{"id":26685,"date":"2011-04-21T00:00:00","date_gmt":"2011-04-21T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/eucaristia-e-o-sacramento-da-unidade-diz-bento-xvi\/"},"modified":"2011-04-21T00:00:00","modified_gmt":"2011-04-21T03:00:00","slug":"eucaristia-e-o-sacramento-da-unidade-diz-bento-xvi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/eucaristia-e-o-sacramento-da-unidade-diz-bento-xvi\/","title":{"rendered":"Eucaristia \u00e9 o sacramento da unidade, diz Bento XVI"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\u201cO objetivo pr\u00f3prio e \u00faltimo da transforma\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica \u00e9 a nossa transforma\u00e7\u00e3o na comunh\u00e3o com Cristo. A Eucaristia tem em vista o homem novo, com uma novidade tal que assim s\u00f3 pode nascer a partir de Deus e por meio da obra do Servo de Deus\u201d.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 do papa Bento XVI feita na homilia da missa da Ceia do Senhor, que presidiu hoje, na Bas\u00edlica de S\u00e3o Jo\u00e3o de Latr\u00e3o. Nesta missa, que abre o Tr\u00edduo Pascal, recorda-se a institui\u00e7\u00e3o da eucaristia e do sacerd\u00f3cio ministerial e o mandamento do amor. Durante a cerim\u00f4nia, recorda-se o gesto de Jesus que, na \u00faltima ceia, lavou os p\u00e9s de seus ap\u00f3stolos. <\/p>\n<p>Bento XVI ressaltou que a eucaristia \u00e9 sacramento da unidade. \u201cEla chega at\u00e9 ao mist\u00e9rio trinit\u00e1rio, e assim cria, ao mesmo tempo, a unidade vis\u00edvel. Digamo-lo uma vez mais: a Eucaristia \u00e9 o encontro pessoal\u00edssimo com o Senhor e, no entanto, n\u00e3o \u00e9 jamais apenas um ato de devo\u00e7\u00e3o individual; celebramo-la necessariamente juntos. Em cada comunidade, o Senhor est\u00e1 presente de modo total; mas Ele \u00e9 um s\u00f3 em todas as comunidades\u201d, disse.<\/p>\n<p>Veja a homilia na \u00edntegra<\/p>\n<p>Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s!<br \/>\u00abDesejei ardentemente comer convosco esta P\u00e1scoa, antes de padecer\u00bb (Lc 22, 15): com estas palavras Jesus inaugurou a celebra\u00e7\u00e3o do seu \u00faltimo banquete e da institui\u00e7\u00e3o da sagrada Eucaristia. Jesus foi ao encontro daquela hora, desejando-a. No seu \u00edntimo, esperou aquele momento em que haveria de dar-Se aos seus sob as esp\u00e9cies do p\u00e3o e do vinho. Esperou aquele momento que deveria ser, de algum modo, as verdadeiras n\u00fapcias messi\u00e2nicas: a transforma\u00e7\u00e3o dos dons desta terra e o fazer-Se um s\u00f3 com os seus, para transform\u00e1-los e inaugurar assim a transforma\u00e7\u00e3o do mundo. No desejo de Jesus, podemos reconhecer o desejo do pr\u00f3prio Deus: o seu amor pelos homens, pela sua cria\u00e7\u00e3o, um amor em expectativa. O amor que espera o momento da uni\u00e3o, o amor que quer atrair os homens a si, para assim realizar tamb\u00e9m o desejo da pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o: esta, de fato, aguarda a manifesta\u00e7\u00e3o dos filhos de Deus (cf. Rm 8, 19). Jesus deseja-nos, aguarda-nos. E n\u00f3s, temos verdadeiramente desejo d\u2019Ele? Sentimos, no nosso interior, o impulso para encontr\u00e1-lo? Ansiamos pela sua proximidade, por nos tornarmos um s\u00f3 com Ele, dom este que Ele nos concede na sagrada Eucaristia? Ou, pelo contr\u00e1rio, sentimo-nos indiferentes, distra\u00eddos, inundados por outras coisas? Sabemos pelas par\u00e1bolas de Jesus sobre banquetes, que Ele conhece a realidade dos lugares que ficam vazios, a resposta negativa, o desinteresse por Ele e pela sua proximidade. Os lugares vazios no banquete