{"id":26853,"date":"2009-09-26T00:00:00","date_gmt":"2009-09-26T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/bento-xvi-traca-uma-breve-biografia-de-sao-paulo-2\/"},"modified":"2009-09-26T00:00:00","modified_gmt":"2009-09-26T03:00:00","slug":"bento-xvi-traca-uma-breve-biografia-de-sao-paulo-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/bento-xvi-traca-uma-breve-biografia-de-sao-paulo-2\/","title":{"rendered":"Bento XVI tra\u00e7a uma breve Biografia de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na \u00faltima catequese antes das f\u00e9rias, h\u00e1 dois meses, no in\u00edcio de julho, havia come\u00e7ado uma nova s\u00e9rie tem\u00e1tica por ocasi\u00e3o do ano paulino, refletindo sobre o<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>mundo no qual Paulo viveu. Hoje, quero retornar e continuar a reflex\u00e3o sobre o ap\u00f3stolo dos povos, propondo uma breve biografia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dado que dedicaremos a pr\u00f3xima quarta-feira ao acontecimento extraordin\u00e1rio que se verificou no caminho de Damasco, a convers\u00e3o de Paulo, virada fundamental em sua exist\u00eancia ap\u00f3s o encontro com Cristo, hoje nos detemos brevemente a analisar o conjunto de sua vida. Os sinais biogr\u00e1ficos de Paulo encontramos respectivamente na carta a Filemon, na qual se declara \u00abanci\u00e3o\u00bb (vers\u00edculo 9: presbytes), e nos Atos dos Ap\u00f3stolos, pois no momento da lapida\u00e7\u00e3o de Estev\u00e3o diz que era \u00abjovem\u00bb (7, 58).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ambas designa\u00e7\u00f5es s\u00e3o evidentemente gen\u00e9ricas, mas segundo os c\u00e1lculos antigos, \u00abjovem\u00bb era o homem que tinha cerca de trinta anos, enquanto que se chamava \u00abanci\u00e3o\u00bb quando chegava aos sessenta. Em termos absolutos, a data de Paulo depende em grande parte da data em que foi escrita a carta a Filemon. Tradicionalmente, sua reda\u00e7\u00e3o se marca na pris\u00e3o de Roma, em meados dos anos 60. Paulo teria nascido no ano 8, portanto, teria vivido mais ou menos sessenta anos, enquanto que no momento da lapida\u00e7\u00e3o de Estev\u00e3o tinha trinta. Esta deveria ser a cronologia adequada. E o ano paulino que estamos celebrando continua precisando esta cronologia. Foi escolhido o ano 2008 pensando em que nasceu mais ou menos no ano 8.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em todo caso, nasceu em Tarso de Cil\u00edcia (Cf. Atos 22, 3). A cidade era capital administrativa da regi\u00e3o e no ano 51 a.C. havia tido como pr\u00f3-consul nada menos que a Marco T\u00falio Cicero, enquanto que dez anos depois, no ano 41, Tarso havia sido o lugar do primeiro encontro entre Marco Antonio e Cle\u00f3patra. Judeu da di\u00e1spora, falava grego apesar de que tinha um nome de origem latina, derivado por asson\u00e2ncia do original hebreu Saul\/Saulos, e gozava da cidadania romana (Cf. Atos 22, 25-28).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Paulo se apresenta, deste modo, na fronteira de tr\u00eas culturas diferentes &#8211;romana, grega, judaica&#8211; e talvez tamb\u00e9m por este motivo estava predisposto a fecundas aberturas universais, a uma media\u00e7\u00e3o entre as culturas, a uma verdadeira universalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tamb\u00e9m aprendeu um trabalho manual, talvez herdado do pai, que consistia no of\u00edcio de \u00abfabricar tendas\u00bb (Cf. Atos 18, 3), o que provavelmente significa que trabalhava a l\u00e3 de cabra ou a fibra de linha para fazer esteiras ou tendas (Cf. Atos 20, 33-35).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por volta dos doze ou treze anos, a idade na qual um jovem judeu se converte em bar mitzv\u00e0 (\u00abfilho do preceito\u00bb), Paulo deixou Tarso e se mudou para Jerusal\u00e9m para ser educado aos p\u00e9s do rabi Gamaliel, o Velho, neto do grande rabi Hilel, segundo as mais r\u00edgidas normas do farisa\u00edsmo, adquirindo um grande zelo pela Tor\u00e1 mosaica (Cf. G\u00e1latas 1, 14; Filipenses 3, 5-6; Atos 22, 3; 23, 6; 26, 5).