{"id":979685,"date":"2025-04-07T14:19:02","date_gmt":"2025-04-07T17:19:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/?p=979685"},"modified":"2025-04-07T14:19:02","modified_gmt":"2025-04-07T17:19:02","slug":"comissao-lanca-documento-jesus-cristo-filho-de-deus-salvador-1700o-aniversario-do-concilio-ecumenico-de-niceia-325-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/comissao-lanca-documento-jesus-cristo-filho-de-deus-salvador-1700o-aniversario-do-concilio-ecumenico-de-niceia-325-2025\/","title":{"rendered":"Comiss\u00e3o lan\u00e7a documento \u201cJesus Cristo, Filho de Deus, Salvador &#8211; 1700\u00ba anivers\u00e1rio do Conc\u00edlio Ecum\u00eanico de Niceia (325-2025)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">No pr\u00f3ximo dia 20 de maio, o mundo crist\u00e3o faz mem\u00f3ria dos 1700 anos da abertura do primeiro Conc\u00edlio ecum\u00eanico, celebrado em Niceia em 325, que entrou para a hist\u00f3ria principalmente pelo S\u00edmbolo que re\u00fane, define e proclama a f\u00e9 na salva\u00e7\u00e3o em Jesus Cristo e no Deus Uno, Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo. Mais tarde completado pelo Conc\u00edlio de Constantinopla em 381, o Credo Niceno tornou-se, na pr\u00e1tica, a carteira de identidade da f\u00e9 professada pela Igreja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por esse motivo, a Comiss\u00e3o Teol\u00f3gica Internacional (CTI) decidiu dedicar um documento de quase setenta p\u00e1ginas ao Conc\u00edlio convocado pelo imperador Constantino na \u00c1sia Menor, com o duplo objetivo de recordar seu significado fundamental e destacar os extraordin\u00e1rios recursos do Credo, relan\u00e7ando-os na perspectiva da nova etapa de evangeliza\u00e7\u00e3o que a Igreja \u00e9 chamada a viver na atual mudan\u00e7a de \u00e9poca. Tamb\u00e9m porque o anivers\u00e1rio ocorre durante o Jubileu da Esperan\u00e7a e coincide com a data da P\u00e1scoa para todos os crist\u00e3os, no Oriente e no Ocidente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por essas raz\u00f5es, <a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/roman_curia\/congregations\/cfaith\/cti_documents\/rc_cti_doc_20250403_1700-nicea_po.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador &#8211; 1700\u00ba anivers\u00e1rio do Conc\u00edlio Ecum\u00eanico de Niceia (325-2025)<\/a>, o t\u00edtulo do documento divulgado esta quinta-feira, 3 de abril, n\u00e3o \u00e9 um simples texto de teologia acad\u00eamica, mas se prop\u00f5e como uma s\u00edntese que pode acompanhar o aprofundamento da f\u00e9 e seu testemunho na vida da comunidade crist\u00e3. Afinal, em Niceia, pela primeira vez, a unidade e a miss\u00e3o da Igreja foram expressas em n\u00edvel universal (da\u00ed, sua qualifica\u00e7\u00e3o de \u201cecum\u00eanico\u201d) na forma sinodal daquele caminhar que lhe \u00e9 pr\u00f3pria, constituindo-se assim tamb\u00e9m um ponto de refer\u00eancia e de inspira\u00e7\u00e3o no processo sinodal em que a Igreja cat\u00f3lica \u00e9 imersa hoje.<\/p>\n<p><strong>Acesse o documento na \u00edntegra:<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/roman_curia\/congregations\/cfaith\/cti_documents\/rc_cti_doc_20250403_1700-nicea_po.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador &#8211; 1700\u00b0 anivers\u00e1rio do Conc\u00edlio Ecum\u00eanico de Niceia (325-2025)<\/a><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Equipe sistematizou o documento<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Composto por 124 pontos, o documento \u00e9 o resultado da decis\u00e3o da CTI de aprofundar durante seu d\u00e9cimo quinqu\u00eanio um estudo sobre a atualidade dogm\u00e1tica de Niceia. O trabalho foi conduzido por uma Subcomiss\u00e3o presidida pelo padre franc\u00eas Philippe Vallin e composta pelos bispos Antonio Luiz Catelan Ferreira e Etienne Vet\u00f6, pelos padres Mario Angel Flores Ramos, Gaby Alfred Hachem e Karl-Heinz Menke, e pelas professoras Marianne Schlosser e Robin Darling Young.