{"id":26574,"date":"2010-10-26T00:00:00","date_gmt":"2010-10-26T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/mensagem-do-papa-bento-xvi-para-o-97o-dia-mundial-do-migrante-e-do-refugiado\/"},"modified":"2010-10-26T00:00:00","modified_gmt":"2010-10-26T02:00:00","slug":"mensagem-do-papa-bento-xvi-para-o-97o-dia-mundial-do-migrante-e-do-refugiado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/mensagem-do-papa-bento-xvi-para-o-97o-dia-mundial-do-migrante-e-do-refugiado\/","title":{"rendered":"Mensagem do Papa para o 97\u00ba Dia Mundial do Migrante e do Refugiado"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O papa Bento XVI divulgou a mensagem para o 97\u00b0 Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que ser\u00e1 celebrado no domingo, 16 de janeiro de 2011.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo o Pont\u00edfice, o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado oferece a oportunidade, a toda a Igreja, para refletir sobre o tema relacionado com o crescente fen\u00f4meno da migra\u00e7\u00e3o, para rezar a fim de que os cora\u00e7\u00f5es se abram ao acolhimento crist\u00e3o e \u201ctrabalhem para que cres\u00e7am no mundo a justi\u00e7a e a caridade, colunas para a constru\u00e7\u00e3o de uma paz aut\u00eantica e duradoura\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Leia abaixo a \u00edntegra da mensagem do papa Bento XVI<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Queridos Irm\u00e3os e Irm\u00e3s!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Dia Mundial do Migrante e do Refugiado oferece a oportunidade, a toda a Igreja, para refletir sobre o tema relacionado com o crescente fen\u00f4meno da migra\u00e7\u00e3o, para rezar a fim de que os cora\u00e7\u00f5es se abram ao acolhimento crist\u00e3o e trabalhem para que cres\u00e7am no mundo a justi\u00e7a e a caridade, colunas para a constru\u00e7\u00e3o de uma paz aut\u00eantica e duradoura. \u201cQue vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei\u201d (Jo 13, 34) \u00e9 o convite que o Senhor nos dirige com vigor e nos renova constantemente: se o Pai nos chama para sermos filhos amados no seu Filho predileto, chama-nos tamb\u00e9m para nos reconhecermos a todos como irm\u00e3os em Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Deste v\u00ednculo profundo entre todos os seres humanos surge o tema que escolhi este ano para a nossa reflex\u00e3o: \u201cUma s\u00f3 fam\u00edlia humana\u201d, uma s\u00f3 fam\u00edlia de irm\u00e3os e irm\u00e3s em sociedades que se tornam cada vez mais multi-\u00e9tnicas e intra-culturais, onde tamb\u00e9m as pessoas de v\u00e1rias religi\u00f5es s\u00e3o estimuladas ao di\u00e1logo, para que se possa encontrar uma serena e frutuosa conviv\u00eancia no respeito das leg\u00edtimas diferen\u00e7as. O Conc\u00edlio Vaticano II afirma que \u201cos homens constituem todos uma s\u00f3 comunidade; todos t\u00eam a mesma origem, pois foi Deus quem fez habitar em toda a terra o inteiro g\u00eanero humano (cf. Act 17, 26); t\u00eam, al\u00e9m disso, o mesmo fim \u00faltimo, Deus, cuja provid\u00eancia, testemunho de bondade e des\u00edgnios de salva\u00e7\u00e3o se estendem a todos\u00bb (Decl. Nostra aetate,1). Assim, n\u00f3s \u201cn\u00e3o vivemos uns ao lado dos outros por acaso; estamos percorrendo todos um mesmo caminho como homens e por isso como irm\u00e3os e irm\u00e3s\u201d (Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2008, 6).