{"id":33552,"date":"2019-03-08T00:00:00","date_gmt":"2019-03-08T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-homenageia-colaboradoras-das-diversas-frentes-de-trabalho-na-sede-da-entidade\/"},"modified":"2020-03-11T19:58:02","modified_gmt":"2020-03-11T22:58:02","slug":"cnbb-homenageia-colaboradoras-das-diversas-frentes-de-trabalho-na-sede-da-entidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-homenageia-colaboradoras-das-diversas-frentes-de-trabalho-na-sede-da-entidade\/","title":{"rendered":"CNBB homenageia colaboradoras das diversas frentes de trabalho na matriz"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Ao inv\u00e9s do expediente normal, na manh\u00e3 deste 8 de mar\u00e7o, Dia Internacional da Mulher, as colaboradoras que atuam nas diferentes frentes de trabalho na sede da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) participaram de uma palestra cujo t\u00edtulo foi: \u201cTrabalhando o lado mulher\u201d, ministrada pela psic\u00f3loga cl\u00ednica Dalzi Neres, do Instituto Nacional de Sa\u00fade Ps\u00edquica (Inasp).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O subsecret\u00e1rio adjunto geral da CNBB, padre Ant\u00f4nio Silva da Paix\u00e3o (Nequinho) lembrou que as mulheres s\u00e3o maioria no trabalho na CNBB e na Igreja no Brasil, reconhecendo a sua for\u00e7a e poder mobilizador. \u201cSe voc\u00eas resolverem fazer uma greve, tudo para. Mas s\u00f3 n\u00e3o podem fazer greve antes da 57\u00aa Assembleia Geral dos bispos do Brasil\u201d, disse em tom de brincadeira. Padre Nequinho convidou a todas para rezar a ora\u00e7\u00e3o da Campanha da Fraternidade 2019 como gesto de valoriza\u00e7\u00e3o aos que se dedicam \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas e de est\u00edmulo aos que ainda pretendem se dedicar.<\/p>\n<figure id=\"attachment_208608\" aria-describedby=\"caption-attachment-208608\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-homenageia-colaboradoras-das-diversas-frentes-de-trabalho-na-sede-da-entidade\/mulheres1\/\" rel=\"attachment wp-att-208608\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-208608 size-medium\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Mulheres1-300x168.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"168\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-208608\" class=\"wp-caption-text\">Aline Moreira, primeira da esquerda para direita, para quem ser mulher \u00e9 lutar. Foto: Assessoria de Imprensa CNBB\/Daniel Flores<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\">As participantes foram convidadas a expressar o significado de ser mulher nos dias atuais. Segundo a Aline Moreira, do departamento de contabilidade da CNBB, ser mulher hoje significa lutar. Ela fez refer\u00eancia \u00e0s 126 mulheres que foram v\u00edtimas do feminic\u00eddio (assassinato de mulher, em raz\u00e3o de sua condi\u00e7\u00e3o de g\u00eanero) nos primeiros meses do ano segundo dados da Comiss\u00e3o Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Tamb\u00e9m foram registradas 67 tentativas de feminic\u00eddio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Conforme levantamento da Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica para a Am\u00e9rica Latina e o Caribe (Cepal), vinculada \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), a cada dez feminic\u00eddios cometidos em 23 pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e Caribe em 2017, quatro ocorreram no Brasil. Naquele ano, ao menos 2.795 mulheres foram assassinadas na regi\u00e3o. Desse total, 1.133 foram no Brasil.\u00a0A jovem aprendiz na CNBB, Laura Silva Costa, que atua no departamento de gest\u00e3o de pessoas falou sobre a vulnerabilidade e a falta de seguran\u00e7a das mulheres nos grandes centros urbanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Machismo e feminic\u00eddio<\/strong> &#8211; A representante do Inasp disse que os casos de machismo que est\u00e3o por tr\u00e1s dos altos \u00edndices de feminic\u00eddio no Brasil existem porque os homens n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o no tempo certo e tamb\u00e9m em fun\u00e7\u00e3o do fator cultural. \u201cNo Brasil, os homens n\u00e3o s\u00e3o educados para trabalhar seus sentimentos e emo\u00e7\u00f5es\u201d, disse. Em raz\u00e3o disto, o Brasil figura em 1\u00ba lugar em n\u00famero de pessoas com ansiedade e o 5\u00ba em casos de suic\u00eddio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A palestrante falou dos muitos papeis que as mulheres s\u00e3o cobradas a desenvolver (m\u00e3e, mulher, trabalhadora, filha, irm\u00e3, patroa, dona de casa, etc) e em fun\u00e7\u00e3o desta sobrecarga \u00e9 necess\u00e1rio buscar um estilo de vida equilibrado. Para manter-se centrada, a psic\u00f3loga apontou as seguintes palavras m\u00e1gicas: amor pr\u00f3prio, resili\u00eancia, empoderamento, auto-estima, foco, determina\u00e7\u00e3o, empatia, independ\u00eancia financeira, espiritualidade e afetividade. Falou tamb\u00e9m da necessidade de manter a mente e corpo integrados num equil\u00edbrio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As colaboradoras da CNBB, \u00e0 medida que a reflex\u00e3o foi sendo conduzida, tamb\u00e9m puderam expressar as suas pr\u00f3prias experi\u00eancias com as dificuldades di\u00e1rias em exercer estes diferentes papeis colocados pela sociedade. Ao final da atividade, com flores na m\u00e3o, a fala da D\u00e1lia Alves, do Centro de Documento e Informa\u00e7\u00e3o da CNBB, resumiu bem o sentimento de todas, apesar das dificuldades: \u201cEu amo ser mulher e se pudesse escolher, ao nascer novamente, eu escolheria nascer mulher\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O subsecret\u00e1rio adjunto geral da CNBB, padre Ant\u00f4nio Silva lembrou que as mulheres s\u00e3o maioria no trabalho na CNBB e na Igreja no Brasil<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":33553,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[1],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/33552"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=33552"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/33552\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/33553"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=33552"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=33552"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=33552"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}