{"id":33934,"date":"2019-04-22T00:00:00","date_gmt":"2019-04-22T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/projeto-social-correndo-atras-de-um-sonho-aponta-horizontes-para-jovens-de-brazlandia-df\/"},"modified":"2020-03-11T17:09:31","modified_gmt":"2020-03-11T20:09:31","slug":"projeto-social-correndo-atras-de-um-sonho-aponta-horizontes-para-jovens-de-brazlandia-df","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/projeto-social-correndo-atras-de-um-sonho-aponta-horizontes-para-jovens-de-brazlandia-df\/","title":{"rendered":"&#8220;Projeto Correndo Atr\u00e1s de um Sonho&#8221; aponta horizontes para jovens de Brazl\u00e2ndia (DF)"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_218492\" aria-describedby=\"caption-attachment-218492\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/projeto-social-correndo-atras-de-um-sonho-aponta-horizontes-para-jovens-de-brazlandia-df\/anderson\/\" rel=\"attachment wp-att-218492\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-218492 size-medium\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Anderson-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-218492\" class=\"wp-caption-text\"><em>Anderson da Silva Barbosa um dos atletas que o projeto viu nascer. Foto: Assessoria de Imprensa CNBB<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\">21 segundos e 33 d\u00e9cimos. Este \u00e9 o recorde cravado pelo Anderson da Silva Barbosa aos 16 anos nos 200 metros rasos no Campeonato Brasileiro de Escolas, realizado em Curitiba (PR), em 2011. Anderson \u00e9 um dos primeiros atletas que o Projeto Social Correndo Atr\u00e1s de um Sonho, coordenado pela Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), viu nascer. Al\u00e9m de ocupar o lugar mais alto do p\u00f3dio e receber a medalha, Anderson recebeu um abra\u00e7o de seu pai.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cUma conquista me marca muito. Foi o recorde que eu quebrei. Foi uma corrida que meu pai foi assistir e subiu ao p\u00f3dio pr\u00e1 receber a medalha junto comigo. Eu n\u00e3o tinha muita aproxima\u00e7\u00e3o com ele e o esporte nos reaproximou, fez ele me admirar e a gente ser mais amigo. O esporte uniu tamb\u00e9m a minha fam\u00edlia\u201d, disse. Hoje com 23 anos, Anderson \u00e9 casado, est\u00e1 cursando o \u00faltimo ano de Direito na faculdade Unip e fazendo est\u00e1gio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Esta \u00e9 uma das muitas hist\u00f3rias que abrigam o Projeto Correndo Atr\u00e1s de um Sonho que funciona no bairro Incra 8, em Brazl\u00e2ndia, no Distrito Federal. O Incra 8, com uma \u00e1rea de 65,3 hectares num total de 436 lotes, e, aproximadamente, 5 mil habitantes, \u00e9 uma comunidade vulner\u00e1vel e basicamente sem equipamentos e atendimentos sociais. A economia do local \u00e9 baseada na agricultura familiar, o que faz com que a maioria dos moradores ainda tenha que de se deslocar ao Plano Piloto e a Taguatinga para trabalhar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quem tamb\u00e9m tem boas recorda\u00e7\u00f5es para contar \u00e9 a Daiane Messias, hoje com 22 anos, uma das primeiras crian\u00e7as a participar do projeto. Sua trajet\u00f3ria no esporte se confunde com a pr\u00f3pria hist\u00f3ria do Correndo Atr\u00e1s de um Sonho que iniciou em 17 de junho de 2005. No mesmo ano, ela participou na categoria infantil da maratona Duque de Caxias, realizada no Distrito Federal, hoje em sua 18\u00aa edi\u00e7\u00e3o. \u201cEu me lembro bem da minha primeira corrida. N\u00e3o tinha nenhuma experi\u00eancia. Quase na reta final, na chegada, o t\u00eanis saiu do meu p\u00e9. Eu parei e fui voltar para pegar e todo mundo me estimulou a continuar. Ent\u00e3o, eu continuei correndo e fiquei em segundo lugar\u201d, relembra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/projeto-social-correndo-atras-de-um-sonho-aponta-horizontes-para-jovens-de-brazlandia-df\/emily\/\" rel=\"attachment wp-att-218493\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-218493 alignright\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Emily-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a>Ela