{"id":34061,"date":"2019-05-04T00:00:00","date_gmt":"2019-05-04T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/a-musica-liturgica-presente-nas-sessoes-plenarias-da-assembleia-geral-dos-bispos\/"},"modified":"2020-03-11T16:04:16","modified_gmt":"2020-03-11T19:04:16","slug":"a-musica-liturgica-presente-nas-sessoes-plenarias-da-assembleia-geral-dos-bispos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/a-musica-liturgica-presente-nas-sessoes-plenarias-da-assembleia-geral-dos-bispos\/","title":{"rendered":"A m\u00fasica lit\u00fargica presente nas sess\u00f5es plen\u00e1rias da Assembleia Geral dos Bispos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Irm\u00e3o Fernando Vieira, assessor de m\u00fasica lit\u00fargica da Comiss\u00e3o de Liturgia da CNBB anima os momentos de ora\u00e7\u00e3o na 57\u00aa Assembleia Geral da CNBB. Ele participa tamb\u00e9m das celebra\u00e7\u00f5es eucar\u00edsticas no Santu\u00e1rio Nacional. No plen\u00e1rio, ele entoa salmos na Liturgia das Horas. Conversamos com ele e trazemos as orienta\u00e7\u00f5es da CNBB para a m\u00fasica lit\u00fargica.<\/p>\n<p><strong>Em que o canto lit\u00fargico pode colaborar para os fieis participarem bem das celebra\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/p>\n<p>Em n\u00edveis de atua\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1)\u00a0 Quando texto e m\u00fasica correspondem \u00e0quilo que se est\u00e1 celebrando, ou seja, ao mist\u00e9rio pascal que se celebra naquele dia, Domingo, Festa ou Solenidade;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2) Quando os ministros da m\u00fasica favorecem a participa\u00e7\u00e3o da assembleia, animando-a, e fazendo com que ela cante nos momentos correspondentes. Ex.: Partes que s\u00e3o pr\u00f3prias da assembleia: Respostas ao Ato Penitencial, Hino de Louvor, Santo, Aclama\u00e7\u00f5es, Refr\u00e3os dos cantos ou hinos, Refr\u00e3os dos salmos, Respostas \u00e0s ladainhas ou preces e ao Cordeiro de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3) Quando o clima celebrativo permite que a assembleia se reconhe\u00e7a como povo celebrante em que se percebem que diversos ministros atuam naquela assembleia, sem que nenhum deles apare\u00e7a mais do que o pr\u00f3prio mist\u00e9rio. Que os presidentes das celebra\u00e7\u00f5es e os m\u00fasicos e cantores n\u00e3o sejam protagonistas. \u00c9 necess\u00e1rio reconhecer que os espa\u00e7os celebrativos s\u00e3o ambientes orantes em que se re\u00fane ali uma assembleia de batizados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong> O que as equipes de canto e liturgia das par\u00f3quias e comunidades precisam observar para exercerem bem o seu minist\u00e9rio?<\/strong><\/p>\n<p>Em n\u00edveis de reconhecimento e atua\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1) A naturezansciente,\u00a0 da liturgia: participativa, em que todos tenham plena consci\u00eancia dessa participa\u00e7\u00e3o, sendo ela ativa, frutuosa, cointerna, externa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2) Escolhendo bom repert\u00f3rio que permita at\u00e9 as pessoas mais simples cantarem, mesmo que seja pelo menos nos refr\u00e3os ou nas respostas curtas. O canto e m\u00fasica n\u00e3o podem ser um elemento rebuscado na celebra\u00e7\u00e3o ou alheio ao alcance das assembleias. Temos v\u00e1rios exemplos de grandes coros musicais e bandas ou conjuntos que n\u00e3o permitem que as assembleias participem do canto e da m\u00fasica nas horas previstas. \u00c9 preciso cautela, cuidado\u00a0 e forma\u00e7\u00e3o ao se aceitar esse tipo de atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3) Exige prepara\u00e7\u00e3o remota e imediata, al\u00e9m de se incentivar o bem celebrar, respeitando e conhecendo os ritos, as a\u00e7\u00f5es simb\u00f3lico-rituais e permitir que elas sejam acompanhadas com canto, ou, quando s\u00e3o o canto \u00e9 o pr\u00f3prio rito, permitir que a assembleia reconhe\u00e7a no canto o pr\u00f3prio rito. Uma coisa \u00e9 cantar o canto de abertura, que acompanha o rito de entrada dos ministros; outra coisa \u00e9 cantar o Hino de louvor, que \u00e9 o pr\u00f3prio rito. Antes de tudo, as equipes devem estudar os livros rituais, estudar a m\u00fasica, o texto, a poesia e saber dosar aquilo que \u00e9 essencial tanto para o grupo de cantores como para a assembleia, mantendo-se um equil\u00edbrio entre a coes\u00e3o entre canto e rito e uma certa sensatez ou sensibilidade entre o que se vai oferecer para a assembleia naquela celebra\u00e7\u00e3o. O canto deve ser capaz de ser expressado por todos e n\u00e3o por uma minoria.<\/p>\n<p><strong> Como \u00e9 a experi\u00eancia de animar o canto lit\u00fargico nos momentos celebrativos da Assembleia Geral?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A palavra animar sofreu seu desgaste natural conforme o tempo, mas procuramos, de certa forma, conduzir o canto, mantendo a afina\u00e7\u00e3o, respeitando a melodia criada, os tempos de pausa e silencia, e, sobretudo, permitindo que a assembleia, dentre ela os bispos ali presentes, cantem conosco. Nosso papel e de condutor do que existe de mais sublime na liturgia, que \u00e9 o canto e a m\u00fasica. Portanto, agimos em nome da assembleia que quer seu papel reconhecido na unidade das vozes, dando a ela vez e oportunidade para exercer bem seu papel de batizados. Al\u00e9m disso, temos a responsabilidade de escolher e sugerir antecipadamente nos momentos oportunos um dosado repert\u00f3rio para as diversas celebra\u00e7\u00f5es , seja a Liturgia das Horas, seja a Eucaristia, sejam outras formas de ora\u00e7\u00e3o ou outros momentos da liturgia da Igreja.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Irm\u00e3o Fernando, assessor de m\u00fasica lit\u00fargica da Comiss\u00e3o de Liturgia da CNBB, anima os momentos de ora\u00e7\u00e3o na 57\u00aa Assembleia<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":1231,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[745],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/34061"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=34061"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/34061\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/1231"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=34061"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=34061"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=34061"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}