{"id":9815,"date":"2013-04-04T00:00:00","date_gmt":"2013-04-04T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/a-cnbb-e-a-acao-evangelizadora-da-pastoral-afro-brasileira\/"},"modified":"2013-04-04T00:00:00","modified_gmt":"2013-04-04T03:00:00","slug":"a-cnbb-e-a-acao-evangelizadora-da-pastoral-afro-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/a-cnbb-e-a-acao-evangelizadora-da-pastoral-afro-brasileira\/","title":{"rendered":"A CNBB e a a\u00e7\u00e3o evangelizadora da Pastoral Afro-Brasileira"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">A renova\u00e7\u00e3o da Igreja, com o Conc\u00edlio Vaticano II e ampliado pelos documentos das Confer\u00eancias de Medell\u00edn (1968), Puebla (1979), Santo Domingo (1992) e por outros importantes documentos da Igreja, abriu caminhos poss\u00edveis \u00e0 Pastoral Afro-brasileira, numa vis\u00e3o cr\u00edtica da realidade social em que vive o povo brasileiro, o latino-americano e caribenho.A Confer\u00eancia de Puebla foi a grande precursora, na Igreja Cat\u00f3lica, no seu compromisso social de anunciar o Reino de Deus, denunciando todas as formas de injusti\u00e7a e de exclus\u00e3o.\u00a0 Sua op\u00e7\u00e3o pelos pobres foi interpelada pela situa\u00e7\u00e3o do povo negro, marginalizado.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>1. FAZENDO MEM\u00d3RIA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No dia primeiro de setembro de 1978, realizou-se na sede da CNBB, em Bras\u00edlia, o Encontro de um grupo de estudiosos preocupado com a evangeliza\u00e7\u00e3o do povo negro brasileiro. Dentro destas preocupa\u00e7\u00f5es, levantaram-se algumas propostas de trabalho que nortearam a reflex\u00e3o: fornecer subs\u00eddios para que, na elabora\u00e7\u00e3o do Plano Bienal da CNBB, fosse considerada prioridade a evangeliza\u00e7\u00e3o do povo negro brasileiro.Elaborar s\u00edntese dos estudos sobre os cultos afro-brasileiros, para serem levadas, pelos Bispos, \u00e0 Confer\u00eancia de Puebla.\u00a0 Formar um grupo de estudos sobre os Evangelhos e os Cultos afros.<br \/>\nEsse grupo seria ligado \u00e0 Dimens\u00e3o Mission\u00e1rio, a Linha 2 da CNBB. Assim se constituiu o \u201cGrupo-Tarefa\u201d. Compareceram 14 participantes entre bispos, padres e religiosas. Desse grupo, participaram duas pessoas Negras, conscientes do processo de marginaliza\u00e7\u00e3o e exclus\u00e3o do povo negro: Irm\u00e3 Corina Rodrigues dos Santos-fmm e Padre Mauro Batista, cvd.<br \/>\nNo decorrer desse trabalho de levantamento e reconhecimento da religiosidade popular, encontraram pessoas negras que se diziam cat\u00f3licas, mas n\u00e3o frequentavam a Igreja e apresentaram seus motivos. Refletiram sobre esses dados concretos, buscando descobrir o que poderiam fazer. Surgiu a ideia de se promover um Encontro dos bispos, padres, seminaristas, religiosas e religiosos negros para discutir sobre que \u201cespa\u00e7o\u201d ocupam na Igreja. Esse Encontro foi assumido pela linha 2 da\u00a0 CNBB, sendo o respons\u00e1vel Dom \u00c2ngelo Frosi. O Tema: \u201cA realidade do Negro na Igreja.\u201d<br \/>\nAconteceu o segundo Encontro do \u201cGrupo-Tarefa\u201d, a fim de preparar o Encontro dos Agentes de Pastoral Negros, a realizar-se nos dias treze a quinze de fevereiro de 1980, na Casa de Encontros e Retiro das Irm\u00e3s de Jesus Crucificado, em Cap\u00e3o Redondo, SP. Houve articula\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00f5es e discuss\u00e3o sobre os assuntos e objetivos desse Encontro, que refletiu sobre os temas: A realidade de Ser Negro na Igreja Cat\u00f3lica no Brasil; que espa\u00e7o deve o Negro brasileiro, enquanto Negro e Crist\u00e3o ocupar na Igreja?