{"id":912565,"date":"2022-05-11T12:10:06","date_gmt":"2022-05-11T15:10:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/?p=912565"},"modified":"2022-05-11T12:10:06","modified_gmt":"2022-05-11T15:10:06","slug":"mensagem-papa-francisco-2-dia-mundial-avos-idosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/mensagem-papa-francisco-2-dia-mundial-avos-idosos\/","title":{"rendered":"&#8220;D\u00e3o fruto mesmo na velhice&#8221;: a mensagem do Papa Francisco para o segundo Dia Mundial dos Av\u00f3s e dos Idosos"},"content":{"rendered":"<p>O Vaticano apresentou, na ter\u00e7a-feira (10), a mensagem do Papa Francisco para o segundo Dia Mundial dos Av\u00f3s e dos Idosos, que tem como tema \u201cD\u00e3o fruto mesmo na velhice\u201d (Sl 92, 15). A data ser\u00e1 celebra no dia 24 de julho, em todo o mundo \u2013 pr\u00f3ximo \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o dos dias de S\u00e3o Joaquim e Sant\u2019Ana, av\u00f3s de Jesus Cristo. O Dicast\u00e9rio para os Leigos, a Fam\u00edlia e a Vida tamb\u00e9m exibiu o logo oficial do evento.<\/p>\n<p>Na mensagem, o Santo Padre dirige-se aos idosos para lembrar que quem est\u00e1 numa idade avan\u00e7ada tem uma importante miss\u00e3o: ser \u201cart\u00edfices da revolu\u00e7\u00e3o da ternura\u201d e de \u201clibertarmos o mundo da sombra da solid\u00e3o e do dem\u00f3nio da guerra\u201d. O Papa convida, al\u00e9m disso, a redescobrir essa fase como \u201cdom duma vida longa\u201d.<\/p>\n<p>O Santo Padre tamb\u00e9m ressalta que o dom de uma vida longa \u00e9 um dom para toda a sociedade. \u201cBendita a casa que guarda um anci\u00e3o! Bendita a fam\u00edlia que honra os seus av\u00f3s!\u201d, disse. O Papa Francisco lembra tamb\u00e9m que o testemunho dos idosos \u00e9 importante e significativo, e convida-os a ser mestres dum modo de viver pac\u00edfico e atento aos mais fr\u00e1geis. Esta miss\u00e3o come\u00e7a na sua pr\u00f3pria fam\u00edlia, mas n\u00e3o termina nela, e inclui \u201cjuntamente com os nossos netos, muitos outros assustados que ainda n\u00e3o conhecemos e que talvez fujam da guerra ou sofram por causa dela\u201d, apontou.<\/p>\n<p>O Pont\u00edfice ainda convida os av\u00f3s e idosos a continuarem a dar frutos e a viverem de forma particular a dimens\u00e3o da ora\u00e7\u00e3o. \u201cO instrumento mais precioso e apropriado que temos para a nossa idade. Uma implora\u00e7\u00e3o confiante pode fazer muito: \u00e9 capaz de acompanhar o grito de dor de quem sofre e pode contribuir para mudar os cora\u00e7\u00f5es\u201d, destacou.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vidaefamilia.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/PT-Logo-Dia-Mundial-dos-Avos-e-dos-Idosos-1024x408.jpg\" \/><figcaption><em>Logo do Dia Mundial dos Av\u00f3s e dos Idosos 2022<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<h2><\/h2>\n<h2>Como celebrar?<\/h2>\n<p>O Dicast\u00e9rio para os Leigos, a Fam\u00edlia e a Vida aponta duas modalidades concretas para viver o Dia Mundial dos Av\u00f3s e dos Idosos: celebrar em cada par\u00f3quia uma missa dedicada aos idosos e ir ao encontro dos que n\u00e3o costumam receber visitas. Nas redes sociais, o Dia Mundial dos Av\u00f3s e dos Idosos ser\u00e1 marcado com a hashtag #AvoseIdosos. No Brasil, a Pastoral da Pessoa Idosa e a Comiss\u00e3o Episcopal para a Vida e a Fam\u00edlia da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) j\u00e1 come\u00e7aram os preparativos.