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O caminho \u00e9 o mesmo, o da vida, mas as situa\u00e7\u00f5es por que passamos neste percurso s\u00e3o diversas: muitos devem enfrentar a dif\u00edcil experi\u00eancia da migra\u00e7\u00e3o, nas suas diversas express\u00f5es: internas ou internacionais, permanentes ou peri\u00f3dicas, econ\u00f4micas ou pol\u00edticas, volunt\u00e1rias ou for\u00e7adas. Em v\u00e1rios casos a partida do pr\u00f3prio pa\u00eds \u00e9 estimulada por diversas formas de persegui\u00e7\u00e3o, de modo que a fuga se torna necess\u00e1ria. Depois, o pr\u00f3prio fen\u00f4meno da globaliza\u00e7\u00e3o caracter\u00edstico da nossa \u00e9poca, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um processo socioecon\u00f4mico, mas comporta tamb\u00e9m \u00abuma humanidade que se torna mais interrelacionada\u201d, superando confins geogr\u00e1ficos e culturais. A este prop\u00f3sito, a Igreja n\u00e3o cessa de recordar que o sentido profundo deste processo sazonal e o seu crit\u00e9rio \u00e9tico fundamental s\u00e3o dados precisamente pela unidade da fam\u00edlia humana e pelo seu desenvolvimento no bem (cf. Bento XVI, Enc. Caritas in veritate, 42).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Portanto, todos pertencem a uma s\u00f3 fam\u00edlia, migrantes e popula\u00e7\u00f5es locais que os recebem, e todos t\u00eam o mesmo direito de usufruir dos bens da terra, cujo destino \u00e9 universal, como ensina a doutrina social da Igreja. Aqui encontram fundamento a solidariedade e a partilha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cNuma sociedade em vias de globaliza\u00e7\u00e3o, o bem comum e o empenho em seu favor n\u00e3o podem deixar de assumir as dimens\u00f5es da fam\u00edlia humana inteira, ou seja, da comunidade dos povos e das na\u00e7\u00f5es, para dar forma de unidade e paz \u00e0 cidade do homem e torn\u00e1-la em certa medida antecipa\u00e7\u00e3o que prefigura a cidade de Deus sem barreiras.\u201d (Bento XVI, Enc. Caritas in veritate,7). \u00c9 esta a perspectiva com a qual olhar tamb\u00e9m para a realidade das migra\u00e7\u00f5es. De fato, como j\u00e1 fazia notar o Servo de Deus Paulo VI, \u201ca falta de fraternidade entre os homens e entre os povos\u201d \u00e9 causa profunda de subdesenvolvimento (Enc. Populorum progressio, 66) e \u2013 podemos acrescentar \u2013 incide em grande medida sobre o fen\u00f4meno migrat\u00f3rio. A fraternidade humana \u00e9 a experi\u00eancia, por vezes surpreendente, de uma rela\u00e7\u00e3o que irmana, de uma liga\u00e7\u00e3o profunda com o pr\u00f3ximo, diferente de mim, baseado no simples fato de sermos homens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Assumida e vivida responsavelmente ela alimenta uma vida de comunh\u00e3o e de partilha com todos, sobretudo com os migrantes; apoia a doa\u00e7\u00e3o de si aos demais, ao seu bem, ao bem de todos, na comunidade pol\u00edtica local, nacional e mundial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Vener\u00e1vel Jo\u00e3o Paulo II, por ocasi\u00e3o deste mesmo Dia celebrado em 2001, ressaltou que \u201c(o bem comum universal) abrange toda a fam\u00edlia dos povos, acima de todo o ego\u00edsmo nacionalista. \u00c9 neste contexto que se considera o direito de emigrar. A Igreja reconhece-o a cada homem no duplo aspecto da possibilidade de sair do pr\u00f3prio Pa\u00eds e a possibilidade de entrar num outro \u00e0 procura de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida.\u201d (Mensagem para o Dia Mundial das Migra\u00e7\u00f5es 2001,3; cf. Jo\u00e3o XXIII, Enc. Mater et Magistra,30: Paulo VI, Octog\u00e9sima Adveniens,17). Ao mesmo tempo, os Estados t\u00eam o direito de regular os fluxos migrat\u00f3rios e de defender as pr\u00f3prias fronteiras, garantindo sempre o respeito devido \u00e0 dignidade de cada pessoa humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Al\u00e9m disso, os imigrantes t\u00eam o dever de se integrarem no pa\u00eds que os recebe, respeitando as suas leis e a identidade nacional. \u201cProcurar-se-\u00e1 ent\u00e3o conjugar o acolhimento devido a todo o ser humano, sobretudo no caso de pobres, com a avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es indispens\u00e1veis para uma vida decorosa e pac\u00edfica tanto dos habitantes origin\u00e1rios como dos advent\u00edcios\u201d (Jo\u00e3o Paulo II, Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2001, 13).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Neste contexto, a presen\u00e7a da Igreja, como povo de Deus a caminho na hist\u00f3ria no meio de todos os outros povos, \u00e9 fonte de confian\u00e7a e esperan\u00e7a. De fato, a Igreja \u00e9 \u00abem Cristo, \u00e9 como que o sacramento, ou sinal, e o instrumento da \u00edntima uni\u00e3o com Deus e da unidade de todo o g\u00eanero humano\u00bb (Conc. Ec. Vat. II, Const. Dog. Lumen gentium,1); e, gra\u00e7as \u00e0 a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo nela, \u00abo esfor\u00e7o por estabelecer a universal fraternidade n\u00e3o \u00e9 v\u00e3o\u00bb (Ibid, Const. Past. Gaudium et spes, 38). De modo particular \u00e9 a Sagrada Eucaristia que constitui, no cora\u00e7\u00e3o da Igreja, uma fonte inexaur\u00edvel de comunh\u00e3o para toda a humanidade. Gra\u00e7as a ela, o Povo de Deus abra\u00e7a \u00abtodas as na\u00e7\u00f5es, tribos, povos e l\u00ednguas\u00bb (Ap 7, 9) n\u00e3o com uma esp\u00e9cie de poder sagrado, mas com o servi\u00e7o superior da caridade. Com efeito, a pr\u00e1tica da caridade, sobretudo em rela\u00e7\u00e3o aos mais pobres e d\u00e9beis, \u00e9 crit\u00e9rio que prova a autenticidade das celebra\u00e7\u00f5es eucar\u00edsticas (cf. Jo\u00e3o Paulo II, Carta apost. Mane nobiscum Domine, 28).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c0 luz do tema \u201cUma s\u00f3 fam\u00edlia humana\u201d, deve ser considerada especificamente a situa\u00e7\u00e3o dos refugiados e dos outros migrantes for\u00e7ados, que s\u00e3o uma parte relevante do fen\u00f4meno migrat\u00f3rio. Em rela\u00e7\u00e3o a estas pessoas, que fogem de viol\u00eancias e de persegui\u00e7\u00f5es, a Comunidade internacional assumiu compromissos bem determinados. O respeito dos seus direitos, assim como das justas preocupa\u00e7\u00f5es pela seguran\u00e7a e pela unidade social, favorecem uma conviv\u00eancia est\u00e1vel e harmoniosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tamb\u00e9m no caso dos migrantes for\u00e7ados a solidariedade alimenta-se na \u201creserva\u201d de amor que nasce do considerar-se uma s\u00f3 fam\u00edlia humana e, para os fieis cat\u00f3licos, membros do Corpo M\u00edstico de Cristo: somos de fato dependentes uns dos outros, todos respons\u00e1veis dos irm\u00e3os e das irm\u00e3s em humanidade e, para quem cr\u00ea, na f\u00e9. Como j\u00e1 tive a ocasi\u00e3o de dizer, \u201cAcolher os refugiados e dar-lhes hospitalidade \u00e9 para todos um gesto obrigat\u00f3rio de solidariedade humana, para que eles n\u00e3o se sintam isolados por causa da intoler\u00e2ncia e do desinteresse\u201d (Audi\u00eancia geral de 20 de Junho de 2007: Insegnamenti II, 1 [2007], 1158). Isto significa que todos os que s\u00e3o for\u00e7ados a deixar as suas casas ou a sua terra ser\u00e3o ajudados a encontrar um lugar no qual viver em paz e em seguran\u00e7a, onde trabalhar e assumir os direitos e deveres existentes no pa\u00eds que os acolhe, contribuindo para o bem comum, sem esquecer a dimens\u00e3o religiosa da vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por