nupcial do Senhor, com ou sem desculpa, h\u00e1 j\u00e1 algum tempo que deixaram de ser para n\u00f3s uma par\u00e1bola, tornando-se uma realidade, justamente naqueles pa\u00edses aos quais Ele tinha manifestado a sua proximidade particular. Jesus sabia tamb\u00e9m de convidados que viriam sim, mas sem estar vestidos de modo nupcial: sem alegria pela sua proximidade, fazendo-o somente por costume e com uma orienta\u00e7\u00e3o bem diversa na sua vida. S\u00e3o Greg\u00f3rio Magno, numa das suas homilias, perguntava-se: Que g\u00eanero de pessoas s\u00e3o aquelas que v\u00eam sem h\u00e1bito nupcial? Em que consiste este h\u00e1bito e como se pode adquiri-lo? Eis a sua resposta: Aqueles que foram chamados e v\u00eam, de alguma maneira t\u00eam f\u00e9. \u00c9 a f\u00e9 que lhes abre a porta; mas falta-lhes o h\u00e1bito nupcial do amor. Quem n\u00e3o vive a f\u00e9 como amor, n\u00e3o est\u00e1 preparado para as n\u00fapcias e \u00e9 expulso. A comunh\u00e3o eucar\u00edstica exige a f\u00e9, mas a f\u00e9 exige o amor; caso contr\u00e1rio, est\u00e1 morta, inclusive como f\u00e9. <\/p>\n<p>Sabemos pelos quatro Evangelhos, que o \u00faltimo banquete de Jesus, antes da Paix\u00e3o, foi tamb\u00e9m um lugar de an\u00fancio. Jesus prop\u00f4s, uma vez mais e com insist\u00eancia, os elementos estruturais da sua mensagem. Palavra e Sacramento, mensagem e dom est\u00e3o inseparavelmente unidos. Mas, durante o \u00faltimo banquete, Jesus sobretudo rezou. Mateus, Marcos e Lucas usam duas palavras para descrever a ora\u00e7\u00e3o de Jesus no momento central da Ceia: eucharistesas e eulogesas \u2013 agradecer e aben\u00e7oar. O movimento ascendente do agradecimento e o movimento descendente da b\u00ean\u00e7\u00e3o aparecem juntos. As palavras da transubstancia\u00e7\u00e3o s\u00e3o uma parte desta ora\u00e7\u00e3o de Jesus. S\u00e3o palavras de ora\u00e7\u00e3o. Jesus transforma a sua Paix\u00e3o em ora\u00e7\u00e3o, em oferta ao Pai pelos homens. Esta transforma\u00e7\u00e3o do seu sofrimento em amor possui uma for\u00e7a transformadora dos dons, nos quais agora Jesus Se d\u00e1 a Si mesmo. Ele no-los d\u00e1, para n\u00f3s e o mundo sermos transformados. O objetivo pr\u00f3prio e \u00faltimo da transforma\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica \u00e9 a nossa transforma\u00e7\u00e3o na comunh\u00e3o com Cristo. A Eucaristia tem em vista o homem novo, com uma novidade tal que assim s\u00f3 pode nascer a partir de Deus e por meio da obra do Servo de Deus. <\/p>\n<p>A partir de Lucas e sobretudo de Jo\u00e3o, sabemos que Jesus, na sua ora\u00e7\u00e3o durante a \u00daltima Ceia, dirigiu tamb\u00e9m s\u00faplicas ao Pai \u2013 s\u00faplicas que, ao mesmo tempo, cont\u00eam apelos aos seus disc\u00edpulos de ent\u00e3o e de todos os tempos. Nesta hora, queria escolher somente uma s\u00faplica que, segundo Jo\u00e3o, Jesus repetiu quatro vezes na sua Ora\u00e7\u00e3o Sacerdotal. Como O deve ter angustiado no seu \u00edntimo! Tal s\u00faplica continua sem cessar sendo a sua ora\u00e7\u00e3o ao Pai por n\u00f3s: trata-se da ora\u00e7\u00e3o pela unidade. Jesus diz explicitamente que tal s\u00faplica vale n\u00e3o somente para os disc\u00edpulos ent\u00e3o presentes, mas tem em vista todos aqueles que h\u00e3o de acreditar n\u2019Ele (cf. Jo 17, 20). Pede que todos se tornem um s\u00f3, \u00abcomo Tu, \u00f3 Pai, est\u00e1s em Mim, e Eu em Ti, que eles tamb\u00e9m estejam em n\u00f3s, para que o mundo acredite\u00bb (Jo 17, 21). S\u00f3 pode haver a unidade dos crist\u00e3os se estes estiverem intimamente unidos com Ele, com Jesus. F\u00e9 e amor por Jesus: f\u00e9 no seu ser um s\u00f3 com o Pai e abertura \u00e0 unidade com Ele s\u00e3o essenciais. Portanto, esta unidade n\u00e3o \u00e9 algo somente interior, m\u00edstico. Deve tornar-se vis\u00edvel; t\u00e3o vis\u00edvel que constitua para o mundo a prova do envio de Jesus pelo Pai. Por isso, tal s\u00faplica tem escondido um sentido eucar\u00edstico que Paulo p\u00f4s claramente em evid\u00eancia na Primeira Carta aos Cor\u00edntios: \u00abN\u00e3o \u00e9 o p\u00e3o que n\u00f3s partimos uma comunh\u00e3o com o Corpo de Cristo? Uma vez que existe um s\u00f3 p\u00e3o, n\u00f3s, que somos muitos, formamos um s\u00f3 corpo, visto participarmos todos desse \u00fanico p\u00e3o\u00bb (1 Cor 10, 16-17). Com a Eucaristia, nasce a Igreja. Todos n\u00f3s comemos o mesmo p\u00e3o, recebemos o mesmo corpo do Senhor, e isto significa: Ele abre cada um de n\u00f3s para al\u00e9m de si mesmo. Torna-nos todos um s\u00f3. A Eucaristia \u00e9 o mist\u00e9rio da proximidade e comunh\u00e3o \u00edntima de cada indiv\u00edduo com o Senhor. E, ao mesmo tempo, \u00e9 a uni\u00e3o vis\u00edvel entre todos. A Eucaristia \u00e9 sacramento da unidade. Ela chega at\u00e9 ao mist\u00e9rio trinit\u00e1rio, e assim cria, ao mesmo tempo, a unidade vis\u00edvel. Digamo-lo uma vez mais: a Eucaristia \u00e9 o encontro pessoal\u00edssimo com o Senhor, e no entanto n\u00e3o \u00e9 jamais apenas um ato de devo\u00e7\u00e3o individual; celebramo-la necessariamente juntos. Em cada comunidade, o Senhor est\u00e1 presente de modo total; mas Ele \u00e9 um s\u00f3 em todas as comunidades. Por isso, fazem necessariamente parte da Ora\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstica da Igreja as palavras: \u00abuna cum Papa nostro et cum Episcopo nostro\u00bb. Isto n\u00e3o \u00e9 um mero acr\u00e9scimo exterior \u00e0quilo que acontece interiormente, mas express\u00e3o necess\u00e1ria da pr\u00f3pria realidade eucar\u00edstica. E mencionamos o Papa e o Bispo pelo nome: a unidade \u00e9 totalmente concreta, tem nome. Assim, a unidade torna-se vis\u00edvel, torna-se sinal para o mundo, e estabelece para n\u00f3s mesmos um crit\u00e9rio concreto.<\/p>\n<p>S\u00e3o Lucas conservou-nos um elemento concreto da ora\u00e7\u00e3o de Jesus pela unidade: \u00abSim\u00e3o, Sim\u00e3o, Satan\u00e1s reclamou o poder de vos joeirar como ao trigo. Mas Eu roguei por ti, para que a tua f\u00e9 n\u00e3o desfale\u00e7a. E tu, uma vez convertido, confirma os teus irm\u00e3os\u00bb (Lc 22, 31-32). Com pesar, constatamos novamente, hoje, que foi permitido a Satan\u00e1s joeirar os disc\u00edpulos visivelmente diante de todo o mundo. E sabemos que Jesus reza pela f\u00e9 de Pedro e dos seus sucessores. Sabemos que Pedro, que atrav\u00e9s das \u00e1guas agitadas da hist\u00f3ria vai ao encontro do Senhor e corre perigo de afundar, \u00e9 sempre novamente sustentado pela m\u00e3o do Senhor e guiado sobre as \u00e1guas. Mas vem depois um an\u00fancio e uma miss\u00e3o. \u00abTu, uma vez convertido&#8230;\u00bb. Todos os seres humanos, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de Maria, t\u00eam continuamente necessidade de convers\u00e3o. Jesus prediz a Pedro a sua queda e a sua convers\u00e3o. De que \u00e9 que Pedro teve de converter-se? No in\u00edcio do seu chamamento, assombrado com o poder divino do Senhor e com a sua pr\u00f3pria mis\u00e9ria, Pedro dissera: \u00abSenhor, afasta-Te de mim, que eu sou um homem pecador\u00bb (Lc 5, 8). Na luz do Senhor, reconhece a sua insufici\u00eancia. Precisamente deste modo, com a humildade de quem sabe que \u00e9 pecador, \u00e9 que Pedro \u00e9 chamado. Ele deve