tamb\u00e9m foi campe\u00e3 da 1\u00aa Candanguinha, em 2007, tradicional corrida no Distrito Federal. Entre as atletas que come\u00e7aram a carreira nesta competi\u00e7\u00e3o est\u00e3o Mar\u00edlson Gomes, vencedor da maratona de Nova York em 2006 e Luc\u00e9lia Peres, campe\u00e3 da S\u00e3o Silvestre no mesmo ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Hoje Daiane faz faculdade de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, influenciada pela experi\u00eancia que viveu com o esporte. \u201cN\u00e3o me imagino fazendo outra coisa que n\u00e3o seja o esporte e o atletismo\u201d, disse. Entre os aprendizados que fez no per\u00edodo, ela destaca que ficou mais compreensiva. \u201cO Esporte transforma as pessoas. Eu era muito t\u00edmida, o projeto me fez ficar um pouco mais desinibida e a olhar para as pessoas com outros olhos, com mais amor\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os recordes e primeiros lugares em p\u00f3dios, no entanto, escondiam uma realidade de muita dificuldade. Durante muito tempo, o projeto social Correndo Atr\u00e1s de um Sonho funcionou sem estrutura alguma no Incra 8, em Brazl\u00e2ndia (DF). \u201cComecei o projeto com tr\u00eas crian\u00e7as, uma delas minha filha, num campinho de ch\u00e3o batido de 30 por 20 metros, com atividades \u00e0 tarde, e muitas dificuldades\u201d, conta o Gesifran Martins Messias, de 52 anos, o criador do projeto, funcion\u00e1rio dos Correios h\u00e1 24 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ele conta que a inspira\u00e7\u00e3o para o projeto surgiu da sua pr\u00f3pria experi\u00eancia. \u201cSempre gostei do social e tive o sonho de formar um trabalho social justamente com o atletismo\u201d, conta. Gesifran atua como atleta h\u00e1 25 e acumula em seu curr\u00edculo a participa\u00e7\u00e3o em 18 maratonas, tendo obtido boas classifica\u00e7\u00f5es em diversas competi\u00e7\u00f5es no Brasil. Entre elas, o 3\u00ba lugar na Corrida dos Reis, categoria 40 a 44 anos e 3\u00ba colocado na Corrida do Carteiro, realizada no Distrito Federal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O projeto come\u00e7ou em 2005 sem grandes pretens\u00f5es, como um clube de atletas, na defini\u00e7\u00e3o de seu pr\u00f3prio criador. \u201cA ideia no in\u00edcio n\u00e3o era formar atletas mas ser uma oportunidade para as crian\u00e7as ocuparem o tempo quando n\u00e3o estavam nas escolas\u201d, revela. Contudo, logo vieram os bons resultados. Em agosto do mesmo ano em que foi criado, na corrida Duque de Caxias, no parque da cidade uma participante do projeto ficou em segundo lugar. \u201cAli j\u00e1 comecei a tra\u00e7ar outra meta e ter outra mentalidade do que o projeto poderia ser\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_218494\" aria-describedby=\"caption-attachment-218494\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/projeto-social-correndo-atras-de-um-sonho-aponta-horizontes-para-jovens-de-brazlandia-df\/gesifran\/\" rel=\"attachment wp-att-218494\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-218494 size-medium\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Gesifran.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-218494\" class=\"wp-caption-text\"><em>Gesifran Martins Messias, criador do projeto. Foto: Assessoria de Imprensa CNBB<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Parceria com a CNBB<\/strong><br \/>\nApesar da boa vontade de Gesifran, a atua\u00e7\u00e3o dos participantes durante muito tempo se limitou \u00e0s corridas no pr\u00f3prio Distrito Federal e o projeto atuou por longos anos sem estrutura e apoio, inclusive do governo local e do Distrito Federal. Ele lembra que saia, de porta em porta, no com\u00e9rcio local pedindo ajuda para garantir passagens dos atletas para competi\u00e7\u00f5es fora de Brazl\u00e2ndia. Realidade que se reverteu quando a CNBB, ao optar por ser certificada como uma organiza\u00e7\u00e3o de assist\u00eancia social, decidiu desenvolver o projeto social no DF para atender as exig\u00eancia previstas na lei n\u00ba 12.101.