{"id":930892,"date":"2022-09-26T15:14:03","date_gmt":"2022-09-26T18:14:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/?p=930892"},"modified":"2022-09-27T13:57:21","modified_gmt":"2022-09-27T16:57:21","slug":"dom-fernando-lisboa-sinodalidade-e-missao-jovens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/dom-fernando-lisboa-sinodalidade-e-missao-jovens\/","title":{"rendered":"Sinodalidade e miss\u00e3o: lugar das jovens e dos jovens"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Dom Luiz Fernando Lisboa<\/strong><br \/>\n<strong>Bispo de Cachoeiro de Itapemirim (ES)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Sinodalidade e miss\u00e3o: na Igreja sinodal, onde est\u00e3o e qual o lugar das jovens e dos jovens?<\/strong><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Assembleia Eclesial da Am\u00e9rica Latina e Caribe e o S\u00ednodo sobre a Sinodalidade tiveram in\u00edcio na mesma \u00e9poca: Outubro e Novembro de 2021. Os dois acontecimentos s\u00e3o processos abertos, iniciados, mas sem data de conclus\u00e3o. S\u00e3o um verdadeiro desafio colocar a Igreja Povo de Deus, em sinodalidade, a caminho, em miss\u00e3o.<\/p>\n<p>O papa Francisco pediu que a Assembleia Eclesial retomasse Aparecida e assim o fizemos. Na verdade, muitas reflex\u00f5es da Confer\u00eancia de Aparecida j\u00e1 tinham sido feitas nas Confer\u00eancias passadas, sobretudo nas de Medellin e Puebla: a op\u00e7\u00e3o preferencial pelos pobres, a op\u00e7\u00e3o preferencial pelos jovens, as comunidades eclesiais de base, a centralidade da Palavra, a participa\u00e7\u00e3o das mulheres, as culturas e a interculturalidade, a miss\u00e3o, entre outras.<\/p>\n<p>A Assembleia Eclesial, com o Documento de Aparecida nas m\u00e3os, a partir testemunhos, de reflex\u00f5es teol\u00f3gico-b\u00edblico-pastorais e dos trabalhos em grupos, alertou nossa Igreja latino-americana para <strong>41 desafios pastorais<\/strong> e, juntos, chegamos \u00e0 escolha de <strong>12 prioridades<\/strong>, sem deixar de lado os desafios. Entre as prioridades, chamou a aten\u00e7\u00e3o que a primeira delas tenha sido: <strong>\u201cReconhecer e valorizar o protagonismo dos jovens na comunidade eclesial e na sociedade como agentes de transforma\u00e7\u00e3o\u201d.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h3><strong>O que j\u00e1 se disse sobre a Juventude na Igreja ap\u00f3s o Vaticano II?<\/strong><\/h3>\n<p>A Confer\u00eancia de <strong>Medell\u00edn (1968)<\/strong> afirmou que<\/p>\n<p><em>frequentemente os jovens identificam a Igreja com os bispos e os sacerdotes. Por n\u00e3o terem sido chamados a uma plena participa\u00e7\u00e3o na comunidade eclesial, n\u00e3o se consideram como integrantes da Igreja. A linguagem comum da transmiss\u00e3o da palavra (prega\u00e7\u00e3o, documentos pastorais etc.), s\u00e3o-lhes muitas vezes estranhos e por isso n\u00e3o t\u00eam influ\u00eancia em suas vidas. Esperam dos pastores que n\u00e3o somente divulguem princ\u00edpios doutrinais, mas que os provem com atitudes e realiza\u00e7\u00f5es concretas. D\u00e1-se o caso de jovens que condicionam a aceita\u00e7\u00e3o dos pastores \u00e0 coer\u00eancia de suas atitudes com a dimens\u00e3o social do Evangelho: (\u00ab&#8230;o mundo, disse Paulo VI, nos observa hoje de modo particular com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pobreza e \u00e0 simplicidade de vida\u2026\u00bb<\/em>). (Med 5. Juventudes 1.1.5).