{"id":26689,"date":"2011-04-24T00:00:00","date_gmt":"2011-04-24T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/bento-xvi-a-nossa-responsabilidade-inclui-a-criacao-porque-esta-provem-do-criador\/"},"modified":"2011-04-24T00:00:00","modified_gmt":"2011-04-24T03:00:00","slug":"bento-xvi-a-nossa-responsabilidade-inclui-a-criacao-porque-esta-provem-do-criador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/bento-xvi-a-nossa-responsabilidade-inclui-a-criacao-porque-esta-provem-do-criador\/","title":{"rendered":"Bento XVI: \u201cA nossa responsabilidade inclui a cria\u00e7\u00e3o, porque esta prov\u00e9m do Criador\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O papa Bento XVI presidiu ontem, na Bas\u00edlica S\u00e3o Pedro, no Vaticano, a Vig\u00edlia Pascal, que celebra a ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo. Em sua homilia, o papa recordou que o fogo e a \u00e1gua s\u00e3o dois sinais que caracterizam a evangeliza\u00e7\u00e3o. O papa disse que na Vig\u00edlia \u00e9 importante falar tamb\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cOmitir a cria\u00e7\u00e3o significaria equivocar-se sobre a hist\u00f3ria de Deus com os homens, diminu\u00ed-la, deixar de ver a sua verdadeira ordem de grandeza. O arco da hist\u00f3ria que Deus fundou chega at\u00e9 \u00e0s origens, at\u00e9 \u00e0 cria\u00e7\u00e3o\u201d, disse Bento XVI. \u201cA nossa responsabilidade inclui a cria\u00e7\u00e3o, porque esta prov\u00e9m do Criador\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>Leia a \u00edntegra da homilia<\/p>\n<p>Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s,<\/p>\n<p>Dois grandes sinais caracterizam a celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica da Vig\u00edlia Pascal. Temos antes de mais nada o fogo que se torna luz. A luz do c\u00edrio pascal que, na prociss\u00e3o atrav\u00e9s da igreja encoberta na escurid\u00e3o da noite, se torna uma onda de luzes, fala-nos de Cristo como verdadeira estrela da manh\u00e3 eternamente sem ocaso, fala-nos do Ressuscitado em quem a luz venceu as trevas. O segundo sinal \u00e9 a \u00e1gua. Esta recorda, por um lado, as \u00e1guas do Mar Vermelho, o afundamento e a morte, o mist\u00e9rio da Cruz; mas, por outro, aparece-nos como \u00e1gua nascente, como elemento que d\u00e1 vida na aridez. Torna-se assim imagem do sacramento do Batismo, que nos faz participantes da morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo. <\/p>\n<p>Mas n\u00e3o s\u00e3o apenas estes grandes sinais da cria\u00e7\u00e3o, a luz e a \u00e1gua, que fazem parte da liturgia da Vig\u00edlia Pascal; outra caracter\u00edstica verdadeiramente essencial da Vig\u00edlia \u00e9 o fato de nos proporcionar um vasto encontro com a palavra da Sagrada Escritura. Antes da reforma lit\u00fargica, havia doze leituras do Antigo Testamento e duas do Novo. As do Novo Testamento permaneceram; entretanto o n\u00famero das leituras do Antigo Testamento acabou fixado em sete, que, atendendo \u00e0s situa\u00e7\u00f5es locais, se podem reduzir a tr\u00eas leituras. A Igreja quer, atrav\u00e9s de uma ampla vis\u00e3o panor\u00e2mica, conduzir-nos ao longo do caminho da hist\u00f3ria da salva\u00e7\u00e3o, desde a cria\u00e7\u00e3o passando pela elei\u00e7\u00e3o e a liberta\u00e7\u00e3o de Israel at\u00e9 aos testemunhos prof\u00e9ticos, pelos quais toda esta hist\u00f3ria se orienta cada vez mais claramente para Jesus Cristo. Na tradi\u00e7\u00e3o lit\u00fargica, todas estas leituras se chamavam profecias: mesmo quando n\u00e3o s\u00e3o diretamente vatic\u00ednios de acontecimentos futuros, elas t\u00eam um car\u00e1ter prof\u00e9tico, mostram-nos o fundamento \u00edntimo e a dire\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria; fazem com que a cria\u00e7\u00e3o e a hist\u00f3ria se tornem transparentes no essencial. Deste modo tomam-nos pela m\u00e3o e conduzem-nos para Cristo, mostram-nos a verdadeira luz.