<br \/>\nA CNBB convocou para uma reuni\u00e3o, no dia 19 de junho deste mesmo ano, para, junto com o \u201cGrupo Tarefa\u201d, avaliar o Encontro de fevereiro e prestar contas do trabalho realizado, a partir daquela data. \u00a0\u00a0 \u00a0Surgem, ent\u00e3o, os conflitos. O econ\u00f4mico tornou-se um peso. Como iniciar a caminhada? O grupo deveria fazer a irradia\u00e7\u00e3o desta proposta assumida pelos cinco que assumiram a coordena\u00e7\u00e3o. Dom \u00c2ngelo Frosi, com sua marcante presen\u00e7a, foi o equil\u00edbrio e for\u00e7a. O grupo sentiu seguran\u00e7a nas palavras e atitudes de Dom \u00c2ngelo, na certeza de que havia algu\u00e9m, na CNBB, a quem recorrer se necess\u00e1rio fosse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2. A\u00c7\u00c3O E ANIMA\u00c7\u00c3O MISSION\u00c1RIA: DI\u00c1LOGO \u201cEVANGELHO E CULTURA AFRO-BRASILEIRA\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Em fevereiro de 1980, reuniu-se um grupo de agentes de pastoral negros, para refletir sobre sua situa\u00e7\u00e3o enquanto negros, na vida eclesial. Esta reuni\u00e3o foi o primeiro passo para o surgimento do \u201cGrupo de Uni\u00e3o e Consci\u00eancia negra\u201d, criado no primeiro encontro nacional, em Bras\u00edlia, realizado de 5 a 7 de julho de 1981.<br \/>\nNa XIX Assembleia da CNBB (1981), o problema foi de novo apresentado ao Episcopado, que reiterou seu empenho de dar aten\u00e7\u00e3o particular \u00e0 situa\u00e7\u00e3o dos afro-brasileiros em sua atividade evangelizadora. A CNBB incluiu tamb\u00e9m, em seus planos bienais de pastoral, encontros de reflex\u00e3o sobre di\u00e1logo entre evangelho e cultura, especialmente a ind\u00edgena e a afro-brasileira. Dar continuidade ao grupo de reflex\u00e3o que assessora a CNBB no estudo de problemas, no planejamento e na execu\u00e7\u00e3o de atividades que visem incrementar o di\u00e1logo afro-brasileiro.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Organizar um n\u00facleo de documenta\u00e7\u00e3o sobre grupos negros existentes, (irmandades, quilombos, movimentos, grupos religiosos), seu patrim\u00f4nio cultural, suas manifesta\u00e7\u00f5es, celebra\u00e7\u00f5es, festas, vida, etc. Elaborar uma reflex\u00e3o a ser publicada na cole\u00e7\u00e3o de estudos da CNBB, que apresente e divulgue toda problem\u00e1tica a respeito. Programar cursos para agentes de pastoral, sobre religi\u00f5es afro-brasileiras e realizar um encontro sobre di\u00e1logo entre evangelho e religi\u00f5es afro-brasileiras.<br \/>\nNos dias 30 e 31 de outubro de 1982, em S\u00e3o Paulo, a Dimens\u00e3o Mission\u00e1ria (Linha 2) com o Conselho Episcopal Permanente (CEP), realizaram um encontro de reflex\u00e3o e estudo sobre a situa\u00e7\u00e3o afro-brasileira.<br \/>\nProcurando acompanhar a \u201cavalia\u00e7\u00e3o global da caminhada da CNBB e a defini\u00e7\u00e3o de diretrizes pastorais para o pr\u00f3ximo quadri\u00eanio\u201d, a reuni\u00e3o teve por objetivo \u201crefletir sobre perspectivas pastorais que brotam da realidade afro-brasileira, para sugerir pistas e propostas oportunas a serem inseridas nas Diretrizes Pastorais da CNBB para o per\u00edodo 1983-1987\u201d.