{"id":27182,"date":"2012-01-10T00:00:00","date_gmt":"2012-01-10T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/mensagem-do-papa-bento-xvi-demonstra-preocupacao-sobre-deslocamentos-migratorios-2\/"},"modified":"2012-01-10T00:00:00","modified_gmt":"2012-01-10T02:00:00","slug":"mensagem-do-papa-bento-xvi-demonstra-preocupacao-sobre-deslocamentos-migratorios-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/mensagem-do-papa-bento-xvi-demonstra-preocupacao-sobre-deslocamentos-migratorios-2\/","title":{"rendered":"Mensagem do papa Bento XVI demonstra preocupa\u00e7\u00e3o com deslocamentos migrat\u00f3rios"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Neste domingo, dia 15 de janeiro, a Igreja celebra o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado. O tema central da mensagem do papa Bento XVI foi \u201cMigra\u00e7\u00f5es e nova evangeliza\u00e7\u00e3o\u201d, intimamente ligado \u00e0 ideia de migra\u00e7\u00f5es como caracter\u00edstica nos dias atuais. O Sumo Pont\u00edfice manifestou sua preocupa\u00e7\u00e3o com a complexidade dos deslocamentos migrat\u00f3rios, e aconselhou aos crist\u00e3os que assumam o compromisso da Nova Evangeliza\u00e7\u00e3o com a acolhida fraterna do irm\u00e3o migrante e refugiado.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na mensagem, o papa quer sensibilizar a todos sobre a situa\u00e7\u00e3o desumana que milhares de pessoas, migrantes e refugiadas, em todo o mundo s\u00e3o submetidas, tendo seus direitos e dignidade humana desrespeitados. O pont\u00edfice utiliza express\u00f5es como \u201cnovo vigor\u201d, \u201cnovas modalidades\u201d, \u201cnovas problem\u00e1ticas\u201d, \u201cnovas estrat\u00e9gias pastorais\u201d, \u201cnovas situa\u00e7\u00f5es\u201d, para sinalizar a ideia de novas condutas e atitudes. \u201cA hora presente chama a Igreja a realizar uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o inclusive no vasto e complexo fen\u00f4meno da mobilidade humana, intensificando a a\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria tanto nas regi\u00f5es de primeiro an\u00fancio, como nos pa\u00edses de tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3\u201d, prop\u00f5e o Santo Padre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo o papa, na sociedade contempor\u00e2nea, em busca de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida, ou para fugir de condi\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia, como guerras, mis\u00e9ria e cat\u00e1strofes naturais, foi produzida uma grande mistura de pessoas e de povos sem precedentes, com novas problem\u00e1ticas do ponto de vista n\u00e3o s\u00f3 humano, mas tamb\u00e9m \u00e9tico, \u00e9tnico, religioso e espiritual. \u201cA Igreja enfrenta o desafio de ajudar os migrantes a manterem firme a f\u00e9, mesmo quando falta o apoio cultural que existia no pa\u00eds de origem, lan\u00e7ando m\u00e3o inclusive de novas estrat\u00e9gias pastorais, assim como de m\u00e9todos e linguagens para um acolhimento vivo da Palavra de Deus\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Conforme a mensagem do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2010, Bento XVI, reiterou a necessidade do di\u00e1logo entre distintos povos e culturas diante da falta de f\u00e9 e fraternidade crist\u00e3s. O pont\u00edfice finalizou a mensagem de 2012, convocando aos crist\u00e3os, sacerdotes, religiosos e religiosas, leigos e leigas, sobretudo, os jovens e as jovens, que se mostrem sens\u00edveis e ajudem aos in\u00fameros \u201cirm\u00e3s e irm\u00e3os que, tendo fugido da viol\u00eancia, devam se confrontar com novos estilos de vida e com dificuldades de integra\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Leia agora a Mensagem do papa para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado 2012:<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Migra\u00e7\u00f5es e nova evangeliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>Queridos Irm\u00e3os e Irm\u00e3s!