{"id":29722,"date":"2010-03-19T00:00:00","date_gmt":"2010-03-19T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/mensagem-do-papa-para-o-47o-dia-mundial-de-oracao-pelas-vocacoes\/"},"modified":"2020-03-11T17:16:14","modified_gmt":"2020-03-11T20:16:14","slug":"mensagem-do-papa-para-o-47o-dia-mundial-de-oracao-pelas-vocacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/mensagem-do-papa-para-o-47o-dia-mundial-de-oracao-pelas-vocacoes\/","title":{"rendered":"Mensagem do Papa para o 47\u00ba Dia Mundial de Ora\u00e7\u00e3o pelas Voca\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O 47\u00ba Dia Mundial de Ora\u00e7\u00e3o pelas Voca\u00e7\u00f5es, que ser\u00e1 celebrado no 4\u00ba Domingo de P\u00e1scoa, dia 25 de abril, oferece-me a oportunidade de propor \u00e0 vossa reflex\u00e3o um tema que se enquadra bem com o Ano Sacerdotal: O testemunho suscita voca\u00e7\u00f5es. De fato, a fecundidade da proposta vocacional depende primariamente da a\u00e7\u00e3o gratuita de Deus, mas \u00e9 favorecida tamb\u00e9m \u2013 como o confirma a experi\u00eancia pastoral \u2013 pela qualidade e riqueza do testemunho pessoal e comunit\u00e1rio de todos aqueles que j\u00e1 responderam ao chamamento do Senhor no minist\u00e9rio sacerdotal e na vida consagrada, pois o seu testemunho pode suscitar noutras pessoas o desejo de, por sua vez, corresponder com generosidade ao apelo de Cristo. Assim, este tema apresenta-se intimamente ligado com a vida e a miss\u00e3o dos sacerdotes e dos consagrados. Por isso, desejo convidar todos aqueles que o Senhor chamou para trabalhar na sua vinha a renovarem a sua fidelidade de resposta, sobretudo neste Ano Sacerdotal que proclamei por ocasi\u00e3o dos 150 anos de falecimento de S\u00e3o Jo\u00e3o Maria Vianney, o Cura d\u2019Ars, modelo sempre atual de presb\u00edtero e p\u00e1roco.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">J\u00e1 no Antigo Testamento os profetas tinham consci\u00eancia de que eram chamados a testemunhar com a sua vida aquilo que anunciavam, prontos a enfrentar mesmo a incompreens\u00e3o, a rejei\u00e7\u00e3o, a persegui\u00e7\u00e3o. A tarefa, que Deus lhes confiara, envolvia-os completamente, como um \u00abfogo ardente\u00bb no cora\u00e7\u00e3o imposs\u00edvel de conter (cf. Jr 20,9), e, por isso, estavam prontos a entregar ao Senhor n\u00e3o s\u00f3 a voz, mas todos os elementos da sua vida. Na plenitude dos tempos, ser\u00e1 Jesus, o enviado do Pai (cf. Jo 5,36), que, atrav\u00e9s da sua miss\u00e3o, testemunha o amor de Deus por todos os homens sem distin\u00e7\u00e3o, com especial aten\u00e7\u00e3o pelos \u00faltimos, os pecadores, os marginalizados, os pobres. Jesus \u00e9 a suprema Testemunha de Deus e da sua \u00e2nsia de que todos se salvem. Na aurora dos novos tempos, Jo\u00e3o Baptista, com uma vida gasta inteiramente para preparar o caminho a Cristo, testemunha que, se cumprem, no Filho de Maria de Nazar\u00e9, as promessas de Deus. Quando O v\u00ea chegar ao rio Jord\u00e3o, onde estava a batizar, Jo\u00e3o indica-O aos seus disc\u00edpulos como \u00abo cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo\u00bb (Jo 1,29). O seu testemunho \u00e9 t\u00e3o fecundo que dois dos seus disc\u00edpulos, \u00abouvindo o que ele tinha dito, seguiram Jesus\u00bb (Jo 1,37).