{"id":8985,"date":"2018-03-01T00:00:00","date_gmt":"2018-03-01T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/placuit-deo-carta-sobre-alguns-aspectos-da-salvacao-crista\/"},"modified":"2018-03-01T00:00:00","modified_gmt":"2018-03-01T03:00:00","slug":"placuit-deo-carta-sobre-alguns-aspectos-da-salvacao-crista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/placuit-deo-carta-sobre-alguns-aspectos-da-salvacao-crista\/","title":{"rendered":"\u00a0Placuit Deo &#8211; Carta sobre alguns aspectos da salva\u00e7\u00e3o crist\u00e3"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: right\"><strong>Cardeal Orani Jo\u00e3o Tempesta<br \/>\n<\/strong><strong>Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p>Uma breve carta dirigida aos bispos, aprovada pelo Papa Francisco aos 16 de fevereiro de 2018, oriunda da Sess\u00e3o Plen\u00e1ria da Congrega\u00e7\u00e3o da Doutrina da F\u00e9 no dia 24 de janeiro de 2018, e, assinada na Sede da Congrega\u00e7\u00e3o aos 22 de fevereiro de 2018, publicada nesta quinta-feira, dia 1\u00ba de mar\u00e7o de 2018, contendo sete laudas que subdividida em seis t\u00f3picos, com 15 par\u00e1grafos num\u00e9ricos, incluindo a Introdu\u00e7\u00e3o; O impacto das transforma\u00e7\u00f5es culturais de hoje sobre o significado da salva\u00e7\u00e3o crist\u00e3; O desejo humano de salva\u00e7\u00e3o; Cristo, Salvador e Salva\u00e7\u00e3o; a salva\u00e7\u00e3o na Igreja, corpo de Cristo e concluindo com o Comunicar a f\u00e9, esperando o Salvador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Carta retoma o in\u00edcio da Dei Verbum ratificando o caminho da salva\u00e7\u00e3o em Cristo que deve ser sempre aprofundado e que na realidade hodierna torna-se de dif\u00edcil compreens\u00e3o diante das transforma\u00e7\u00f5es culturais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No segundo t\u00f3pico, com tr\u00eas par\u00e1grafos, a realidade se apresenta por meio do \u00abindividualismo centrado no sujeito aut\u00f4nomo\u00bb<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, cuja a figura de Cristo corresponde a um modelo para pr\u00e1tica da generosidade em gestos e palavras, mas n\u00e3o da transforma\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o humana, configurada na Trindade. Tamb\u00e9m apresenta uma salva\u00e7\u00e3o apenas interior e n\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es com os demais e com o mundo criado. Assim a Encarna\u00e7\u00e3o do Verbo se torna algo cada vez menos compreens\u00edvel, distanciando-se da fam\u00edlia humana e da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No Magist\u00e9rio Ordin\u00e1rio do Papa Francisco menciona duas tend\u00eancias ou desvios, semelhando-se, em linhas gerais comuns, a heresias antigas: pelagianismo<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> e gnosticismo<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>. Espelhando um neo-pelagianismo o homem atual, aut\u00f4nomo, salva-se sozinho, independente de Deus e dos demais, tudo depende de suas for\u00e7as individuais e cegando \u00ab novidade do Esp\u00edrito de Deus\u00bb<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>. J\u00e1 o neo-gnosticismo oferece uma salva\u00e7\u00e3o subjetiva, \u00abcom o intelecto para al\u00e9m da carne de Jesus rumo aos mist\u00e9rios da divindade desconhecida\u00bb.<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a> Libertando, pois, a pessoa do corpo e do mundo material. Esses erros antigos t\u00eam algo de familiar com os atuais movimentos, apesar das diferen\u00e7as do contexto hist\u00f3rico. As duas tend\u00eancias \u2014 o individualismo neo-pelagiano e o desprezo neo-gn\u00f3stico do corpo \u2014 desconfiguram a f\u00e9 em Cristo<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>. A salva\u00e7\u00e3o \u00e9 a nossa uni\u00e3o com Cristo Encarnado, Irm\u00e3o Maior, que viveu, sofreu, morreu e ressuscitou, proporcionando nova ordem relacional com o Pai e entre os homens e mulheres, levando-nos ao dom de seu Esp\u00edrito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O homem, na \u00e2nsia de saber quem \u00e9, pois existe, busca a felicidade utilizando-se de meios diversos para alcan\u00e7a-la. No entanto, a felicidade se mescla com a esperan\u00e7a da sa\u00fade f\u00edsica, com o bem-estar financeiro, de uma paz interior e conviv\u00eancia pac\u00edfica com o outro. A par disso, o desejo de salva\u00e7\u00e3o torna-se um compromisso frente um bem maior, marcado pela resist\u00eancia e supera\u00e7\u00e3o da dor, levando-nos a lutar pelo bem, defendendo-nos do mal<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>. \u00abA voca\u00e7\u00e3o \u00faltima de todos os homens \u00e9 realmente uma s\u00f3, a divina\u00bb.