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Anunciar Jesus Cristo, \u00fanico Salvador do mundo, \u00abconstitui a miss\u00e3o essencial da Igreja, tarefa e miss\u00e3o, que as amplas e profundas mudan\u00e7as da sociedade atual tornam ainda mais urgentes\u00bb (Exort. apost. Evangelii nuntiandi, 14). Ali\u00e1s, hoje, sentimos a urg\u00eancia de promover, com novo vigor e novas modalidades, a obra de evangeliza\u00e7\u00e3o num mundo onde a queda das fronteiras e os novos processos de globaliza\u00e7\u00e3o deixaram as pessoas e os povos ainda mais pr\u00f3ximos, tanto pela expans\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, como pela frequ\u00eancia e a facilidade com que indiv\u00edduos e grupos se podem deslocar. Nesta nova situa\u00e7\u00e3o, devemos despertar em cada um de n\u00f3s o entusiasmo e a coragem que impeliram as primeiras comunidades crist\u00e3s a ser intr\u00e9pidas anunciadoras da novidade evang\u00e9lica, fazendo ressoar no nosso cora\u00e7\u00e3o as palavras de S\u00e3o Paulo: \u00abSe anuncio o Evangelho, n\u00e3o tenho de que me gloriar, \u00e9 antes uma obriga\u00e7\u00e3o que me foi imposta: ai de mim, se eu n\u00e3o evangelizar!\u00bb (1 Cor 9,16).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O tema, que escolhi para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado em 2012 \u2013 \u00abMigra\u00e7\u00f5es e nova evangeliza\u00e7\u00e3o\u00bb \u2013, nasce desta realidade. De fato, a hora presente chama a Igreja a realizar uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o inclusive no vasto e complexo fen\u00f4meno da mobilidade humana, intensificando a a\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria tanto nas regi\u00f5es de primeiro an\u00fancio, como nos pa\u00edses de tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Beato Jo\u00e3o Paulo II convidava-nos a \u00abalimentar-nos da Palavra para sermos \u201cservos da Palavra\u201d no trabalho da evangeliza\u00e7\u00e3o&#8230; numa situa\u00e7\u00e3o que se vai tornando cada vez mais variada e dif\u00edcil com a progressiva mistura de povos e culturas que caracteriza o novo contexto da globaliza\u00e7\u00e3o\u00bb (Carta apost. Novo millennio ineunte, 40). Com efeito, as migra\u00e7\u00f5es dentro ou para fora da na\u00e7\u00e3o, como solu\u00e7\u00e3o para a busca de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida ou para fugir de eventuais persegui\u00e7\u00f5es, guerras, viol\u00eancia, fome e cat\u00e1strofes naturais, produziram uma mistura de pessoas e de povos sem precedentes, com novas problem\u00e1ticas do ponto de vista n\u00e3o s\u00f3 humano, mas tamb\u00e9m \u00e9tico, religioso e espiritual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As atuais e palp\u00e1veis consequ\u00eancias da seculariza\u00e7\u00e3o, a apari\u00e7\u00e3o de novos movimentos sect\u00e1rios, uma difundida insensibilidade \u00e0 f\u00e9 crist\u00e3, uma acentuada tend\u00eancia \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o, tornam dif\u00edcil focalizar uma refer\u00eancia unificadora que encoraje a forma\u00e7\u00e3o de \u00abuma s\u00f3 fam\u00edlia de irm\u00e3os e irm\u00e3s em sociedades que se tornam cada vez mais multi\u00e9tnicas e interculturais, onde tamb\u00e9m as pessoas de v\u00e1rias religi\u00f5es s\u00e3o estimuladas ao di\u00e1logo, para que se possa encontrar uma serena e frutuosa conviv\u00eancia no respeito das leg\u00edtimas diferen\u00e7as\u00bb, como eu escrevia na Mensagem do ano passado para este Dia Mundial. O nosso tempo est\u00e1 marcado por tentativas de cancelar Deus e a doutrina da Igreja do horizonte da vida, enquanto ganham terreno a d\u00favida, o cepticismo e a indiferen\u00e7a, que gostariam de eliminar todo e qualquer referimento social e simb\u00f3lico da f\u00e9 crist\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em tal contexto, sucede frequentemente que os migrantes que conheceram Cristo e O aceitaram se sintam impelidos a consider\u00e1-Lo como n\u00e3o relevante na pr\u00f3pria vida, a perder o sentido da f\u00e9, a deixar de se reconhecerem como parte da Igreja, acabando muitas vezes por viverem uma exist\u00eancia