{"id":27033,"date":"2010-12-25T00:00:00","date_gmt":"2010-12-25T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/papa-pede-paz-na-missa-do-natal-2\/"},"modified":"2010-12-25T00:00:00","modified_gmt":"2010-12-25T02:00:00","slug":"papa-pede-paz-na-missa-do-natal-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/papa-pede-paz-na-missa-do-natal-2\/","title":{"rendered":"Papa pede paz na missa do Natal"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\">\n<p style=\"text-align: justify\">O papa Bento XVI presidiu, na Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, no Vaticano, ontem \u00e0 noite, a chamada \u201cMissa do Galo\u201d, que comemora o natal de Jesus. Em sua homilia, o papa lembrou que Jesus trouxe a bondade para o cora\u00e7\u00e3o humano e tamb\u00e9m a paz. Bento XVI condenou a viol\u00eancia presente no mundo.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cNa imensid\u00e3o universal da Sagrada Eucaristia, Ele (Jesus) verdadeiramente instituiu ilhas de paz. Em todo o lado onde ela \u00e9 celebrada, temos uma ilha de paz, daquela paz que \u00e9 pr\u00f3pria de Deus\u201d, disse o papa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cEste menino acendeu, nos homens, a luz da bondade e deu-lhes a for\u00e7a para resistir \u00e0 tirania do poder. Em cada gera\u00e7\u00e3o, Ele constr\u00f3i o seu reino a partir de dentro, a partir do cora\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 verdade tamb\u00e9m que \u2018o bast\u00e3o do opressor\u2019 n\u00e3o foi quebrado. Tamb\u00e9m hoje marcha o cal\u00e7ado ruidoso dos soldados e temos ainda incessantemente a \u2018veste manchada de sangue\u2019\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" alignright size-full wp-image-7916\" style=\"float: right\" alt=\"Papa_Natal_2\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Papa_Natal_2.jpg\" width=\"250\" height=\"170\" \/>Segundo o papa, a noite de natal \u00e9 para agradecer a Deus. \u201cDamos gra\u00e7as porque Deus, como menino, Se confia \u00e0s nossas m\u00e3os, por assim dizer mendiga o nosso amor, infunde a sua paz no nosso cora\u00e7\u00e3o. Mas este j\u00fabilo \u00e9 tamb\u00e9m uma prece: Senhor, realizai totalmente a vossa promessa\u201d.<\/p>\n<p>Leia a \u00edntegra da homilia do papa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify\">Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00abTu \u00e9s meu filho, Eu hoje te gerei\u00bb \u2013 com estas palavras do Salmo segundo, a Igreja d\u00e1 in\u00edcio \u00e0 liturgia da Noite Santa. Ela sabe que esta frase pertencia, originariamente, ao rito da coroa\u00e7\u00e3o do rei de Israel. O rei, que por si s\u00f3 \u00e9 um ser humano como os outros homens, torna-se \u00abfilho de Deus\u00bb por meio do chamamento e entroniza\u00e7\u00e3o na sua fun\u00e7\u00e3o: trata-se de uma esp\u00e9cie de ado\u00e7\u00e3o por parte de Deus, uma ata da decis\u00e3o, pela qual Ele concede a este homem uma nova exist\u00eancia, atraindo-o para o seu pr\u00f3prio ser. De modo ainda mais claro, a leitura tirada do profeta Isa\u00edas, que acabamos de ouvir, apresenta o mesmo processo numa situa\u00e7\u00e3o de tribula\u00e7\u00e3o e amea\u00e7a para Israel: \u00abUm menino nasceu para n\u00f3s, um filho nos foi concedido. Tem o poder sobre os ombros\u00bb (9, 5). A entroniza\u00e7\u00e3o na fun\u00e7\u00e3o r\u00e9gia \u00e9 como um novo nascimento. E, precisamente como rec\u00e9m-nascido por decis\u00e3o pessoal de Deus, como menino proveniente de Deus, o rei constitui uma esperan\u00e7a. O futuro assenta sobre os seus ombros. \u00c9 o detentor da promessa de paz. Na noite de Bel\u00e9m, esta palavra prof\u00e9tica realizou-se de um modo que, no tempo de Isa\u00edas, teria ainda sido inimagin\u00e1vel. Sim, agora Aquele sobre cujos ombros est\u00e1 o poder \u00e9 verdadeiramente um menino. N\u2019Ele aparece a nova realeza que Deus institui no mundo. Este menino nasceu verdadeiramente de Deus. \u00c9 a Palavra eterna de Deus, que une mutuamente humanidade e divindade. Para este