<\/p>\n<p>Na Vig\u00edlia Pascal, o percurso ao longo dos caminhos da Sagrada Escritura come\u00e7a pelo relato da cria\u00e7\u00e3o. Desta forma, a liturgia quer-nos dizer que tamb\u00e9m o relato da cria\u00e7\u00e3o \u00e9 uma profecia. N\u00e3o se trata de uma informa\u00e7\u00e3o sobre a realiza\u00e7\u00e3o exterior da transforma\u00e7\u00e3o do universo e do homem. Bem cientes disto estavam os Padres da Igreja, que entenderam este relato n\u00e3o como narra\u00e7\u00e3o real das origens das coisas, mas como apelo ao essencial, ao verdadeiro princ\u00edpio e ao fim do nosso ser. Ora, podemo-nos interrogar: mas, na Vig\u00edlia Pascal, \u00e9 verdadeiramente importante falar tamb\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o? N\u00e3o se poderia come\u00e7ar pelos acontecimentos em que Deus chama o homem, forma para Si um povo e cria a sua hist\u00f3ria com os homens na terra? A resposta deve ser: n\u00e3o! Omitir a cria\u00e7\u00e3o significaria equivocar-se sobre a hist\u00f3ria de Deus com os homens, diminu\u00ed-la, deixar de ver a sua verdadeira ordem de grandeza. O arco da hist\u00f3ria que Deus fundou chega at\u00e9 \u00e0s origens, at\u00e9 \u00e0 cria\u00e7\u00e3o. A nossa profiss\u00e3o de f\u00e9 inicia com as palavras: \u00abCreio em Deus, Pai todo-poderoso, Criador do C\u00e9u e da Terra\u00bb. Se omitimos este in\u00edcio do Credo, a hist\u00f3ria global da salva\u00e7\u00e3o torna-se demasiado restrita, demasiado pequena. A Igreja n\u00e3o \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o qualquer que se ocupa das necessidades religiosas dos homens e cujo objetivo se limitaria precisamente ao de uma tal associa\u00e7\u00e3o. N\u00e3o, a Igreja leva o homem ao contacto com Deus e, consequentemente, com o princ\u00edpio de tudo. Por isso, Deus tem a ver conosco como Criador, e por isso possu\u00edmos uma responsabilidade pela cria\u00e7\u00e3o. A nossa responsabilidade inclui a cria\u00e7\u00e3o, porque esta prov\u00e9m do Criador. Deus pode dar-nos vida e guiar a nossa vida, s\u00f3 porque Ele criou o todo. A vida na f\u00e9 da Igreja n\u00e3o abrange somente o \u00e2mbito de sensa\u00e7\u00f5es e sentimentos e porventura de obriga\u00e7\u00f5es morais; mas abrange o homem na sua integralidade, desde as suas origens e na perspectiva da eternidade. S\u00f3 porque a cria\u00e7\u00e3o pertence a Deus, podemos depositar n\u2019Ele completamente a nossa confian\u00e7a. E s\u00f3 porque Ele \u00e9 Criador, \u00e9 que nos pode dar a vida por toda a eternidade. A alegria e gratid\u00e3o pela cria\u00e7\u00e3o e a responsabilidade por ela andam juntas uma com a outra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Podemos determinar ainda mais concretamente a mensagem central do relato da cria\u00e7\u00e3o. Nas primeiras palavras do seu Evangelho, S\u00e3o Jo\u00e3o resumiu o significado essencial do referido relato com uma \u00fanica frase: \u00abNo princ\u00edpio, era o Verbo\u00bb. Com efeito, o relato da cria\u00e7\u00e3o, que ouvimos anteriormente, caracteriza-se pela frase que aparece com regularidade: \u00abDisse Deus\u2026\u00bb. O mundo \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o da Palavra, do Logos, como se exprime Jo\u00e3o com um termo central da l\u00edngua grega. \u00abLogos\u00bb significa \u00abraz\u00e3o\u00bb, \u00absentido\u00bb, \u00abpalavra\u00bb. <br \/>N\u00e3o \u00e9 apenas raz\u00e3o, mas Raz\u00e3o criadora que fala e comunica a Si mesma. Trata-se de Raz\u00e3o que \u00e9 sentido, e que cria, Ela mesma, sentido. Por isso, o relato da cria\u00e7\u00e3o diz-nos que o mundo \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o da Raz\u00e3o criadora. E deste modo diz-nos que, na origem de todas as coisas, n\u00e3o est\u00e1 o que \u00e9 sem raz\u00e3o, sem liberdade; pelo contr\u00e1rio, o princ\u00edpio de todas as coisas \u00e9 a Raz\u00e3o