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em virtude desta ortodoxia profunda, que havia aprendido na escola de Hilel, em Jerusal\u00e9m, viu no novo movimento que se inspirava em Jesus de Nazar\u00e9 um risco, uma amea\u00e7a para a identidade judaica, para a aut\u00eantica ortodoxia dos pais. Isto explica o fato de que tenha \u00abperseguido a Igreja de Deus\u00bb, como o admitir\u00e1 em tr\u00eas ocasi\u00f5es em suas cartas (1 Cor 15, 9; Gal 1, 13; Fili 3, 6). Ainda que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil imaginar concretamente em que consistiu esta persegui\u00e7\u00e3o, sua atitude foi de todos os modos de intoler\u00e2ncia. Aqui se marca o acontecimento de Damasco, sobre o qual voltaremos a falar na pr\u00f3xima catequese. O certo \u00e9 que, a partir de ent\u00e3o, sua vida mudou e se converteu em um ap\u00f3stolo incans\u00e1vel do Evangelho. De fato, Paulo passou \u00e0 hist\u00f3ria pelo que fez como crist\u00e3o, como ap\u00f3stolo, e n\u00e3o como fariseu. Tradicionalmente, divide-se sua atividade apost\u00f3lica em virtude das tr\u00eas viagens mission\u00e1rias, \u00e0s que se acrescentou a quarto a Roma, como prisioneiro. Todas s\u00e3o narradas por Lucas nos Atos dos Ap\u00f3stolos. Ao falar das tr\u00eas viagens mission\u00e1rias, h\u00e1 que distinguir a primeira das outras duas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Pelo que se refere \u00e0 primeira, de fato (Cf. Atos 13-14), Paulo n\u00e3o teve responsabilidade direta, pois esta foi encomendada ao chipriota Bernab\u00e9. Juntos, partiram de Antioquia de Orontes, enviados por essa Igreja (Cf. Atos 13, 1-3), e, depois de sair do porto de Seleucia, na costa s\u00edria, atravessaram a ilha de Chipre de Salamina a Pafos; daqui chegaram \u00e0 costa do sul de Anat\u00f3lia, hoje Turquia, passando por Atal\u00eda, Perge de Panfilia, Antioquia de Psidia, Iconio, Listra e Derbe, desde onde regressaram ao ponto de partida. Havia nascido assim a Igreja dos povos, a Igreja dos pag\u00e3os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Enquanto isso, sobretudo em Jerusal\u00e9m, havia surgido uma dura discuss\u00e3o sobre se estes crist\u00e3os precedentes do paganismo estavam obrigados a entrar tamb\u00e9m na vida e na lei de Israel (v\u00e1rias prescri\u00e7\u00f5es separavam Israel do restante do mundo) para participar realmente das promessas dos profetas e para entrar efetivamente na heran\u00e7a de Israel. Para resolver este problema fundamental para o nascimento da Igreja futura se reuniu em Jerusal\u00e9m o assim chamado Conc\u00edlio dos Ap\u00f3stolos, para tomar uma decis\u00e3o sobre este problema, do qual dependia o nascimento efetivo de uma Igreja universal. Decidiu-se que n\u00e3o havia que impor aos pag\u00e3os convertidos as prescri\u00e7\u00f5es da lei mosaica (Cf. Atos 15, 6-30): ou seja, n\u00e3o estavam obrigados a respeitar as normas do juda\u00edsmo; a \u00fanica necessidade era ser de Cristo, viver com Cristo e segundo suas palavras. Deste modo, sendo de Cristo, eram tamb\u00e9m de Abra\u00e3o, de Deus, e participavam de todas as promessas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ap\u00f3s este acontecimento decisivo, Paulo se separou de Barnab\u00e9, escolheu Silas, e come\u00e7ou a segunda viagem mission\u00e1ria (Cf. Atos 15, 36-18,22). Ap\u00f3s percorrer a S\u00edria e a Cil\u00edcia, voltou a ver a cidade de Listra, onde tomou consigo Tim\u00f3teo (figura muito importante da Igreja nascente, filho de uma judia e de um pag\u00e3o), e fez que se circuncidasse. Atravessou a Anat\u00f3lia central e chegou \u00e0 cidade de Tr\u00f4ade, na costa norte do Mar Egeu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Aqui aconteceu um novo acontecimento importante: em sonhos viu um maced\u00f4nio na outra parte do mar, ou seja, na Europa, que lhe dizia: \u00abVem para ajudar-nos!