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tamb\u00e9m a voca\u00e7\u00e3o de Pedro, conforme no-la descreve o evangelista Jo\u00e3o, passa pelo testemunho de seu irm\u00e3o Andr\u00e9; este, ap\u00f3s ter encontrado o Mestre e aceite o seu convite para permanecer com Ele, logo sente necessidade de comunicar a Pedro aquilo que descobriu \u00abpermanecendo\u00bb junto do Senhor: \u00ab\u201cEncontramos o Messias\u201d (que quer dizer Cristo). E levou-o a Jesus\u00bb (Jo 1,41-42). O mesmo aconteceu com Natanael \u2013 Bartolomeu \u2013, gra\u00e7as ao testemunho doutro disc\u00edpulo, Filipe, que cheio de alegria lhe comunica a sua grande descoberta: \u00abAcabamos de encontrar Aquele de quem escreveu Mois\u00e9s na Lei e que os Profetas anunciaram: \u00e9 Jesus, o filho de Jos\u00e9, de Nazar\u00e9\u00bb (Jo 1,45). A iniciativa livre e gratuita de Deus cruza-se com a responsabilidade humana daqueles que acolhem o seu convite, e interpela-os para se tornarem, com o pr\u00f3prio testemunho, instrumentos do chamamento divino. O mesmo acontece, ainda hoje, na Igreja: Deus serve-se do testemunho de sacerdotes fi\u00e9is \u00e0 sua miss\u00e3o, para suscitar novas voca\u00e7\u00f5es sacerdotais e religiosas para o servi\u00e7o do seu Povo. Por esta raz\u00e3o, desejo destacar tr\u00eas aspectos da vida do presb\u00edtero, que considero essenciais para um testemunho sacerdotal eficaz.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Elemento fundamental e comprovado de toda a voca\u00e7\u00e3o ao sacerd\u00f3cio e \u00e0 vida consagrada \u00e9 a amizade com Cristo. Jesus vivia em constante uni\u00e3o com o Pai, e isto suscitava nos disc\u00edpulos o desejo de viverem a mesma experi\u00eancia, aprendendo d\u2019Ele a comunh\u00e3o e o di\u00e1logo incessante com Deus. Se o sacerdote \u00e9 o \u00abhomem de Deus\u00bb, que pertence a Deus e ajuda a conhec\u00ea-Lo e a am\u00e1-Lo, n\u00e3o pode deixar de cultivar uma profunda intimidade com Ele e permanecer no seu amor, reservando tempo para a escuta da sua Palavra. A ora\u00e7\u00e3o \u00e9 o primeiro testemunho que suscita voca\u00e7\u00f5es. Tal como o ap\u00f3stolo Andr\u00e9 comunica ao irm\u00e3o que conheceu o Mestre, assim tamb\u00e9m quem quiser ser disc\u00edpulo e testemunha de Cristo deve t\u00ea-Lo \u00abvisto\u00bb pessoalmente, deve t\u00ea-Lo conhecido, deve ter aprendido a am\u00e1-Lo e a permanecer com Ele.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Outro aspecto da consagra\u00e7\u00e3o sacerdotal e da vida religiosa \u00e9 o dom total de si mesmo a Deus. Escreve o ap\u00f3stolo Jo\u00e3o: \u00abNisto conhecemos o amor: Jesus deu a sua vida por n\u00f3s, e n\u00f3s devemos dar a vida pelos nossos irm\u00e3os\u00bb (1 Jo 3,16). Com estas palavras, os disc\u00edpulos s\u00e3o convidados a entrar na mesma l\u00f3gica de Jesus que, ao longo de toda a sua vida, cumpriu a vontade do Pai at\u00e9 \u00e0 entrega suprema de Si mesmo na cruz. Manifesta-se aqui a miseric\u00f3rdia de Deus em toda a sua plenitude; amor misericordioso que derrotou as trevas do mal, do pecado e da morte. A figura de Jesus que, na \u00daltima Ceia, Se levanta da mesa, dep\u00f5e o manto, pega numa toalha, ata-a \u00e0 cintura e Se inclina a lavar os p\u00e9s aos Ap\u00f3stolos, exprime o sentido de