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O texto foi votado e aprovado em sua forma espec\u00edfica por unanimidade em 2024 e, em seguida, submetido \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o do cardeal presidente V\u00edctor Manuel Fern\u00e1ndez, prefeito do Dicast\u00e9rio para a Doutrina da F\u00e9, no qual a Comiss\u00e3o foi institu\u00edda. Depois de receber a aprova\u00e7\u00e3o do Papa Francisco, em 16 de dezembro passado o purpurado argentino autorizou sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os quatro cap\u00edtulos em que se desenvolve a reflex\u00e3o das te\u00f3logas e dos te\u00f3logos s\u00e3o precedidos por uma introdu\u00e7\u00e3o intitulada \u201cDoxologia, teologia e an\u00fancio\u201d e seguidos pela conclus\u00e3o.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Uma leitura doxol\u00f3gica do S\u00edmbolo<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O primeiro cap\u00edtulo \u201cUm S\u00edmbolo para a salva\u00e7\u00e3o: doxologia e teologia do dogma de Niceia\u201d (n. 7-47) \u00e9 o mais amplo. Ele oferece \u201cuma leitura doxol\u00f3gica do S\u00edmbolo, para destacar seus recursos soteriol\u00f3gicos e, portanto, cristol\u00f3gicos, trinit\u00e1rios e antropol\u00f3gicos\u201d, com a inten\u00e7\u00e3o de dar \u201cnovo \u00edmpeto ao caminho rumo \u00e0 unidade dos crist\u00e3os\u201d. Ao destacar o alcance ecum\u00eanico da f\u00e9 de Niceia, o texto expressa a esperan\u00e7a de uma data comum para a celebra\u00e7\u00e3o da P\u00e1scoa, que o pr\u00f3prio Papa Bergoglio pediu repetidamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De fato, o n\u00ba 43 evidencia como este 2025 representa para todos os crist\u00e3os \u201cuma oportunidade inestim\u00e1vel para sublinhar que o que temos em comum \u00e9 muito mais forte do que o que nos divide: todos juntos, acreditamos no Deus trino, em Cristo verdadeiro homem e verdadeiro Deus, na salva\u00e7\u00e3o em Jesus Cristo, de acordo com as Escrituras lidas na Igreja e sob a mo\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Juntos, acreditamos na Igreja, no batismo, na ressurrei\u00e7\u00e3o dos mortos e na vida eterna\u201d. Consequentemente, adverte a CTI no n\u00ba 45, \u201ca diverg\u00eancia dos crist\u00e3os em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 festa mais importante de seu calend\u00e1rio cria desconforto pastoral nas comunidades, a ponto de dividir as fam\u00edlias, e causa esc\u00e2ndalo entre os n\u00e3o crist\u00e3os, prejudicando assim o testemunho dado ao Evangelho\u201d.<\/p>\n<h3>\u201cRezamos como acreditamos\u201d<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas acolher a riqueza de Niceia depois de dezessete s\u00e9culos leva tamb\u00e9m a perceber como aquele Conc\u00edlio alimenta e orienta a exist\u00eancia crist\u00e3 cotidiana: por isso, o segundo cap\u00edtulo \u201cO S\u00edmbolo de Niceia na vida dos crentes\u201d (n. 48-69), de teor patr\u00edstico, explora como a liturgia e a ora\u00e7\u00e3o foram fecundadas na Igreja desde aquele evento, que constitui um avan\u00e7o na hist\u00f3ria do cristianismo. \u201cAcreditamos como batizamos; e rezamos como acreditamos\u201d, recorda o documento, exortando-nos a beber hoje e sempre dessa \u201cfonte de \u00e1gua viva\u201d, cujo rico conte\u00fado dogm\u00e1tico foi decisivo para estabelecer a doutrina crist\u00e3. E, nesse sentido, o documento se aprofunda na recep\u00e7\u00e3o do Credo na pr\u00e1tica lit\u00fargica e sacramental, na catequese e na prega\u00e7\u00e3o, na ora\u00e7\u00e3o e nos hinos do s\u00e9culo IV.