<br \/>\nO roteiro da reuni\u00e3o inspirou-se no \u201cinstrumental de avalia\u00e7\u00e3o\u201d proposto pela Secretaria Geral da CNBB a todos os organismos e comunidades eclesiais, como contribui\u00e7\u00e3o para a pr\u00f3xima Assembleia dos Bispos, em abril de 1983. Pontos importantes: a igreja no Brasil vem tomando consci\u00eancia do dever de anunciar o Reino de Deus: reino de justi\u00e7a, verdade, fraternidade, dignidade humana e a paz. Por isso, vem assumindo a op\u00e7\u00e3o pelos pobres, oprimidos, marginalizados. Nesta op\u00e7\u00e3o, ela \u00e9 questionada e interpelada pela situa\u00e7\u00e3o dos negros, em geral duplamente marginalizados.<br \/>\nEm 1983, na Catedral da S\u00e9, em S\u00e3o Paulo, durante a Ordena\u00e7\u00e3o de Pe. Laurindo Batista de Jesus, conhecido por Pe. Batista, foi proclamada pelo Pe. Ant\u00f4nio Aparecido da Silva (Toninho), a cria\u00e7\u00e3o da Pastoral do Negro, com sede \u00e0 Rua Itabatinguera, S\u00e3o Paulo, SP.<br \/>\nEm 1988, realizou-se a Campanha da Fraternidade, conquista dos agentes de pastoral negros e outros grupos, com o Tema: \u201cFRATERNIDADE E O NEGRO\u201d e o Lema: \u201dOUVI O CLAMOR DESTE POVO\u201d.<br \/>\nOs bispos que assumiram totalmente a CF, chegando a convidar padres e religiosas negras para refletir nas Assembleias Diocesanas, o conte\u00fado da Campanha e a situa\u00e7\u00e3o dos afros-descendentes no Brasil e iniciar grupos na Diocese.<br \/>\nO Grupo de Reflex\u00e3o Negro e Ind\u00edgenas (GRENI) foi assumido pela CRB nacional, em setembro 1993, no Encontro, Mutir\u00e3o da Vida Religiosa na cidade de Ant\u00f4nio Carlos-MG. Teve a participa\u00e7\u00e3o de 360 participantes religiosas e religiosos das v\u00e1rias congrega\u00e7\u00f5es e que assumiam servi\u00e7os nos diversos setores da Igreja e nas congrega\u00e7\u00f5es. Ficou constitu\u00edda uma coordena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>3. O SECRETARIADO DE PASTORAL AFRO-BRASILEIRA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Depois de v\u00e1rias reflex\u00f5es junto \u00e0 hierarquia da Igreja Cat\u00f3lica, podemos sentir o apoio da CNBB, convocando algumas pessoas que formaram o Grupo de Trabalho Permanente da Pastoral Afro-brasileira (GTA), para refletir sobre a possibilidade de ser criado um Secretariado da Pastoral Afro-brasileira, no pr\u00e9dio da CNBB, ligado \u00e0 Presid\u00eancia da mesma. Este Grupo se reuniu no dia 13 de novembro de 1996, em S\u00e3o Paulo. Ap\u00f3s dois anos, deu-se in\u00edcio o processo de instala\u00e7\u00e3o do referido Secretariado, no dia 03 de abril de 1998. Irm\u00e3 Maria Raimunda Ribeiro da Costa- MJC, aceita o convite, assumindo a organiza\u00e7\u00e3o inicial, consciente de que era mais um espa\u00e7o conquistado em benef\u00edcio da comunidade negra, a ser ocupado.\u00a0 Em agosto de 1996, a CNBB convidou algumas pessoas comprometidas para formar o Grupo de Trabalho da Pastoral Afro-brasileira &#8211; GTA.<br \/>\nPara assumir a Secretaria da Pastoral Afro-brasileira foi convidado o Pe. Jos\u00e9 Enes de Jesus, do Clero da Arquidiocese de S\u00e3o Paulo. Como estava comprometido com a sua Par\u00f3quia, convidaram o Pe. Jurandyr Azevedo Araujo, sdb, da Inspetoria Salesiana de Minas Gerais. Depois de oito anos, assume o Secretariado, Pe. Ari Ant\u00f4nio dos Reis, do clero da Arquidiocese de Passo Fundo, RS.<br \/>\nDesde a sua cria\u00e7\u00e3o, contou com a presen\u00e7a de um Bispo Referencial, que coordena em nome da CNBB, inicialmente Dom Gilio Felicio, da Diocese de Bag\u00e9, RS. Atualmente, \u00e9 o bispo Dom Jo\u00e3o Alves dos Santos, OFMCap, Bispo de Paranagu\u00e1, PR, que a preside.