{"id":28997,"date":"2016-12-31T00:00:00","date_gmt":"2016-12-31T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/retrospectiva-o-ano-santo-da-misericordia\/"},"modified":"2016-12-31T00:00:00","modified_gmt":"2016-12-31T02:00:00","slug":"retrospectiva-o-ano-santo-da-misericordia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/retrospectiva-o-ano-santo-da-misericordia\/","title":{"rendered":"Retrospectiva: o Ano Santo da Miseric\u00f3rdia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">A miseric\u00f3rdia de Deus n\u00e3o tem limites: este foi um dos conceitos mais reiterados pelo Papa Francisco no decorrer deste Ano Jubilar.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Eventos comoventes marcaram este Jubileu, feito de celebra\u00e7\u00f5es, viagens e audi\u00eancias, dentro e fora do Vaticano: uma das iniciativas mais inovadoras foram as sextas-feiras da miseric\u00f3rdia: nestas ocasi\u00f5es, o Papa foi ao encontro de crian\u00e7as, idosos, doentes, v\u00edtimas do tr\u00e1fico humano e padres que deixaram o minist\u00e9rio para se casar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A reda\u00e7\u00e3o do Programa Brasileiro selecionou alguns momentos significativos, come\u00e7ando com a abertura da Porta Santa de Bangui:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>29 de novembro de 2015<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Hoje, Bangui torna-se a capital espiritual do mundo. O Ano Santo da Miseric\u00f3rdia chega adiantado a esta terra; uma terra que sofre, h\u00e1 diversos anos, a guerra e o \u00f3dio, a incompreens\u00e3o, a falta de paz. Mas, simbolizados nesta terra sofredora, est\u00e3o tamb\u00e9m todos os pa\u00edses que est\u00e3o passando atrav\u00e9s da cruz da guerra. Bangui torna-se a capital espiritual da s\u00faplica pela miseric\u00f3rdia do Pai. Para os pa\u00edses que sofrem a guerra, pe\u00e7amos a paz; todos juntos, pe\u00e7amos amor e paz. E, com esta ora\u00e7\u00e3o, come\u00e7amos o Ano Santo, hoje, aqui nesta capital espiritual do mundo!&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>8 de dezembro de 2015<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mais solene foi a abertura da Porta Santa da Bas\u00edlica de S. S\u00e3o Pedro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Entrar por aquela Porta significa descobrir a profundidade da miseric\u00f3rdia do Pai que a todos acolhe e vai pessoalmente ao encontro de cada um. \u00c9 Ele que nos procura, \u00e9 Ele que nos vem ao encontro. Neste Ano, deveremos crescer na convic\u00e7\u00e3o da miseric\u00f3rdia.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>5 de maio de 2015<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A vig\u00edlia de ora\u00e7\u00e3o para \u201cEnxugar as l\u00e1grimas\u201d foi outro momento marcante:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Quantas l\u00e1grimas s\u00e3o derramadas, em cada instante, no mundo; uma diferente da outra; e, juntas, formam como que um oceano de desola\u00e7\u00e3o, que invoca piedade, compaix\u00e3o, consola\u00e7\u00e3o. As mais amargas s\u00e3o as l\u00e1grimas causadas pela maldade humana: as l\u00e1grimas de quem viu arrancar-lhe violentamente uma pessoa querida; l\u00e1grimas de av\u00f3s, de m\u00e3es e pais, de crian\u00e7as&#8230; Precisamos de miseric\u00f3rdia, da consola\u00e7\u00e3o que vem do Senhor. Todos n\u00f3s precisamos dela; \u00e9 a nossa pobreza, mas tamb\u00e9m a nossa grandeza: invocar a consola\u00e7\u00e3o de Deus, que, com a sua ternura, vem enxugar as l\u00e1grimas do nosso rosto. Nesta nossa dor, n\u00e3o estamos sozinhos.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>12 de junho de 2016<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os enfermos tamb\u00e9m vieram ao Vaticano e ouviram do Papa palavras de encorajamento:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;N\u00e3o existe apenas o sofrimento f\u00edsico; entre as patologias mais frequentes nos dias de hoje conta-se uma que tem a ver precisamente com o esp\u00edrito: \u00e9 um sofrimento que envolve a alma tornando-a triste, porque carente de amor. Torna-se muito forte a tenta\u00e7\u00e3o de se fechar em si mesmo e corre-se o risco de perder a ocasi\u00e3o da vida: amar apesar de tudo. Amar apesar de tudo. Jesus \u00e9 o m\u00e9dico que cura com o rem\u00e9dio do amor, porque toma sobre Si o nosso sofrimento e redime-o.