e de outros sacramentos, n\u00e3o voltassem a cair nesses pecados, fazendo a penit\u00eancia. Uma vez que se conheceu o mandamento da lei do Senhor, o autor africano solicitava aos catec\u00famenos para que n\u00e3o ca\u00edssem nos pecados. O pecado n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 rebeli\u00e3o \u00e0 vontade de Deus, mas \u00e9 tamb\u00e9m ingratid\u00e3o para a sua bondade, sendo uma esp\u00e9cie de recusa ao seu benef\u00edcio. Como poderia agradar a Deus alguma pessoa que recusaria o seu dom?<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>. Deste modo \u00e9 preciso fazer a penit\u00eancia para temer a Deus, a sua f\u00e9 nele<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a>, agradar aos seus mandamentos e fugir da tend\u00eancia do pecado, tendo uma vida normal na fam\u00edlia, na comunidade e na sociedade. A pessoa torna-se, pela penit\u00eancia, mais devota ao Senhor, pelo fato de que ela aspira \u00e0 salva\u00e7\u00e3o, procurando ganhar o favor de Deus<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a>, pois com a penit\u00eancia h\u00e1 o perd\u00e3o dos pecados. Quanto seria injusto n\u00e3o atender ao pedido da comunidade eclesial e do Senhor em vista do perd\u00e3o dos pecados em vista do bem e da vida eterna<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a>, promessas dadas pelo Senhor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tertuliano convidou os catec\u00famenos para que entrassem na \u00e1gua, para assim receber o perd\u00e3o dos pecados. Para isso deveriam fazer o esfor\u00e7o para receber bem os sacramentos, n\u00e3o se tratando de qualquer \u00e1gua, mas da \u00e1gua batismal em vista do perd\u00e3o dos pecados<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a>. Com o Senhor e com a sua igreja, pela penit\u00eancia deve-se construir a casa sobre a rocha e n\u00e3o sobre a arreia destinada a cair<a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\">[16]<\/a>. Uma vez que se conheceu o Senhor, a pessoa \u00e9 chamada a viver os seus mandamentos na vida cotidiana e na comunidade. O banho batismal confere a pessoa o selo da f\u00e9, porque d\u00e1 a purifica\u00e7\u00e3o dos pecados, como resultado de uma sincera penit\u00eancia<a href=\"#_ftn17\" name=\"_ftnref17\">[17]<\/a>. Os ouvintes receber\u00e3o o batismo com f\u00e9, sendo este sacramento gra\u00e7a e n\u00e3o o ser\u00e1 acolhido por presun\u00e7\u00e3o, porque seria um ato de soberba.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desta forma Tertuliano prop\u00f4s a penit\u00eancia como forma de convers\u00e3o de vida para seguir o caminho do Senhor e viver melhor em cada dia em unidade com Deus, com o pr\u00f3ximo e consigo mesmo. A penit\u00eancia aludiu \u00e0 vida nova com Deus e com as pessoas humanas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Cfr. Tertulliano, <em>La Penitenza. Texto critico de CCL 1. Introduzione, Traduzione, Note e Appendice, Attilio Carpin<\/em>. Edizioni San Clemente, Edzioni Studio Domenicano, Bologna, 2011, pg. 89.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Cfr. Johannes Quasten, <em>Patrologia. I primi due secoli (II -III)<\/em>. Marietti, Casale, 1980, pg. 539.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Cfr. Tertulliano, <em>La Penitenza<\/em>, <em>1, 5<\/em>, pg. 97.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Cfr. <em>Idem, 2,8<\/em>, pg. 99.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Cfr. <em>Idem, 3,1<\/em>, pg. 103.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Cfr.<em> Mt<\/em> 5,28.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Cfr. <em>Idem, 3,16<\/em>, pg. 109.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Cfr. <em>Idem, 4,2<\/em>, pg. 111.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Cfr. I<em>dem, 4,8<\/em>, pg. 115.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Cfr. <em>Idem, 5,1<\/em>, pg. 115.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> Cfr. <em>Idem, 5,5-6<\/em>, pg. 117.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> Cfr. <em>Idem, 5,9<\/em>, pg. 119.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> Cfr. <em>Idem, 6, 1<\/em>, pg. 123.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> Cfr. <em>Idem, 6,6,<\/em> pg. 125.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> Cfr. <em>Idem, 6,10<\/em>, pg. 127.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\">[16]<\/a> Cfr. <em>Mt 7,24-27;<\/em> <em>Idem, 6, 13<\/em>, pg. 129.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref17\" name=\"_ftn17\">[17]<\/a> Cfr. <em>Idem, 6,16<\/em>, pgs. 130-131.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dom Vital Corbellini Bispo de Marab\u00e1 (PA) &nbsp; \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Introdu\u00e7\u00e3o Tertuliano, padre da Igreja dos s\u00e9culos II e III, dedicou uma obra sobre a Penit\u00eancia, (De Paenitentia) no qual exortou aos crist\u00e3os, sobretudo os de sua comunidade, a de Cartago, para que a vivessem como mudan\u00e7a de vida, de volta para Deus, ao pr\u00f3ximo como &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/algumas-consideracoes-sobre-a-penitencia-em-tertuliano\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">Algumas considera\u00e7\u00f5es sobre a Penit\u00eancia em Tertuliano<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[758],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/250130"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=250130"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/250130\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=250130"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=250130"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=250130"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}