<\/p>\n<p>LEIA:\u00a0<a href=\"http:\/\/vidaefamilia.org.br\/live-discutira-preparacao-da-ii-jornada-mundial-dos-avos-e-dos-idosos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Live apresenta prepara\u00e7\u00e3o da II Jornada Mundial dos Avos e dos Idosos<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<pre>Imagem de capa: Dicast\u00e9rio para os Leigos, a Fam\u00edlia e a Vida\/divulga\u00e7\u00e3o<\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Leia a mensagem na \u00edntegra:<\/p>\n<h2>Mensagem do Santo Padre Francisco para o II Dia Mundial dos Av\u00f3s e dos Idosos<\/h2>\n<p><em>\u201cD\u00e3o fruto mesmo na velhice\u201d (Sl 92, 15)<\/em><\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p><em>Car\u00edssima, car\u00edssimo!<\/em><\/p>\n<p><em>O vers\u00edculo 15 do Salmo 92 \u2013 \u00abd\u00e3o fruto mesmo na velhice \u00bb \u2013 \u00e9 uma boa not\u00edcia, um verdadeiro \u00abevangelho\u00bb que podemos, por ocasi\u00e3o do II Dia Mundial dos Av\u00f3s e Idosos, anunciar ao mundo. O mesmo vai contracorrente relativamente \u00e0quilo que o mundo pensa desta idade da vida e tamb\u00e9m ao comportamento resignado de alguns de n\u00f3s, idosos, que caminhamos com pouca esperan\u00e7a e sem nada mais esperar do futuro.<\/em><\/p>\n<p><em>Muitas pessoas t\u00eam medo da velhice. Consideram-na uma esp\u00e9cie de doen\u00e7a, com a qual \u00e9 melhor evitar qualquer tipo de contacto: os idosos n\u00e3o nos dizem respeito \u2013 pensam elas \u2013 e \u00e9 conveniente que estejam o mais longe poss\u00edvel, talvez juntos uns com os outros, em estruturas que cuidem deles e nos livrem da obriga\u00e7\u00e3o de nos ocuparmos das suas penas. \u00c9 a \u00abcultura do descarte\u00bb: aquela mentalidade que, enquanto nos faz sentir diversos dos mais fr\u00e1geis e alheios \u00e0 sua fragilidade, permite-nos imaginar caminhos separados entre \u00abn\u00f3s\u00bb e \u00abeles\u00bb. Mas, na realidade, uma vida longa \u2013 ensina a Sagrada Escritura \u2013 \u00e9 uma b\u00ean\u00e7\u00e3o, e os idosos n\u00e3o s\u00e3o proscritos de quem se deve estar \u00e0 larga, mas sinais vivos da benevol\u00eancia de Deus que efunde a vida em abund\u00e2ncia. Bendita a casa que guarda um anci\u00e3o! Bendita a fam\u00edlia que honra os seus av\u00f3s!<\/em><\/p>\n<p><em>Com efeito, a velhice constitui uma esta\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de entender, mesmo para n\u00f3s que j\u00e1 a vivemos. Embora chegue depois dum longo caminho, ningu\u00e9m nos preparou para a enfrentar; parece quase apanhar-nos de surpresa. As sociedades mais desenvolvidas gastam muito para esta idade da vida, mas n\u00e3o ajudam a interpret\u00e1-la: proporcionam planos de assist\u00eancia, mas n\u00e3o projetos de exist\u00eancia.[1] Por isso \u00e9 dif\u00edcil olhar para o futuro e individuar um horizonte para onde tender. Por um lado, somos tentados a exorcizar a velhice, escondendo as rugas e fingindo ser sempre jovens, por outro parece que nada mais se possa fazer sen\u00e3o viver desiludidos, resignados a n\u00e3o ter mais \u00abfrutos para dar\u00bb.