{"id":35589,"date":"2019-10-15T00:00:00","date_gmt":"2019-10-15T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/anunciar-jesus-cristo-nossa-missao\/"},"modified":"2019-10-15T00:00:00","modified_gmt":"2019-10-15T03:00:00","slug":"anunciar-jesus-cristo-nossa-missao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/anunciar-jesus-cristo-nossa-missao\/","title":{"rendered":"Anunciar Jesus Cristo, nossa miss\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><strong>Dom Adelar Baruffi<\/strong><br \/>\n<strong>Bispo de Cruz Alta<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No Dia Mundial das Miss\u00f5es, dia 20 de outubro de 2019, o Papa Francisco, na costumeira carta para esta festividade, aprofunda o sentido de nossa vida crist\u00e3 mission\u00e1ria. J\u00e1 tivemos a alegria de aprofundar, como Diocese de Cruz Alta, o tema do m\u00eas mission\u00e1rio, em nossas comunidades, Romaria e novenas. Por\u00e9m, o mais importante \u00e9 viver a miss\u00e3o. Ela se faz com os p\u00e9s no ch\u00e3o, nos caminhos do interior e da cidade, nos bairros e nos condom\u00ednios, na catequese e nas escolas. Ela deve ajudar a formar \u201cadultos na f\u00e9\u201d, crist\u00e3os maduros, na Igreja e na sociedade. Pensemos, por exemplo, os desafios da fam\u00edlia, do matrim\u00f4nio, dos jovens, do meio ambiente e da pobreza. Tudo isto tem a ver com a miss\u00e3o. Claro, onde existem pessoas humanas, a\u00ed \u00e9 lugar de partilha da alegria de sermos crist\u00e3os, batizados, filhos amados e salvos por Jesus Cristo! A primeira constata\u00e7\u00e3o que fazemos \u00e9 que n\u00e3o podemos ser mission\u00e1rios por algum momento somente. \u00c9 o nosso olhar permanente, a nossa constitui\u00e7\u00e3o primeira, o mandato recebido um dia de Cristo Ressuscitado para toda sua Igreja. Infelizmente, nos acomodamos, achando que j\u00e1 bastava o an\u00fancio recebido pela fam\u00edlia e na prepara\u00e7\u00e3o dos sacramentos. Nosso olhar deve ser permanente, numa partilha alegre do que nos edifica e, ao mesmo tempo, nos compromete.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma marca importante do mission\u00e1rio \u00e9 a gratuidade. Quem se coloca, com f\u00e9, diante de si pr\u00f3prio, de sua vida, \u00e0 luz de Deus, reconhece que a vida \u00e9 um grande dom de Deus. \u201cE esta vida divina n\u00e3o \u00e9 um produto para vender \u2013 n\u00e3o fazemos proselitismo \u2013, mas uma riqueza para dar, comunicar, anunciar: eis o sentido da miss\u00e3o. Recebemos gratuitamente este dom, e gratuitamente o partilhamos (cf. Mt 10, 8), sem excluir ningu\u00e9m\u201d (Francisco, <em>Mensagem para o Dia Mundial das Miss\u00f5es<\/em>, 2019). Num mundo mercantilizado, acostumado a vender e comprar, o an\u00fancio do Evangelho quebra esta l\u00f3gica. Assim, tantas pessoas, uma vez evangelizadas, sentem a alegria de partilhar o que acolheram. \u201cQue poderei retribuir ao Senhor Deus por tudo aquilo que Ele fez em meu favor?\u201d (Sl 115). Ent\u00e3o, concretamente, cada m\u00e3e, pai, jovem, crian\u00e7a, todos, por seu modo de viver e pelo an\u00fancio concreto podem ser mission\u00e1rios. Quando na sua comunidade lhe convidarem para ser mission\u00e1rio, diga sim! Mesmo que sinta alguma dificuldade para falar e anunciar Jesus Cristo, outra pessoa que vai junto poder\u00e1 ajudar. Disse o Papa, nesta Carta: \u201cPara o amor de Deus, ningu\u00e9m \u00e9 in\u00fatil nem insignificante\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O que o mission\u00e1rio deve anunciar? Jesus Cristo, o Filho de Deus, que veio a n\u00f3s para nos salvar pela a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo! Cuidemos para n\u00e3o construir comunidades, fam\u00edlias e organiza\u00e7\u00f5es que sup\u00f5e que todos j\u00e1 tenham aderido a Jesus Cristo e seu evangelho. Primeiro Deus e, depois, suas obras (cf. Francisco Van Thuan). Por isso, disse o Santo Padre, \u201co Batismo \u00e9 verdadeiramente necess\u00e1rio para a salva\u00e7\u00e3o, pois garante-nos que somos filhos e filhas, sempre e em toda parte: jamais seremos \u00f3rf\u00e3os, estrangeiros ou escravos na casa do Pai. [&#8230;] Somos filhos dos nossos pais naturais, mas, no Batismo, \u00e9-nos dada a paternidade primordial e a verdadeira maternidade: n\u00e3o pode ter Deus como Pai quem n\u00e3o tem a Igreja como m\u00e3e (cf. S\u00e3o Cipriano, <em>A unidade da Igreja<\/em>, 4)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A miss\u00e3o \u00e9 universal e permanente. \u201cA f\u00e9 na P\u00e1scoa de Jesus, o envio eclesial batismal, a sa\u00edda geogr\u00e1fica e cultural de si mesmo e da sua pr\u00f3pria casa, a necessidade de salva\u00e7\u00e3o do pecado e a liberta\u00e7\u00e3o do mal pessoal e social exigem a miss\u00e3o at\u00e9 aos \u00faltimos confins da terra\u201d (Francisco).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dom Adelar Baruffi Bispo de Cruz Alta &nbsp; No Dia Mundial das Miss\u00f5es, dia 20 de outubro de 2019, o Papa Francisco, na costumeira carta para esta festividade, aprofunda o sentido de nossa vida crist\u00e3 mission\u00e1ria. 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