{"id":9757,"date":"2008-11-25T00:00:00","date_gmt":"2008-11-25T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/pastoral-afro\/"},"modified":"2008-11-25T00:00:00","modified_gmt":"2008-11-25T02:00:00","slug":"pastoral-afro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/pastoral-afro\/","title":{"rendered":"Pastoral Afro"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">A PASTORAL DO NEGR@ surgiu na Arquidiocese de Goi\u00e2nia em 1988, com o objetivo de conhecer, discutir e avaliar a verdadeira hist\u00f3ria do povo negro no Brasil e no Estado de Goi\u00e1s. Da\u00ed, criar as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias e as possibilidades de tomar um posicionamento consciente e maduro frente \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o \u00e9tnico-racial e \u00e0 car\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas e a\u00e7\u00f5es afirmativas que d\u00eaem visibilidade s\u00f3cio-econ\u00f4mica, educacional ao povo negro goiano.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A discrimina\u00e7\u00e3o racial ainda n\u00e3o acabou. Pelo contr\u00e1rio, discriminar as pessoas negras no Brasil, faz parte da cultural local e nacional, \u00e9 aceito por v\u00e1rias fam\u00edlias (dentro de casa), setores da educa\u00e7\u00e3o escolar (nos livros did\u00e1ticos) e por omiss\u00e3o de v\u00e1rios setores religiosos (quando os l\u00edderes religiosos n\u00e3o assumem a causa do povo negro). Por esses motivos o preconceito continua vivo. H\u00e1 120 anos, declarou-se no pa\u00eds o \u201cfim\u201d do regime escravocrata, mas as seq\u00fcelas da escravid\u00e3o n\u00e3o desapareceu da mente e do comportamento de muitas pessoas da etnia branca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Diante desse contexto hist\u00f3rico, n\u00e3o \u00e9 ingenuidade afirmar que al\u00e9m de ser estranho, \u00e9 pouco eficaz a elabora\u00e7\u00e3o de Leis (Ex: Lei 10. 639; Lei 3.788 e na Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Federativa do Brasil) com o objetivo de inibir a discrimina\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas, pois, a discrimina\u00e7\u00e3o em qualquer circunst\u00e2ncia, s\u00f3 desaparece quando um povo \u00e9 educado (de ambos os lados) para as virtudes, para o respeito ao diferente, quando todos os povos t\u00eam igual condi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, educacional e participa\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o da sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A PASTORAL AFRO reconhece que a elabora\u00e7\u00e3o de Leis que objetiva garantir os direitos legais do povo negro \u00e9 um instrumento importante, mas n\u00e3o pode ser uma constante. O poder p\u00fablico pode e deve investir e atuar nas inst\u00e2ncias sociais, onde o povo negro \u00e9 maioria. Por isso, o povo negro n\u00e3o pode p\u00e1rar. A organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica- religiosa e a educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o meios eficazes para exigir e resgatar a nossa dignidade dentro da nossa p\u00e1tria-m\u00e3e.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Coordena\u00e7\u00e3o: D\u2019mare<br \/>\nReuni\u00f5es: Todo 1\u00ba S\u00e1bado de cada m\u00eas<\/p>\n<h4 style=\"text-align: right\">Domingos Barbosa (Dumas)<\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A PASTORAL DO NEGR@ surgiu na Arquidiocese de Goi\u00e2nia em 1988, com o objetivo de conhecer, discutir e avaliar a verdadeira hist\u00f3ria do povo negro no Brasil e no Estado de Goi\u00e1s. 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