criadora, \u00e9 o amor, \u00e9 a liberdade. Encontramo-nos aqui perante a alternativa \u00faltima que est\u00e1 em jogo na disputa entre f\u00e9 e incredulidade: o princ\u00edpio de tudo \u00e9 a irracionalidade, a aus\u00eancia de liberdade e o acaso, ou ent\u00e3o o princ\u00edpio do ser \u00e9 raz\u00e3o, liberdade, amor? O primado pertence \u00e0 irracionalidade ou \u00e0 raz\u00e3o? Tal \u00e9 a quest\u00e3o de que, em \u00faltima an\u00e1lise, se trata. Como crentes, respondemos com o relato da cria\u00e7\u00e3o e com S\u00e3o Jo\u00e3o: na origem, est\u00e1 a raz\u00e3o. Na origem, est\u00e1 a liberdade. Por isso, \u00e9 bom ser uma pessoa humana. Assim o que sucedera no universo em expans\u00e3o n\u00e3o foi que por fim, num angulozinho qualquer do cosmos, ter-se-ia formado por acaso tamb\u00e9m uma esp\u00e9cie como qualquer outra de ser vivente, capaz de raciocinar e de tentar encontrar na cria\u00e7\u00e3o uma raz\u00e3o ou de lha conferir. Se o homem fosse apenas um tal produto casual da evolu\u00e7\u00e3o num lugar marginal qualquer do universo, ent\u00e3o a sua vida seria sem sentido ou mesmo um azar da natureza. Mas n\u00e3o! No in\u00edcio, est\u00e1 a Raz\u00e3o, a Raz\u00e3o criadora, divina. E, dado que \u00e9 Raz\u00e3o, ela criou tamb\u00e9m a liberdade; e, uma vez que se pode fazer uso indevido da liberdade, existe tamb\u00e9m o que \u00e9 contr\u00e1rio \u00e0 cria\u00e7\u00e3o. Por isso se estende, por assim dizer, uma densa linha escura atrav\u00e9s da estrutura do universo e atrav\u00e9s da natureza do homem. Mas, apesar desta contradi\u00e7\u00e3o, a cria\u00e7\u00e3o como tal permanece boa, a vida permanece boa, porque na sua origem est\u00e1 a Raz\u00e3o boa, o amor criador de Deus. Por isso, o mundo pode ser salvo. Por isso podemos e devemos colocar-nos da parte da raz\u00e3o, da liberdade e do amor, da parte de Deus que nos ama de tal maneira que Ele sofreu por n\u00f3s, para que, da sua morte, pudesse surgir uma vida nova, definitiva, restaurada.<\/p>\n<p>O relato veterotestament\u00e1rio da cria\u00e7\u00e3o, que escutamos, indica claramente esta ordem das coisas. Mas faz-nos dar um passo mais em frente. O processo da cria\u00e7\u00e3o aparece estruturado no quadro de uma semana que se orienta para o S\u00e1bado, encontrando neste a sua perfei\u00e7\u00e3o. Para Israel, o S\u00e1bado era o dia em que todos podiam participar no repouso de Deus, em que homem e animal, senhor e escravo, grandes e pequenos estavam unidos na liberdade de Deus. Assim o S\u00e1bado era express\u00e3o da alian\u00e7a entre Deus, o homem e a cria\u00e7\u00e3o. Deste modo, a comunh\u00e3o entre Deus e o homem n\u00e3o aparece como um acr\u00e9scimo, algo instaurado posteriormente num mundo cuja cria\u00e7\u00e3o estava j\u00e1 conclu\u00edda. A alian\u00e7a, a comunh\u00e3o entre Deus e o homem, est\u00e1 prevista no mais \u00edntimo da cria\u00e7\u00e3o. Sim, a alian\u00e7a \u00e9 a raz\u00e3o intr\u00ednseca da cria\u00e7\u00e3o, tal como esta \u00e9 o pressuposto exterior da alian\u00e7a. Deus fez o mundo, para haver um lugar no qual Ele pudesse comunicar o seu amor e a partir do qual a resposta de amor retornasse a Ele. Diante de Deus, o cora\u00e7\u00e3o do homem que Lhe responde \u00e9 maior e mais importante do que todo o imenso universo material que, certamente, j\u00e1 nos deixa vislumbrar algo da grandeza de Deus.