{"id":932921,"date":"2022-11-01T10:58:19","date_gmt":"2022-11-01T13:58:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/?p=932921"},"modified":"2022-11-01T10:58:39","modified_gmt":"2022-11-01T13:58:39","slug":"a-importancia-do-associacionismo-na-pastoral-juvenil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/a-importancia-do-associacionismo-na-pastoral-juvenil\/","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia do associacionismo na Pastoral Juvenil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Dom Antonio de Assis<\/strong><br \/>\n<strong>Bispo auxiliar de Bel\u00e9m do Par\u00e1 (PA)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><span data-contrast=\"auto\">A IMPORT\u00c2NCIA DO ASSOCIACIONISMO NA PASTORAL JUVENIL:<\/span><\/b><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><b><span data-contrast=\"auto\">aspectos b\u00edblicos e pastorais (2)<\/span><\/b><br \/>\n<span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Continuemos a nossa reflex\u00e3o sobre o associacionismo eclesial iniciada no artigo anterior, mas com especial acento sobre a Pastoral Juvenil. O termo \u201cassociacionismo eclesial\u201d se refere ao fen\u00f4meno da exist\u00eancia de muitas e variadas formas de associa\u00e7\u00f5es de pessoas dentro da Igreja Cat\u00f3lica.\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Na Igreja, na verdade, nada fazemos isoladamente;<\/span><span data-contrast=\"auto\"> \u00e9 por isso que existem os movimentos<\/span><span data-contrast=\"auto\">, as pastorais, as associa\u00e7\u00f5es, os grupos, as irmandades etc. \u00c9 necess\u00e1rio aprofundarmos esse dinamismo da vida eclesial para que possamos melhor entender a import\u00e2ncia deles na vida da Igreja. O associacionismo \u00e9 uma forma de afugentar o individualismo pastoral e o intimismo espiritual que pode comprometer a verdadeira espiritualidade crist\u00e3 e as boas atitudes do aut\u00eantico disc\u00edpulo mission\u00e1rio de Jesus Cristo.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">A experi\u00eancia do mandamento do Amor a Deus e ao pr\u00f3ximo nos convidam a viver a f\u00e9 crist<\/span><span data-contrast=\"auto\">\u00e3 em \u201csociedade\u201d<\/span><span data-contrast=\"auto\">; portanto, quem n\u00e3o dilata a sua dimens\u00e3o social n<\/span><span data-contrast=\"auto\">\u00e3o ser\u00e1 capaz de <\/span><span data-contrast=\"auto\">praticar a caridade e nem viver em comunidade. Por isso tanto falamos de uni\u00e3o, comunh\u00e3o, solidariedade, corresponsabilidade, sinodalidade etc. A viv\u00eancia desse dinamismo de v\u00ednculos alicer\u00e7ados na caridade, promotor da unidade e da comunh\u00e3o, segundo s\u00e3o Paulo, <\/span><span data-contrast=\"auto\">\u00e9<\/span><span data-contrast=\"auto\"> sinal de consolo pessoal, conforto em Cristo, consola\u00e7\u00e3o, alegria para o disc\u00edpulo de Jesus Cristo (cf. Fl 1,1-2). A experi\u00eancia de vida em grupo nos ajuda a colocar em pr\u00e1tica a nossa f\u00e9!<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b style=\"font-style: inherit;\"><span data-contrast=\"auto\">Refer\u00eancias a grupos no Novo Testamento<\/span><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Em toda a Sagrada Escritura h\u00e1 muitas refer\u00eancias a grupos relacionados \u00e0 experi\u00eancia religiosa. Isso n\u00e3o \u00e9 diferente no Novo Testamento. No tempo de Jesus j\u00e1 havia diversos grupos dentro do juda\u00edsmo, como por exemplo, os fariseus, os saduceus, os zelotas, os ess\u00eanios e os herodianos. Cada uma dessas \u201cassocia\u00e7\u00f5es\u201d tinha suas caracter\u00edsticas espec\u00edficas. Jo\u00e3o Batista tinha um grupo de disc\u00edpulos que caminhavam com ele (cf. Mt 9,14; Jo 3,25).