<\/p>\n<p>Na Confer\u00eancia de <strong>Puebla (1979) <\/strong>a Igreja fez a \u201cop\u00e7\u00e3o preferencial pelos jovens\u201d e afirmou que <em>\u201cconfia neles e que eles s\u00e3o a sua esperan\u00e7a\u201d<\/em> (DP 1186), al\u00e9m de que<\/p>\n<p><em>os jovens devem sentir que s\u00e3o Igreja, experimentando-a como lugar de comunh\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o. Por isso, a Igreja aceita suas cr\u00edticas, por reconhecer-se limitada em seus membros, e os quer gradualmente respons\u00e1veis na sua constru\u00e7\u00e3o at\u00e9 que os envie como testemunhas e mission\u00e1rios, especialmente \u00e0 grande massa juvenil. Nela, os jovens sentem-se povo novo, o povo das bem-aventuran\u00e7as, sem outra seguran\u00e7a que a de Cristo; um povo dotado de cora\u00e7\u00e3o de pobre, contemplativo, em atitude de escutar e discernir evangelicamente, construtor de paz, portador de alegria e de um projeto libertador integral em favor, sobretudo, de seus irm\u00e3os jovens. <\/em>(DP 1184).<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em>Para Puebla, \u00e9 preciso investir fortemente na Pastoral Juvenil pois<\/p>\n<p><em>a juventude n\u00e3o se pode considerar em abstrato, nem \u00e9 um grupo isolado no corpo social. Por isso, ela requer pastoral articulada que permita comunica\u00e7\u00e3o efetiva entre os diversos per\u00edodos da juventude e continuidade de forma\u00e7\u00e3o e compromisso depois, na idade adulta.<\/em> (DP 1204).<\/p>\n<p><strong>Santo Domingo (1992)<\/strong> d\u00e1 continuidade ao apoio e \u00e0quele espa\u00e7o que os jovens devem ocupar nas suas comunidades e ressalta que<em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>na Igreja da Am\u00e9rica Latina, os jovens cat\u00f3licos organizados em grupos, pedem aos pastores acompanhamento espiritual e apoio em suas atividades, mas necessitam sobretudo em cada pa\u00eds de linhas pastorais claras que contribuam para uma pastoral juvenil org\u00e2nica\u201d<\/em> (SD 113).<\/p>\n<p>Os bispos em Santo Domingo chegam a prometer:<\/p>\n<p><em>N\u00f3s nos propomos executar as seguintes a\u00e7\u00f5es pastorais: \u2013 Reafirmar a \u201cop\u00e7\u00e3o preferencial\u201d pelos jovens proclamada em Puebla, n\u00e3o s\u00f3 de modo afetivo mas tamb\u00e9m efetivamente; isto deve significar uma op\u00e7\u00e3o concreta por uma pastoral juvenil org\u00e2nica, onde haja um acompanhamento e apoio real com di\u00e1logo m\u00fatuo entre jovens, pastores e comunidades. A efetiva op\u00e7\u00e3o pelos jovens exige maiores recursos pessoais e materiais por parte das par\u00f3quias e das dioceses. Esta pastoral juvenil deve ter sempre uma dimens\u00e3o vocacional. <\/em>(SD 114).<\/p>\n<p>Em <strong>Aparecida (2007)<\/strong>, a Igreja \u00e9 chamada a estimular a pastoral dos adolescentes, com suas pr\u00f3prias caracter\u00edsticas pois o adolescente procura uma experi\u00eancia de amizade com Jesus (DAp 442) e, al\u00e9m disso, os jovens e adolescentes constituem a grande maioria da Am\u00e9rica Latina e do Caribe e representam enorme potencial para o presente e o futuro da Igreja e de nossos povos, como disc\u00edpulos mission\u00e1rios (DAp 443).<\/p>\n<p>Aparecida ainda acentua a import\u00e2ncia da Pastoral da Juventude pois ela <em>\u201cajudar\u00e1 os jovens a se formar de maneira gradual, para a a\u00e7\u00e3o social e pol\u00edtica e a mudan\u00e7a de estruturas, conforme a Doutrina Social da Igreja, fazendo pr\u00f3pria a op\u00e7\u00e3o preferencial e evang\u00e9lica pelos pobres e necessitados\u201d<\/em> (DAp 446e).<\/p>\n<p>Na Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica <strong>Christus Vivit<\/strong>, elaborada depois e como fruto do S\u00ednodo sobre a Juventude (2019), o papa Francisco pergunta:<\/p>\n<p><em>\u00abPara onde Jesus nos manda? N\u00e3o h\u00e1 fronteiras, n\u00e3o h\u00e1 limites: envia-nos a todas as pessoas. O Evangelho \u00e9 para todos, e n\u00e3o apenas para alguns. N\u00e3o \u00e9 apenas para aqueles que parecem a nossos olhos mais pr\u00f3ximos, mais abertos, mais acolhedores. \u00c9 para todas as pessoas. N\u00e3o tenhais medo de ir e levar Cristo a todos os ambientes, at\u00e9 \u00e0s periferias existenciais, incluindo quem parece mais distante, mais indiferente. O Senhor procura a todos, quer que todos sintam o calor da sua miseric\u00f3rdia e do seu amor\u00bb. E convida-nos a levar, sem medo, o an\u00fancio mission\u00e1rio aos locais onde nos encontrarmos e \u00e0s pessoas com quem convivermos: no bairro, no estudo, no desporto, nas sa\u00eddas com os amigos, no voluntariado ou no emprego, \u00e9 sempre bom e oportuno partilhar a alegria do Evangelho. \u00c9 assim que o Senhor Se vai aproximando de todos; e pensou em v\u00f3s, jovens, como seus instrumentos para irradiar luz e esperan\u00e7a, porque quer contar com a vossa coragem, frescor e entusiasmo\u201d<\/em> (CV 177).