reencontrar sem cessar esta humildade. Perto de Cesareia de Filipe, Pedro n\u00e3o quisera aceitar que Jesus tivesse de sofrer e ser crucificado: n\u00e3o era concili\u00e1vel com a sua imagem de Deus e do Messias. No Cen\u00e1culo, n\u00e3o quis aceitar que Jesus lhe lavasse os p\u00e9s: n\u00e3o se adequava \u00e0 sua imagem da dignidade do Mestre. No horto das oliveiras, feriu com a espada; queria demonstrar a sua coragem. Mas, diante de uma serva, afirmou que n\u00e3o conhecia Jesus. Naquele momento, isto parecia-lhe uma pequena mentira, para poder permanecer perto de Jesus. O seu hero\u00edsmo ruiu num jogo mesquinho por um lugar no centro dos acontecimentos. Todos n\u00f3s devemos aprender sempre de novo a aceitar Deus e Jesus Cristo como Ele \u00e9, e n\u00e3o como quer\u00edamos que fosse. A n\u00f3s tamb\u00e9m nos custa aceitar que Ele esteja \u00e0 merc\u00ea dos limites da sua Igreja e dos seus ministros. Tamb\u00e9m n\u00e3o queremos aceitar que Ele esteja sem poder neste mundo. Tamb\u00e9m nos escondemos por detr\u00e1s de pretextos, quando a perten\u00e7a a Ele se nos torna demasiado custosa e perigosa. Todos n\u00f3s temos necessidade da convers\u00e3o que acolhe Jesus no seu ser Deus e ser-Homem. Temos necessidade da humildade do disc\u00edpulo que segue a vontade do Mestre. Nesta hora, queremos pedir-Lhe que nos fixe como fixou Pedro, no momento oportuno, com os seus olhos ben\u00e9volos, e nos converta. <\/p>\n<p>Pedro, o convertido, \u00e9 chamado a confirmar os seus irm\u00e3os. N\u00e3o \u00e9 um fato extr\u00ednseco que lhe seja confiado este dever no Cen\u00e1culo. O servi\u00e7o da unidade tem o seu lugar vis\u00edvel na celebra\u00e7\u00e3o da sagrada Eucaristia. Queridos amigos, \u00e9 um grande conforto para o Papa saber que, em cada Celebra\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstica, todos rezam por ele; que a nossa ora\u00e7\u00e3o se une \u00e0 ora\u00e7\u00e3o do Senhor por Pedro. \u00c9 somente gra\u00e7as \u00e0 ora\u00e7\u00e3o do Senhor e da Igreja que o Papa pode corresponder ao seu dever de confirmar os irm\u00e3os: apascentar o rebanho de Cristo e fazer-se garante daquela unidade que se torna testemunho vis\u00edvel do envio de Jesus pelo Pai.<\/p>\n<p>\u00abDesejei ardentemente comer convosco esta P\u00e1scoa\u00bb. Senhor, V\u00f3s tendes desejo de n\u00f3s, de mim. Tendes desejo de nos fazer participantes de V\u00f3s mesmo na Sagrada Eucaristia, de Vos unir a n\u00f3s. Senhor, suscitai tamb\u00e9m em n\u00f3s o desejo de V\u00f3s. Refor\u00e7ai-nos na unidade convosco e entre n\u00f3s. Dai \u00e0 vossa Igreja a unidade, para que o mundo creia. Am\u00e9m.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO objetivo pr\u00f3prio e \u00faltimo da transforma\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica \u00e9 a nossa transforma\u00e7\u00e3o na comunh\u00e3o com Cristo. A Eucaristia tem em vista o homem novo, com uma novidade tal que assim s\u00f3 pode nascer a partir de Deus e por meio da obra do Servo de Deus\u201d.<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":26686,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[784],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/26685"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=26685"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/26685\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/26686"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=26685"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=26685"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=26685"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}