que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 caracterizada por Cristo e pelo seu Evangelho. Cresceram no seio de povos marcados pela f\u00e9 crist\u00e3, mas depois com frequ\u00eancia emigram para pa\u00edses onde os crist\u00e3os s\u00e3o uma minoria ou a antiga tradi\u00e7\u00e3o de f\u00e9 j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 convic\u00e7\u00e3o pessoal, nem confiss\u00e3o comunit\u00e1ria, mas est\u00e1 reduzida a um fato cultural. Aqui a Igreja enfrenta o desafio de ajudar os migrantes a manterem firme a f\u00e9, mesmo quando falta o apoio cultural que existia no pa\u00eds de origem, lan\u00e7ando m\u00e3o inclusive de novas estrat\u00e9gias pastorais, assim como de m\u00e9todos e linguagens para um acolhimento vivo da Palavra de Deus. Em alguns casos, trata-se duma ocasi\u00e3o para proclamar que, em Jesus Cristo, a humanidade se torna participante do mist\u00e9rio de Deus e da sua vida de amor, abrindo-se a um horizonte de esperan\u00e7a e de paz atrav\u00e9s, nomeadamente, do di\u00e1logo respeitoso e do testemunho concreto da solidariedade, enquanto, noutros casos, h\u00e1 a possibilidade de despertar a consci\u00eancia crist\u00e3 adormecida, atrav\u00e9s dum renovado an\u00fancio da Boa Nova e duma vida crist\u00e3 mais coerente para fazer descobrir a beleza do encontro com Cristo, que chama o crist\u00e3o \u00e0 santidade em todo o lado, mesmo em terra estrangeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mas o atual fen\u00f4meno migrat\u00f3rio \u00e9 tamb\u00e9m uma oportunidade providencial para o an\u00fancio do Evangelho no mundo contempor\u00e2neo. Homens e mulheres provenientes das mais diversas regi\u00f5es da terra, que ainda n\u00e3o encontraram Jesus Cristo ou que O conhecem s\u00f3 de maneira parcial, pedem para ser acolhidos em pa\u00edses de antiga tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3. Em rela\u00e7\u00e3o a eles, \u00e9 necess\u00e1rio encontrar modalidades adequadas para que possam encontrar e conhecer Jesus Cristo e experimentar o dom inestim\u00e1vel da salva\u00e7\u00e3o, que para todos \u00e9 fonte de \u00abvida em abund\u00e2ncia\u00bb (cf. Jo 10,10); os pr\u00f3prios migrantes desempenham um papel precioso a este respeito, porque podem, por sua vez, tornar-se \u00abanunciadores da Palavra de Deus e testemunhas do Senhor Ressuscitado, esperan\u00e7a do mundo\u00bb (Exort. apost. Verbum Domini, 105).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No exigente itiner\u00e1rio da nova evangeliza\u00e7\u00e3o em \u00e2mbito migrat\u00f3rio, assumem um papel decisivo os agentes pastorais \u2013 sacerdotes, religiosos\/as e leigos\/as \u2013 que se encontram a trabalhar num contexto cada vez mais pluralista; em comunh\u00e3o com os seus Bispos, inspirando-se no Magist\u00e9rio da Igreja, convido-os a procurar caminhos de partilha fraterna e an\u00fancio respeitoso, superando contrastes e nacionalismos. Por sua vez, as Igrejas tanto de proveni\u00eancia, como de tr\u00e2nsito e de acolhimento dos fluxos migrat\u00f3rios saibam intensificar a sua coopera\u00e7\u00e3o em benef\u00edcio tanto dos que partem como daqueles que chegam e, em todo o caso, de quantos t\u00eam necessidade de encontrar no seu caminho o rosto misericordioso de Cristo no acolhimento do pr\u00f3ximo. Para uma frutuosa pastoral de comunh\u00e3o, poder\u00e1 ser \u00fatil atualizar as tradicionais estruturas que atendem os migrantes e os refugiados, dotando-as de modelos que correspondam melhor \u00e0s novas situa\u00e7\u00f5es em que aparecem diferentes culturas e povos a interagir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os refugiados que pedem asilo, fugindo de persegui\u00e7\u00f5es, viol\u00eancias e situa\u00e7\u00f5es que p\u00f5em em perigo a sua vida, t\u00eam necessidade da nossa compreens\u00e3o e acolhimento, do respeito pela sua dignidade humana e seus direitos, assim como da consci\u00eancia dos seus deveres. O seu sofrimento reclama dos diversos Estados e da comunidade internacional que haja atitudes de m\u00fatuo acolhimento, superando temores e evitando formas de