<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a> A plenitude da Salva\u00e7\u00e3o \u00e9 o rejeitar a autossufici\u00eancia humana, pensando que coisas e bens materiais lhe proporcionaram a autorrealiza\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>. A revela\u00e7\u00e3o \u00e9 algo mais, pois \u00abSe a reden\u00e7\u00e3o, ao contr\u00e1rio, <em>devesse <\/em>ser julgada ou medida pela necessidade existencial dos seres humanos, como poder\u00edamos evitar a suspeita de termos simplesmente criado um Deus-Redentor \u00e0 imagem de nossas pr\u00f3prias necessidades?\u00bb .<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a> O mundo todo \u00e9 bom, biblicamente falando! O mal nasce no cora\u00e7\u00e3o do homem que se fecha em si mesmo, separando-se da fonte de comunh\u00e3o e vida que \u00e9 Deus<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>. A f\u00e9 nos leva a uma salva\u00e7\u00e3o do homem todo, da pessoa humana inteira que \u00e9 chamada a ter vida e vida plena<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Deus nunca desiste do homem e na hist\u00f3ria da salva\u00e7\u00e3o vemos desde Ad\u00e3o esta fidelidade e o insistir terno de uma alian\u00e7a que n\u00f3s rompemos constantemente. O homem cai, Deus vem e o ajuda a levantar uma, duas, tr\u00eas e quantas vezes, for necess\u00e1rio. Deus n\u00e3o desistindo de n\u00f3s, na plenitude dos tempos, nos envia Jesus que anuncia o Reino e ao acolh\u00ea-l\u2019O, acolhemos a Salva\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a>. Tradicionalmente a Salva\u00e7\u00e3o sempre se d\u00e1 por iniciativa e dom de Deus, ou seja, de forma descendente. Com Jesus, dar-se-\u00e1 numa din\u00e2mica inversa, de forma ascendente. O agir n\u00e3o ser\u00e1 de uma maneira individualista, mas sempre em comunh\u00e3o, uma vez que agir humano e agir divino se coadunam para um \u00fanico fim: a salva\u00e7\u00e3o. Assemelhando-nos a Cristo, impulsionados pelo Esp\u00edrito Santo, realizamos as obras do Criador<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a>. Em Jesus Encarnado, O Filho nos faz filhos e irm\u00e3os uns dos outros, tornando-nos uma s\u00f3 fam\u00edlia humana numa nova rela\u00e7\u00e3o com Deus. Porquanto, Jesus Encarnado possibilita a media\u00e7\u00e3o concreta da salva\u00e7\u00e3o de Deus com os filhos de Ad\u00e3o<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a>. Enfim, nem reducionismo individualista da tend\u00eancia pelagiana e nem reducionismo neo-gn\u00f3stico que promete uma liberta\u00e7\u00e3o interior<a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\">[16]<\/a>, respondem a salva\u00e7\u00e3o, uma vez que Jesus \u00e9 Salvador e Salva\u00e7\u00e3o, e \u00abem certo modo, o princ\u00edpio de toda gra\u00e7a segundo a humanidade\u00bb.<a href=\"#_ftn17\" name=\"_ftnref17\">[17]<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Igreja \u00e9 o local da salva\u00e7\u00e3o trazida por Jesus. A Igreja \u00e9 mediadora da salva\u00e7\u00e3o, \u00absacramento universal de salva\u00e7\u00e3o\u00bb,<a href=\"#_ftn18\" name=\"_ftnref18\">[18]<\/a> garantindo que a realiza\u00e7\u00e3o se d\u00e1 na comunh\u00e3o de pessoas em comunh\u00e3o com a Trindade<a href=\"#_ftn19\" name=\"_ftnref19\">[19]<\/a>. Atrav\u00e9s do Batismo entramos na vereda da Salva\u00e7\u00e3o. Podendo crescer sempre mais com a Eucaristia, fonte e cume do amor. E mesmo caindo podemos ser regenerados e reconciliados com o Pai e os irm\u00e3os, por meio do sacramento da Penit\u00eancia<a href=\"#_ftn20\" name=\"_ftnref20\">[20]<\/a>. Esta economia soteriol\u00f3gica dos sacramentos compreende o corpo humano, que longe de ser peso, torna-se linguagem sacramental. Na encana\u00e7\u00e3o de Jesus e no mist\u00e9rio pascal perpetua-se a obra de miseric\u00f3rdia do Pai para com os filhos<a href=\"#_ftn21\" name=\"_ftnref21\">[21]<\/a>, compadecendo dos sofrimentos destes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00abA salva\u00e7\u00e3o integral, da alma e do corpo, \u00e9 o destino final ao qual Deus chama todos os homens\u00bb<a href=\"#_ftn22\" name=\"_ftnref22\">[22]<\/a>. Conscientes da vida plena somos impulsionados e nos comprometemos a proclamar a todos com alegria e luz a Boa-Nova: o Evangelho! Para tanto \u00e9 mister uma rela\u00e7\u00e3o dial\u00f3gica, construtiva com as demais religi\u00f5es, pois Deus opera em todos, de boa vontade, mesmo que veladamente. O \u00faltimo inimigo a ser vencido \u00e9 a morte. Com as virtudes teologais \u2013 f\u00e9, esperan\u00e7a e caridade \u2013 e o exemplo de Maria e das Testemunhas cremos que somos cidad\u00e3os dos c\u00e9us e gozaremos da gl\u00f3ria eterna<a href=\"#_ftn23\" name=\"_ftnref23\">[23]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Vamos