{"id":27681,"date":"2014-02-04T00:00:00","date_gmt":"2014-02-04T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/mensagem-do-papa-francisco-para-a-quaresma\/"},"modified":"2014-02-04T00:00:00","modified_gmt":"2014-02-04T02:00:00","slug":"mensagem-do-papa-francisco-para-a-quaresma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/mensagem-do-papa-francisco-para-a-quaresma\/","title":{"rendered":"Mensagem do papa Francisco para a Quaresma"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O convite aos crist\u00e3os para testemunharem sua f\u00e9 por meio da conviv\u00eancia comunit\u00e1ria \u00e9 feito pelo papa Francisco em sua mensagem para o Quaresma 2014, que ter\u00e1 in\u00edcio no dia 05 de mar\u00e7o, Quarta-feira de Cinzas. O texto divulgado pelo Vaticano, nesta ter\u00e7a-feira, 4, apresenta algumas reflex\u00f5es chamadas pelo de \u201ccaminho pessoal e comunit\u00e1rio de convers\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cO Evangelho \u00e9 o verdadeiro ant\u00eddoto contra a mis\u00e9ria espiritual: o crist\u00e3o \u00e9 chamado a levar a todo o ambiente o an\u00fancio libertador de que existe o perd\u00e3o do mal cometido, de que Deus \u00e9 maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunh\u00e3o e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de miseric\u00f3rdia e esperan\u00e7a\u201d, disse o papa Francisco. Confira a \u00edntegra da mensagem:<\/p>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<div style=\"text-align: center\"><strong>Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza (cf. 2 Cor 8, 9)<\/strong><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s!<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Por ocasi\u00e3o da Quaresma, ofere\u00e7o-vos algumas reflex\u00f5es com a esperan\u00e7a de que possam servir para o caminho pessoal e comunit\u00e1rio de convers\u00e3o. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de S\u00e3o Paulo: \u00abConheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por v\u00f3s, para vos enriquecer com a sua pobreza\u00bb (2 Cor 8, 9). O Ap\u00f3stolo escreve aos crist\u00e3os de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fi\u00e9is de Jerusal\u00e9m que passam necessidade. A n\u00f3s, crist\u00e3os de hoje, que nos dizem estas palavras de S\u00e3o Paulo? Que nos diz, hoje, a n\u00f3s, o convite \u00e0 pobreza, a uma vida pobre em sentido evang\u00e9lico?<\/div>\n<div><strong>\u00a0<\/strong><\/div>\n<div><strong>A gra\u00e7a de Cristo<\/strong><\/div>\n<div>Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual \u00e9 o estilo de Deus. Deus n\u00e3o Se revela atrav\u00e9s dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: \u00absendo rico, Se fez pobre por v\u00f3s\u00bb. Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e gl\u00f3ria, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de n\u00f3s; despojou-Se, \u00abesvaziou-Se\u00bb, para Se tornar em tudo semelhante a n\u00f3s (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarna\u00e7\u00e3o de Deus \u00e9 um grande mist\u00e9rio. Mas, a raz\u00e3o de tudo isso \u00e9 o amor divino: um amor que \u00e9 gra\u00e7a, generosidade, desejo de proximidade, n\u00e3o hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor \u00e9 partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as dist\u00e2ncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus \u00abtrabalhou com m\u00e3os humanas, pensou com uma intelig\u00eancia humana, agiu com uma vontade humana, amou com um cora\u00e7\u00e3o humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de n\u00f3s, semelhante a n\u00f3s em tudo, excepto no pecado\u00bb (CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>A finalidade de Jesus Se fazer pobre n\u00e3o foi a pobreza em si mesma, mas \u2013 como diz S\u00e3o Paulo \u2013 \u00abpara vos enriquecer com a sua pobreza\u00bb. N\u00e3o se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contr\u00e1rio, \u00e9 uma s\u00edntese da l\u00f3gica de Deus: a l\u00f3gica do amor, a l\u00f3gica da Encarna\u00e7\u00e3o e da Cruz. Deus n\u00e3o fez cair do alto a salva\u00e7\u00e3o sobre n\u00f3s, como a esmola de quem d\u00e1 parte do pr\u00f3prio sup\u00e9rfluo com piedade filantr\u00f3pica. N\u00e3o \u00e9 assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce \u00e0s \u00e1guas do Jord\u00e3o e pede a Jo\u00e3o Batista para O batizar, n\u00e3o o faz porque tem necessidade de penit\u00eancia, de convers\u00e3o; mas f\u00e1-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perd\u00e3o, no meio de n\u00f3s pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa mis\u00e9ria. Faz impress\u00e3o ouvir o Ap\u00f3stolo dizer que fomos libertados, n\u00e3o por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia S\u00e3o Paulo conhece bem a \u00abinsond\u00e1vel riqueza de Cristo\u00bb (Ef 3, 8), \u00abherdeiro de todas as coisas\u00bb (Heb 1, 2).