discrimina\u00e7\u00e3o e que se procure tornar concreta a solidariedade tamb\u00e9m mediante adequadas estruturas de hospitalidade e programas de reinser\u00e7\u00e3o. Tudo isto exige uma ajuda rec\u00edproca entre as regi\u00f5es que sofrem e aquelas que, anos ap\u00f3s anos, acolhem um grande n\u00famero de pessoas em fuga e tamb\u00e9m uma maior partilha de responsabilidades entre os Estados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A imprensa e os outros meios de comunica\u00e7\u00e3o desempenham um papel importante para fazer conhecer, com imparcialidade, objetividade e honestidade, a situa\u00e7\u00e3o de quantos foram for\u00e7ados a deixar a sua p\u00e1tria e os seus afetos e desejam come\u00e7ar a construir uma nova exist\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As comunidades crist\u00e3s reservem particular aten\u00e7\u00e3o aos trabalhadores migrantes e suas fam\u00edlias, acompanhando-os com a ora\u00e7\u00e3o, a solidariedade e a caridade crist\u00e3; valorizando aquilo que enriquece reciprocamente e promovendo novos projetos pol\u00edticos, econ\u00f4micos e sociais, que favore\u00e7am o respeito pela dignidade de cada pessoa, a tutela da fam\u00edlia, o acesso a uma habita\u00e7\u00e3o condigna, ao trabalho e \u00e0 assist\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sacerdotes, religiosos e religiosas, leigos e, sobretudo, os jovens e as jovens, mostrem-se sens\u00edveis e ajudem incont\u00e1veis irm\u00e3s e irm\u00e3os que, tendo fugido da viol\u00eancia, se devem confrontar com novos estilos de vida e com dificuldades de integra\u00e7\u00e3o. O an\u00fancio da salva\u00e7\u00e3o em Jesus Cristo ser\u00e1 fonte de al\u00edvio, esperan\u00e7a e \u00abalegria completa\u00bb (cf. Jo 15,11).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por fim, desejo recordar a situa\u00e7\u00e3o de numerosos estudantes vindos de outros pa\u00edses que enfrentam problemas de inser\u00e7\u00e3o, dificuldades burocr\u00e1ticas, afli\u00e7\u00f5es na busca de alojamento e de estruturas de acolhimento. De modo particular, as comunidades crist\u00e3s mostrem-se sens\u00edveis com tantos jovens que, al\u00e9m do crescimento cultural, t\u00eam necessidade \u2013 precisamente devido \u00e0 sua tenra idade \u2013 de pontos de refer\u00eancia, cultivando no seu cora\u00e7\u00e3o uma profunda sede de verdade e o desejo de encontrar Deus. De modo especial, as Universidades de inspira\u00e7\u00e3o crist\u00e3 sejam lugares de testemunho e de irradia\u00e7\u00e3o da nova evangeliza\u00e7\u00e3o, aparecendo seriamente comprometidas, no ambiente acad\u00eamico, n\u00e3o s\u00f3 em cooperar para o progresso social, cultural e humano, mas tamb\u00e9m em promover o di\u00e1logo entre as culturas, valorizando a contribui\u00e7\u00e3o que podem dar os estudantes estrangeiros. Estes sentir-se-\u00e3o impelidos a tornar-se, eles mesmos, protagonistas da nova evangeliza\u00e7\u00e3o, se encontrarem testemunhas aut\u00eanticas do Evangelho e modelos de vida crist\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Queridos amigos, invoquemos a intercess\u00e3o de \u00abNossa Senhora do Caminho\u00bb, para que o an\u00fancio jubiloso da salva\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo infunda esperan\u00e7a no cora\u00e7\u00e3o daqueles que se encontram, em condi\u00e7\u00f5es de mobilidade, pelas estradas do mundo. A todos asseguro a minha ora\u00e7\u00e3o e concedo a B\u00ean\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica.<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Vaticano, 21 de Setembro de 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em><strong>Benedictus PP. XVI<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste domingo, dia 15 de janeiro, a Igreja celebra o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado. O tema central da mensagem do papa Bento XVI foi \u201cMigra\u00e7\u00f5es e nova evangeliza\u00e7\u00e3o\u201d, intimamente ligado \u00e0 ideia de migra\u00e7\u00f5es como caracter\u00edstica nos dias atuais. 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