aprofundar o texto, deixar que ele ilumine a nossa realidade de hoje e consequentemente colocar em pr\u00e1tica esta importante carta da Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9 e que, mesmo diante das mudan\u00e7as sociais, a salva\u00e7\u00e3o seja sempre anunciada e oferecida para que muitas pessoas continuem enamoradas pelo Divino Redentor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> <em>Placuit Deo<\/em>, 2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Exalta a sufici\u00eancia humano, o poder livre arb\u00edtrio, considerado o grande e \u00fanico dom de Deus, interior ao homem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> A Gnose \u00e9 uma corrente sincretista que funde em si elementos das religi\u00f5es orientais, da m\u00edstica grega e da revela\u00e7\u00e3o judeu-crist\u00e3. Tentou envolver o cristianismo no processo de fus\u00e3o, colocando em cheque a pureza da mensagem evang\u00e9lica que Paulo, j\u00e1 na sua carta a Tim\u00f3teo, faz uma advert\u00eancia pedindo que \u201cevite as contradi\u00e7\u00f5es de uma falsa gnose (conhecimento)\u201d 1Tm 6, 20. O gnosticismo atra\u00eda os homens prometendo-lhes um acontecimento superior ao da simples f\u00e9 crist\u00e3, reservado aos iniciados. Esse conhecimento (a gnosis) forneceria a solu\u00e7\u00e3o cabal dos problemas fundamentais da filosofia que eram: a origem do mal, a g\u00eanese do mundo, a reden\u00e7\u00e3o e a felicidade definitiva do homem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a><em> Placuit Deo<\/em>, 3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Francisco, Carta enc. <em>Lumen fidei<\/em>, n. 47: <em>AAS<\/em> 105 (2013) 586-587.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 4.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 5.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. <em>Gaudium et spes<\/em>, n. 22.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 6.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Comiss\u00e3o Teol\u00f3gica Internacional, <em>Algumas quest\u00f5es sobre a teologia da reden\u00e7\u00e3o<\/em>, 1995, n. 2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 7.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> Cf. Jo, 10,10b.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 8.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 10.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\">[16]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 11.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref17\" name=\"_ftn17\">[17]<\/a> Tom\u00e1s, <em>Quaestio de veritate<\/em>, q. 29, a. 5, co.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref18\" name=\"_ftn18\">[18]<\/a> Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. <em>Lumen gentium<\/em>, n. 48.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref19\" name=\"_ftn19\">[19]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 12.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref20\" name=\"_ftn20\">[20]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 13.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref21\" name=\"_ftn21\">[21]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 14.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref22\" name=\"_ftn22\">[22]<\/a> <em>Placuit Deo<\/em>, 15.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref23\" name=\"_ftn23\">[23]<\/a> Cf. <em>Placuit Deo<\/em>, 15.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cardeal Orani Jo\u00e3o Tempesta Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) Uma breve carta dirigida aos bispos, aprovada pelo Papa Francisco aos 16 de fevereiro de 2018, oriunda da Sess\u00e3o Plen\u00e1ria da Congrega\u00e7\u00e3o da Doutrina da F\u00e9 no dia 24 de janeiro de 2018, e, assinada na Sede da Congrega\u00e7\u00e3o aos 22 de fevereiro de 2018, &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/placuit-deo-carta-sobre-alguns-aspectos-da-salvacao-crista\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">\u00a0Placuit Deo &#8211; Carta sobre alguns aspectos da salva\u00e7\u00e3o crist\u00e3<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":31,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[758],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/8985"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/31"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=8985"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/8985\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=8985"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=8985"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=8985"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}