{"id":933431,"date":"2022-11-11T09:00:03","date_gmt":"2022-11-11T12:00:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/?p=933431"},"modified":"2022-11-11T12:57:21","modified_gmt":"2022-11-11T15:57:21","slug":"cimi-encerra-congresso-de-50-anos-com-manifesto-memoria-e-compromisso-esperancando-a-causa-indigena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cimi-encerra-congresso-de-50-anos-com-manifesto-memoria-e-compromisso-esperancando-a-causa-indigena\/","title":{"rendered":"Cimi encerra Congresso de 50 anos com manifesto: \u201cmem\u00f3ria e compromisso esperan\u00e7ando a causa ind\u00edgena\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Com celebra\u00e7\u00e3o religiosa e a leitura do \u201cManifesto do Congresso de 50 anos do Cimi: mem\u00f3ria e compromisso esperan\u00e7ando a causa ind\u00edgena\u201d, mission\u00e1rios e mission\u00e1rias, lideran\u00e7as ind\u00edgenas e defensores dos direitos dos povos origin\u00e1rios encerraram as atividades do Congresso de 50 anos de caminhada do Conselho Indigenista Mission\u00e1rio na tarde desta quinta-feira (10). O evento foi realizado de 8 a 10 de novembro, no Centro de Forma\u00e7\u00e3o Vicente Can\u00e3s, em Luzi\u00e2nia (GO).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a participa\u00e7\u00e3o de mais de 300 mission\u00e1rias, mission\u00e1rios, aliadas e aliados da causa ind\u00edgena e representantes de pelo menos 20 povos ind\u00edgenas, o Congresso foi estruturado em quatro eixos: M\u00edstica, Mem\u00f3ria, Resist\u00eancia e Esperan\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO primeiro dos quatro eixos do Congresso, a M\u00edstica, perpassa as outras dimens\u00f5es \u2013 a Mem\u00f3ria, a Resist\u00eancia e a Esperan\u00e7a \u2013 singularizando a atua\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica do Cimi nestes 50 anos\u201d, afirma o manifesto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO Congresso foi tamb\u00e9m espa\u00e7o para fazer Mem\u00f3ria do passado colonial e nos protege contra a repeti\u00e7\u00e3o traum\u00e1tica desse passado\u201d, prossegue o documento, no qual o Cimi pede perd\u00e3o aos povos ind\u00edgenas pelos pecados da coloniza\u00e7\u00e3o, \u201cda qual participamos ao longo desses mais de 500 anos\u201d, e agradece aos povos pelos aprendizados compartilhados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAgradecemos aos povos origin\u00e1rios a gra\u00e7a pascal de acompanhar suas incans\u00e1veis lutas, sustentadas nas ancestralidades e na certeza de que h\u00e1 outros mundos poss\u00edveis\u201d, afirma o documento. \u201cA esperan\u00e7a que se renova em cada luta, em cada movimento, em cada ato de resist\u00eancia dos povos e comunidades ind\u00edgenas \u00e9 facho de luz, que ilumina e orienta tamb\u00e9m a nossa miss\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>Confira o manifesto na \u00edntegra:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"titulo-nota\" style=\"text-align: center;\"><em><strong>MANIFESTO DO CONGRESSO DE 50 ANOS DO CIMI: MEM\u00d3RIA E COMPROMISSO ESPERAN\u00c7ANDO A CAUSA IND\u00cdGENA<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Celebramos, entre os dias 8 a 10 de novembro de 2022, o Congresso dos 50 anos de caminhada do Conselho Indigenista Mission\u00e1rio (Cimi). Realizado no Centro de Forma\u00e7\u00e3o Vicente Ca\u00f1as, em Luzi\u00e2nia, Goi\u00e1s, teve como tema \u201cM\u00edstica, Mem\u00f3ria, Resist\u00eancia e Esperan\u00e7a: 50 anos a servi\u00e7o da vida dos Povos Ind\u00edgenas\u201d e o lema \u201cVivendo com as diferentes culturas na perspectiva do Bem Viver\u201d. Participaram mais de 300 mission\u00e1rias, mission\u00e1rios, aliadas e aliados da causa ind\u00edgena e representantes de pelo menos 20 povos ind\u00edgenas.