{"id":9277,"date":"2018-04-06T00:00:00","date_gmt":"2018-04-06T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/167144-2\/"},"modified":"2018-04-06T00:00:00","modified_gmt":"2018-04-06T03:00:00","slug":"167144-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/167144-2\/","title":{"rendered":"A Atualidade da Miseric\u00f3rdia Divina"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><strong>Cardeal Orani Jo\u00e3o Tempesta<br \/>\n<\/strong><strong>Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em abril de 2000, o Papa S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II proclamou \u2013 para ser celebrada todo segundo Domingo da P\u00e1scoa (<em>Oitava<\/em>) \u2013 a Festa da Divina Miseric\u00f3rdia. O tema da miseric\u00f3rdia \u00e9 b\u00edblico e se encontra desde o Antigo Testamento. \u00c9 um ensinamento constante da doutrina da Igreja. Por\u00e9m, em alguns momentos da hist\u00f3ria, alguns temas v\u00eam com mais for\u00e7a pois assim necessita a humanidade. Creio que \u00e9 o caso da miseric\u00f3rdia. Os ensinamentos dos tr\u00eas Papas mais recentes nos mostram isso. Poder\u00edamos ver tamb\u00e9m nos documentos da Igreja, e em tantos outros textos como esse tema tem sido desenvolvido e valorizado. Vale a pena refletir sobre isso, sobretudo em um tempo no qual, apesar de todos os esfor\u00e7os da Igreja, parte da humanidade parece ter se esquecido de se compadecer da mis\u00e9ria alheia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II, em 22 de abril de 2001, primeira Festa depois de sua institui\u00e7\u00e3o, disse: \u201ccelebramos o segundo Domingo de P\u00e1scoa, que desde o ano passado, ano do Grande Jubileu, tamb\u00e9m \u00e9 chamado\u00a0<em>\u2018Domingo da Divina Miseric\u00f3rdia\u2019<\/em>. \u00c9 para mim uma grande alegria poder unir-me a todos v\u00f3s, queridos peregrinos e devotos provenientes de v\u00e1rias na\u00e7\u00f5es para comemorar, \u00e0 dist\u00e2ncia de um ano, a canoniza\u00e7\u00e3o da Irm\u00e3 Faustina Kowalska, testemunha e mensageira do amor misericordioso do Senhor. A eleva\u00e7\u00e3o \u00e0s honras dos altares desta humilde Religiosa, filha da minha Terra, n\u00e3o significa um dom s\u00f3 para a Pol\u00f4nia, mas para a humanidade inteira. De fato, a mensagem da qual ela foi portadora constitui a resposta adequada e incisiva que Deus quis oferecer \u00e0s interroga\u00e7\u00f5es e \u00e0s expectativas dos homens deste nosso tempo, marcado por grandes trag\u00e9dias. Jesus, um dia disse \u00e0 Irm\u00e3 Faustina: \u2018A humanidade n\u00e3o encontrar\u00e1 paz, enquanto n\u00e3o tiver confian\u00e7a na miseric\u00f3rdia divina\u2019\u00a0<em>(Di\u00e1rio,\u00a0<\/em>p\u00e1g. 132). A Miseric\u00f3rdia divina! Eis o dom pascal que a Igreja recebe de Cristo ressuscitado e oferece \u00e0 humanidade no alvorecer do terceiro mil\u00eanio\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mais ainda: \u201cO Cora\u00e7\u00e3o de Cristo! O seu \u2018Sagrado Cora\u00e7\u00e3o\u2019 deu tudo aos homens: a reden\u00e7\u00e3o, a salva\u00e7\u00e3o, a santifica\u00e7\u00e3o. Deste Cora\u00e7\u00e3o superabundante de ternura Santa Faustina Kowalska viu sair dois raios de luz que iluminavam o mundo. \u2018Os dois raios segundo quanto o pr\u00f3prio Jesus lhe disse representam o sangue e a \u00e1gua\u2019\u00a0<em>(Di\u00e1rio,\u00a0<\/em>p\u00e1g. 132). O sangue recorda o sacrif\u00edcio do G\u00f3lgota e o mist\u00e9rio da Eucaristia; a \u00e1gua, segundo o rico simbolismo do evangelista Jo\u00e3o, faz pensar no batismo e no dom do Esp\u00edrito Santo (cf.