menino, s\u00e3o v\u00e1lidos os t\u00edtulos de dignidade que lhe atribui o c\u00e2ntico de coroa\u00e7\u00e3o de Isa\u00edas: Conselheiro admir\u00e1vel, Deus forte, Pai para sempre, Pr\u00edncipe da paz (9, 5). Sim, este rei n\u00e3o precisa de conselheiros pertencentes aos s\u00e1bios do mundo. Em Si mesmo traz a sapi\u00eancia e o conselho de Deus. Precisamente na fragilidade de menino que \u00e9, Ele \u00e9 o Deus forte e assim nos mostra, face aos pretensiosos poderes do mundo, a fortaleza pr\u00f3pria de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na verdade, as palavras do rito da coroa\u00e7\u00e3o em Israel n\u00e3o passavam de palavras rituais de esperan\u00e7a, que de longe previam um futuro que haveria de ser dado por Deus. Nenhum dos reis, assim homenageados, correspondia \u00e0 sublimidade de tais palavras. Neles, todas as express\u00f5es sobre a filia\u00e7\u00e3o de Deus, sobre a entroniza\u00e7\u00e3o na heran\u00e7a dos povos, sobre o dom\u00ednio das terras distantes (Sal 2, 8) permaneciam apenas press\u00e1gio de um futuro \u2013 como se fossem pain\u00e9is sinalizadores da esperan\u00e7a, indica\u00e7\u00f5es apontando para um futuro que ent\u00e3o era ainda inconceb\u00edvel. Assim o cumprimento da palavra, que tem in\u00edcio na noite de Bel\u00e9m, \u00e9 ao mesmo tempo imensamente maior e \u2013 do ponto de vista do mundo \u2013 mais humilde do que a palavra prof\u00e9tica deixava intuir. \u00c9 maior, porque este menino \u00e9 verdadeiramente Filho de Deus, \u00e9 verdadeiramente \u00abDeus de Deus, Luz da Luz, gerado, n\u00e3o criado, consubstancial ao Pai\u00bb. Fica superada a dist\u00e2ncia infinita entre Deus e o homem. Deus n\u00e3o Se limitou a inclinar o olhar para baixo, como dizem os Salmos; Ele \u00abdesceu\u00bb verdadeiramente, entrou no mundo, tornou-Se um de n\u00f3s para nos atrair a todos para Si. Este menino \u00e9 verdadeiramente o Emanuel, o Deus-connosco. O seu reino estende-se verdadeiramente at\u00e9 aos confins da terra. Na imensid\u00e3o universal da Sagrada Eucaristia, Ele verdadeiramente instituiu ilhas de paz. Em todo o lado onde ela \u00e9 celebrada, temos uma ilha de paz, daquela paz que \u00e9 pr\u00f3pria de Deus. Este menino acendeu, nos homens, a luz da bondade e deu-lhes a for\u00e7a para resistir \u00e0 tirania do poder. Em cada gera\u00e7\u00e3o, Ele constr\u00f3i o seu reino a partir de dentro, a partir do cora\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 verdade tamb\u00e9m que \u00abo bast\u00e3o do opressor\u00bb n\u00e3o foi quebrado. Tamb\u00e9m hoje marcha o cal\u00e7ado ruidoso dos soldados e temos ainda incessantemente a \u00abveste manchada de sangue\u00bb (Is 9, 3-4). Assim faz parte desta noite o j\u00fabilo pela proximidade de Deus. Damos gra\u00e7as porque Deus, como menino, Se confia \u00e0s nossas m\u00e3os, por assim dizer mendiga o nosso amor, infunde a sua paz no nosso cora\u00e7\u00e3o. Mas este j\u00fabilo \u00e9 tamb\u00e9m uma prece: Senhor, realizai totalmente a vossa promessa. Quebrai o bast\u00e3o dos opressores. Queimai o cal\u00e7ado ruidoso. Fazei com que o tempo das vestes manchadas de sangue acabe. Realizai a promessa de \u00abuma paz sem fim\u00bb (Is 9, 6). N\u00f3s Vos agradecemos pela vossa bondade, mas pedimos-Vos tamb\u00e9m: mostrai a vossa for\u00e7a. Institu\u00ed no mundo o dom\u00ednio da vossa verdade, do vosso amor \u2013 o \u00abreino da justi\u00e7a, do amor e da paz\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00abMaria deu \u00e0 luz o seu filho primog\u00eanito\u00bb (Lc 2, 7). Com esta frase, S\u00e3o Lucas narra, de modo absolutamente s\u00f3brio, o grande acontecimento que as palavras prof\u00e9ticas, na hist\u00f3ria de Israel, tinham com anteced\u00eancia vislumbrado. Lucas designa o menino como \u00abprimog\u00eanito\u00bb. Na linguagem que se foi formando na Sagrada Escritura da Antiga Alian\u00e7a, \u00abprimog\u00eanito\u00bb n\u00e3o significa o primeiro de uma s\u00e9rie de outros filhos. A palavra \u00abprimog\u00eanito\u00bb \u00e9 