\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Tamb\u00e9m Jesus adotou a din\u00e2mica associativa formando o grupo dos Doze (cf. Mt 10,2; Mc 3,14-16). Essa primeira experi\u00eancia associativa<\/span><span data-contrast=\"auto\"> \u00e9<\/span><span data-contrast=\"auto\"> o embri\u00e3o da Igreja que depois vai se desenvolvendo e vivenciando o mesmo ideal, fundamento e miss\u00e3o. Encontramos tamb\u00e9m nos evangelhos a refer\u00eancia a um grupo de mulheres disc\u00edpulas de Jesus e solid\u00e1rias que o assistiam e os doze em suas necessidades (cf. Lc 8,2-3; Mc 15,50-41). N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas que a\u00ed, encontramos o mais remoto germe das irmandades, profundamente marcadas pelas pr\u00e1ticas de piedade e experi\u00eancia da filantropia.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">N<\/span><span data-contrast=\"auto\">\u00e3o podemos esquecer a refer\u00eancia associativa presente na din\u00e2mica do envio<\/span><span data-contrast=\"auto\"> dos disc\u00edpulos \u201cdois a dois\u201d (cf. Lc 10,1). A inten\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo era aquela de que a experi\u00eancia da evangeliza\u00e7\u00e3o deve ter uma dimens\u00e3o comunit\u00e1ria e fraterna. Outro gesto significativo por parte de Jesus em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 experi\u00eancia de grupo, aconteceu no deserto quando, para alimentar o povo, mandou o povo se sentar em grupo (cf. Mc 6,39-40). Aqui a din\u00e2mica de grupo nos estimula a pensar na import\u00e2ncia da estrat\u00e9gia organizacional no enfrentamento dos problemas coletivos. A diversidade de grupos no interior da Igreja e, de modo particular, dentro da Pastoral Juvenil, nos convidam a pensar que a evangeliza\u00e7\u00e3o deve ter uma dimens\u00e3o administrativa e ser org\u00e2nica.\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Narra o evangelista Jo\u00e3o que certo ano, no tempo da P\u00e1scoa, apareceu em Jerusal\u00e9m um grupo de gregos que se dirigiram a Felipe e, este, com Andr<\/span><span data-contrast=\"auto\">\u00e9,<\/span><span data-contrast=\"auto\"> os levaram a Jesus (cf. Jo 12,22-29). Filipe e Andr\u00e9, que representam um grupo de disc\u00edpulo, s\u00e3o instrumentos atrav\u00e9s do qual <\/span><span data-contrast=\"auto\">\u00e9 promovida o encontro de pag\u00e3o com Jesus Cristo. A finalidade do grupo <\/span><span data-contrast=\"auto\">na a\u00e7\u00e3o pastoral, ultrapassa o aspecto socioafetivo interno e se faz instrumento para uma evangeliza\u00e7\u00e3o mais forte, vis\u00edvel e efetiva.\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b style=\"font-style: inherit;\"><span data-contrast=\"auto\">A experi\u00eancia de grupos na Igreja Primitiva<\/span><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Al\u00e9m dos relatos presentes nos evangelhos h\u00e1 tamb\u00e9m no Novo Testamento outras refer\u00eancias importantes sobre o associacionismo evangelizador que nos estimulam a aprofundar a import\u00e2ncia da promo\u00e7\u00e3o de \u201cgrupos\u201d como instrumento da anima\u00e7\u00e3o pastoral nas par\u00f3quias, sobretudo dentro da pastoral juvenil. Todavia, essa experi\u00eancia \u00e9 muito bem-vinda tamb\u00e9m na promo\u00e7\u00e3o de processos educativos dentro das escolas Cat\u00f3licas.\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">No in\u00edcio de tudo, percebemos um processo evolutivo: o grupo dos doze, cresce e transforma-se numa comunidade. A comunidade primitiva n\u00e3o era constitu\u00edda simplesmente pelos Doze, mas dela fazia parte algumas mulheres, outros homens e alguns parentes de Jesus (cf. At 1,13-14). Isso significa que o aut\u00eantico grupo eclesial, deve ser din\u00e2mico, n\u00e3o deve fechar-se, isolar-se, envelhecer-se. Deve ser capaz de nutrir-se e crescer a ponto de ser for\u00e7a transformadora interna e externa. O grupo que n\u00e3o se renova, atrapalha, enfraquece o dinamismo da Igreja e morre! O grupo eclesial onde ningu\u00e9m entra e ningu\u00e9m sai, est\u00e1 fadado ao fracasso e nega a sua raz\u00e3o de ser!