<\/p>\n<p>Entretanto, na P\u00e1scoa e a partir da experi\u00eancia pascal dos crist\u00e3os, devemos ainda dar mais um passo. O S\u00e1bado \u00e9 o s\u00e9timo dia da semana. Depois de seis dias em que o homem, de certa forma, participa no trabalho criador de Deus, o S\u00e1bado \u00e9 o dia do repouso. Mas, na Igreja nascente, sucedeu algo de inaudito: no lugar do S\u00e1bado, do s\u00e9timo dia, entra o primeiro dia. Este, enquanto dia da assembleia lit\u00fargica, \u00e9 o dia do encontro com Deus por meio de Jesus Cristo, que no primeiro dia, o Domingo, encontrou como Ressuscitado os seus, depois que estes encontraram vazio o sepulcro. Agora inverte-se a estrutura da semana: j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 orientada para o s\u00e9timo dia, em que se participa no repouso de Deus; a semana inicia com o primeiro dia como dia do encontro com o Ressuscitado. Este encontro n\u00e3o cessa jamais de verificar-se na celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia, durante a qual o Senhor entra de novo no meio dos seus e d\u00e1-Se a eles, deixa-Se por assim dizer tocar por eles, p\u00f5e-Se \u00e0 mesa com eles. Esta mudan\u00e7a \u00e9 um fato extraordin\u00e1rio, quando se considera que o S\u00e1bado \u2013 o s\u00e9timo dia \u2013 est\u00e1 profundamente radicado no Antigo Testamento como o dia do encontro com Deus. Quando se pensa como a passagem do trabalho ao dia do repouso corresponde tamb\u00e9m a uma l\u00f3gica natural, torna-se ainda mais evidente o alcance impressionante de tal altera\u00e7\u00e3o. Este processo inovador, que se deu logo ao in\u00edcio do desenvolvimento da Igreja, s\u00f3 se pode explicar com o fato de ter sucedido algo de inaudito em tal dia. O primeiro dia da semana era o terceiro depois da morte de Jesus; era o dia em que Ele Se manifestou aos seus como o Ressuscitado. De fato, este encontro continha nele algo de impressionante. O mundo tinha mudado. Aquele que estivera morto goza agora de um vida que j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 amea\u00e7ada por morte alguma. Fora inaugurada uma nova forma de vida, uma nova dimens\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o. O primeiro dia, segundo o relato do G\u00eanesis, \u00e9 aquele em que teve in\u00edcio a cria\u00e7\u00e3o. Agora tornara-se, de uma forma nova, o dia da cria\u00e7\u00e3o, tornara-se o dia da nova cria\u00e7\u00e3o. N\u00f3s celebramos o primeiro dia. Deste modo celebramos Deus, o Criador, e a sua cria\u00e7\u00e3o. Sim, creio em Deus, Criador do C\u00e9u e da Terra. E celebramos o Deus que Se fez homem, padeceu, morreu, foi sepultado e ressuscitou. Celebramos a vit\u00f3ria definitiva do Criador e da sua cria\u00e7\u00e3o. Celebramos este dia como origem e simultaneamente como meta da nossa vida. Celebramo-lo porque agora, gra\u00e7as ao Ressuscitado, vale de modo definitivo que a raz\u00e3o \u00e9 mais forte do que a irracionalidade, a verdade mais forte do que a mentira, o amor mais forte do que a morte. Celebramos o primeiro dia, porque sabemos que a linha escura que atravessa a cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o permanece para sempre. Celebramo-lo, porque sabemos que agora vale definitivamente o que se diz no fim do relato da cria\u00e7\u00e3o: \u00abDeus viu que tudo o que tinha feito; era tudo muito bom\u00bb (Gn 1, 31).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Am\u00e9m.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O papa Bento XVI presidiu ontem, na Bas\u00edlica S\u00e3o Pedro, no Vaticano, a Vig\u00edlia Pascal, que celebra a ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo. Em sua homilia, o papa recordou que o fogo e a \u00e1gua s\u00e3o dois sinais que caracterizam a evangeliza\u00e7\u00e3o. O papa disse que na Vig\u00edlia \u00e9 importante falar tamb\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":26690,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[784],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/26689"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=26689"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/26689\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/26690"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=26689"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=26689"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=26689"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}