servi\u00e7o e doa\u00e7\u00e3o que caracterizou toda a sua vida, por obedi\u00eancia \u00e0 vontade do Pai (cf. Jo 13,3-15). No seguimento de Jesus, cada pessoa chamada a uma vida de especial consagra\u00e7\u00e3o deve esfor\u00e7ar-se por testemunhar o dom total de si mesma a Deus. Daqui brota a capacidade para se dar depois \u00e0queles que a Provid\u00eancia lhe confia no minist\u00e9rio pastoral, com dedica\u00e7\u00e3o plena, cont\u00ednua e fiel, e com a alegria de fazer-se companheiro de viagem de muitos irm\u00e3os, a fim de que se abram ao encontro com Cristo e a sua Palavra se torne luz para o seu caminho. A hist\u00f3ria de cada voca\u00e7\u00e3o cruza-se quase sempre com o testemunho de um sacerdote que vive jubilosamente a doa\u00e7\u00e3o de si mesmo aos irm\u00e3os por amor do Reino dos C\u00e9us. \u00c9 que a presen\u00e7a e a palavra de um padre s\u00e3o capazes de despertar interroga\u00e7\u00f5es e de conduzir mesmo a decis\u00f5es definitivas (cf. Jo\u00e3o Paulo II, Exort. ap. p\u00f3s-sinodal Pastores dabo vobis, 39).<\/p>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Um terceiro aspecto que, enfim, n\u00e3o pode deixar de caracterizar o sacerdote e a pessoa consagrada \u00e9 viver a comunh\u00e3o. Jesus indicou, como sinal distintivo de quem deseja ser seu disc\u00edpulo, a profunda comunh\u00e3o no amor: \u00ab\u00c9 por isto que todos saber\u00e3o que sois meus disc\u00edpulos: se vos amardes uns aos outros\u00bb (Jo 13,35). De modo particular, o sacerdote deve ser um homem de comunh\u00e3o, aberto a todos, capaz de fazer caminhar unido todo o rebanho que a bondade do Senhor lhe confiou, ajudando a superar divis\u00f5es, sanar lacera\u00e7\u00f5es, aplanar contrastes e incompreens\u00f5es, perdoar as ofensas. Em Julho de 2005, no encontro com o Clero de Aosta, afirmei que os jovens, se virem os sacerdotes isolados e tristes, com certeza n\u00e3o se sentir\u00e3o encorajados a seguir o seu exemplo. Levados a considerar que tal possa ser o futuro de um padre, v\u00eaem aumentar a sua hesita\u00e7\u00e3o. Torna-se importante, pois, realizar a comunh\u00e3o de vida, que lhes mostre a beleza de ser sacerdote. Ent\u00e3o, o jovem dir\u00e1: \u00abIsto pode ser um futuro tamb\u00e9m para mim, assim pode-se viver\u00bb (Insegnamenti, vol. I\/2005, 354). O Conc\u00edlio Vaticano II, referindo-se ao testemunho capaz de suscitar voca\u00e7\u00f5es, destaca o exemplo de caridade e de fraterna coopera\u00e7\u00e3o que devem oferecer os sacerdotes (cf. Decreto Optatam totius, 2).<\/p>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Apraz-me recordar o que escreveu o meu venerado predecessor Jo\u00e3o Paulo II: \u00abA pr\u00f3pria vida dos padres, a sua dedica\u00e7\u00e3o incondicional ao rebanho de Deus, o seu testemunho de amoroso servi\u00e7o ao Senhor e \u00e0 sua Igreja \u2013 testemunho assinalado pela op\u00e7\u00e3o da cruz acolhida na esperan\u00e7a e na alegria pascal \u2013, a sua conc\u00f3rdia fraterna e o seu zelo pela evangeliza\u00e7\u00e3o do mundo s\u00e3o o primeiro e mais persuasivo fato de fecundidade vocacional\u00bb (Pastores dabo vobis, 41). Poder-se-ia afirmar que as voca\u00e7\u00f5es sacerdotais nascem do contacto com os sacerdotes, como se fossem uma esp\u00e9cie de patrim\u00f4nio precioso comunicado com a palavra, o exemplo e a exist\u00eancia inteira.