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>31 de julho de 2016<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na Pol\u00f4nia, os jovens ouviram de Francisco que s\u00e3o valiosos aos olhos de Deus:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Deus nos ama assim como somos, e nenhum pecado, defeito ou erro Lhe far\u00e1 mudar de ideia. Para Jesus, ningu\u00e9m \u00e9 inferior e distante, ningu\u00e9m \u00e9 insignificante, mas todos somos prediletos e importantes: Deus conta com voc\u00ea por aquilo que \u00e9, n\u00e3o pelo que tem: a seus olhos, n\u00e3o vale nada a roupa ou o celular que usa. A seus olhos, o seu valor \u00e9 inestim\u00e1vel.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>6 de novembro de 2016<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Aos encarcerados, a Palavra do Papa foi \u201cliberdade\u201d:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;O Jubileu, por sua pr\u00f3pria natureza, traz consigo o an\u00fancio da liberta\u00e7\u00e3o. N\u00e3o depende de mim a possibilidade de conced\u00ea-la, mas suscitar em cada um de voc\u00eas o desejo da verdadeira liberdade \u00e9 uma tarefa a que a Igreja n\u00e3o pode renunciar.&#8221; Depois da missa, no Angelus, o Papa fez uma apelo \u201cem favor do melhoramento das condi\u00e7\u00f5es de vida nas pris\u00f5es, para que a dignidade dos detentos seja plenamente respeitada\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>13 de novembro de 2016<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Aos exclu\u00eddos, Francisco recordou que o descarte da pessoa humana \u00e9 \u201cinaceit\u00e1vel\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cNeste mundo, quase tudo passa, e as riquezas que permanecer\u00e3o duas: o Senhor e o pr\u00f3ximo\u201d, os bens maiores que devemos amar\u201d. &#8220;A lupa da Igreja est\u00e1 apontada ao irm\u00e3o esquecido e exclu\u00eddo&#8221;. \u201cA pessoa humana, colocada por Deus no \u00e1pice da cria\u00e7\u00e3o, muitas vezes \u00e9 descartada, porque se preferem as coisas que passam. Isto \u00e9 inaceit\u00e1vel, porque o ser humano \u00e9 o bem mais precioso aos olhos de Deus.&#8221; \u201c\u00c9 um sintoma de esclerose espiritual, quando o interesse se concentra nas coisas a produzir, em vez de ser nas pessoas a amar.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>20 de novembro de 2016<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Esperan\u00e7a foi a palavra final de Francisco no fechamento da Porta Santa da Bas\u00edlica Vaticana e encerramento oficial do Ano Santo da Miseric\u00f3rdia:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cEmbora se feche a Porta Santa, continua sempre escancarada para n\u00f3s a verdadeira porta da miseric\u00f3rdia, que \u00e9 o Cora\u00e7\u00e3o de Cristo. Do lado transpassado do Ressuscitado jorram at\u00e9 o fim dos tempos a miseric\u00f3rdia, a consola\u00e7\u00e3o e a esperan\u00e7a\u201d (&#8230;)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cMuitos peregrinos atravessaram as Portas Santas e, longe do fragor dos notici\u00e1rios, saborearam a grande bondade do Senhor. Agrade\u00e7amos ao Senhor por isso e recordemo-nos de que fomos investidos em miseric\u00f3rdia para nos revestir de sentimentos de miseric\u00f3rdia, para nos tornarmos instrumentos de miseric\u00f3rdia. Prossigamos, juntos, este nosso caminho.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Fonte<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">R\u00e1dio Vaticano<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A miseric\u00f3rdia de Deus n\u00e3o tem limites: este foi um dos conceitos mais reiterados pelo Papa Francisco no decorrer deste Ano Jubilar.<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[784],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/28997"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=28997"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/28997\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=28997"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=28997"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=28997"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}