<\/em><\/p>\n<p><em>O fim da atividade laboral e os filhos j\u00e1 aut\u00f3nomos fazem esmorecer os motivos pelos quais gastamos muitas das nossas energias. A consci\u00eancia de que as for\u00e7as declinam ou o aparecimento duma doen\u00e7a podem p\u00f4r em crise as nossas certezas. O mundo \u2013 com os seus ritmos acelerados, que sentimos dificuldade em acompanhar \u2013 parece n\u00e3o nos deixar alternativa, levando-nos a interiorizar a ideia do descarte. Assim se eleva para o c\u00e9u esta s\u00faplica do Salmo: \u00abN\u00e3o me rejeites no tempo da velhice; n\u00e3o me abandones, quando j\u00e1 n\u00e3o tiver for\u00e7as\u00bb (71, 9).<\/em><\/p>\n<p><em>Mas o mesmo Salmo, que repassa a presen\u00e7a do Senhor nas diversas esta\u00e7\u00f5es da exist\u00eancia, convida-nos a continuar a esperar: chegada a velhice e os cabelos brancos, o Senhor continuar\u00e1 a dar-nos a vida e n\u00e3o deixar\u00e1 que sejamos oprimidos pelo mal. Confiando n\u2019Ele, encontraremos a for\u00e7a para multiplicar o louvor (cf. Sal 71, 14-20) e descobriremos que envelhecer n\u00e3o \u00e9 apenas a deteriora\u00e7\u00e3o natural do corpo ou a passagem inevit\u00e1vel do tempo, mas tamb\u00e9m o dom duma vida longa. Envelhecer n\u00e3o \u00e9 uma condena\u00e7\u00e3o, mas uma b\u00ean\u00e7\u00e3o!<\/em><\/p>\n<p><em>Por isso, devemos vigiar sobre n\u00f3s mesmos e aprender a viver uma velhice ativa, inclusive do ponto de vista espiritual, cultivando a nossa vida interior atrav\u00e9s da leitura ass\u00eddua da Palavra de Deus, da ora\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, do recurso habitual aos Sacramentos e da participa\u00e7\u00e3o na Liturgia. E, a par da rela\u00e7\u00e3o com Deus, cultivemos as rela\u00e7\u00f5es com os outros: antes de mais nada, com a fam\u00edlia, os filhos, os netos, a quem havemos de oferecer o nosso afeto cheio de solicitude; bem como as pessoas pobres e atribuladas, das quais nos fa\u00e7amos pr\u00f3ximo com a ajuda concreta e a ora\u00e7\u00e3o. Tudo isto ajudar\u00e1 a n\u00e3o nos sentirmos meros espetadores no teatro do mundo, n\u00e3o nos limitarmos a olhar da sacada, a ficar \u00e0 janela. Ao contr\u00e1rio, apurando os nossos sentidos para reconhecerem a presen\u00e7a do Senhor,[2] seremos como uma \u00aboliveira verdejante na casa de Deus\u00bb (Sal 52, 10), poderemos ser uma b\u00ean\u00e7\u00e3o para quem vive junto de n\u00f3s.<\/em><\/p>\n<p><em>A velhice n\u00e3o \u00e9 um tempo in\u00fatil, no qual a pessoa deva p\u00f4r-se de lado recolhendo os remos para dentro do barco, mas uma esta\u00e7\u00e3o para continuar a dar fruto: h\u00e1 uma nova miss\u00e3o, que nos espera, convidando-nos a voltar os olhos para o futuro. \u00abA nossa sensibilidade especial de idosos, da idade anci\u00e3 \u00e0s aten\u00e7\u00f5es, pensamentos e afetos que nos tornam humanos deve voltar a ser uma voca\u00e7\u00e3o para muitos. E ser\u00e1 uma escolha de amor dos idosos para com as novas gera\u00e7\u00f5es\u00bb.[3] \u00c9 o nosso contributo para a revolu\u00e7\u00e3o da ternura,[4] uma revolu\u00e7\u00e3o espiritual e desarmada da qual vos convido, queridos av\u00f3s e idosos, a fazer-vos protagonistas.