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Qual o espa\u00e7o que a juventude tem ocupado na Igreja, hoje? Outras interroga\u00e7\u00f5es pertinentes<\/strong><\/h3>\n<p>Quando levamos em conta todos os documentos da Igreja que estimulam e valorizam a participa\u00e7\u00e3o da juventude, todas as \u00faltimas JMJs, a recente prioriza\u00e7\u00e3o da Juventude pela Assembleia Eclesial e tantos outros bons prop\u00f3sitos, nos perguntamos: Eles ajudaram ou fizeram realmente a juventude ocupar o seu espa\u00e7o dentro da Igreja e na sociedade? Sim e N\u00e3o!<\/p>\n<p>H\u00e1 comunidades, par\u00f3quias, dioceses nas quais a juventude \u00e9 protagonista e tem grande envolvimento na participa\u00e7\u00e3o e nas tomadas de decis\u00e3o. Elas \u2013 comunidades, par\u00f3quias, dioceses &#8211; entenderam o ensinamento de Puebla que afirma que os jovens devem sentir que s\u00e3o Igreja, experimentando-a como lugar de comunh\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o. E ainda, que, aceitam suas cr\u00edticas e os quer gradualmente respons\u00e1veis na sua constru\u00e7\u00e3o e os enviam como testemunhas e mission\u00e1rios, especialmente \u00e0 grande massa juvenil (DP 1184).<\/p>\n<p>No entanto, h\u00e1 muitas comunidades, par\u00f3quias e dioceses parecidas com realidades da Europa, onde a participa\u00e7\u00e3o \u00e9 maioritariamente de adultos e idosos. Em certas realidades, e n\u00e3o s\u00e3o poucas, a juventude ainda est\u00e1 afastada e n\u00e3o tem vontade de participar porque \u201cincomoda muito\u201d, tamanha a falta de sensibilidade, de acolhida e vontade dos adultos de conviver com esta faixa et\u00e1ria. Muitos jovens n\u00e3o veem nenhum \u201catrativo\u201d na Igreja. Tamb\u00e9m \u00e9 verdade que n\u00e3o se preparam suficientemente pessoas para assessorarem a juventude. Esta assessoria faz muita falta e faz toda a diferen\u00e7a.<\/p>\n<h4><strong>Algumas perguntas para ajudar na nossa reflex\u00e3o: <\/strong><\/h4>\n<p>Quantos jovens h\u00e1 nos nossos conselhos de pastoral comunit\u00e1rio, paroquial e diocesano? Como cuidamos da forma\u00e7\u00e3o da juventude? Qual o acompanhamento que se d\u00e1 aos nossos crismandos e crismados? Por que a maioria abandona a Igreja? Qual a rela\u00e7\u00e3o e o trabalho conjunto entre a PJ e a Catequese Crismal? Qual a import\u00e2ncia que damos ao acompanhamento dos adolescentes em geral? Em que medida envolvemos a juventude em nossas a\u00e7\u00f5es mission\u00e1rias? Qual o conhecimento que oferecemos sobre a Doutrina Social da Igreja, j\u00e1 que eles s\u00e3o t\u00e3o sens\u00edveis a esta tem\u00e1tica? Quais os espa\u00e7os s\u00e3o oferecidos ou conquistados pela juventude na Igreja? Como s\u00e3o acolhidos, acompanhados e orientados os Movimentos juvenis? Qual a liga\u00e7\u00e3o dos Movimentos juvenis com a Pastoral da Juventude e com a Pastoral de Conjunto? O que nos falta fazer para esta integra\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Ainda: Como \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o nos nossos Semin\u00e1rios? Por que muitos padres jovens n\u00e3o querem trabalhar com a juventude? Por que h\u00e1 t\u00e3o poucos padres, religiosas, religiosos, leigos e leigas especializando-se em pastoral juvenil? Por que os bispos n\u00e3o enviam de cada Diocese ao menos tr\u00eas ou quatro pessoas para se especializarem em Pastoral juvenil? Onde est\u00e3o no Brasil e na Am\u00e9rica Latina os Centros especializados em Pastoral juvenil?