\u00bb. Era a Europa futura que lhe pedia ajuda e a luz do Evangelho. Movido por esta vis\u00e3o, entrou na Europa. Partiu para Maced\u00f4nia, entrando assim na Europa. Ap\u00f3s desembarcar em Ne\u00e1polis, chegou a Filipos, onde fundou uma maravilhosa comunidade, logo passou a Tessal\u00f4nica e, deixando esta cidade por causa de dificuldades com os judeus, passou por Berea at\u00e9 chegar a Atenas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nesta capital da antiga cultura grega pregou, primeiro no \u00c1gora e depois no Are\u00f3pago, aos pag\u00e3os e aos gregos. E o discurso do Are\u00f3pago, narrado nos Atos dos Ap\u00f3stolos, \u00e9 um modelo sobre como traduzir o Evangelho em cultura grega, como dar a entender aos gregos que este Deus dos crist\u00e3os, dos judeus, n\u00e3o era um Deus estrangeiro a sua cultura, mas o Deus desconhecido que esperavam, a verdadeira resposta \u00e0s perguntas mais profundas de sua cultura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De Atenas chegou a Corinto, onde permaneceu um ano e meio. E aqui temos um acontecimento cronologicamente muito seguro de toda sua biografia, pois durante essa primeira estadia em Corinto, teve de comparecer perante o governador da prov\u00edncia senatorial de Ac\u00e1cia, o pr\u00f3-c\u00f4nsul Gali\u00e3o, acusado de um culto ileg\u00edtimo. Sobre este Gali\u00e3o e o tempo que passou em Corinto existe uma antiga inscri\u00e7\u00e3o, encontrada em Delfos, onde se diz que era pr\u00f3-c\u00f4nsul de Corinto entre os anos 51 e 53. Portanto, aqui temos uma data totalmente segura. A estadia de Paulo em Corinto aconteceu nesses anos. Portanto, podemos supor que chegou mais ou menos no ano 50 e que permaneceu at\u00e9 o ano 52. De Corinto, depois, passando por Cencres, porto oriental da cidade, dirigiu-se para a Palestina, chegando a Cesar\u00e9ia Mar\u00edtima, desde onde subiu a Jerusal\u00e9m para regressar depois a Antioquia de Orontes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A terceira viagem mission\u00e1ria (CF. Atos 18, 23-21, 16) come\u00e7ou como sempre em Antioquia, que se havia convertido no ponto de origem da Igreja dos pag\u00e3os, da miss\u00e3o aos pag\u00e3os, e era o lugar no qual nasceu o termo \u00abcrist\u00e3os\u00bb. Aqui, pela primeira vez, nos diz S\u00e3o Lucas, os seguidores de Jesus foram chamados de \u00abcrist\u00e3os\u00bb. Da\u00ed, Paulo foi diretamente a \u00c9feso, capital da prov\u00edncia da \u00c1sia, onde permaneceu durante dois anos, desempenhando um minist\u00e9rio que teve fecundos resultados na regi\u00e3o. De \u00c9feso, Paulo escreveu as Cartas aos Tessalonicenses e aos Cor\u00edntios. A popula\u00e7\u00e3o da cidade foi instigada contra ele pelos vendedores locais, que experimentaram uma diminui\u00e7\u00e3o de sua renda por causa da redu\u00e7\u00e3o do culto a Artem\u00edsia (o templo que a ela dedicado em \u00c9feso, o Artemisi\u00e3o, foi uma das sete maravilhas do mundo antigo); por este motivo, teve de fugir para o norte. Depois de voltar a atravessar a Maced\u00f4nia, desceu de novo \u00e0 Gr\u00e9cia, provavelmente a Corinto, permanecendo ali tr\u00eas meses e escrevendo a famosa Carta aos Romanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Da\u00ed voltou sobre seus passos: voltou a passar pela Maced\u00f4nia, chegou de barco a Tr\u00f4ade e, depois, passando pelas ilhas de Mitilene, Qu\u00edos, Samos, chegou a Mileto,onde pronunciou um importante discurso aos anci\u00e3os da Igreja de \u00c9feso, oferecendo um retrato do aut\u00eantico pastor da Igreja (Cf. Atos 20). Daqui, voltou a partir em vela para Tiro, e logo chegou a Cesar\u00e9ia Mar\u00edtima para subir uma vez mais a Jerusal\u00e9m. Ali foi preso por causa de um mal-entendido: alguns judeus haviam confundido com pag\u00e3os outros judeus de origem grega, intiroduzidos por Paulo na \u00e1rea do templo reservada aos israelenses. A condena\u00e7\u00e3o \u00e0 morte, prevista nestes casos, foi suspensa gra\u00e7as \u00e0 interven\u00e7\u00e3o do tribuno romano de guarda na \u00e1rea do templo (Cf. Atos 21, 27-36); isto aconteceu enquanto na Jud\u00e9ia era procurador imperial Antonio F\u00e9lix. Ap\u00f3s um per\u00edodo na pris\u00e3o (cuja dura\u00e7\u00e3o \u00e9 debatida), dado que Paulo, por ser cidad\u00e3o romano, havia apelado a C\u00e9sar (que ent\u00e3o era Nero), o procurador sucessivo, Porcio Festo, lhe enviou a Roma custodiado militarmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A viagem a Roma passou pelas ilhas mediterr\u00e2neas de Creta e de Malta, e depois pelas cidades de Siracusa, Regio de Cal\u00e1bria e Pozzuoli. Os crist\u00e3os de Roma sa\u00edram para receb\u00ea-lo na Via Apia at\u00e9 o F\u00f3um de Appius (cerca de 70 quil\u00f4metros ao sul da capital) e outros at\u00e9 as Tr\u00eas Tabernas (a 40 quil\u00f4metros). Em Roma teve um encontro com os delegados da comunidade judaica, a quem lhes confiou que estava preso pela \u00abesperan\u00e7a de Israel\u00bb (Cf. Atos 28, 20). Mas a narra\u00e7\u00e3o de Lucas conclui mencionando os dois anos passados em Roma sob cust\u00f3dia militar, sem mencionar nenhuma senten\u00e7a de C\u00e9sar (Nero) nem sequer a morte do acusado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tradi\u00e7\u00f5es sucessivas falam de uma liberta\u00e7\u00e3o, de que teria empreendido uma viagem mission\u00e1ria \u00e0 Espanha, assim como um sucessivo p\u00e9riplo em particular por Creta, \u00c9feso, Nic\u00f3polis em Epiro. Entre as hip\u00f3teses, se conjectura uma nova pris\u00e3o e um segundo per\u00edodo de encarceramento em Roma (onde teria escrito as tr\u00eas cartas chamadas pastorais, ou seja, as duas a Tim\u00f3teo e a de Tito) com um segundo processo desfavor\u00e1vel. Contudo, uma s\u00e9rie de motivos leva muitos estudiosos de S\u00e3o Paulo a conclu\u00edrem a biografia do ap\u00f3stolo com a narra\u00e7\u00e3o de Lucas nos Atos dos Ap\u00f3stolos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sobre seu mart\u00edrio voltaremos a falar mais adiante, no ciclo de nossas catequeses. Por agora, neste breve elenco das viagens de S\u00e3o Paulo, \u00e9 suficiente tomar conhecimento de como se dedicou ao an\u00fancio do Evangelho sem economizar energias, enfrentando uma s\u00e9rie de duras provas, das quais nos deixou a lista na segunda carta aos Cor\u00edntios (Cf. 11, 21-28). Portanto, ele mesmo escreve: \u00abTudo isto fa\u00e7o pelo Evangelho\u00bb (1 Cor\u00edntios 9, 23), exercendo com total generosidade o que ele chama de \u00aba preocupa\u00e7\u00e3o por todas as Igrejas\u00bb (2 Cor\u00edntios 11, 28). Vemos que seu compromisso s\u00f3 se explica com uma alma verdadeiramente fascinada pela luz do Evangelho, enamorada de Cristo, uma alma baseada em uma convic\u00e7\u00e3o profunda: \u00e9 necess\u00e1rio levar ao mundo a luz de Cristo, anunciar o Evangelho a todos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Parece-me que esta \u00e9 a conclus\u00e3o desta breve resenha das viagens de S\u00e3o Paulo: ver sua paix\u00e3o pelo Evangelho, intuir assim a grandeza, a maravilha, a necessidade profunda do Evangelho para todos n\u00f3s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Rezemos para que o Senhor, que fez Paulo ver sua luz, que fez Paulo escutar sua Palavra, que tocou seu cora\u00e7\u00e3o intimamente, nos fa\u00e7a ver tamb\u00e9m sua luz, para que tamb\u00e9m nosso cora\u00e7\u00e3o fique tocado por sua Palavra e tamb\u00e9m n\u00f3s possamos dar ao mundo de hoje, que tem sede, a luz do Evangelho e a verdade de Cristo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s: Na \u00faltima catequese antes das f\u00e9rias, h\u00e1 dois meses, no in\u00edcio de julho, havia come\u00e7ado uma nova s\u00e9rie tem\u00e1tica por ocasi\u00e3o do ano paulino, refletindo sobre o<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[784],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/26853"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=26853"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/26853\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=26853"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=26853"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=26853"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}