<\/em><\/p>\n<p><em>O mundo vive um per\u00edodo de dura prova\u00e7\u00e3o, marcado primeiro pela tempestade inesperada e furiosa da pandemia, depois por uma guerra que fere a paz e o desenvolvimento \u00e0 escala mundial. N\u00e3o \u00e9 por acaso que a guerra tenha voltado \u00e0 Europa no momento em que est\u00e1 a desaparecer a gera\u00e7\u00e3o que a viveu no s\u00e9culo passado. E estas grandes crises correm o risco de nos tornar insens\u00edveis ao facto de que existem outras \u00abepidemias\u00bb e outras formas generalizadas de viol\u00eancia que amea\u00e7am a fam\u00edlia humana e a nossa casa comum.<\/em><\/p>\n<p><em>Perante tudo isto, temos necessidade duma mudan\u00e7a profunda, duma convers\u00e3o, que desmilitarize os cora\u00e7\u00f5es, permitindo a cada um reconhecer no outro um irm\u00e3o. E n\u00f3s, av\u00f3s e idosos, temos uma grande responsabilidade: ensinar \u00e0s mulheres e aos homens do nosso tempo a contemplar os outros com o mesmo olhar compreensivo e terno que temos para com os nossos netos. Aprimoramos a nossa humanidade ao cuidar do pr\u00f3ximo e, hoje, podemos ser mestres dum modo de viver pac\u00edfico e atento aos mais fr\u00e1geis. A nossa atitude poder\u00e1, talvez, ser confundida com fraqueza ou servilismo, mas ser\u00e3o os mansos \u2013 n\u00e3o os agressivos e prevaricadores \u2013 que herdar\u00e3o a terra (cf. Mt 5, 5).<\/em><\/p>\n<p><em>Um dos frutos que somos chamados a produzir \u00e9 o de guardar o mundo. \u00abTodos nos sentamos nos joelhos dos av\u00f3s, que nos tiveram ao colo\u00bb;[5] mas hoje \u00e9 o momento de colocar sobre os nossos joelhos \u2013 com a ajuda concreta ou mesmo s\u00f3 com a ora\u00e7\u00e3o \u2013, juntamente com os nossos netos, muitos outros assustados que ainda n\u00e3o conhecemos e que talvez fujam da guerra ou sofram por causa dela. Guardemos no nosso cora\u00e7\u00e3o \u2013 como fazia S\u00e3o Jos\u00e9, pai terno e sol\u00edcito \u2013 os pequeninos da Ucr\u00e2nia, do Afeganist\u00e3o, do Sud\u00e3o do Sul\u2026<\/em><\/p>\n<p><em>Muitos de n\u00f3s maturaram uma consci\u00eancia s\u00e1bia e humilde, de que o mundo tanto precisa: n\u00e3o nos salvamos sozinhos, a felicidade \u00e9 um p\u00e3o que se come juntos. Testemunhemo-lo \u00e0queles que se iludem de encontrar realiza\u00e7\u00e3o pessoal e sucesso na contraposi\u00e7\u00e3o. Todos o podem fazer, mesmo os mais fr\u00e1geis: at\u00e9 mesmo o deixarmo-nos cuidar \u2013 muitas vezes por pessoas que prov\u00eam doutros pa\u00edses \u2013 \u00e9 uma maneira de dizer que \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 poss\u00edvel mas tamb\u00e9m necess\u00e1rio vivermos juntos.<\/em><\/p>\n<p><em>Neste nosso mundo, queridas av\u00f3s e queridos av\u00f4s, queridas idosas e queridos idosos, estamos chamados a ser art\u00edfices da revolu\u00e7\u00e3o da ternura! Fa\u00e7amo-lo aprendendo a usar cada vez mais e melhor o instrumento mais precioso e apropriado que temos para a nossa idade: a ora\u00e7\u00e3o. \u00abTornemo-nos, tamb\u00e9m n\u00f3s, um pouco poetas da ora\u00e7\u00e3o: adquiramos o gosto de procurar palavras que nos s\u00e3o pr\u00f3prias, voltando a apoderar-nos daquelas que a Palavra de Deus nos ensina\u00bb.[6] A nossa implora\u00e7\u00e3o confiante pode fazer muito: \u00e9 capaz de acompanhar o grito de dor de quem sofre e pode contribuir para mudar os cora\u00e7\u00f5es. Podemos ser \u00abo \u201cgrupo coral\u201d permanente dum grande santu\u00e1rio espiritual, onde a ora\u00e7\u00e3o de s\u00faplica e o canto de louvor sustentam a comunidade que trabalha e luta no campo da vida\u00bb.