um t\u00edtulo de honra, independentemente do fato se depois se seguem outros irm\u00e3s e irm\u00e3s ou n\u00e3o. Assim, no Livro do \u00caxodo, Israel \u00e9 chamado por Deus \u00abo meu filho primog\u00eanito\u00bb (Ex 4, 22), exprimindo-se deste modo a sua elei\u00e7\u00e3o, a sua dignidade \u00fanica, o particular amor de Deus Pai. A Igreja nascente sabia que esta palavra ganhara uma nova profundidade em Jesus; que n\u2019Ele est\u00e3o compendiadas as promessas feitas a Israel. Assim a Carta aos Hebreus chama Jesus \u00abo primog\u00eanito\u00bb simplesmente para O qualificar, depois das prepara\u00e7\u00f5es no Antigo Testamento, como o Filho que Deus manda ao mundo (cf. Heb 1, 5-7). O primog\u00eanito pertence de maneira especial a Deus, e por isso \u2013 como sucede em muitas religi\u00f5es \u2013 devia ser entregue de modo particular a Deus e resgatado com um sacrif\u00edcio de substitui\u00e7\u00e3o, como S\u00e3o Lucas narra no epis\u00f3dio da apresenta\u00e7\u00e3o de Jesus no templo. O primog\u00eanito pertence a Deus de modo particular, \u00e9 por assim dizer destinado ao sacrif\u00edcio. No sacrif\u00edcio de Jesus na cruz, realiza-se de uma forma \u00fanica o destino do primog\u00eanito. Em Si mesmo, Jesus oferece a humanidade a Deus, unindo o homem e Deus de uma maneira tal que Deus seja tudo em todos. Paulo, nas Cartas aos Colossenses e aos Ef\u00e9sios, ampliou e aprofundou a ideia de Jesus como primog\u00eanito: Jesus \u2013 dizem-nos as referidas Cartas \u2013 \u00e9 o primog\u00eanito da cria\u00e7\u00e3o, o verdadeiro arqu\u00e9tipo segundo o qual Deus formou a criatura-homem. O homem pode ser imagem de Deus, porque Jesus \u00e9 Deus e Homem, a verdadeira imagem de Deus e do homem. Ele \u00e9 o primog\u00eanito dos mortos: dizem-nos ainda aquelas Cartas. Na Ressurrei\u00e7\u00e3o, atravessou o muro da morte por todos n\u00f3s. Abriu ao homem a dimens\u00e3o da vida eterna na comunh\u00e3o com Deus. Por fim, \u00e9-nos dito: Ele \u00e9 o primog\u00eanito de muitos irm\u00e3os. Sim, agora Ele tamb\u00e9m \u00e9 o primeiro duma s\u00e9rie de irm\u00e3os, isto \u00e9, o primeiro que inaugura para n\u00f3s a vida em comunh\u00e3o com Deus. Cria a verdadeira fraternidade: n\u00e3o a fraternidade, deturpada pelo pecado, de Caim e Abel, de R\u00f4mulo e Remo, mas a fraternidade nova na qual somos a pr\u00f3pria fam\u00edlia de Deus. Esta nova fam\u00edlia de Deus come\u00e7a no momento em que Maria envolve o \u00abprimog\u00eanito\u00bb em faixas e O reclina na manjedoura. Supliquemos-Lhe: Senhor Jesus, V\u00f3s que quisestes nascer como o primeiro de muitos irm\u00e3os, dai-nos a verdadeira fraternidade. Ajudai-nos a tornarmo-nos semelhantes a V\u00f3s. Ajudai-nos a reconhecer no outro que tem necessidade de mim, naqueles que sofrem ou est\u00e3o abandonados, em todos os homens, o vosso rosto, e a viver, juntamente convosco, como irm\u00e3os e irm\u00e3s para nos tornarmos uma fam\u00edlia, a vossa fam\u00edlia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No fim, o Evangelho de Natal narra-nos que uma multid\u00e3o de anjos do ex\u00e9rcito celeste louvava a Deus e dizia: \u00abGl\u00f3ria a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens que Ele ama\u00bb (Lc 2, 14). A Igreja ampliou este louvor que os anjos entoaram \u00e0 vista do acontecimento da Noite Santa, fazendo dele um hino de j\u00fabilo sobre a gl\u00f3ria de Deus. \u00abN\u00f3s Vos damos gra\u00e7as por vossa imensa gl\u00f3ria\u00bb. N\u00f3s Vos damos gra\u00e7as pela beleza, pela grandeza, pela bondade de Deus, que, nesta noite, se tornam vis\u00edveis para n\u00f3s. A manifesta\u00e7\u00e3o da beleza, do belo, torna-nos felizes sem que devamos interrogar-nos sobre a sua utilidade. A gl\u00f3ria de Deus, da qual prov\u00e9m toda a beleza, faz explodir em n\u00f3s o deslumbramento e a alegria. Quem vislumbra Deus, sente alegria; e, nesta noite, vemos algo da sua luz. Mas a mensagem dos anjos na Noite Santa tamb\u00e9m fala dos homens: \u00abPaz aos homens que Ele ama\u00bb. A