{"id":29549,"date":"2015-02-10T00:00:00","date_gmt":"2015-02-10T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/gt-do-solo-urbano-debate-reflexoes-iniciadas-em-2014\/"},"modified":"2020-03-11T17:10:15","modified_gmt":"2020-03-11T20:10:15","slug":"gt-do-solo-urbano-debate-reflexoes-iniciadas-em-2014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/gt-do-solo-urbano-debate-reflexoes-iniciadas-em-2014\/","title":{"rendered":"GT do Solo Urbano debate reflex\u00f5es iniciadas em 2014"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 12.1599998474121px;line-height: 1.3em\">O Grupo de Trabalho (GT) sobre o Solo Urbano da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) est\u00e1 reunido na sede da entidade, em Bras\u00edlia (DF), nesta quarta-feira, dia 11. Os membros da equipe apresentam reflex\u00f5es suscitadas desde o \u00faltimo encontro, em setembro de 2014. O objetivo \u00e9 a publica\u00e7\u00e3o de um documento da CNBB sobre o tema, como ocorreu em 1982 com o texto <a href=\"component\/docman\/doc_view\/85-23-solo-urbano-e-acao-pastoral\">\u201cSolo urbano e a\u00e7\u00e3o pastoral\u201d<\/a>.<\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 12.1599998474121px;line-height: 1.3em\">O novo texto sobre o solo urbano ter\u00e1 como ponto de partida a preocupa\u00e7\u00e3o com o sofrimento das pessoas diante da atual situa\u00e7\u00e3o da mobilidade urbana, a especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria, a deteriora\u00e7\u00e3o do meio ambiente e da falta de saneamento b\u00e1sico. Um car\u00e1ter pastoral ser\u00e1 empregado \u00e0 linguagem.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A iniciativa da CNBB, por meio da Comiss\u00e3o Episcopal Pastoral para o Servi\u00e7o da Caridade, da Justi\u00e7a e da Paz, \u00e9 concluir um ciclo de reflex\u00f5es iniciado pelo GT que deu origem ao documento 101, \u201cA Igreja e a quest\u00e3o agr\u00e1ria brasileira no in\u00edcio do s\u00e9culo XXI\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Assim como o texto da d\u00e9cada de 1980, a publica\u00e7\u00e3o utilizar\u00e1 a estrutura ver, julgar e agir. O texto \u201cSolo urbano e a\u00e7\u00e3o pastoral\u201d abordou a \u201csitua\u00e7\u00e3o do solo urbano no Brasil\u201d e apresentou \u201cElementos para uma reflex\u00e3o \u00e9tico-teol\u00f3gica\u201d e \u201cPistas inspiradoras de uma a\u00e7\u00e3o concreta\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O novo documento deve ter sua primeira avalia\u00e7\u00e3o na reuni\u00e3o do Conselho Permanente da CNBB, marcada para julho. Os membros do GT pretendem apresentar o documento definitivo em 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Durante a primeira reuni\u00e3o do Grupo, foram pensados os elementos que surgiram desde 1982 at\u00e9 a atualidade sobre o tema. O bispo auxiliar de Bras\u00edlia e secret\u00e1rio geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, apontou as problem\u00e1ticas com a quest\u00e3o ind\u00edgena, as favelas, as ocupa\u00e7\u00f5es, al\u00e9m das quest\u00f5es ambientais, que envolvem nascentes e lix\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Especialistas que fazem parte do grupo apontaram iniciativas da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT), a cria\u00e7\u00e3o de f\u00f3runs e os projetos governamentais, os quais possibilitam avan\u00e7os e retrocessos, quando aplicam recursos de maneira \u201cerrada e devastadora, como o desalojamento de fam\u00edlias\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O arcebispo de Montes Claros (MG), dom Jos\u00e9 Alberto Moura, integrante do GT, salientou a necessidade de aten\u00e7\u00e3o aos \u201cpontos incidentes na realidade\u201d. \u201cN\u00e3o basta fixar o documento sobre o solo, mas tamb\u00e9m o que a realidade agrega. Cabe lembrar a multiplicidade da realidade do Brasil\u201d, apontou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Outros elementos dizem respeito aos recursos financeiros que favorecem a especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria, em detrimento da transforma\u00e7\u00e3o social; a expans\u00e3o urbana, o solo urbano e a evangeliza\u00e7\u00e3o; e a percep\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Solo urbano e a\u00e7\u00e3o pastoral<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 1982 v\u00e1rios pontos destacados pelo atual GT do solo urbano foram tratados no documento aprovado na 20\u00aa Assembleia Geral da CNBB.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cTemos consci\u00eancia de que a complexidade deste desavio envolve aspectos t\u00e9cnicos alheios \u00e0 nossa compet\u00eancia. Assim, apelamos instantemente a todos os especialistas na mat\u00e9ria para que se disponham a dar ao tema sua contribui\u00e7\u00e3o espec\u00edfica. Por outro lado, sabemos que o povo simples tem consci\u00eancia das grandes linhas da solu\u00e7\u00e3o deste problema que tanto o aflige\u201d, diziam os bispos na \u00e9poca.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Grupo de Trabalho (GT) sobre o Solo Urbano da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) est\u00e1 reunido na sede da entidade, em Bras\u00edlia (DF), nesta quarta-feira, dia 11. Os membros da equipe apresentam reflex\u00f5es suscitadas desde o \u00faltimo encontro, em setembro de 2014. 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