[7]<\/em><\/p>\n<p><em>Deste modo o Dia Mundial dos Av\u00f3s e Idosos \u00e9 uma oportunidade para dizer mais uma vez, com alegria, que a Igreja quer fazer festa juntamente com aqueles que o Senhor \u2013 como diz a B\u00edblia \u2013 \u00absaciou com longos dias\u00bb (Sal 91, 16). Celebremo-la juntos! Convido-vos a anunciar este Dia nas vossas par\u00f3quias e comunidades, a visitar os idosos mais abandonados, em casa ou nas resid\u00eancias onde est\u00e3o hospedados. Procuremos que ningu\u00e9m viva este dia na solid\u00e3o. Ter algu\u00e9m para cuidar pode mudar a orienta\u00e7\u00e3o dos dias de quem j\u00e1 n\u00e3o espera nada de bom do futuro; e dum primeiro encontro pode nascer uma nova amizade. A visita aos idosos abandonados \u00e9 uma obra de miseric\u00f3rdia do nosso tempo!<\/em><\/p>\n<p><em>Pe\u00e7amos a Nossa Senhora, M\u00e3e da Ternura, que fa\u00e7a de todos n\u00f3s dignos art\u00edfices da revolu\u00e7\u00e3o da ternura para, juntos, libertarmos o mundo da sombra da solid\u00e3o e do dem\u00f3nio da guerra.<\/em><\/p>\n<p><em>A todos v\u00f3s e aos vossos entes queridos, chegue a minha B\u00ean\u00e7\u00e3o, com a certeza da minha afetuosa proximidade. E, por favor, n\u00e3o vos esque\u00e7ais de rezar por mim!<\/em><\/p>\n<p><em>Roma, S\u00e3o Jo\u00e3o de Latr\u00e3o, na festa dos Santos Ap\u00f3stolos Filipe e Tiago, 3 de maio de 2022.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>[1] Cf. Francisco, Catequese sobre a velhice: 1. A gra\u00e7a do tempo e a alian\u00e7a das idades da vida (23 de fevereiro de 2022).<br \/>\n[2] Cf. Francisco, Catequese sobre a velhice: 5. Fidelidade \u00e0 visita de Deus para a gera\u00e7\u00e3o seguinte (30 de mar\u00e7o de 2022).<br \/>\n[3] Francisco, Catequese sobre a Velhice: 3. A velhice, recurso para a juventude incauta (16 de mar\u00e7o de 2022).<br \/>\n[4] Cf. Francisco, Catequese sobre S\u00e3o Jos\u00e9: 8. S\u00e3o Jos\u00e9, pai na ternura (19 de janeiro de 2022).<br \/>\n[5] Francisco, Homilia na Missa do I Dia Mundial dos Av\u00f3s e Idosos (25 de julho de 2021).<br \/>\n[6] Francisco, Catequese sobre a fam\u00edlia: 7. Os av\u00f3s (11 de mar\u00e7o de 2015).<br \/>\n[7] Ibidem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na mensagem, o Santo Padre dirige-se aos idosos para lembrar que quem est\u00e1 numa idade avan\u00e7ada tem uma importante miss\u00e3o: ser \u201cart\u00edfices da revolu\u00e7\u00e3o da ternura\u201d e de \u201clibertarmos o mundo da sombra da solid\u00e3o e do dem\u00f3nio da guerra\u201d<\/p>\n","protected":false},"author":38,"featured_media":912566,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[50,784],"tags":[3359,1199],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/912565"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/38"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=912565"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/912565\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/912566"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=912565"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=912565"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=912565"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}