{"id":8838,"date":"2018-02-08T00:00:00","date_gmt":"2018-02-08T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/164258-2\/"},"modified":"2018-02-08T00:00:00","modified_gmt":"2018-02-08T02:00:00","slug":"164258-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/164258-2\/","title":{"rendered":"Proximidade e compaix\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><strong>Dom Jos\u00e9 Gislon<br \/>\nBispo de Erexim<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Estimados Diocesanos! Neste dia 11 de fevereiro, a Igreja celebra com seus filhos e filhas o 26\u00ba Dia Mundial do Doente. \u00c9 uma oportunidade para nos conscientizarmos da realidade de todos aqueles e aquelas que passam por profundas prova\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, humanas, sociais e tamb\u00e9m espirituais por causa da doen\u00e7a que os aflige.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quem de n\u00f3s j\u00e1 n\u00e3o teve ou tem um familiar ou amigo acometido por uma doen\u00e7a, mesmo que de forma breve? Quantos de n\u00f3s, diante da dor e do sofrimento provocados pela doen\u00e7a em pessoas que amamos, n\u00e3o nos sentimos pequenos, limitados e fr\u00e1geis, sem condi\u00e7\u00f5es de amenizar o sofrimento, podendo apenas ser uma presen\u00e7a amorosa e fraterna de proximidade, enquanto a vida da pessoa amada ou dos amigos ia ou vai sendo consumida diante dos nossos olhos?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Um tratamento digno aos enfermos pode ser dif\u00edcil em todas as realidades sociais, mas torna-se verdadeiro calv\u00e1rio quando a busca de recursos m\u00e9dicos fica cada vez mais distante da fam\u00edlia e da comunidade. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o doente que acaba ficando isolado dos seus, mas tamb\u00e9m o familiar que o acompanha, muitas vezes, fica entregue \u00e0 pr\u00f3pria sorte, sem recursos e relegado \u00e0 indig\u00eancia humana, para estar mais perto do enfermo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como comunidade de \u201cirm\u00e3os e irm\u00e3s\u201d, que amam a vida como dom maior do Criador a cada um de n\u00f3s, n\u00e3o podemos deixar que a indiferen\u00e7a e o ego\u00edsmo ofusquem os valores da solidariedade e da caridade diante da necessidade do cuidado e da dignidade da vida dos irm\u00e3os e irm\u00e3s enfermos em todas as realidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">S\u00e3o muitas as fam\u00edlias, no nosso contexto social, que t\u00eam algum familiar doente necessitado de uma aten\u00e7\u00e3o maior ou cuidados especiais. S\u00e3o m\u00e3es, pais, filhos e outros sob os cuidados dos pr\u00f3prios familiares, muitas vezes com a colabora\u00e7\u00e3o de amigos e vizinhos. Mas na realidade, no dia a dia, quem mais se dedica a olhar e cuidar dos enfermos nas fam\u00edlias s\u00e3o as m\u00e3es, que, quase sempre, acabam sozinhas, assumindo o cuidado da vida de familiares enfermos por longos anos. Fazem do servi\u00e7o silencioso e continuado da assist\u00eancia a eles uma miss\u00e3o, vivida como voca\u00e7\u00e3o amorosa na realidade da vida, diante de Deus e da humanidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dom Jos\u00e9 Gislon Bispo de Erexim &nbsp; Estimados Diocesanos! 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