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Isto aplica-se tamb\u00e9m \u00e0 vida consagrada. A pr\u00f3pria exist\u00eancia dos religiosos e religiosas fala do amor de Cristo, quando O seguem com plena fidelidade ao Evangelho e assumem com alegria os seus crit\u00e9rios de discernimento e conduta. Tornam-se \u00absinais de contradi\u00e7\u00e3o\u00bb para o mundo, cuja l\u00f3gica frequentemente \u00e9 inspirada pelo materialismo, o ego\u00edsmo e o individualismo. A sua fidelidade e a for\u00e7a do seu testemunho, porque se deixam conquistar por Deus renunciando a si mesmos, continuam a suscitar no \u00e2nimo de muitos jovens o desejo de, por sua vez, seguirem Cristo para sempre, de modo generoso e total. Imitar Cristo casto, pobre e obediente e identificar-se com Ele: eis o ideal da vida consagrada, testemunho do primado absoluto de Deus na vida e na hist\u00f3ria dos homens.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Fiel \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o, cada presb\u00edtero, cada consagrado e cada consagrada transmite a alegria de servir Cristo, e convida todos os crist\u00e3os a responderem \u00e0 voca\u00e7\u00e3o universal \u00e0 santidade. Assim, para se promoverem as voca\u00e7\u00f5es espec\u00edficas ao minist\u00e9rio sacerdotal e \u00e0 vida consagrada, para se tornar mais forte e incisivo o an\u00fancio vocacional, \u00e9 indispens\u00e1vel o exemplo daqueles que j\u00e1 disseram o pr\u00f3prio \u00absim\u00bb a Deus e ao projeto de vida que Ele tem para cada um. O testemunho pessoal, feito de op\u00e7\u00f5es existenciais e concretas, h\u00e1 de encorajar, por sua vez, os jovens a tomarem decis\u00f5es empenhativas que envolvem o pr\u00f3prio futuro. Para ajud\u00e1-los, \u00e9 necess\u00e1ria aquela arte do encontro e do di\u00e1logo capaz de os iluminar e acompanhar sobretudo atrav\u00e9s do exemplo de vida abra\u00e7ada como voca\u00e7\u00e3o. Assim fez o Santo Cura d\u2019Ars, que, no contacto permanente com os seus paroquianos, \u00abensinava sobretudo com o testemunho da vida. Pelo seu exemplo, os fi\u00e9is aprendiam a rezar\u00bb (Carta de Proclama\u00e7\u00e3o do Ano Sacerdotal, 16\/06\/2009).<\/p>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Que este Dia Mundial possa oferecer, uma vez mais, preciosa ocasi\u00e3o para muitos jovens refletirem sobre a pr\u00f3pria voca\u00e7\u00e3o, abrindo-se a ela com simplicidade, confian\u00e7a e plena disponibilidade. A Virgem Maria, M\u00e3e da Igreja, guarde o mais pequenino g\u00e9rmen de voca\u00e7\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o daqueles que o Senhor chama a segui-Lo mais de perto; fa\u00e7a com que se torne uma \u00e1rvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade. Por esta inten\u00e7\u00e3o rezo, enquanto concedo a todos a B\u00ean\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O 47\u00ba Dia Mundial de Ora\u00e7\u00e3o pelas Voca\u00e7\u00f5es, que ser\u00e1 celebrado no 4\u00ba Domingo de P\u00e1scoa, dia 25 de abril, oferece-me a oportunidade de propor \u00e0 vossa reflex\u00e3o um tema que se enquadra bem com o Ano Sacerdotal: O testemunho suscita voca\u00e7\u00f5es. 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