\u00a0<em>Jo\u00a0<\/em>3,5; 4,14). Atrav\u00e9s do mist\u00e9rio deste cora\u00e7\u00e3o ferido, n\u00e3o cessa de se difundir tamb\u00e9m sobre os homens e as mulheres da nossa \u00e9poca o fluxo reparador do amor misericordioso de Deus. Quem aspira \u00e0 felicidade aut\u00eantica e duradoura, unicamente nele pode encontrar o seu segredo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">E recordava aquele saudoso Pont\u00edfice: \u201c\u2018Jesus, confio em Ti\u2019. Esta ora\u00e7\u00e3o, querida a tantos devotos, exprime muito bem a atitude com que tamb\u00e9m n\u00f3s desejamos abandonar-nos confiantes nas tuas m\u00e3os, \u00f3 Senhor, nosso \u00fanico Salvador. Arde em Ti o desejo de seres amado, e quem se sintoniza com os sentimentos do teu cora\u00e7\u00e3o aprende a ser construtor da nova civiliza\u00e7\u00e3o do amor. Um simples ato de abandono \u00e9 o que basta para superar as barreiras da escurid\u00e3o e da tristeza, da d\u00favida e do desespero. Os raios da tua divina miseric\u00f3rdia d\u00e3o nova esperan\u00e7a, de maneira especial, a quem se sente esmagado pelo peso do pecado\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Conclui S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II: \u201cMaria, M\u00e3e da Miseric\u00f3rdia, faz com que conservemos sempre viva esta confian\u00e7a no teu Filho, nosso Redentor. Ajuda-nos tamb\u00e9m tu, Santa Faustina, que hoje recordamos com particular afeto. Juntamente contigo queremos repetir, fixando o nosso olhar fr\u00e1gil no rosto do divino Salvador: \u2018Jesus, confio em Ti\u2019. Hoje e sempre. Am\u00e9m\u201d. Aprendamos, pois, com esse Papa Santo a dar melhor valor \u00e0 Divina Miseric\u00f3rdia, n\u00e3o s\u00f3, agora, em sua Festa, mas a cada dia do Ano, de um modo especial, \u00e0s 15h, tida, por indica\u00e7\u00e3o de Santa Faustina Kowaslka, como a \u201cHora da Miseric\u00f3rdia\u201d, hora em que o Senhor Jesus se entregou por n\u00f3s na dolorosa morte de Cruz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 15 de abril de 2007, ao completar seus 80 anos de vida, o Papa Bento XVI, assim refletia sobre a importante Festa da Divina Miseric\u00f3rdia: \u201cO Santo Padre Jo\u00e3o Paulo II quis que fosse celebrada neste domingo a Festa da Divina Miseric\u00f3rdia: na palavra \u2018miseric\u00f3rdia\u2019, ele encontrava resumido e novamente interpretado para o nosso tempo todo o mist\u00e9rio da Ressurrei\u00e7\u00e3o. Ele viveu sob dois regimes ditatoriais e, no contato com a pobreza, a necessidade e a viol\u00eancia, experimentou profundamente o poder das trevas, pelas quais o mundo tamb\u00e9m neste nosso tempo est\u00e1 afligido. Mas experimentou tamb\u00e9m, e n\u00e3o menos fortemente, a presen\u00e7a de Deus que se op\u00f5e a todas estas for\u00e7as com o seu poder totalmente diverso e divino: com o poder da miseric\u00f3rdia. \u00c9 a miseric\u00f3rdia que p\u00f5e um limite ao mal. Nela expressa-se a natureza muito peculiar de Deus a sua santidade, o poder da verdade e do amor\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Continua o Papa Bento: \u201cHoje, no Evangelho, ouvimos o mesmo: o Senhor sopra sobre os seus disc\u00edpulos. Ele concede-lhes o seu Esp\u00edrito o Esp\u00edrito Santo: \u2018\u00c0queles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-\u00e3o perdoados&#8230;\u2019. O Esp\u00edrito de Jesus Cristo \u00e9 poder de perd\u00e3o. \u00c9 poder da Divina Miseric\u00f3rdia. Concede a possibilidade de iniciar de novo sempre de novo. A amizade de Jesus Cristo \u00e9 amizade d\u2019Aquele que faz de n\u00f3s pessoas que perdoam, d\u2019Aquele que perdoa tamb\u00e9m a n\u00f3s, nos alivia continuamente da nossa debilidade e precisamente assim, infunde em n\u00f3s a consci\u00eancia do dever interior de amar, do dever de corresponder \u00e0 sua confian\u00e7a com a nossa fidelidade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mais: \u201cOuvimos no trecho evang\u00e9lico de hoje a narra\u00e7\u00e3o do encontro do ap\u00f3stolo Tom\u00e9 com o Senhor ressuscitado: ao ap\u00f3stolo \u00e9 concedido que toque nas suas feridas para assim o reconhecer reconhece-o, al\u00e9m da identidade humana do Jesus de Nazar\u00e9, na sua verdadeira e mais profunda identidade: \u2018Meu Senhor e meu Deus!