fim, gostaria de dirigir um pensamento particular, sempre acompanhado da ora\u00e7\u00e3o, aos estudantes estrangeiros e internacionais, que tamb\u00e9m s\u00e3o uma realidade em crescimento no \u00e2mbito do grande fen\u00f4meno migrat\u00f3rio. Trata-se de uma categoria tamb\u00e9m socialmente relevante na perspectiva do seu regresso, como futuros dirigentes, aos pa\u00edses de origem. Eles constituem \u00abpontes\u00bb culturais e econ\u00f4micas entre estes pa\u00edses e os que os recebem, e tudo isto se orienta para formar \u00abuma s\u00f3 fam\u00edlia humana\u00bb. \u00c9 esta convic\u00e7\u00e3o que deve apoiar o compromisso a favor dos estudantes estrangeiros e acompanhar a aten\u00e7\u00e3o pelos seus problemas concretos, como as dificuldades econ\u00f4micas ou o mal-estar de se sentirem sozinhos ao enfrentar um ambiente social e universit\u00e1rio muito diferente, assim como as dificuldades de inser\u00e7\u00e3o. A este prop\u00f3sito, aprazme recordar que \u201cpertencer a uma comunidade universit\u00e1ria significa estar na encruzilhada das culturas que formaram o mundo moderno\u201d (cf. Jo\u00e3o Paulo II, Aos Bispos dos Estados Unidos das Prov\u00edncias eclesi\u00e1sticas de Chicago, Indian\u00e1polis e Milwaukee em visita \u201cad limina\u201d, 30 de Maio de 1998, 6: Insegnamenti XXI, 1 [1998], 1116). A cultura das novas gera\u00e7\u00f5es forma-se na escola e na universidade: depende em grande medida destas institui\u00e7\u00f5es a sua capacidade de olhar para a humanidade como para uma fam\u00edlia chamada a estar unida na diversidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s, o mundo dos migrantes \u00e9 vasto e diversificado. Conhece experi\u00eancias maravilhosas e prometedoras, assim como, infelizmente, muitas outras dram\u00e1ticas e indignas do homem e de sociedades que se consideram civis. Para a Igreja, esta realidade constitui um sinal eloquente do nosso tempo, que d\u00e1 mais realce \u00e0 voca\u00e7\u00e3o da humanidade de formar uma s\u00f3 fam\u00edlia e, ao mesmo tempo, as dificuldades que, em vez de a unir, a dividem e dilaceram. N\u00e3o percamos a esperan\u00e7a, e rezemos juntos a Deus, Pai de todos, para que nos ajude a ser, cada um em primeira pessoa, homens e mulheres capazes de estabelecer rela\u00e7\u00f5es fraternas; e, a n\u00edvel social, pol\u00edtico e institucional, incrementem-se a compreens\u00e3o e a estima rec\u00edproca entre os povos e as culturas. Com estes votos, invocando a intercess\u00e3o de Maria Sant\u00edssima Stella Maris, envio de cora\u00e7\u00e3o a todos a B\u00ean\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica, de modo especial aos migrantes e aos refugiados e a quantos trabalham neste importante \u00e2mbito.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em><strong>Castel Gandolfo, 27 de Setembro de 2010<br \/>Papa Bento XVI<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O papa Bento XVI divulgou a mensagem para o 97\u00b0 Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que ser\u00e1 celebrado no domingo, 16 de janeiro de 2011.<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":21452,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[784],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/26574"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=26574"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/26574\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/21452"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=26574"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=26574"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=26574"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}