{"id":7018,"date":"2017-05-29T00:00:00","date_gmt":"2017-05-29T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/diocese-de-brejo-acolhe-vi-encontrao-da-teia\/"},"modified":"2017-05-29T00:00:00","modified_gmt":"2017-05-29T03:00:00","slug":"diocese-de-brejo-acolhe-vi-encontrao-da-teia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/diocese-de-brejo-acolhe-vi-encontrao-da-teia\/","title":{"rendered":"Diocese de Brejo acolhe VI Encontr\u00e3o da Teia que re\u00fane comunidades tradicionais"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Ao som de tambores, maracas, atabaques, pandeiros, tri\u00e2ngulo e cantos, a diocese de Brejo sediou durante os dias 26 a 28 de maio, a VI edi\u00e7\u00e3o do Encontro da Teia, que \u00e9 formada pelos Povos e Comunidades Tradicionais do Maranh\u00e3o. Ao todo participaram cerca de 400 pessoas entre ind\u00edgenas, quilombolas, pescadores, ribeirinhos, geraiseiros, sertanejos e quebradeiras de coco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a reflex\u00e3o do encontro os povos presentes discutiram o tema: \u201cN\u00e3o estamos extintos, estamos de p\u00e9, em luta\u201d e o lema: \u201cEssa terra \u00e9 nossa\u201d. Um dos objetivos \u00e9 a articula\u00e7\u00e3o da luta dos povos, em dire\u00e7\u00e3o a garantia do bem viver, da autonomia dos territ\u00f3rios e da soberania educacional e produtiva, que s\u00e3o as express\u00f5es da forma de produ\u00e7\u00e3o das comunidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o bispo diocesano, dom Jos\u00e9 Valdeci Santos Mendes, um dos pontos mais importantes do encontro \u00e9 \u201co fortalecimento das comunidades tradicionais para a perman\u00eancia na terra, na luta pela conquista de direitos, o esp\u00edrito de partilha e a solidariedade que a teia vem fomentando, em forma de encorajamento das comunidades\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda de acordo ele, na regi\u00e3o leste do Maranh\u00e3o que abrange os munic\u00edpios que fazem parte da diocese de Brejo existem atualmente 14 comunidades quilombolas que j\u00e1 tem a certifica\u00e7\u00e3o Palmares e outras comunidades que est\u00e3o buscando esse t\u00edtulo, sendo que em todo o Estado do Maranh\u00e3o h\u00e1 aproximadamente 336 processos pendentes no INCRA (MA).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Adriano Guileto, que faz parte da articula\u00e7\u00e3o do encontro, a Teia veio para \u201cfortalecer a cultura e a luta de todos os povos tradicionais do Maranh\u00e3o\u201d. J\u00e1 Rosemeire Diniz, do Conselho Indigenista Mission\u00e1rio (Cimi) do Maranh\u00e3o ressalta que o VI Encontro da Teia do Maranh\u00e3o trouxe a discuss\u00e3o sobre os povos e comunidades tradicionais, sobretudo a quest\u00e3o da invisibilidade desses povos. Ela ressalta ainda que os encontros da Teia reafirmam que os povos tradicionais n\u00e3o est\u00e3o extintos, mas segundo ela \u201cest\u00e3o de p\u00e9 e em luta pelos seus direitos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gil Quilombola, uma das lideran\u00e7as do Quilombo Nazar\u00e9 de Serrano (MA) participou do encontro e destacou o fortalecimento das comunidades atrav\u00e9s da partilha, dos diferentes m\u00e9todos de luta das comunidades, os modos de vida e a cultura de cada povo. O encontro encerrou no domingo, 28, e contou ainda com den\u00fancias das viol\u00eancias sofridas pelos povos e comunidades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento teve como tema \u201cN\u00e3o estamos extintos, estamos de p\u00e9, em luta\u201d e reuniu ind\u00edgenas, quilombolas e pescadores<\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":7019,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[821,769],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/7018"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=7018"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/7018\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/7019"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=7018"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=7018"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=7018"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}