\u2019\u00a0<em>(Jo<\/em>\u00a020,28). O Senhor levou consigo na eternidade as suas feridas. Ele \u00e9 um Deus ferido; deixou-se ferir por amor para conosco. As feridas s\u00e3o para n\u00f3s o sinal de que Ele nos compreende e de que se deixa ferir pelo amor para conosco. Estas suas feridas como podemos n\u00f3s toc\u00e1-las na hist\u00f3ria deste nosso tempo! De fato, Ele deixa-se ferir sempre de novo por n\u00f3s. Que certeza da sua miseric\u00f3rdia e que conforto elas significam para n\u00f3s! E que seguran\u00e7a nos d\u00e3o sobre o que Ele \u00e9: \u2018Meu Senhor e meu Deus!\u2019. E como constituem para n\u00f3s um dever de nos deixarmos por nossa vez por Ele!\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Bento XVI aplica, ent\u00e3o, a si mesmo a grande mensagem da miseric\u00f3rdia ao dizer: \u201cAs miseric\u00f3rdias de Deus acompanham-nos dia ap\u00f3s dia. \u00c9 suficiente que tenhamos o cora\u00e7\u00e3o vigilante para as poder sentir. Somos demasiado inclinados para sentir apenas a fadiga cotidiana que, como filhos de Ad\u00e3o, nos foi imposta. Mas se abrirmos o nosso cora\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o podemos, mesmo imersos nela, ver tamb\u00e9m continuamente quanto Deus \u00e9 bom conosco; como Ele pensa em n\u00f3s nas pequenas coisas, ajudando-nos assim a alcan\u00e7ar as grandes. Com o peso aumentado pela responsabilidade, o Senhor trouxe tamb\u00e9m uma ajuda nova na minha vida. Repetidamente vejo com alegria reconhecida quanto \u00e9 grande o n\u00famero dos que me apoiam com a sua ora\u00e7\u00e3o; que com a sua f\u00e9 e o seu amor me ajudam a desempenhar o meu minist\u00e9rio; que s\u00e3o indulgentes com a minha debilidade, reconhecendo tamb\u00e9m na sombra de Pedro a luz ben\u00e9fica de Jesus Cristo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Papa Francisco pode, a justo t\u00edtulo, ser chamado, por suas palavras e obras, de \u201co Papa da miseric\u00f3rdia\u201d. Foi ele quem abriu, em 8 de dezembro de 2015, o Ano Extraordin\u00e1rio da Miseric\u00f3rdia com a Bula <em>Misericordiae vultus<\/em> (O rosto da miseric\u00f3rdia), que resumia, por assim dizer a bel\u00edssima doutrina da miseric\u00f3rdia muito bem detalhada por S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II, em 1980, na enc\u00edclica <em>Dives in Miseric\u00f3rdia<\/em> (Rico em miseric\u00f3rdia). Escreve Francisco: \u201cJesus Cristo\u00a0\u00e9 o rosto da miseric\u00f3rdia do Pai. O mist\u00e9rio da f\u00e9 crist\u00e3 parece encontrar nestas palavras a sua s\u00edntese. Tal miseric\u00f3rdia tornou-se viva, vis\u00edvel e atingiu o seu cl\u00edmax em Jesus de Nazar\u00e9. O Pai, \u2018rico em miseric\u00f3rdia\u2019 (<em>Ef<\/em>\u00a02,4), depois de ter revelado o seu nome a Mois\u00e9s como \u2018Deus misericordioso e clemente, vagaroso na ira,\u00a0cheio de bondade e fidelidade\u2019\u00a0(<em>Ex<\/em>\u00a034,6), n\u00e3o cessou de dar a conhecer, de v\u00e1rios modos e em muitos momentos da hist\u00f3ria, a\u00a0sua natureza divina. Na \u2018plenitude do tempo\u2019 (<em>Gl<\/em>\u00a04,4), quando tudo estava pronto segundo o\u00a0seu plano de salva\u00e7\u00e3o, mandou o seu Filho, nascido da Virgem Maria, para nos revelar, de modo definitivo, o seu amor. Quem O v\u00ea, v\u00ea o Pai (cf.\u00a0<em>Jo<\/em>\u00a014,9). Com a sua palavra, os seus gestos e toda a sua pessoa,\u00a0Jesus de Nazar\u00e9 revela a miseric\u00f3rdia de Deus\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cPrecisamos sempre de\u00a0contemplar o mist\u00e9rio da miseric\u00f3rdia. \u00c9 fonte de alegria, serenidade e paz. \u00c9 condi\u00e7\u00e3o da nossa salva\u00e7\u00e3o. Miseric\u00f3rdia: \u00e9 a palavra que revela o mist\u00e9rio da Sant\u00edssima Trindade. Miseric\u00f3rdia: \u00e9 o ato \u00faltimo e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Miseric\u00f3rdia: \u00e9 a lei fundamental que mora no cora\u00e7\u00e3o de cada pessoa, quando v\u00ea com olhos sinceros o irm\u00e3o que encontra no caminho da vida. Miseric\u00f3rdia: \u00e9 o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o cora\u00e7\u00e3o \u00e0 esperan\u00e7a de sermos amados para sempre, apesar da limita\u00e7\u00e3o do nosso pecado.