tradu\u00e7\u00e3o latina desta frase, que usamos na Liturgia e remonta a S\u00e3o Jer\u00f4nimo, interpreta diversamente: \u00abPaz aos homens de boa vontade\u00bb. Precisamente nos \u00faltimos dec\u00eanios, esta express\u00e3o \u00abos homens de boa vontade\u00bb entrou de modo particular no vocabul\u00e1rio da Igreja. Mas qual \u00e9 a tradu\u00e7\u00e3o justa? Devemos ler, juntas, as duas vers\u00f5es; s\u00f3 assim compreendemos retamente a frase dos anjos. Seria errada uma interpreta\u00e7\u00e3o que reconhecesse apenas o agir exclusivo de Deus, como se Ele n\u00e3o tivesse chamado o homem a uma resposta livre e amorosa. Mas seria errada tamb\u00e9m uma resposta moralizante, segundo a qual o homem com a sua boa vontade poder-se-ia, por assim dizer, redimir a si pr\u00f3prio. As duas coisas andam juntas: gra\u00e7a e liberdade; o amor de Deus, que nos precede e sem o qual n\u00e3o O poderemos amar, e a nossa resposta, que Ele espera e at\u00e9 no-la suplica no nascimento do seu Filho. O entrela\u00e7amento de gra\u00e7a e liberdade, o entrela\u00e7amento de apelo e resposta n\u00e3o podemos dividi-lo em partes separadas uma da outra. Ambas est\u00e3o indivisivelmente entran\u00e7adas entre si. Assim esta frase \u00e9 simultaneamente promessa e apelo. Deus precedeu-nos com o dom do seu Filho. E, sempre de novo e de forma inesperada, Deus nos precede. N\u00e3o cessa de nos procurar, de nos levantar todas as vezes que o necessitamos. N\u00e3o abandona a ovelha extraviada no deserto, onde se perdeu. Deus n\u00e3o se deixa confundir pelo nosso pecado. Sempre de novo recome\u00e7a conosco. Todavia espera que amemos juntamente com Ele. Ama-nos para que nos seja poss\u00edvel tornarmo-nos pessoas que amam juntamente com Ele e, assim, possa haver paz na terra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Lucas n\u00e3o disse que os anjos cantaram. Muito sobriamente, escreve que o ex\u00e9rcito celeste louvava a Deus e dizia: \u00abGl\u00f3ria a Deus nas alturas\u2026\u00bb (Lc 2, 13-14). Mas desde sempre os homens souberam que o falar dos anjos \u00e9 diverso do dos homens; e que, precisamente nesta noite da jubilosa mensagem, tal falar foi um canto no qual brilhou a gl\u00f3ria sublime de Deus. Assim, desde o in\u00edcio, este canto dos anjos foi entendido como m\u00fasica vinda de Deus, mais ainda, como convite a unirmo-nos ao canto com o cora\u00e7\u00e3o em j\u00fabilo pelo fato de sermos amados por Deus. Diz Santo Agostinho: Cantare amantis est \u2013 cantar \u00e9 pr\u00f3prio de quem ama. Assim ao longo dos s\u00e9culos, o canto dos anjos tornou-se sempre de novo um canto de amor e de j\u00fabilo, um canto daqueles que amam. Nesta hora, associemo-nos, cheios de gratid\u00e3o, a este cantar de todos os s\u00e9culos, que une c\u00e9u e terra, anjos e homens. Sim, Senhor, n\u00f3s Vos damos gra\u00e7as por vossa imensa gl\u00f3ria. N\u00f3s Vos damos gra\u00e7as pelo vosso amor. Fazei que nos tornemos cada vez mais pessoas que amam juntamente convosco e, consequentemente, pessoas de paz. Am\u00e9m.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O papa Bento XVI presidiu, na Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, no Vaticano, ontem \u00e0 noite, a chamada \u201cMissa do Galo\u201d, que comemora o natal de Jesus. Em sua homilia, o papa lembrou que Jesus trouxe a bondade para o cora\u00e7\u00e3o humano e tamb\u00e9m a paz. Bento XVI condenou a viol\u00eancia presente no mundo.<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":26613,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[784],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/27033"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=27033"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/27033\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/26613"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=27033"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=27033"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=27033"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}