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>O primeiro dos quatro eixos do Congresso, a M\u00edstica, perpassa as outras dimens\u00f5es \u2013 a Mem\u00f3ria, a Resist\u00eancia e a Esperan\u00e7a \u2013 singularizando a atua\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica do Cimi nestes 50 anos. O Congresso foi tamb\u00e9m espa\u00e7o para fazer Mem\u00f3ria do passado colonial e nos protege contra a repeti\u00e7\u00e3o traum\u00e1tica desse passado. A RESIST\u00caNCIA hist\u00f3rica dos povos ind\u00edgenas contra o colonialismo, renovada constantemente em lutas, atos, mobiliza\u00e7\u00f5es, retomadas e autodemarca\u00e7\u00f5es, abre caminhos de ESPERAN\u00c7A.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Nesses 50 anos, a luta pela justi\u00e7a e em defesa da vida em plenitude orientou e orienta a atua\u00e7\u00e3o do Cimi, que caminha solidariamente com povos e comunidades, almejando a constru\u00e7\u00e3o de outra sociedade, inspirada na vis\u00e3o real e ut\u00f3pica das sociedades ind\u00edgenas. Nelas prevalece a constru\u00e7\u00e3o da pessoa sobre a produ\u00e7\u00e3o de bens, a participa\u00e7\u00e3o sobre a competi\u00e7\u00e3o, a reciprocidade sobre a acumula\u00e7\u00e3o e o di\u00e1logo sobre a palavra autorit\u00e1ria.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>O Cimi nasceu como filho do Conc\u00edlio Vaticano II (1962-1965) e como organismo anexo \u00e0 Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em 1972, no oitavo ano da ditadura militar. A ideologia desenvolvimentista e autorit\u00e1ria daquela \u00e9poca vislumbrava o exterm\u00ednio e a integra\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria como destino para os povos ind\u00edgenas. Neste contexto, instaurou-se a urg\u00eancia de se criar uma pastoral em defesa destes povos.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>No mesmo ano, em 25 de setembro de 1972, foram inaugurados os primeiros 1.254 km da rodovia Transamaz\u00f4nica (BR-230), cujo tra\u00e7ado atingiu mortalmente 29 territ\u00f3rios ind\u00edgenas. Pela TV brasileira, o evento foi festejado como um dos esteios do \u201cmilagre brasileiro\u201d. Na mesma \u00e9poca, a den\u00fancia de uma \u201cBiafra brasileira\u201d no Vale do Guapor\u00e9 percorreu a imprensa internacional. O tra\u00e7ado da BR-364, de Cuiab\u00e1 para Porto Velho, que atravessou o cora\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio Nambiquara, causou a contamina\u00e7\u00e3o por sarampo e a morte de todas as crian\u00e7as e jovens menores de 15 anos. Esse foi um entre tantos outros genoc\u00eddios e crimes praticados nos anos de autoritarismo.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Passados 50 anos desde a funda\u00e7\u00e3o do Cimi, pedimos, nesse manifesto, em nome da nossa Igreja, perd\u00e3o aos povos ind\u00edgenas pelos pecados da coloniza\u00e7\u00e3o da qual participamos ao longo desses mais de 500 anos. Ao mesmo tempo, agradecemos aos povos origin\u00e1rios a gra\u00e7a pascal de acompanhar suas incans\u00e1veis lutas, sustentadas nas ancestralidades e na certeza de que h\u00e1 outros mundos poss\u00edveis. A esperan\u00e7a que se renova em cada luta, em cada movimento, em cada ato de resist\u00eancia dos povos e comunidades ind\u00edgenas \u00e9 facho de luz, que ilumina e orienta tamb\u00e9m a nossa miss\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Na constru\u00e7\u00e3o de um projeto de vida em plenitude para os povos origin\u00e1rios, sofremos a dor de ver assassinados tantos l\u00edderes ind\u00edgenas e tamb\u00e9m tantos mission\u00e1rios e mission\u00e1rias. Neste momento de celebra\u00e7\u00e3o dos 50 anos do Cimi, lembramos muitos nomes desses m\u00e1rtires na mem\u00f3ria e no cora\u00e7\u00e3o. Tantas vidas ind\u00edgenas s\u00e3o ceifadas, ano a ano, pela a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o do Estado brasileiro. Cada um e cada uma marcaram os 50 anos do Cimi e est\u00e3o inscritos \u201cno livro da vida\u201d (Apc 13,8).