\u00a0\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Muitas refer\u00eancias de grupo encontramos na labuta mission\u00e1ria de Paulo, que n\u00e3o trabalhava sozinho! Muitos foram os seus colaboradores, tais como <\/span><span data-contrast=\"none\">Urbano (cf. Rm 16,9), Tim\u00f3teo (cf. Rm 16,21), Prisca,<\/span><span data-contrast=\"none\"> \u00c1quila<\/span><span data-contrast=\"none\"> e Tito (cf. 2Cor 8,23), Tim\u00f3teo (cf. 1Ts 3,2), Aristarco, Demas e Lucas (cf. Fm 1,24), Clemente (cf. Fl 4,3) etc. Paulo n\u00e3o s\u00f3 cita pessoas do seu grupo de colaboradores, mas tamb\u00e9m nos ajuda na reflex\u00e3o sobre a significatividade pastoral dos grupos: no grupo todos colaboram e se afadigam na mesma obra para a edifica\u00e7\u00e3o da Igreja, em vista do Reino de Deus e, assim se tornam colaboradores de Deus (cf. 1Cor 16,16; 2Cor 6,1). O grupo eclesial, na sua diversidade de sujeitos, n\u00e3o deve estar submisso ao carisma e nem caprichos de nenhum, pois \u201caquele que planta e aquele que rega s\u00e3o iguais; e cada um vai receber o seu pr\u00f3prio sal\u00e1rio, segundo a medida do seu trabalho. N\u00f3s trabalhamos juntos na obra de Deus&#8230;\u201d (1Cor 1,8-9).\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Na primeira Carta a Tim\u00f3teo, S\u00e3o Paulo acusa a exist\u00eancia do grupo das vi\u00favas, o qual tinha crit\u00e9rios espec\u00edficos para nele serem admitidas (cf. 1Tim 5,9), por outro lado, tamb\u00e9m nas comunidades primitivas havia outros grupos como o dos presb\u00edteros (cf. 1Tim 5,7; 1Pd 5,1), di\u00e1conos (cf. At 6,1-6;1Tim 3,8-12), ep<\/span><span data-contrast=\"auto\">\u00ed<\/span><span data-contrast=\"auto\">scopos (cf. Fl 1,1;1Tim 3,2).\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b style=\"font-style: inherit;\"><span data-contrast=\"auto\">Refer\u00eancias a grupos negativos<\/span><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Apesar dessas diversas refer\u00eancias positivas de grupos a servi\u00e7os da causa do evangelho, \u00e9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m acenarmos para o fato de que tanto Jesus Cristo como os ap\u00f3stolos, enfrentaram grupos causadores de problemas nas comunidades. No caso de Jesus, basta citarmos, por exemplo, as atitudes do grupo dos fariseus e saduceus abundantemente citados nos evangelhos e que sempre assumiam uma postura contr\u00e1ria a Jesus e at\u00e9 violenta (cf. Mt 23,1-36).\u00a0\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Na Comunidade de Roma havia um grupo provocador de divis\u00e3o, disc\u00f3rdias e nega\u00e7\u00e3o da doutrina ensinada (cf. Rm <\/span><span data-contrast=\"auto\">16,17-18); em Corinto e Filipos havia falsos ap\u00f3stolos, oper\u00e1rios fraudulentos, disfar\u00e7ados de ap\u00f3stolos de Cristo (cf. 2Cor 11,13-15; Fil 3,2-3); Pedro acusou a exist\u00eancia de um grupo de falsos mestres semeadores de doutrinas perniciosas, dissolutas e apegados ao dinheiro (cf. 2Pedro 2,1-3).\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span data-contrast=\"auto\">Tudo isso significa que a ambival\u00eancia de cada indiv\u00edduo contribui para uma poss\u00edvel atitude e atividade amb\u00edgua de um grupo, pois cada pessoa \u00e9 portadora de grandezas e mis\u00e9rias, defeitos e virtudes. Portanto, os l\u00edderes devem estar atentos a uma s\u00e9rie de fatores para que cada grupo com sua a\u00e7\u00e3o edifique a Igreja de Cristo e promova o Reino de Deus. Esses fatores refletiremos no pr\u00f3ximo artigo.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><span data-contrast=\"auto\">PARA A REFLEX\u00c3O PESSOAL:<\/span><\/b><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Qual \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o de um grupo eclesial?<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Jesus Cristo deu import\u00e2ncia ao grupo?<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Como aparecem os grupos na Igreja Primitiva?<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dom Antonio de Assis Bispo auxiliar de Bel\u00e9m do Par\u00e1 (PA) &nbsp; &nbsp; A IMPORT\u00c2NCIA DO ASSOCIACIONISMO NA PASTORAL JUVENIL:\u00a0aspectos b\u00edblicos e pastorais (2) \u00a0 Continuemos a nossa reflex\u00e3o sobre o associacionismo eclesial iniciada no artigo anterior, mas com especial acento sobre a Pastoral Juvenil. 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