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Em que consiste ent\u00e3o esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? \u00c9 precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de n\u00f3s como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos d\u00e1 verdadeira liberdade, verdadeira salva\u00e7\u00e3o e verdadeira felicidade \u00e9 o seu amor de compaix\u00e3o, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, \u00e9 Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a miseric\u00f3rdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo \u00e9 a maior riqueza: Jesus \u00e9 rico de confian\u00e7a ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua gl\u00f3ria. \u00c9 rico como o \u00e9 uma crian\u00e7a que se sente amada e ama os seus pais, n\u00e3o duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus \u00e9 Ele ser o Filho: a sua rela\u00e7\u00e3o \u00fanica com o Pai \u00e9 a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre n\u00f3s o seu \u00abjugo suave\u00bb (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua \u00abrica pobreza\u00bb e \u00abpobre riqueza\u00bb, a partilhar com Ele o seu Esp\u00edrito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irm\u00e3os no Irm\u00e3o Primog\u00e9nito (cf. Rm 8, 29).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Foi dito que a \u00fanica verdadeira tristeza \u00e9 n\u00e3o ser santos (L\u00e9on Bloy); poder-se-ia dizer tamb\u00e9m que s\u00f3 h\u00e1 uma verdadeira mis\u00e9ria: \u00e9 n\u00e3o viver como filhos de Deus e irm\u00e3os de Cristo.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><strong>O nosso testemunho<\/strong><\/div>\n<div>Poder\u00edamos pensar que este \u00abcaminho\u00bb da pobreza fora o de Jesus, mas n\u00e3o o nosso: n\u00f3s, que viemos depois d&#8217;Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto n\u00e3o \u00e9 verdade. Em cada \u00e9poca e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que \u00e9 um povo de pobres. A riqueza de Deus n\u00e3o pode passar atrav\u00e9s da nossa riqueza, mas sempre e apenas atrav\u00e9s da nossa pobreza, pessoal e comunit\u00e1ria, animada pelo Esp\u00edrito de Cristo.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\u00c0 imita\u00e7\u00e3o do nosso Mestre, n\u00f3s, crist\u00e3os, somos chamados a ver as mis\u00e9rias dos irm\u00e3os, a toc\u00e1-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A mis\u00e9ria n\u00e3o coincide com a pobreza; a mis\u00e9ria \u00e9 a pobreza sem confian\u00e7a, sem solidariedade, sem esperan\u00e7a. Podemos distinguir tr\u00eas tipos de mis\u00e9ria: a mis\u00e9ria material, a mis\u00e9ria moral e a mis\u00e9ria espiritual. A mis\u00e9ria material \u00e9 a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condi\u00e7\u00e3o indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a \u00e1gua, as condi\u00e7\u00f5es higi\u00eanicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta mis\u00e9ria, a Igreja oferece o seu servi\u00e7o, a sua diaconia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos \u00faltimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>O nosso compromisso orienta-se tamb\u00e9m para fazer com que cessem no mundo as viola\u00e7\u00f5es da dignidade humana, as discrimina\u00e7\u00f5es e os abusos, que, em muitos casos, est\u00e3o na origem da mis\u00e9ria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam \u00eddolos, acabam por se antepor \u00e0 exig\u00eancia duma distribui\u00e7\u00e3o equitativa das riquezas. Portanto, \u00e9 necess\u00e1rio que as consci\u00eancias se convertam \u00e0 justi\u00e7a, \u00e0 igualdade, \u00e0 sobriedade e \u00e0 partilha.