<\/em><\/p>\n<p><em>Nesse manifesto agradecemos, sobretudo:<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 aos povos ind\u00edgenas, que nos ensinaram a viver na alegria de uma \u201csobriedade feliz\u201d (Laudato Si, 224s) e resistir ao colapso ambiental;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 aos nossos m\u00e1rtires, que assumiram a miss\u00e3o com todos os riscos que ela implica e que deram sua vida pela causa ind\u00edgena;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 \u00e0 CNBB, que nos deu o amparo institucional para navegar contra as correntezas destrutivas e excludentes em tempos de autoritarismo e que assume conosco, no tempo presente, o compromisso com a defesa da justi\u00e7a, da dignidade e da vida dos povos origin\u00e1rios;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 aos movimentos sociais, institui\u00e7\u00f5es e entidades, no Brasil e no exterior, que comungam da mesma m\u00edstica, esperan\u00e7a e resist\u00eancia e cooperam, articulam e se somam \u00e0 luta dos povos ind\u00edgenas por seus direitos, especialmente \u00e0s suas terras.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Os povos ind\u00edgenas, quando se preparam para iniciar uma luta importante, vinculada aos seus projetos de vida, inscrevem com tintas suas ancestralidades nos corpos, invocam seus guardi\u00f5es e as for\u00e7as espirituais que guiam e guardam seus caminhos, cantam, dan\u00e7am, ritualizam o conflito que se anuncia e a for\u00e7a do estar junto, do agir coletivo. Nossa m\u00edstica se inspira nas espiritualidades plurais dos povos ind\u00edgenas, fazendo frente ao individualismo e \u00e0s imposi\u00e7\u00f5es de uma sociedade de consumo privilegiado, de acumula\u00e7\u00e3o e acelera\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Tamb\u00e9m a nossa f\u00e9 no Deus da Vida \u00e9 uma inst\u00e2ncia cr\u00edtica que inspira horizontes de liberta\u00e7\u00e3o e raz\u00f5es de esperan\u00e7a. A nossa m\u00edstica \u00e9 militante. A causa ind\u00edgena nos coloca no centro de um furac\u00e3o de conflitos: a redistribui\u00e7\u00e3o dos bens acumulados, o reconhecimento de privil\u00e9gios estruturais e o reconhecimento da alteridade. A m\u00edstica que sustenta nossa milit\u00e2ncia nos permite sonhar a socializa\u00e7\u00e3o de todos os latif\u00fandios \u2013 o latif\u00fandio da terra, do capital e do saber \u2013 e replantar os sonhos dos povos ind\u00edgenas e dos pobres nas rachaduras do sistema.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A miss\u00e3o do Cimi, que no sil\u00eancio e na solid\u00e3o da ditadura militar, assumiu, em 1972, a d\u00edvida hist\u00f3rica da Igreja Cat\u00f3lica com os povos ind\u00edgenas, continua. N\u00e3o vamos \u201ccair na tenta\u00e7\u00e3o de virar a p\u00e1gina\u201d (Fratelli Tutti\u00a0249).<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Desde sua primeira Assembleia Geral, em 1975, o Cimi assumiu seis prioridades que, at\u00e9 os dias atuais, orientam sua atua\u00e7\u00e3o. S\u00e3o elas: Terra; Cultura; Autodetermina\u00e7\u00e3o; Encarna\u00e7\u00e3o\/incultura\u00e7\u00e3o como descoloniza\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas pastorais; Conscientiza\u00e7\u00e3o; Pastoral Global como pastoral indigenista espec\u00edfica, integral, contextual, universal, libertadora.