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>A Igreja n\u00e3o ser\u00e1 sinodal sem os jovens e as jovens<\/strong><\/h3>\n<p>A Igreja sempre foi conduzida por um adulto, ali\u00e1s, na maior parte do tempo e nos \u00faltimos s\u00e9culos, por um idoso. Isto, por\u00e9m, n\u00e3o tira a import\u00e2ncia do quanto ela foi ajudada a mudar e avan\u00e7ar a partir da vis\u00e3o e aud\u00e1cia de muitos jovens e muitas jovens que a desafiaram: Paulo de Tarso, Francisco e Clara de Assis, Terezinha do Menino Jesus, Joana D\u2019arc, Agostinho, Rosa de Lima, Carlos Lwanga, entre tantos outros e outras.<\/p>\n<p>A Assembleia Eclesial aponta esta prioridade da Juventude justamente porque temos longo caminho a percorrer. As comunidades crist\u00e3s devem \u201ccriar\u201d estes espa\u00e7os para os adolescentes e jovens. Os adolescentes e jovens, quando perceberem que n\u00e3o t\u00eam este espa\u00e7o, devem \u201cconquistar\u201d, \u201cexigir\u201d at\u00e9 que consigam. Quando \u00e9 conquistado, tem ainda mais valor.<\/p>\n<p>Jovens, adolescentes, adultos, crian\u00e7as, idosos, vulner\u00e1veis, descartados, todos e todas fazem parte deste Povo de Deus a caminho.<\/p>\n<p>O papa Francisco enviou aos Jovens uma bel\u00edssima mensagem em prepara\u00e7\u00e3o para a 36\u00aa Jornada Mundial da Juventude, a realizar-se em Lisboa, em 2023, baseado no texto b\u00edblico de Atos dos Ap\u00f3stolos 26, 16, quando Jesus diz a Paulo: \u201cLevanta-te! Eu te constituo testemunha do que viste!\u201d. Eis o que o Papa prop\u00f5e aos jovens de hoje:<\/p>\n<p><em>\u2013 Levanta-te e testemunha a tua experi\u00eancia de cego que encontrou a luz, viu o bem e a beleza de Deus em si mesmo, nos outros e na comunh\u00e3o da Igreja que vence toda a solid\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Levanta-te e testemunha o amor e o respeito que se podem estabelecer nas rela\u00e7\u00f5es humanas, na vida familiar, no di\u00e1logo entre pais e filhos, entre jovens e idosos.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Levanta-te e defende a justi\u00e7a social, a verdade e a retid\u00e3o, os direitos humanos, os perseguidos, os pobres e vulner\u00e1veis, aqueles que n\u00e3o t\u00eam voz na sociedade, os imigrantes.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Levanta-te e testemunha o novo olhar que te faz ver a cria\u00e7\u00e3o com olhos cheios de maravilha, te faz reconhecer a Terra como a nossa casa comum e te d\u00e1 a coragem de defender a ecologia integral.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Levanta-te e testemunha que as exist\u00eancias fracassadas podem ser reconstru\u00eddas, as pessoas j\u00e1 mortas no esp\u00edrito podem ressuscitar, as pessoas escravizadas podem voltar a ser livres, os cora\u00e7\u00f5es oprimidos pela tristeza podem reencontrar a esperan\u00e7a\u201d.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Levanta-te e testemunha com alegria que Cristo vive! Espalha a sua mensagem de amor e salva\u00e7\u00e3o entre os teus coet\u00e2neos, na escola, na universidade, no trabalho, no mundo digital, por todo o lado. <\/em>(Mensagem do papa Francisco em prepara\u00e7\u00e3o para a 36\u00aa Jornada Mundial da Juventude)<\/p>\n<p>Para que este caminho da Sinodalidade seja realmente aut\u00eantico, \u00e9 fundamental a participa\u00e7\u00e3o e a contribui\u00e7\u00e3o dos Jovens na miss\u00e3o da Igreja, especialmente trazendo o que eles t\u00eam de melhor: a provoca\u00e7\u00e3o, a inquieta\u00e7\u00e3o e a alegria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dom Luiz Fernando Lisboa Bispo de Cachoeiro de Itapemirim (ES) &nbsp; Sinodalidade e miss\u00e3o: na Igreja sinodal, onde est\u00e3o e qual o lugar das jovens e dos jovens? &nbsp; A Assembleia Eclesial da Am\u00e9rica Latina e Caribe e o S\u00ednodo sobre a Sinodalidade tiveram in\u00edcio na mesma \u00e9poca: Outubro e Novembro de 2021. 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