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Evento teol\u00f3gico e eclesial<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O terceiro cap\u00edtulo, \u201cNiceia como evento teol\u00f3gico e como evento eclesial\u201d (n. 70-102), aprofunda como o S\u00edmbolo e o Conc\u00edlio \u201ctestemunham o mesmo evento de Jesus Cristo, cuja irrup\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria oferece um acesso inaudito a Deus e introduz uma transforma\u00e7\u00e3o do pensamento humano\u201d e como eles tamb\u00e9m representam uma novidade na forma como a Igreja se estrutura e cumpre sua miss\u00e3o. \u201cConvocado pelo imperador para resolver uma disputa local que se tinha estendido a todas as Igrejas do Imp\u00e9rio Romano do Oriente e a muitas Igrejas do Ocidente &#8211; explica o documento -, reuniu bispos de v\u00e1rias regi\u00f5es do Oriente e legados do bispo de Roma. Pela primeira vez, portanto, os bispos de toda a Oikoum\u00e9n\u00e8 foram reunidos em s\u00ednodo. Sua profiss\u00e3o de f\u00e9 e suas decis\u00f5es can\u00f4nicas foram promulgadas como normativas para toda a Igreja. A comunh\u00e3o e a unidade sem precedentes que o evento Jesus Cristo introduziu na Igreja tornam-se vis\u00edveis e eficazes de um modo novo, atrav\u00e9s de uma estrutura de alcance universal. O an\u00fancio do Evangelho de Cristo, em toda a sua imensid\u00e3o, recebe, tamb\u00e9m ele, um instrumento de autoridade e alcance sem precedentes\u201d (cf. n. 101).<\/p>\n<h3>Uma f\u00e9 acess\u00edvel tamb\u00e9m aos simples<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, no quarto e \u00faltimo cap\u00edtulo, \u201cManter a f\u00e9 acess\u00edvel a todo o povo de Deus\u201d (103-120), \u201cas condi\u00e7\u00f5es de credibilidade da f\u00e9 professada em Niceia s\u00e3o destacadas em uma etapa da teologia fundamental que lan\u00e7a luz sobre a natureza e a identidade da Igreja, na media em que ela \u00e9 a int\u00e9rprete aut\u00eantica da verdade normativa da f\u00e9 por meio do Magist\u00e9rio e a guardi\u00e3 dos crentes, especialmente dos menores e mais vulner\u00e1veis\u201d. De acordo com a CTI, a f\u00e9 pregada por Jesus aos simples n\u00e3o \u00e9 uma f\u00e9 simplista e o cristianismo nunca se considerou uma forma de esoterismo reservada a uma elite de iniciados, pelo contr\u00e1rio, Niceia, embora devido \u00e0 iniciativa de Constantino, representa \u201cum marco no longo caminho em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 libertas Ecclesiae, que \u00e9 em toda parte uma garantia de prote\u00e7\u00e3o da f\u00e9 dos mais vulner\u00e1veis em face do poder pol\u00edtico\u201d. Em 325, o bem comum da Revela\u00e7\u00e3o foi realmente \u201cdisponibilizado\u201d a todos os fi\u00e9is, conforme confirmado pela doutrina cat\u00f3lica da infalibilidade \u201cin credendo\u201d do povo dos batizados. Embora os bispos tenham um papel espec\u00edfico na defini\u00e7\u00e3o da f\u00e9, eles n\u00e3o podem assumi-lo sem estar na comunh\u00e3o eclesial de todo o Santo Povo de Deus, t\u00e3o caro ao Papa Francisco.<\/p>\n<h3>Atualidade do primeiro Conc\u00edlio ecum\u00eanico<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eis ent\u00e3o as conclus\u00f5es do documento com \u201cum convite premente\u201d para \u201canunciar a todos Jesus nossa Salva\u00e7\u00e3o hoje\u201d a partir da f\u00e9 expressa em Niceia em uma multiplicidade de significados. Em primeiro lugar, a perene atualidade daquele Conc\u00edlio e do S\u00edmbolo que dele brotou est\u00e1 em continuar a nos deixar \u201cmaravilhar pela imensid\u00e3o de Cristo, para que todos fiquem maravilhados\u201d e \u201creavivar o fogo do nosso amor por ele\u201d, porque \u201cem Jesus homoo\u00fasios (consubstancial) ao Pai&#8230; O pr\u00f3prio Deus se ligou \u00e0 humanidade para sempre\u201d; em segundo lugar, significa n\u00e3o ignorar \u201ca realidade\u201d ou afastar-se \u201cdos sofrimentos e das convuls\u00f5es que atormentam o mundo e parecem comprometer toda esperan\u00e7a\u201d, ouvindo tamb\u00e9m a cultura e as culturas; em terceiro lugar, significa estarmos \u201cparticularmente atentos aos pequenos entre nossos irm\u00e3os e irm\u00e3s\u201d, porque \u201cesses crucificados da hist\u00f3ria s\u00e3o o Cristo entre n\u00f3s\u201d, ou seja, \u201caqueles que mais precisam da esperan\u00e7a e da gra\u00e7a\u201d, mas, ao mesmo tempo, conhecendo os sofrimentos do Crucificado, eles s\u00e3o, por sua vez, \u201cos ap\u00f3stolos, mestres e evangelizadores dos ricos e abastados\u201d; e, por fim, significa anunciar \u201ccomo Igreja\u201d ou melhor, \u201ccom o testemunho da fraternidade\u201d, mostrando ao mundo as maravilhas pelas quais ela \u201cuna, santa, cat\u00f3lica e apost\u00f3lica\u201d \u00e9 o \u201csacramento universal da salva\u00e7\u00e3o\u201d e, ao mesmo tempo, difundindo o tesouro das Escrituras que o S\u00edmbolo interpreta, a riqueza da ora\u00e7\u00e3o, da liturgia e dos sacramentos que derivam do batismo professado em Niceia e da luz do Magist\u00e9rio; sempre com o olhar fixo no Ressuscitado, que triunfa sobre a morte e o pecado, e n\u00e3o nos advers\u00e1rios, pois n\u00e3o h\u00e1 perdedores no Mist\u00e9rio Pascal, exceto o perdedor escatol\u00f3gico, Satan\u00e1s, o divisor. N\u00e3o \u00e9 por acaso que, no dia 28 de novembro passado, ao receber em audi\u00eancia os membros da CTI, o Pont\u00edfice, elogiando o trabalho deles, falou da utilidade de um documento destinado a \u201cilustrar o significado atual da f\u00e9 professada em Niceia&#8230; para alimentar a f\u00e9 dos crentes e, partindo da figura de Jesus, oferecer tamb\u00e9m pistas e reflex\u00f5es \u00fateis para um novo paradigma cultural e social, inspirado precisamente na humanidade de Cristo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dia de estudo sobre Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador &#8211; o 1700\u00ba anivers\u00e1rio do Conc\u00edlio Ecum\u00eanico de Niceia (325-2025), ser\u00e1 realizado precisamente no dia 20 de maio, na Pontif\u00edcia Universidade Urbaniana, das 9h \u00e0s 19h30, com a participa\u00e7\u00e3o dos te\u00f3logos e das te\u00f3logas que contribu\u00edram para a elabora\u00e7\u00e3o do documento e de outros especialistas na \u00e1rea.<\/p>\n<pre><strong>Com informa\u00e7\u00f5es do<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.vaticannews.va\/pt.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">VaticanNews<\/a><\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Conc\u00edlio de Niceia, em 325, entrou para a hist\u00f3ria principalmente pelo S\u00edmbolo que re\u00fane, define e proclama a f\u00e9 na salva\u00e7\u00e3o em Jesus Cristo e no Deus Uno, Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo. Mais tarde, completado pelo Conc\u00edlio de Constantinopla em 381, o Credo Niceno tornou-se, na pr\u00e1tica, a carteira de identidade da f\u00e9 professada pela Igreja<\/p>\n","protected":false},"author":142,"featured_media":979686,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[1841,852],"tags":[5946],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/979685"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/142"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=979685"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/979685\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":979691,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/979685\/revisions\/979691"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/979686"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=979685"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=979685"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=979685"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}