<br \/>\nOs grupos existentes elaboraram em mutir\u00e3o, o Documento de Estudo da CNBB \u201cPastoral Afro-brasileira\u201d, n\u00ba 85; a Pastoral Afro-brasileira passou a pertencer \u00e0 Dimens\u00e3o S\u00f3cio Transformadora e, at\u00e9 hoje, a Comiss\u00e3o Episcopal para o Servi\u00e7o da Caridade, da Justi\u00e7a e da Paz, Comiss\u00e3o 8 da CNBB, ao Secretariado de Pastoral Afroamericano, do CELAM e ao Pontif\u00edcio Conselho Para o Di\u00e1logo Inter-religioso (Roma).<br \/>\nCompletando vinte e cinco anos de exist\u00eancia, o Secretariado de Pastoral Afro-brasileira, em sua finalidade, quer ser um Centro onde, redescobrindo o movimento de vida, seja um lugar de estudos, pesquisas, documenta\u00e7\u00e3o e interc\u00e2mbio com outros grupos e pa\u00edses, como Centro de irradia\u00e7\u00e3o da Pastoral Afro-brasileira e sua A\u00e7\u00e3o Evangelizadora em nosso Continente.<br \/>\nA Pastoral Afro-brasileira tem muitas a\u00e7\u00f5es que se concretizam com os Agentes de Pastoral Afro-brasileira (APNs), nos Congressos das Entidades Negras (CONENC), no Instituto Mariama (IMA) e nos Encontros de Pastoral Afroamericana (EPA) para uma pr\u00e1tica evangelizadora.<br \/>\nCelebramos com alegria estes 60 anos da CNBB, pelo apoio, pelo incentivo, pelo cumprimento de sua miss\u00e3o que \u00e9 a mesma da Pastoral Afro-brasileira, \u201ca evang\u00e9lica op\u00e7\u00e3o preferencial pelos pobres, integrante do Objetivo Geral da nossa Igreja que, desde seus primeiros planos pastorais, exigiu, nesses anos cruciais, uma m\u00edstica ainda mais evang\u00e9lica, uma maturidade maior na sua a\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica.\u201d (Cardeal Raymundo Damasceno Assis, na 50\u00aa Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em abril de 2012, Aparecida (SP).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\n<strong>Dom Jo\u00e3o Alves dos Santos, OFMCap<\/strong><br \/>\n<strong>Bispo respons\u00e1vel pela Pastoral Afro-Brasileira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Pe. Jurandyr Azevedo Araujo, sdb<\/strong><br \/>\n<strong>Coordenador nacional da Pastoral Afro-Brasileira<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A renova\u00e7\u00e3o da Igreja, com o Conc\u00edlio Vaticano II e ampliado pelos documentos das Confer\u00eancias de Medell\u00edn (1968), Puebla (1979), Santo Domingo (1992) e por outros importantes documentos da Igreja, abriu caminhos poss\u00edveis \u00e0 Pastoral Afro-brasileira, numa vis\u00e3o cr\u00edtica da realidade social em que vive o povo brasileiro, o latino-americano e caribenho.A Confer\u00eancia de Puebla &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/a-cnbb-e-a-acao-evangelizadora-da-pastoral-afro-brasileira\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">A CNBB e a a\u00e7\u00e3o evangelizadora da Pastoral Afro-Brasileira<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":9816,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[851,766],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/9815"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=9815"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/9815\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/9816"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=9815"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=9815"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=9815"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}