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mais adiante, escreve o Santo Padre: \u201c\u2018\u00c9 pr\u00f3prio de Deus\u00a0usar de miseric\u00f3rdia e, nisto, se manifesta de modo especial a sua onipot\u00eancia\u2019.\u00a0Estas palavras de S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino mostram como a miseric\u00f3rdia divina n\u00e3o \u00e9, de modo algum, um sinal de fraqueza, mas antes a qualidade da onipot\u00eancia de Deus. \u00c9 por isso que a liturgia, numa das suas coletas mais antigas, convida a rezar assim: \u2018Senhor, que dais a maior prova do vosso poder quando perdoais e Vos compadeceis\u2026\u2019\u00a0Deus permanecer\u00e1 para sempre na hist\u00f3ria da humanidade como Aquele que est\u00e1 presente, Aquele que \u00e9 pr\u00f3ximo, providente, santo e misericordioso\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ainda: \u201cA Igreja tem a miss\u00e3o de anunciar\u00a0a miseric\u00f3rdia de Deus, cora\u00e7\u00e3o pulsante do Evangelho, que por meio dela deve chegar ao cora\u00e7\u00e3o e \u00e0 mente de cada pessoa. A Esposa de Cristo assume o comportamento do Filho de Deus, que vai ao encontro de todos sem excluir ningu\u00e9m. No nosso tempo, em que a Igreja est\u00e1 comprometida na nova evangeliza\u00e7\u00e3o, o tema da miseric\u00f3rdia exige ser reproposto com novo entusiasmo e uma a\u00e7\u00e3o pastoral renovada. \u00c9 determinante para a Igreja e para a credibilidade do seu an\u00fancio que viva e testemunhe, ela mesma, a miseric\u00f3rdia. A sua linguagem e os seus gestos, para penetrarem no cora\u00e7\u00e3o das pessoas e desafi\u00e1-las a encontrar novamente a estrada para regressar ao Pai, devem irradiar miseric\u00f3rdia\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Irm\u00e3o e irm\u00e3, convido a todos e a cada um(a), neste tempo favor\u00e1vel da gra\u00e7a de Deus, a aplicarmos, com afinco, a rica doutrina da miseric\u00f3rdia \u2013 que aqui recordamos dos Papas mais recentes, mas que \u00e9 doutrina perene da Igreja \u2013 em nossos gestos e palavras. Com fundamento em Mt 25 (O Ju\u00edzo Final), a M\u00e3e Igreja nos assinala sete obras de miseric\u00f3rdia corporais e sete espirituais. S\u00e3o corporais: 1) Dar de comer a quem tem fome; 2) Dar de beber a quem tem sede; 3) Dar pousada aos peregrinos; 4) Vestir os nus; 5) Visitar os enfermos; 6) Visitar os presos e 7) Enterrar os mortos. S\u00e3o espirituais: 1) Ensinar os ignorantes; 2) Dar bom conselho; 3) Corrigir os que erram; 4) Perdoar as inj\u00farias; 5) Consolar os tristes; 6) Sofrer com paci\u00eancia as fraquezas do nosso pr\u00f3ximo e 7) Rezar a Deus por vivos e defuntos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c0 luz desta lista, examinemos nossa consci\u00eancia a fim de sabermos se temos, ou n\u00e3o, sido misericordiosos com os nossos irm\u00e3os e irm\u00e3s. Santa Faustina Kowaslka interceda junto a Deus por n\u00f3s a fim de que a Festa da Divina Miseric\u00f3rdia nos leve a ser cada dia mais misericordiosos neste mundo t\u00e3o carente de provas vivas do amor de Deus. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cardeal Orani Jo\u00e3o Tempesta Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) &nbsp; Em abril de 2000, o Papa S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II proclamou \u2013 para ser celebrada todo segundo Domingo da P\u00e1scoa (Oitava) \u2013 a Festa da Divina Miseric\u00f3rdia. 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