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Ana Karoline, a primeira assistente social que atuou na CNBB de 2014 a 2018, acompanhou de perto o processo que levou a CNBB a adotar o projeto. \u201cEm 2014, quando cheguei na CNBB com o desafio de implantar o departamento de Assist\u00eancia Social, uma das primeiras conversas que tiveram comigo foi sobre a necessidade de a entidade ter um projeto pr\u00f3prio, diferente de outros projetos que apoiava por meio do Fundo Nacional de Solidariedade\u201d, lembra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Um dos crit\u00e9rios adotados, lembra Karoline, foi identificar um projeto j\u00e1 existente mas que n\u00e3o contava com nenhuma participa\u00e7\u00e3o e apoio de governos e outra institui\u00e7\u00f5es. \u201cFoi realizada em Bras\u00edlia uma pesquisa dos projetos sociais que j\u00e1 existiam. No meio deste caminho, por muita eventualidade, eu vi uma reportagem do projeto Correndo Atr\u00e1s de um Sonho em uma rede social e o achei muito interessante. O seu nome expressa no fundo o objetivo de todos n\u00f3s\u201d, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Karoline lembra que come\u00e7ou, a partir da\u00ed, um processo de conhecimento m\u00fatuo entre a CNBB e o projeto, com reuni\u00f5es com os coordenadores e visitas \u00e0 comunidade. \u201cQuando a CNBB conheceu a fundo a realidade daquela comunidade a vida daquelas crian\u00e7as teve a certeza que era onde iria implantar o projeto\u201d, relembra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O padre Ant\u00f4nio S. da Paix\u00e3o, subsecret\u00e1rio adjunto geral da CNBB lembra que desde 2011 a CNBB buscou amadurecer a ideia de desenvolver um projeto pr\u00f3prio. A ideia, segundo ele, n\u00e3o era criar um projeto novo mas dar vida \u00e0 algo que j\u00e1 existisse mas que estivesse com dificuldade e com perspectivas de futuro muito boas. \u201cNum processo de escolha entre outros 3 projetos, o Correndo Atr\u00e1s de um Sonho foi eleito o que ir\u00edamos abra\u00e7ar e assumir, o que de fato aconteceu\u201d, refor\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ao assumir o projeto, a CNBB trouxe a legalidade e a identidade jur\u00eddica e implantou alguns ajustes necess\u00e1rios do ponto de vista da Assist\u00eancia Social, como por exemplo transform\u00e1-lo para servi\u00e7o de conviv\u00eancia, o que o tornou permanente. A CNBB tamb\u00e9m alugou um espa\u00e7o mais amplo para acolher um n\u00famero maior de crian\u00e7as e permitir redimensionar atendimento socioesportivo para crian\u00e7as e fam\u00edlias da comunidade, na qual at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 nenhum outro projeto em atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cO apoio come\u00e7ou a se dar com aquelas atividades que eles j\u00e1 realizavam. Eles precisavam de recursos para viagens, para o uniforme e na oferta de condi\u00e7\u00f5es materiais para que os meninos e meninas e os colaboradores do projeto tivessem condi\u00e7\u00f5es para realizar o seu trabalho. Tamb\u00e9m trabalhamos para construir a pista de corrida hoje usada como um equipamento por toda comunidade\u201d, destaca padre Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O resultado da parceria se apresenta n\u00e3o apenas no aumento do n\u00famero de medalhas e conquistas dos participantes do projeto, como na amplia\u00e7\u00e3o dos atendimentos \u00e0 comunidade. A \u00faltima competi\u00e7\u00e3o da qual participaram foi no Trof\u00e9u Centro-Oeste Caixa de Atletismo no in\u00edcio de setembro. Bras\u00edlia ficou com tr\u00eas medalhas na competi\u00e7\u00e3o, duas do projeto, incluindo uma de melhor t\u00e9cnico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Novos passos <\/strong><br \/>\nOs novos passos no projeto que, atualmente atende 25 participantes entre crian\u00e7as, adolescentes, jovens e adultos, \u00e9 a edifica\u00e7\u00e3o de uma sede pr\u00f3pria no Incra 8, em espa\u00e7o cedido para a CNBB. Na \u00e1rea pr\u00f3xima \u00e0 pista de