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Depois de 50 anos, o horror n\u00e3o passou. Lembramos do ocorrido na \u00e1rea ind\u00edgena Tanar\u00fa, onde o seu \u00faltimo sobrevivente, depois de encontrado morto, teve seu corpo vilipendiado. Que sua terra seja demarcada e protegida, em mem\u00f3ria do mart\u00edrio desse povo.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A viol\u00eancia contra os povos ind\u00edgenas intensificou-se e tornou-se um combate cotidiano contra seus espa\u00e7os, suas terras, as florestas que as recobrem, a vida que pulsa em todas as suas express\u00f5es. Em nome de um projeto desenvolvimentista e de uma acumula\u00e7\u00e3o capitalista sem precedentes, devastam-se os territ\u00f3rios, incendeiam-se as matas, exterminam-se os animais, contaminam-se as fontes de \u00e1gua, profanam-se os espa\u00e7os sagrados, perfura-se o corpo da terra-m\u00e3e em busca de min\u00e9rios.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Contra esse projeto de morte, a miss\u00e3o do Cimi e de seus aliados continuam sendo a de assumir com coragem e profetismo a defesa da causa dos povos ind\u00edgenas. O Cimi renova seu compromisso de seguir, junto a esses corpos ancestrais de sonhadores e lutadores ind\u00edgenas, num caminhar cont\u00ednuo, esperan\u00e7oso, compartilhado, solid\u00e1rio, comprometido com o Bem Viver e com a constru\u00e7\u00e3o de um outro mundo poss\u00edvel.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Dedicamos tempo no Congresso dos 50 anos do Cimi para fazer mem\u00f3ria, para celebrar, para refletir sobre nosso caminhar coletivo, para assumir nossas fragilidades, para reconhecer os desafios do tempo futuro. Dedicamos tempo para os abra\u00e7os, os afetos e os sorrisos. E dedicamos tempo para mirar o horizonte que guia nossos passos, com mem\u00f3ria e compromisso, esperan\u00e7ando a causa ind\u00edgena: hoje, como h\u00e1 50 anos, esperan\u00e7ar \u00e9 ato revolucion\u00e1rio e profiss\u00e3o de f\u00e9.<\/em><\/p>\n<p><em>Luzi\u00e2nia\/GO, 10 de novembro de 2022.<\/em><\/p>\n<p><em>Conselho Indigenista Mission\u00e1ria \u2013 Cimi<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Com informa\u00e7\u00f5es:<\/strong><a href=\"https:\/\/cimi.org.br\/2022\/11\/cimi-encerra-congresso-50-anos-manifesto-esperancando-causa-indigena\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do CIMI\u00a0<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Congresso de 50 anos de caminhada do Conselho Indigenista Mission\u00e1rio foi realizado de 8 a 10 de novembro, no Centro de Forma\u00e7\u00e3o Vicente Can\u00e3s, em Luzi\u00e2nia (GO) e reuniu mais de 300 mission\u00e1rias, mission\u00e1rios, aliadas e aliados da causa ind\u00edgena e representantes de pelo menos 20 povos ind\u00edgenas<\/p>\n","protected":false},"author":142,"featured_media":933437,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[763,50],"tags":[1301,4782],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/933431"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/142"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=933431"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/933431\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":933441,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/933431\/revisions\/933441"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/933437"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=933431"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=933431"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=933431"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}