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>N\u00e3o menos preocupante \u00e9 a mis\u00e9ria moral, que consiste em tornar-se escravo do v\u00edcio e do pecado. Quantas fam\u00edlias vivem na ang\u00fastia, porque algum dos seus membros \u2013 frequentemente jovem \u2013 se deixou subjugar pelo \u00e1lcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperan\u00e7a! E quantas pessoas se v\u00eaem constrangidas a tal mis\u00e9ria por condi\u00e7\u00f5es sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o p\u00e3o para casa, por falta de igualdade nos direitos \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e \u00e0 sa\u00fade. Nestes casos, a mis\u00e9ria moral pode-se justamente chamar um suic\u00eddio incipiente. Esta forma de mis\u00e9ria, que \u00e9 causa tamb\u00e9m de ru\u00edna econ\u00f4mica, anda sempre associada com a mis\u00e9ria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos n\u00e3o ter necessidade de Deus, que em Cristo nos d\u00e1 a m\u00e3o, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da fal\u00eancia. O \u00fanico que verdadeiramente salva e liberta \u00e9 Deus.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>O Evangelho \u00e9 o verdadeiro ant\u00eddoto contra a mis\u00e9ria espiritual: o crist\u00e3o \u00e9 chamado a levar a todo o ambiente o an\u00fancio libertador de que existe o perd\u00e3o do mal cometido, de que Deus \u00e9 maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunh\u00e3o e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de miseric\u00f3rdia e esperan\u00e7a. \u00c9 bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os cora\u00e7\u00f5es dilacerados e dar esperan\u00e7a a tantos irm\u00e3os e irm\u00e3s imersos na escurid\u00e3o. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor \u00e0 procura da ovelha perdida, e f\u00ea-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangeliza\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o humana.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e sol\u00edcita para testemunhar, a quantos vivem na mis\u00e9ria material, moral e espiritual, a mensagem evang\u00e9lica, que se resume no an\u00fancio do amor do Pai misericordioso, pronto a abra\u00e7ar em Cristo toda a pessoa. E poderemos faz\u00ea-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma \u00e9 um tempo prop\u00edcio para o despojamento; e far-nos-\u00e1 bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. N\u00e3o esque\u00e7amos que a verdadeira pobreza d\u00f3i: n\u00e3o seria v\u00e1lido um despojamento sem esta dimens\u00e3o penitencial. Desconfio da esmola que n\u00e3o custa nem d\u00f3i.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Pedimos a gra\u00e7a do Esp\u00edrito Santo que nos permita ser \u00abtidos por pobres, n\u00f3s que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo\u00bb (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos prop\u00f3sitos e reforce em n\u00f3s a aten\u00e7\u00e3o e solicitude pela mis\u00e9ria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de miseric\u00f3rdia. Com estes votos, asseguro a minha ora\u00e7\u00e3o para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itiner\u00e1rio quaresmal, e pe\u00e7o-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos aben\u00e7oe e Nossa Senhora vos guarde!<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Vaticano, 26 de Dezembro de 2013<\/div>\n<div>Festa de Santo Est\u00eav\u00e3o, di\u00e1cono e protom\u00e1rtir.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: left\"><strong>Francisco<\/strong><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O convite aos crist\u00e3os para testemunharem sua f\u00e9 por meio da conviv\u00eancia comunit\u00e1ria \u00e9 feito pelo papa Francisco em sua mensagem para o Quaresma 2014, que ter\u00e1 in\u00edcio no dia 05 de mar\u00e7o, Quarta-feira de Cinzas. O texto divulgado pelo Vaticano, nesta ter\u00e7a-feira, 4, apresenta algumas reflex\u00f5es chamadas pelo de \u201ccaminho pessoal e comunit\u00e1rio de &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/mensagem-do-papa-francisco-para-a-quaresma\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">Mensagem do papa Francisco para a Quaresma<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":27682,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[784],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/27681"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=27681"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/27681\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/27682"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=27681"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=27681"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=27681"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}