corrida, est\u00e1 sendo constru\u00eddo um centro de treinamento, com espa\u00e7o destinado \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de oficinas e treinamento de v\u00e1rias modalidades esportivas. O centro ser\u00e1 aberto \u00e0 toda comunidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo informa padre Ant\u00f4nio a ideia tamb\u00e9m \u00e9 de abrir outros tipos de atividades, dentro deste mesmo projeto, que v\u00e3o ajudar adolescentes e jovens a se prepararem para o ingresso no mercado de trabalho e tamb\u00e9m a desenvolver atividades de gera\u00e7\u00e3o de renda. \u201cEsta \u00e9 uma das perspectivas que a gente tem\u201d, aponta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sobre o futuro do projeto, Gesifran \u00e9 esperan\u00e7oso. \u201cEu vislumbro muito mais trabalho e responsabilidade. Tamb\u00e9m teremos mais competitividade com um espa\u00e7o melhor para trabalhar com os meninos nos treinos\u201d, orgulha-se.<\/p>\n<figure id=\"attachment_218495\" aria-describedby=\"caption-attachment-218495\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/projeto-social-correndo-atras-de-um-sonho-aponta-horizontes-para-jovens-de-brazlandia-df\/capa4\/\" rel=\"attachment wp-att-218495\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-218495 size-medium\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Capa4-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-218495\" class=\"wp-caption-text\"><em>Mirtes Maria Alves da Silva, atleta na terceira idade. Foto: Assessoria de Imprensa da CNBB<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Do v\u00edcio ao p\u00f3dio <\/strong><br \/>\nO projeto deu uma guinada na vida de Mirtes Maria Alves da Silva, 57 anos, moradora do Incra 8. H\u00e1 5 anos ela participa das atividades como atleta e como volunt\u00e1ria. A sua rela\u00e7\u00e3o com o projeto teve in\u00edcio quando ela decidiu parar de fumar e buscar uma vida com mais qualidade de vida. \u201cEu levava uma vida muito sedent\u00e1ria. Fu fumava, bebia e n\u00e3o praticava nenhum esporte\u201d, disse. Sua maior conquista, segundo afirmou, \u00e9 ser reconhecida como campe\u00e3 brasileira de atletismo depois de 50 anos de idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cEu j\u00e1 ganhei o t\u00edtulo de Cidad\u00e3 Honor\u00e1ria. Eu chego nas corridas e as pessoas vem me entrevistar. Isto pr\u00e1 mim \u00e9 motivo de muito orgulho e satisfa\u00e7\u00e3o. Porque antes eu n\u00e3o tinha nada disto. Hoje eu me considero uma pessoa reconhecida. Eu posto uma foto no \u2018facebook\u2019 e chega a 300 curtidas. As pessoas me reconhecem como atleta e isto pr\u00e1 mim \u00e9 uma grande vit\u00f3ria\u2019, relata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quem tamb\u00e9m deu virada na vida, foi a Dayse Silva, 35 anos, que se inspirou no pr\u00f3prio filho que participava do projeto. Ex-trabalhadora dom\u00e9stica, ela tamb\u00e9m abandonou o v\u00edcio, no seu caso o \u00e1lcool, para dedicar-se \u00e0s corridas. Cursando o terceiro semestre de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, hoje ela atua como monitora do projeto onde auxilia nos treinamentos e cuida da gin\u00e1stica laboral na sede da CNBB. \u201cO projeto foi um impulso para eu me reerguer pessoal e profissionalmente\u201d, avalia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais que medalhas e p\u00f3dios, participantes conquistam reconhecimento e objetivos na vida em projeto social coordenado pela CNBB<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":33937,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[1],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/33934"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=33934"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/33934\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/33937"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=33934"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=33934"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=33934"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}